sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Como lidar com um inimigo no trabalho

Onde existem duas ou mais pessoas reunidas, ele estará lá: o conflito. E não importa o ambiente. Seja familiar, empresarial, social, religioso, enfim, o conflito é inevitável. Isso por um simples motivo: as pessoas possuem valores diferentes, logo, o que é importante para um, não é para outro. O que me incomoda, não incomoda o outro. E, nesse contexto, as desavenças ocorrem a todo instante, pois eu, assim como você, quero preservar os meus valores, aquilo que eu não abro mão.
Mas, é importante compreender que o problema não está no conflito e, sim, na consequência gerada por ele. Eu posso discutir com você, debater ideias e sairmos juntos para almoçar. O debate de ideias é saudável. No entanto, a maioria das pessoas, quando questionadas, contrariadas, tem a sua vaidade ferida e tende a atacar para se defender.

Alguns relutam a reconhecer que a ideia do outro é melhor, pois não querem perder a razão. Outros, por receio de perder uma posição ou promoção, criam atritos para diminuir a reputação do colega e fazê-lo menos merecedor do que ele.
E, pouco a pouco, vamos criando inimigos. Se bem que essa palavra é muito forte, prefiro chamar de adversários. Um inimigo quer o seu mal, o adversário quer o seu lugar, mas não deseja prejudicar você. Porém, se você realmente acredita que tem alguém na sua empresa que deseja o seu mal, então possivelmente você tem um inimigo.


 Independentemente se você tem um inimigo ou um adversário na empresa, permita-me lhe trazer algumas dicas para lidar com esse incômodo:

1. Saiba que ter adversários é normal. Se você não tem adversários é porque não está fazendo o seu trabalho direito. Quando as pessoas se incomodam conosco, é sinal de que estamos nos destacando.

2. Fortaleça a sua reputação. A reputação é o seu maior patrimônio. Contribua com as pessoas, preserve a sua imagem, não entre em fofocas e, principalmente, faça o seu trabalho de forma extraordinária.

3. Entregue resultados. Eles te protegem, pois comprovam a sua competência.

4. Seja firme e verdadeiro: não se importe se o adversário é desonesto, falso, dissimulado. Se você agir igual, dará armas para que ele use contra você.

5. Não se desespere. Lembre-se, você está certo! O sucesso está sempre ao lado de quem faz as coisas certas.


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quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Remo sem rumo

"A violência, seja qual for a maneira como ela se manifesta, é sempre uma derrota."
(Jean-Paul Sartre)
Estaria realmente a paz mundial sendo ameaçada? Por quem e em função do quê? Realidade ou ficção?
Discussões sociopolíticas, travadas dentro das academias elitizadas do “primeiro mundo” europeu definem a conjuntura mundializada como um jogo de xadrez no qual restariam apenas duas ou três peças hegemônicas mas nem por isso imutáveis.
As instituições políticas, num déficit de poder, seguem perdendo representatividade, dia a dia, enquanto a cultura do efêmero abocanha o parco pedaço de uma “ética humanizada e de interesses”, vendida nos sites chineses a “um e noventa e nove”.
Num processo inverso à direção tomada pelo timão societário da história contemporânea, fincado no tripé da religiosidade capitalista chauvinista, aquela que prega o trabalho, a acumulação e o progresso enquanto instâncias da ética protestante atualizada e banalizada pela emancipação humana movida à compra de bens duráveis.
Estruturado em pés biônicos calçados na tecnologia e rapidez da informação, o homem segue rumo às cavernas, bebendo da fonte da ignorância em suas infinitas formas de agressão e promoção do suicídio coletivo, nas suas várias vertentes, tais como a ambiental, da falta de ética política, competição voraz, irreparáveis desigualdades sociais, acumulação e exploração do capital especulativo.
A relativização de valores, através da qual aceita-se tudo, sem apoiar nada nem ninguém, processa o momento histórico onde a cultura da sociedade local, globalizada, embasa o futuro guiado pelo presente, mesmo quando encurralada até o pescoço, na vala rasa dos atalhos da ignorância e negligência humanas.

