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As empresas têm buscado funcionários comprometidos com o seu trabalho e a instituição, fator que tem sido requisito no processo seletivo. Em entrevistas de emprego, os candidatos apontam o comprometimento como uma qualidade. Porém alguns mostram grande preocupação com o salário, benefícios, horários, etc. Será que realmente são comprometidos? O que você considera comprometimento? Acha que é comprometido? Com o quê?
Comprometimento é um ato de empenhar-se com algo. É o quanto de energia estou disposto a investir em determinada idéia, ação e/ou relação. Revela o grau de envolvimento e o vínculo que cada um constitui com o seu trabalho, com a empresa, com a família. Um exemplo é quando temos uma reclamação a fazer e ouvimos o discurso: “Isso não é do meu departamento, o senhor deve ir até o outro setor”. Ao chegar ao outro setor se depara com a mesma desculpa, ninguém resolve o seu problema. Não estão comprometidos com o que fazem, com você, pois se estivessem iriam lhe auxiliar e orientar a forma como resolvê-lo.
O comprometimento também pode ser avaliado nas relações familiares, no casamento, com os filhos, o quanto me disponho a cuidar deste convívio. Há quem pense que precisa escolher em comprometer-se com a família ou com o trabalho, como se não pudessem conciliar as duas coisas. Cada uma delas tem seu espaço e um limite.
O comprometimento não significa ficar horas a mais no trabalho, não almoçar, não tirar férias. Está relacionado há quanto eu me disponho a ajudar a empresa. É observável em pequenos gestos, pode ser visto quando alguém passa por um corredor e vê um papel no chão, embora não seja sua função, irá juntá-lo. São aqueles que nos ofertam ajuda nas dificuldades, caso não saibam ou não possam nos auxiliar irão nos mostrar um caminho.
É fazer a mais, para além do que está descrito em suas atividades, é preocupar-se com o todo. No ditado popular são os conhecidos como “pau pra toda obra”, “Severino”, o faz tudo, alguém disponível que não se nega a exercer algo porque não está descrito em suas atribuições. Não depende de remuneração, já que há uma troca mútua, da mesma forma que se envolve com a instituição, a mesma estará disponível a ajudá-lo quando necessário, reconhecendo os seus esforços e a sua dedicação.
por Gisele Dala Lana.Comente aqui no blog ou no dihitt.

“Se você acha que a educação é cara, tenha a coragem de experimentar a ignorância."
Derek Bok, ex-presidente da Universidade de HarwardO FIM DOS PROFESSORES:
O ano é 2.209 D.C. - ou seja, daqui a duzentos anos - e uma conversa entre avô e neto tem início a partir da seguinte interpelação:
– Vovô, por que o mundo está acabando?
A calma da pergunta revela a inocência da alma infante. E no mesmo tom vem a resposta:
– Porque não existem mais PROFESSORES, meu anjo.
– Professores? Mas o que é isso? O que fazia um professor?
O velho responde, então, que professores eram homens e mulheres elegantes e dedicados, que se expressavam sempre de maneira muito culta e que, muitos anos atrás, transmitiam conhecimentos e ensinavam as pessoas a ler, falar, escrever, se comportar, localizar-se no mundo e na história, entre muitas outras coisas. Principalmente, ensinavam as pessoas a pensar.
– Eles ensinavam tudo isso? Mas eles eram sábios?
– Sim, ensinavam, mas não eram todos sábios. Apenas alguns, os grandes professores, que ensinavam outros professores, e eram amados pelos alunos.
– E como foi que eles desapareceram, vovô?
– Ah, foi tudo parte de um plano secreto e genial, que foi executado aos poucos por alguns vilões da sociedade. O vovô não se lembra direito do que
veio primeiro, mas sem dúvida, os políticos ajudaram muito. Eles acabaram com todas as formas de avaliação dos alunos, apenas para mostrar estatísticas de aprovação. Assim, sabendo ou não sabendo alguma coisa, os alunos eram aprovados. Isso liquidou o estímulo para o estudo e apenas os alunos mais interessados conseguiam aprender alguma coisa.
