Uma das formas de
convencimento, consoante alguns afirmam, é a persistência. E é exatamente isso
que tenho feito com relação ao tratamento com o lixo. Podemos fixar o tema no
recolhimento e destinação do lixo domiciliar. Deixemos o tratamento relativo ao
industrial para outro dia.
Comecemos pelo comportamento das pessoas em geral. Jogar lixo na rua, sem qualquer cerimônia, é bastante comum. Isso demonstra a incultura de um povo. A Capital Nacional de Literatura não é diferente de outras cidades. Tem lixões clandestinos e a coleta pública é deficiente. E outros resíduos sequer são coletados. Ficam na rua, nos riachos e rios ou nos terrenos baldios.
O vidro não está sendo recolhido para reciclagem. A indústria quer o vidro moído e puro. E ninguém vai fazer isso em casa. Colocamos na lixeira e fica lá, sem destinação alguma.
Comecemos pelo comportamento das pessoas em geral. Jogar lixo na rua, sem qualquer cerimônia, é bastante comum. Isso demonstra a incultura de um povo. A Capital Nacional de Literatura não é diferente de outras cidades. Tem lixões clandestinos e a coleta pública é deficiente. E outros resíduos sequer são coletados. Ficam na rua, nos riachos e rios ou nos terrenos baldios.
O vidro não está sendo recolhido para reciclagem. A indústria quer o vidro moído e puro. E ninguém vai fazer isso em casa. Colocamos na lixeira e fica lá, sem destinação alguma.
ONDE VAMOS COLOCAR
O VIDRO PARA RECICLAGEM?
Esta é a primeira
de muitas perguntas.
A coleta e destinação do óleo de cozinha estão sendo realizadas? Não. Raros são os casos de reaproveitamento desse resíduo. E sabem onde ele vai parar? Lá no rio, na barragem. Sabem de onde vem a água que bebemos? Dos rios e barragens. Depois de um ciclo relativamente curto, podemos estar bebendo esse óleo. É uma pergunta para o poder público: quem coleta o óleo vegetal, depois de utilizado? Será que não é possível fazer a coleta pública desse resíduo?
As garrafas pet ainda poluem os nossos rios. Se elas podem ser recicladas e tem valor comercial, porque elas não são coletadas integralmente?
A coleta e destinação do óleo de cozinha estão sendo realizadas? Não. Raros são os casos de reaproveitamento desse resíduo. E sabem onde ele vai parar? Lá no rio, na barragem. Sabem de onde vem a água que bebemos? Dos rios e barragens. Depois de um ciclo relativamente curto, podemos estar bebendo esse óleo. É uma pergunta para o poder público: quem coleta o óleo vegetal, depois de utilizado? Será que não é possível fazer a coleta pública desse resíduo?
As garrafas pet ainda poluem os nossos rios. Se elas podem ser recicladas e tem valor comercial, porque elas não são coletadas integralmente?
Acho que seria o
momento adequado para voltarmos ao velho sistema: garrafas retornáveis. Elas
são de vidro, mais higiênicas e saudáveis. E podem ser reutilizadas. As pessoas
que jogam essas garrafas pet na rua devem saber que elas acabarão nos rios,
riachos e barragens. É a lei da gravidade. O vento e a chuva ajudam a acelerar
esse processo.
UM POVO CULTO NÃO
TEM OS RIOS POLUÍDOS DESSA MANEIRA.
Também não temos coleta adequada de pneus, baterias de celulares, lâmpadas fluorescentes queimadas e pilhas comuns. Sei que não é novidade escrever ou falar sobre esse tema. Essas falhas podem afetar gravemente a nossa saúde. Ainda tem mais.
Nosso bairro não tem containers para recolher o lixo. Temos de esperar o caminhão aparecer três vezes por semana. Quando tem feriado nos dias pares da semana, ficamos sem o recolhimento de lixo. Também não temos pessoas que fazer o recolhimento do papelão. O caminhão não recolhe papelão, latinha ou garrafas pet. Como não temos catadores, esse material acaba na rua. Por último, o caminhão não leva mais o lixo orgânico.
Também não temos coleta adequada de pneus, baterias de celulares, lâmpadas fluorescentes queimadas e pilhas comuns. Sei que não é novidade escrever ou falar sobre esse tema. Essas falhas podem afetar gravemente a nossa saúde. Ainda tem mais.
Nosso bairro não tem containers para recolher o lixo. Temos de esperar o caminhão aparecer três vezes por semana. Quando tem feriado nos dias pares da semana, ficamos sem o recolhimento de lixo. Também não temos pessoas que fazer o recolhimento do papelão. O caminhão não recolhe papelão, latinha ou garrafas pet. Como não temos catadores, esse material acaba na rua. Por último, o caminhão não leva mais o lixo orgânico.
O QUE FAZEMOS AGORA?
Estou levando
papelão para o centro.
ONDE COLOCO O LIXO
ORGÂNICO? POR ISSO O TRATAMENTO DO LIXO É CULTURA. SERÁ QUE A NOSSA SAÚDE
AGUENTA?
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Uma pilha de lixo vista diretamente é só uma pilha de lixo. Em condições planejadas e sob iluminação, amontoados de lixo podem projetar imagens surpreendentes numa tela ou parede.
ResponderExcluirhttp://blogdopg.blogspot.com.br/2009/08/o-lixo-e-sombra.html