A beligerante ideologia da “situação de emergência” espalhada pelo Oriente europeu, neste momento, dá o tom medíocre de uma humanidade “guiada às cegas” pelo medo dos movimentos sociais, reivindicação de direitos, acontecimentos históricos, primaveras insurgentes.
O momento internacional divide-se, tanto quanto no restante da história moderna e antiga, entre vilões armados até os dentes e o resto do mundo. Caracterizada pelos “Zé Pequenos” filhos adotados, estuprados, abandonados e fruto do cotidiano de riquezas construídas em premissas neoliberais, a sociedade do medo banaliza os valores e a vida enquanto rema, em curso finito, no rio que atravessa a vila da humanidade já sem volume e correnteza, força motriz capazes de tocar, segundo nos conta a Bíblia, o barco de “Noé e seus animais”.
Barcos, Noés e animais, modernizados, emburrecidos, violentos e violentados, parecem fadados à extinção.
Abrir o mar da opressão e criar passagem às “diversas salvações” que se apresentam à humanidade, divididas entre sonegação da ética e “etnias destroçadas” é mais que urgente. Como a questão da água, a banalização e extinção da sociedade modernizada “avinagraram” a preciosidade vital, líquida, a qual se esvai entre os dedos das gestões, no ralo da ganância corrupta, irresponsabilidade social e falta de compromisso com as gerações futuras.


As promessas de “um mundo melhor em outro mundo” patrocinada pelas igrejas de alforges, há que despertar a humanidade e levar à conclusão concreta de que, a cada 100 anos e a cada geração, realizamos o reinício ou o fim enquanto escrevemos o infinito e cruel resto da história.
E o pulso... ainda pulsa!
Antônio Lopes.

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Mais que limpar o nome, é preciso uma faxina financeira

Só quem já esteve na lista de devedores do Serviço de Proteção ao Crédito sabe como é e a dificuldade que se enfrenta por causa disso. Por isso, é grande a busca de brasileiros por opções para limpar o nome. Contudo, para quem quer mudar definitivamente sua situação financeira, recomendo cautela, pois, não adianta apenas combater o efeito do problema, mas também a causa, que é a falta de educação financeira. Está com nome sujo quem possui alguma dívida com pagamento atrasado, isto é, quem está inadimplente.
 Em função disso, geralmente, o consumidor sofre com diversas sanções na hora de realizar compras ou de outras ações. Uma boa alternativa para os brasileiros é participar de Feirões Limpa Nome, que possibilitam a negociação das dívidas diretamente com os credores, com condições especiais de pagamento.
Com certeza, essa é uma ótima oportunidade para que as pessoas limpem os seus nomes, contudo, é fundamental que se honre os acordos firmados e que se planeje para que o problema não volte, como ocorre na maioria das vezes. Por isso, sempre faço um importante alerta para as pessoas saberem calcular o impacto de financiamentos (cartão de crédito, cheque especial, financiamento da casa própria, do carro e de eletrodomésticos, entre outros) em seu orçamento, com dicas práticas do que fazer antes de optar por uma linha de crédito e evitar o endividamento, como também orientações para quem já está endividado.

Para que o consumidor deixe de ser inadimplente, é preciso, antes de qualquer coisa, que entenda que o ciclo de endividamento se constitui de causas como analfabetismo financeiro, consumismo, marketing publicitário e crédito fácil; de meios - cheque especial, cartão de crédito, crediário, crédito consignado, empréstimos, adiantamentos e antecipação do IR -; e de efeitos - problemas conjugais, problemas de saúde, desmotivação, baixa autoestima, produtividade reduzida, atrasos e faltas no trabalho.
Para quebrar esse ciclo é necessário ajudar a ampliar o repertório da população sobre finanças, de forma consistente e carregada de sentido prático, para que assimile, o mais cedo possível, a importância do equilíbrio financeiro para o bem-estar individual e social.
Em geral, a ciranda financeira segue o seguinte compasso: se a prestação da casa ou do carro não está cabendo no orçamento, a pessoa passa a pagar todas as demais despesas no cartão de crédito, imaginando que, assim, sobrará recurso para pagar suas principais dívidas. Dentro de poucos meses, no entanto, já não conseguirá quitar a fatura do cartão e passará a pagar a parcela mínima, até que entre algum recurso extra.
 Mas isso não acontece e a saída é recorrer também ao cheque especial. Chega o começo do outro mês e a história se repete. O salário recebido é suficiente apenas para cobrir o limite do cheque especial. Junto, vem o débito referente aos juros do período mais a parcela mínima do cartão. Sem alternativa, deixa-se de pagar a prestação da casa ou do carro.
Quando se dá conta, a pessoa está endividada de todos os lados, correndo o risco de ficar inadimplente e sem linhas de crédito. Há quem provoque a própria demissão para usar os recursos dos direitos trabalhistas a fim de solucionar o problema.
A solução é fazer um levantamento detalhado de todas as dívidas, separando os itens em "essenciais" e "não essenciais", priorizando o pagamento dos essenciais para evitar o corte de serviços indispensáveis. Deve-se também priorizar as dívidas que têm as taxas de juros mais altas. Provavelmente, serão as dos empréstimos adquiridos junto ao sistema financeiro. O melhor é procurar o gerente e pedir que junte num mesmo pacote as dívidas de cheque especial, cartão de crédito e demais empréstimos e negociar uma linha de crédito diferente, mais alongada, com juros médios que não ultrapassem 2,5%, cuja prestação seja menor do que o valor total dos juros que a pessoa pagava mensalmente.
A partir desse acordo com o banco, o devedor estará pagando não mais apenas os juros, e sim o valor principal, fazendo com que a dívida seja efetivamente liquidada ao longo do tempo.
Um último alerta é que os consumidores evitem, a qualquer custo, promessas milagrosas e com juros muito baixos de instituições ou pessoas que não são conhecidas.
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quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Hunza: população que vive até 120 anos e não envelhece