Depois, muitas famílias estimularam a falta de respeito pelos professores, que passaram a ser vistos como empregados de seus filhos. Estes foram ensinados a dizer “eu estou pagando e você tem que me ensinar”, ou “para que estudar se meu pai não estudou e ganha muito mais do que você” ou ainda “meu pai me dá mais de mesada do que você ganha”. Isso quando não iam os próprios
pais gritar com os professores nas escolas. Para isso muito ajudou a multiplicação de escolas particulares, as quais, mais interessadas nas
mensalidades que na qualidade do ensino, quando recebiam reclamações dos pais, pressionavam os professores, dizendo que eles não estavam conseguindo “gerenciar a relação com o aluno”. Os professores eram vítimas da violência – física, verbal e moral – que lhes era destinada por pobres e ricos. Viraram saco de pancadas de todo mundo.
Além disso, qualquer proposta de ensino sério e inovador sempre esbarrava na obsessão dos pais com a aprovação do filho no vestibular, para qualquer faculdade que fosse. “Ah, eu quero saber se isso que vocês estão ensinando vai fazer meu filho passar no vestibular”, diziam os pais nas reuniões com as escolas. E assim, praticamente todo o ensino foi orientado para os alunos
passarem no vestibular. Lá se foi toda a aprendizagem de conceitos, as discussões de idéias, tudo, enfim, virou decoração de fórmulas. Com a Internet, os trabalhos escolares e as fórmulas ficaram acessíveis a todos, e nunca mais ninguém precisou ir à escola para estudar a sério.
Em seguida, os professores foram desmoralizados. Seus salários foram gradativamente sendo esquecidos e ninguém mais queria se dedicar à
profissão. Quando alguém criticava a qualidade do ensino, sempre vinha algum tonto dizer que a culpa era do professor. As pessoas também se tornaram
descrentes da educação, pois viam que as pessoas “bem sucedidas” eram políticos e empresários que os financiavam, modelos, jogadores de futebol,
artistas de novelas da televisão, sindicalistas – enfim, pessoas sem nenhuma formação ou contribuição real para a sociedade.
Ah, mas teve um fator chave nessa história toda. Teve uma época longa chamada ditadura, quando os milicos colocaram os professores na alça de mira e quase acabaram com eles, que foram perseguidos, aposentados, expulsos do país, em nome do combate aos subversivos e à instalação de uma república sindical no país. Eles fracassaram, porque a tal da república sindical se
instalou, os tais subversivos tomaram o poder, implantaram uma tal de “educação libertadora” que ninguém nunca soube o que é, fizeram a aprovação
automática dos alunos com apoio dos políticos... Foi o tiro de misericórdia nos professores. Não sei o que foi pior – os milicos ou os tais dos subversivos.
– Não conheço essa palavra. O que é um milico, vovô?
– Era, meu filho, era, não é. Também não existem mais...O TEXTO:
Foi o professor Antonio Carlos Moreno quem me enviou o texto acima que circula na internet desde há anos. Mas como ele se mantém atualíssimo, vale repassá-lo para os nossos amigos. O autor é desconhecido.Se desejar comentar, use o blog ou o dihitt

Ninguém pode escolher o dia e a hora que ficará doente, necessitando se ausentar do seu trabalho. Estas faltas são justificadas e entendidas pela empresa. Mas podemos optar pelo dia em que iremos realizar uma consulta médica, mesmo que haja algumas peculiaridades, como o especialista ter horário somente no turno da manhã.
Faltas e atestados em demasia e sem necessidade não são bem vistos pela empresa, podendo levar ao desligamento. Há os que precisam fazer isto, mas também há quem aproveite para tirar um dia de folga, afastando-se de suas atividades laborais.
Ter um dia livre para resolver problemas pessoais, relaxar e repousar é necessário, por isso existem as férias, as folgas, o descanso semanal remunerado. No entanto há pessoas que estão insatisfeitas e vão consultar num momento em que a empresa necessita do seu trabalho, sendo que poderiam esperar até outro dia.
Por exemplo, na terça-feira é o dia de maior movimento no seu setor e na sexta tem poucas atividades, se houver disponibilidade pode-se aguardar até sexta, ou então agendar na terça no último horário podendo executar algumas atividades e após ir à consulta. É fazer uso do bom senso, já que a empresa conta com você no seu horário e seus colegas também, podendo comprometer o trabalho final de toda a equipe.
Ainda há quem resolve faltar sem justificativa e não avisa ao setor que não virá, dando uma desculpa qualquer no outro dia, tem consciência que terá essas horas descontas em folha, mas não se importa. Com este comportamento, mostram para a empresa que não estão felizes com sua função e salário, deixando apenas duas opções, uma seria proporcionar o que desejam, promovendo ou revendo valores e a segunda é demiti-las.
Da mesma forma, há pessoas que se esforçam e se empenham para não utilizar seu horário de trabalho para o cuidado consigo. Sendo necessário a chefia incentivar em tirar um tempo para ir ao médico, para realizar um exame.
Faltas freqüentes evidenciam o desinteresse pelo atual emprego ou estar passando por dificuldades pessoais, se for este o caso a empresa poderá lhe ajudar a pensar numa forma de resolver a situação. No entanto se não há mais desejo de continuar neste local, deve-se abrir o jogo e verificar o que pode ser feito. Pois se um dia precisar e quiser retornar a esta empresa precisa ter tido uma saída transparente, colocando seus motivos e intenções.
por Gisele Dala Lana
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Imagens digitais, atualizações em redes sociais, coleções de música on-line, e-mails e diversos artefatos imateriais na internet podem ser mais preciosos para os adolescentes do que outros itens reais que deveriam guardar uma memória afetiva.Isso é o que diz uma pesquisa feita no Instituto de Interação Humano-Computador (HCII) da Universidade Carnegie Mellon, nos EUA. Para os pesquisadores, o fato desses objetos não terem uma forma física pode até mesmo aumentar o valor que esses indivíduos dão aos seus “tesouros eletrônicos”.
O estudo inicial, liderado por John Zimmerman, foi feito com 21 indivíduos adolescentes. Para esses participantes, uma foto digital – publicada em uma rede social e com marcações indicando os amigos presentes na cena, postagens e indicativos de visitações – era mais significativa e importante do que a mesma foto emoldurada, por exemplo.
“O valor da foto digital não é somente a foto, mas o fato de que ela pode ser compartilhada e comentada”, aponta Zimmerman. Para esses adolescentes, dizem os pesquisadores, esse tipo de “objeto” é uma representação mais autêntica do evento que eles participaram. “Só faz sentido se for compartilhado”, completa.
O valor de computadores e smartphones para esses indivíduos também não diz respeito ao objeto em si, mas às experiências proporcionadas por eles: o acesso à internet e aos aplicativos on-line.
“Em sequência a esses dados iniciais, nossa pesquisa abordará o que acontece quando esses limites entre virtual e real começarem a se mesclar”, diz Jodi Forlizzi, outra pesquisa envolvida no estudo.
“Será que as marcações digitais e interações sociais também servirão para compartilhar experiências e sentimentos entre as famílias e amigos em longo prazo?”, questiona.Informação da Carnegie Mellon University.E você? Concorda com esta pesquisa? Comente aqui ou no dihitt.

Receber um milagre é como receber um presente. Quando desejamos que alguém nos presenteie, não sabemos na verdade se o que desejamos irá acontecer, outras vezes somos surpreendidos sem nada esperar.
Desejar que as coisas aconteçam é mais ou menos como o plantar uma semente. É preciso uma boa semente e terra, para germinar na forma de uma frondosa árvore que nos dará muitos frutos.
Há pessoas que não repartem a abundância de suas árvores e deixam, inclusive, as frutas caírem ao chão e apodrecerem do outro lado da cerca, mesmo que os outros olhem e digam: - que judiação! Vemos assim nossas melhores qualidades desperdiçados e assim como frutas que caem do outro lado da cerca poderíamos antes ter partilhado com alguém.
As nossas melhores expressões, nossos melhores atos, nossas melhores palavras, nosso melhor amor, nossa melhor devoção, nossa melhor compaixão, nosso melhor interesse pela vida e pelos outros, devem ser sempre partilhados, afinal a vida é como o vento que passa e você não vê.
Quando as coisas não vão bem desejamos o nosso milagre particular. Este pode ser financeiro, amoroso, buscamos cura para nosso corpo e para a nossa alma, mas quando o milagre demora logo quer abandonar> primeiro a fé, depois a Deus, logo em seguida muitos já trocam de credo ou de igreja e ficam cavando um buraco aqui e outro ali na intenção de buscar a água do poço.