Uma população que vive no vale do rio Hunza, na fronteira entre a Índia e o Paquistão, é conhecida pela longevidade e pelos hábitos de vida saudável que proporcionam uma vida longe de doenças. O modo de vida deste povo fez com que eles passassem a ser conhecidos como o “oásis da juventude”. Os habitantes chegam a viver, em média, 120 anos e mantém a aparência sempre jovem.

Os morados de Hunza possuem características físicas semelhantes aos europeus, um idioma próprio (o burushaski) e uma religião semelhante a muçulmana. As mulheres da região de 40 anos permanecem com aparência jovem e é comum uma mulher de 65 dar à luz sem nenhuma complicação.
O médico escocês, Robert McCarrison, conheceu o povo e estudou o modo de vida deles por cerca de sete anos. Os Hunza se alimentam de frutas, verduras e queijo de ovelha e as carnes são consumidas apenas em ocasiões importantes. Os habitantes da região ainda tomam banho sem águas com temperaturas abaixo de zero.


Constatou que a forma de vida levada pelos habitantes os ajuda a se manterem longe das doenças. Além da dieta, os Hunza trabalham e se exercitam constantemente e isto não só os tornam mais saudáveis, mas também pessoas com menos estresse e um bom humor quase constante. Porém, a forma de vida tem sido ameaçada pela chegada de indústrias e culturas europeias na região.

Informações 24 Horas News.


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terça-feira, 16 de setembro de 2014

Por que mais 4 anos do PT no poder vai contra os “planos de Deus” para o Brasil – Análise psiquiátrica

O Brasil tem uma posição estratégica para “Deus” : é o país na terra onde há uma confluência de civilizações, aquela da raça negra, da raça amarela e da raça branca. É o único lugar no mundo onde estas “mentalidades” ( a do branco, amarelo, negro ) uniram-se organicamente, funcionalmente, harmonicamente. Não tem conotações separatistas, segregacionistas, exclusivistas, isolacionistas, como entre os brancos do hemisfério norte, ou como entre os amarelos do Japão, China, como o tribalismo individualista do continente africano. 
O Brasil é um laboratório onde uma “mentalidade” ( amarela, branca, negra ) ajuda-se uma à outra, com  um potencial enorme para o futuro. Não só o potencial da ciência, do conhecimento, mas o potencial do amor, da solidariedade, da simplicidade, do convívio.
 . 
Deus tem interesse que o Brasil avance, cresça, com a contribuição destas três mentalidades, sirva de farol para o mundo, exemplo para o mundo, guia para o mundo. 
No entanto, com o PT e sua continuação tudo isto está em risco. O Brasil , hoje, como a Venezuela na época de Chavez, está perfeitamente dividido em 50% de duas metades : os que querem ousar no individualismo, querem ousar na evolução de si mesmos e aqueles que querem virar parasitas do Governo, simbióticos do Estado, ovoides do Assistencialismo. 