É impossível cavar um poço dessa forma, cave no mesmo lugar mesmo que demore a aparecer água. Enquanto você faz isso, muita gente estará vendo seus esforços e suas lutas serão valorizadas e então os pequenos milagres começarão acontecer. Comece a pensar que a água do poço não será só para você e que esta água vai certamente saciar a sede de seus irmãos, a árvore e suas frutas ficarão mais belas e por isso devem ser partilhadas com todos, pois você não dará conta de comê-las sozinho e se assim o fizer terás companhia, pois saiba que comer sozinho não tem nenhuma graça.
Faça isso pelo simples propósito de ver os outros sorrirem. As frutas são nossas palavras de alento no momento apropriado, é quando somos anjos para alguém, é quando somos enviados a lugares que nem sabemos bem ao certo o que estamos fazendo ali e de repente somos o milagre que alguém pediu.
Quando isso acontece não entendemos a emoção dos outros e nem o que sentimos. Somos meros contribuintes e de forma misteriosa somos despidos das vaidades por mais vaidosos que possamos ser. Somos tocados por Deus em nosso coração.
A caridade descompromissada é mais bem praticada sem o nosso sofrimento (vou fazer isso por que Deus ira me retribuir) A caridade deve ser leve, cheia de alegria e preferencialmente que você esteja fazendo aquilo que mais lhe dá prazer.
Sabem de uma coisa aí estará o primeiro indício do que você veio fazer nesse plano. Quando trabalhamos com alegria nada nos custa, nem ajudar ao outro nem a fazer um pouco mais do que nos pediram, mas faça com prazer, com amor, com vacuidade e com sequacidade. Assim o milagre nunca demora, pois apropria vida e você se torna o milagre.Por Nelson Ribeiro.
Comente o texto e entre para nosso rol de comentaritas do blog.
Encontram-se dois amigos. Um diz pro outro:
- Você está com aspecto horrível! Você está doente?
- Sim, estive no médico e ele diagnosticou deslocamento de órgão.
- Deslocamento de órgão? Nunca escutei falar. O que é isso?
- Meu fígado foi pro saco!

Sem capacidade criticar e emitir opiniões, Geração T encontra dificuldade para se destacar no trabalho.
Entre os indivíduos que fazem parte das famosas gerações X e Y, foi identificado um comportamento que classifica uma parcela deles em uma nova modalidade, a Geração T.
Apesar de não limitar a uma faixa de idade, a geração T é formada principalmente por jovens que sabem de absolutamente tudo que está acontecendo no mundo, mas não são capazes de analisar, comparar ou emitir qualquer opinião a respeito de nenhum assunto.
O “Tê” vem justamente da palavra testemunha, já que tais indivíduos não passam de meros espectadores dos fatos. De acordo com o profissional de comunicação e ex-executivo de marketing Luciano Pires, esse grupo “sabe de tudo, mas não sabe o porquê das coisas”.
Comportamento
Entre suas principais características, é possível dizer que o que eles mais sabem fazer é contar para os outros o que viram. Segundo Pires, observa-se que esse público, ao participar de eventos ou ao ter contato com as informações, é capaz apenas de reproduzir o que lê ou ouve, sem formar opinião sobre nada
Pires tenta explicar esse comportamento recorrendo à tecnologia. Segundo ele, as facilidades que a tecnologia proporciona, como o rápido acesso às informações e a simplicidade em se conectar com as pessoas, faz com que os jovens se esqueçam do conteúdo, se entregando "de corpo e alma" ao processo.
“É como um estudante de propaganda que, fascinado pelo design do anúncio, acaba deixando de lado os atributos de venda do produto. Ou um diretor de cinema que, da mesma forma, fascinado pelos efeitos especiais, deixa de lado a riqueza do roteiro e das ideias”, explica ele. Essa lógica nada mais é do que o tradicional conflito entre forma e conteúdo.
Geração T no trabalho
Mas, se foi identificada uma geração que está mais interessada em reproduzir e se conectar do que avaliar e criticar, seria interessante também entender como esse comportamento pode afetar a construção de suas carreiras.
Os jovens da geração T, no ambiente de trabalho, são aqueles que fazem o que são mandados fazer, que vão para onde são mandados ir e que o máximo que conseguem é criticar, seja o chefe, a empresa ou a vida.
No seu comportamento não se observa um espírito crítico, capaz de melhorar os processos. É exatamente neste ponto que sua carreira não vai para frente, já que as empresas estão em busca justamente de profissionais que tenham capacidade de julgamento e que saibam tomar decisões. “A geração T julga e decide pela cabeça dos outros”, salienta Pires.
É importante ressaltar que o principal problema dessa geração não está relacionado com sua eficiência operacional, mas sim com sua atitude, uma atitude tão superficial frente ao que acontece no mundo que atrofia sua capacidade de julgar, criticar e analisar. Por Infomoney.Comente se acha que é isso mesmo, participe !!!

Eis o ocorrido e narrado em reportagem no dia 10 de junho de 2011. Um criminoso, em São Paulo, é preso pela participação na morte de um jovem que resiste a um assalto. Aos risos, a criatura sombria diz, com a maior normalidade, que se a pessoa reage, tem que “levar bala”.
Não entrega o nome do seu comparsa, aquele que teria efetuado os disparos contra o jovem universitário, que perdeu a vida precoce e covardemente.
Numa entrevista coletiva com ares de celebridade (o fundo com as bandeiras do Estado de São Paulo e vários microfones e gravadores de jornalistas) o advogado do meliante é enfático ao afirmar e defender o seu cliente, o que causticamente corroeu os neurônios das pessoas sensatas: “Todo bandido tem ética... todas as profissões tem ética.” Há um adágio popular que diz: quando não se sabe o que dizer é melhor ficar com a boca calada!
A primeira parte da assertiva diz que os bandidos têm ética. Misturar a ética, considerada pelos antigos gregos um comportamento virtuoso, pautada pela aristotélica phronesis – a virtude das virtudes, com o estapafúrdio comportamento criminoso, não procede e nunca procederá.
Ademais, trata-se do mais horrendo delito criminal que alguém pode cometer, que é tirar a vida de outra pessoa, agravada, no caso concreto, pela inexistência de motivo, a não ser a resistência a um assalto ou seja lá o que for. A ética, que também pode ser concebida como a paridade axiológica entre as pessoas, não pode ser confundida com comportamentos imorais, menos ainda, com atitudes criminosas.
A segunda assertiva, sabe-se lá com quais fundamentos ou intenções, considera a “profissão bandido”. Só faltou o rotundo advogado defender a legalização desta “atividade laboral”. As profissões no estado brasileiro são aquelas amparadas pelo ordenamento jurídico, não abarcando quem possui como atividade a afronta a este mesmo ordenamento, mormente as tipificações criminais, que encarnam e estereotipam o núcleo ético e comportamental requerido pela sociedade brasileira.
Por mais que se viva num momento histórico de grande fluidez nas relações humanas e nas conceituações, não é possível que se diga qualquer coisa de qualquer coisa. Há limites semânticos e éticos no processo interpretativo, ainda mais quando palavras são proferidas por quem possui uma formação universitária e uma carteira da Ordem dos Advogados do Brasil.
O repúdio da seccional da OAB-SP foi providencial, mas deve avançar para um processo disciplinar. O advogado e todos os integrantes de carreiras jurídicas têm que possuir um comportamento ilibado e exemplar na sociedade enquanto um imperativo ético. Aliás, a ética deve ser um princípio que não pode ter fim!Por Giovani Corralo.Comente, participe deixando sua opinião.

Os antigos filósofos já diziam que o ser humano era um animal social, um ser que necessita da interação entre seus iguais, e esses filósofos não poderiam estar mais certos. Desde o momento em que nasce, o ser humano busca a interação, a convivência com seus semelhantes, e isso explica em parte por que vivemos com os pais até os dezessete, dezoito anos, e por que estudamos em uma escola, em uma turma com a qual interagimos e convivemos diariamente.
Como disse Mário Quintana, escritor gaúcho:
“a arte de viver é simplesmente a arte de conviver...
Simplesmente, disse eu? Mas como é difícil”.
Nessa brilhante frase, ele simplesmente mostra que viver em um grupo, em uma sociedade é tão difícil quanto é necessário para o ser humano, e certamente ele está com a razão, pois o caráter de uma pessoa é formado pelas pessoas com as quais ela convive, por mais difícil que possa ser algumas vezes.
Outro desafio humano é a convivência entre raças, povos e etnias diferentes, exemplificada nas palavras de Martin Luther King, ativista social norte-americano que, em um de seus discursos, afirmou:
“Aprendemos a voar como pássaros e a nadar como peixes, mas não aprendemos a viver como irmãos”, referindo-se ao preconceito racial, pois conviver não se resume apenas à interação entre duas pessoas, mas inclui também o relacionamento entre grupos diferentes, especialmente em um mundo tão globalizado quanto o de hoje, no qual mais de dois milhões de pessoas saem da Ásia e da África em direção à Europa e Estados Unidos no período de apenas um ano.