Não são só os “pobres” que querem mais Estado, a maioria da classe média brasileira também, pois esta vive das benesses do Estado, empregos do Estado, dinheiro do Estado. Por isto que Dilma e o PT têm mais de 50% da preferência de votos. 
Mesmo a classe média, aquela que deveria tender para o voto no “empresário Aécio”, esta não vota nele, as pesquisas mostram , renitentemente, que , no segundo turno, ele perderia para Dilma. Mais 4 anos de PT no poder o processo de venezuelização se acentuará, mais assistencialismo, menos empreendedorismo. Neste ponto, a sociedade já não estará mais dividida em 50%-50%, mas sim 60-40%, depois 70-30%, e assim sucessivamente ( ou seja, neste último caso, 30% de “produtores-empreendedores” e 70% de “assistencializados pelo Estado” ). 
O dinheiro minguará, haverá desabastecimento, des-capitalização, des-industrialização, aí virão medidas mais estatizantes, nacionalizações. Por fim, do processo de venezuelização, passar-se-á para o processo de cubanização, todos iguais e todos pobres. Os dissidentes começarão a serem caçados e tratados no cárcere e no “paredón” de fuzilamento, à la Cuba, à la Fidel Castro. 
Sabedor de todo este caos que se anuncia, Deus teve de “tomar providências” para evitar a prenunciada vitória petista : a) teve de quebrar rapidamente a economia ( dando um empurrãozinho no que o PT fez ). b) gerar os sucessivos escândalos Petrobrás e seus providenciais vazamentos c) colocar o Joaquim Barbosa no STF e julgar o mensalão d) quebrar as costas do Neymar. e) gerar o fatídico 7 x 1. f) e por último, “matar” Eduardo Campos para que surgisse alguém que, como Marina, mesmo sendo estatizante, pudesse ombrear o PT.
 O país está tão hipnotizado pelo “estatismo” que só mesmo uma “estatizante” para derrubar outra. A aí ? : Marina será uma outra Dilma ? Provavelmente não pois, sendo aparentemente genuinamente cristã, seu cristianismo entrará em conflito mental com seu marxismo, e acho que , neste particular, Cristo vence Marx. E Cristo é pela “evolução individual” ( “vós sois deuses”, “vós fareis coisas maiores do que as que eu
faço”, etc) , não é pela “igualitarização coletiva”. Cristo não é contra a iniciativa privada ( “daí a César o que é de César”, “meu Pai trabalha desde toda a Eternidade, e eu também” )e, ao contrário dos comunistas, é contra a “esmola estatal” ( “cada trabalhador é digno de seu salário”, “vá ter com a formiga, ò preguiçoso”, “daí de graça o que de graça recebestes”) . E acima de tudo, ao contrário do comunismo, não é cristão querer ditar o que cada um deve ser, o que deve pensar e como deve se comportar.

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Depressão poderá ser diagnosticada pelo sangue

Um grupo de cientistas desenvolveram uma técnica que será possível descobrir se a pessoa terá predisposição à doença através de exames de sangue. No futuro o método pode ajudar a medicina com a indicação do melhor medicamento para o tratamento da depressão.

A pesquisa foi realizada nos Estados Unidos e participaram do teste 64 pessoas com idade entre 21 a 79 anos, a metade delas foram diagnosticadas com a doença. Durante quatro meses os voluntários foram submetidos a um tratamento contra a depressão. 
Os pesquisadores descobriram que os níveis estudados no sangue sofreram alteração, mas o grupo considera cedo para comprovar a eficácia no tratamento contra o problema.
 Revista Veja.

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segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Cédulas de R$ 1 raras podem valer bem mais do que valor de face

O Brasil tem em circulação quase 150 milhões de notas de R$ 1, apesar de a Casa da Moeda ter deixado de produzir as cédulas em 2005. No fim daquele ano, havia em circulação mais de 583 milhões dessas notas. Entretanto, nos últimos anos, o número dessas cédulas não baixou muito. No fim de 2013, havia 149,374 milhões, contra 149,279 milhões no início deste mês, de acordo co dados do Banco Central(BC).

A explicação para o símbolo do Plano Real ainda estar em circulação é que muita gente guarda as cédulas por acreditar que dá sorte ou simplesmente esquecem as notas. E há ainda aqueles que colecionam cédulas de R$ 1 consideradas raras, que podem valer mais que seu valor de face.

Cleber Coimbra, tesoureiro da Associação Filatélica e Numismática de Brasília, mostra nota de
R$ 1,00 emitida em 1996 e que hoje vale R$ 195,00

As cédulas de R$ 1 deixaram de ser produzidas devido ao custo elevado e ao rápido desgaste. Por isso, o BC optou por lançar moedas em substituição às notas. Mas as cédulas ainda podem ser usadas no comércio e são substituídas progressivamente por moedas pelo BC.

O diretor de Divulgação da Sociedade Numismática Brasileira, Bernardo Marin Neto, diz que as notas que não circularam pelo País e tem menor tiragem podem custar bem mais do que o valor de face. No catálogo de colecionadores, uma nota de R$ 1, de 1996, assinada pelos então ministro da Fazenda, Pedro Malan, e pelo presidente do Banco Central (BC), Gustavo Loyola, custa R$ 195.