Mesmo que algumas vezes possa ser muito difícil conviver com algumas pessoas, essa parte da experiência humana é essencial para uma vida completa, e as barreiras que impedem a completa integração entre pessoas e povos diferentes só serão derrubadas quando as pessoas entenderem a importância das interações sociais para a vida humana e o absurdo que representa a exclusão de algumas pessoas simplesmente porque nasceram com uma cor de pele diferente ou em um lugar diferente no mundo.
Muito já foi feito, por pessoas como Martin Luther King e outros ativistas sociais, mas um longo caminho ainda deve ser percorrido para que o ser humano transforme-se, finalmente, em um animal completamente social como já diziam os antigos filósofos.Por Felipe Susin.“Aprendemos a voar como pássaros e a nadar como peixes, mas não aprendemos a viver como irmãos” -Martin Luther King, ativista social norte-americano.
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Pesquisas norte-americanas apontam a existência de 11 milhões de alcoolistas, estimando um número de 7 milhões de crianças e adolescentes com menos de 20 anos que estão vivendo com pais alcoolistas.Quando uma pessoa cresce em um ambiente alcoolista, mesmo que ela não desenvolva uma dependência química, ela frequentemente adota alguns comportamentos dos seus pais que irão afetar seus relacionamentos. Elas convivem em um ambiente estressante, instável e com presença de agressão física e verbal, no qual a principal regra é não falar, não confiar e não sentir.
Pesquisas apontam que filhos de pais alcoolistas sentem-se culpados pelo alcoolismo do pai, são incapazes de confiar em outra pessoa e experimentam sentimentos de desesperança e pessimismo sobre o próprio futuro, insegurança e medo, os quais podem predispô-los a dificuldades de relacionamento.
Diante da culpa e dos conflitos familiares, os filhos assumem a responsabilidade de cuidar dos pais. Independente dessas crianças apresentarem ou não problemas de aprendizagem, elas sofrem ao presenciar os conflitos dos pais, a luta do pai alcoolista no desejo de abandonar a dependência química e os momentos de depressão da mãe. Enfim, elas convivem em um ambiente de caos e terror.
Os filhos de alcoolistas precisam aprender algumas coisas que podem protegê-los e ajudá-los a diminuir o sofrimento e, até mesmo, quebrar esse círculo que predestina que filhos de alcoolista serão futuros dependentes químicos ou irão se casar com dependentes químicos.
Primeiramente, eles precisam aprender o que é a dependência química e as consequências do uso de drogas. Esse conhecimento deve ser repassado de acordo com sua idade e vai ajudá-los a entender que eles não são culpados pelo uso de drogas dos pais.
Essas crianças geralmente se isolam e não sabem onde e como procurar ajuda. Então, elas buscam um adulto no qual possam confiar para demonstrar todo esse sofrimento e sair do isolamento. Esse adulto pode ser um parente próximo, avôs, tia ou sua professora. Se essas pessoas estiverem disponíveis e abertas para ouvi-las, elas se sentirão acolhidas, confortadas e poderão restabelecer seu relacionamento.
Criar um ambiente seguro e afetivo para que essas crianças e esses adolescentes possam expressar seus sentimentos de raiva, mágoa, medo, culpa, vergonha e até chorar é muito importante, pois, além de aprenderem a lidar com seus sentimentos, acreditarão que adultos e crianças se importam com elas. Essa experiência contribui para o desenvolvimento da autoconfiança, autoestima e para a construção de outros relacionamentos estáveis e seguros, criando uma rede de apoio.
Se essas crianças forem ajudadas, elas poderão restabelecer sua saúde mental e desenvolver sua potencialidade, libertando-se da culpa e da responsabilidade de cuidado dos pais. Assim, elas poderão ser livres para poder seguir sua vida e construir uma história diferente daquela que seus pais e avós construíram.
Por Joseane de Souza.Os filhos de alcoolistas precisam aprender algumas coisas que podem protegê-los e ajudá-los a diminuir o sofrimento e, até mesmo, quebrar esse círculo que predestina que filhos de alcoolista serão futuros dependentes químicos ou irão se casar com dependentes químicos.Opine, participe!!!