“O critério para definir esse valor é a raridade da nota. Esses valores são do catálogo, mas elas podem ser vendidas por mais”, disse Marin Neto. Outras cédulas de R$ 1 consideradas menos raras podem valer R$ 6, desde que estejam em perfeito estado de conservação.

Marin Neto explica que, quanto menor a quantidade de cédulas emitidas com nomes de ministros, mais as notas podem valer. Acrescentou que as últimas notas de real emitidas com os nomes do ministro da Fazenda Guido Mantega e do presidente do BC Alexandre Tombini poderão ter um valor a mais para os colecionadores, quando eles deixarem o governo. “Se [a presidente] Dilma [Rousseff] não se reeleger, as últimas notas do Mantega e Tombini serão valiosas. Se Dilma permanecer, mas trocar os ministros, também vão valer mais”, disse.

O tesoureiro da Associação Filatélica e Numismática de Brasília, Cleber Coimbra, conta que tem interesse pelas notas de R$ 1 desde o lançamento, em 1994. Coimbra disse que já teve centenas de notas de R$ 1 em casa, mas foi roubado. Atualmente, ele ainda tem algumas guardadas, além de cédulas de outros valores. “Coleciono notas há 60 anos. E já fui o maior exportador de DINHEIRO brasileiro fora de circulação”, disse.

Por Ag. Brasil
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"Boicote Nacional ao Programa Sexo e as Negas"


Em repúdio ao programa global, movimentos negros organizam manifestação em todo país.
O programa "Sexo e as Negas", de Miguel Falabella, ainda não estreou, mas já tem causado vários questionamentos em relação ao seu conteúdo.
Em vários locais do País, movimentos pela defesa da igualdade racial e feminina têm demonstrado não aprovar o programa. Para se opor ao que consideram racismo, os líderes e adeptos dos grupos têm organizado protestos e, em Goiânia, a manifestação "Boicote Nacional ao Programa Sexo e as Negas" está marcada para esta segunda-feira (15), às 17 h, na Praça do Bandeirante, situada no Centro.
De acordo com a professora, psicóloga e coordenadora pedagógica do Centro de Referência Negra Lelia Gonzales, Roseane Ramos - que é uma das organizadoras do evento -, além do protesto, os movimentos negros também encaminharam uma denúncia para a Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial.

O seriado tem estreia prevista para o próximo dia 16, amanhã. Segundo Roseane, "com as propagandas é possível perceber a supervalorização do corpo da mulher". Ela diz também que o nome do programa é de teor apelativo.
A organizadora do evento diz considerar que o programa "reforça o esteriótipo da mulher como um objeto sexual, como mercadoria, em uma mistura de machismo com racismo".
Roseane conta que as manifestações ocorrem em várias regiões do País e algumas começaram ontem. Ela explica que cada movimento tem sua metodologia e em cada local as mulheres se organizaram para chamar a atenção à questão da promoção da igualdade racial.
Segundo a organizadora, uma das intenções do manifesto é despertar o público para que ele deixe de assistir ao programa. "Uma emissora como a Rede Globo retratar a mulher, a mulher negra, como objeto sexual atrapalha a luta pelo fim do racismo". Roseane observa, se por um lado, atrapalha, por outro, "fortalece", porque cria a mobilização, que proporciona a conscientização.
Quando questionada sobre a expectativa de mobilização em Goiânia, a organizadora diz que várias pessoas confirmaram presença. Ela aponta que vários grupos estão envolvidos com a causa, além deles, vários estudantes e universitários.
Ela analisa que, provavelmente, o programa não deixará de ser exibido por causa das manifestações, mas aponta que a principal finalidade é "boicotar" o seriado.
"Quero convidar a sociedade para que não assista ao 'Sexo e as Negas'. Esse programa nada contribui. Não vamos aceitar a promoção do esteriótipo da mulher negra como uma mercadoria; há anos lutamos para que isso tenha fim", conclui a organizadora.
Sexo e as Negas é um novo seriado global e tem estreia prevista para amanhã. Na trama, quatro mulheres negras são protagonitas. O programa foi inspirado no seriado Sex and THE CITY.

Com a repercussão nas redes sociais, o autor de "Sexo e as Negas", Miguel Falabella, utilizou as redes sociais para escrever sobre o posicionamento da sociedade. Leia abaixo parte do texto publicado por ele.

Qual é o problema, afinal? É o sexo? São as negas? As negas, volto a explicar, é uma questão de prosódia. Os baianos arrastam a língua e dizem meu nego, os cariocas arrastam a língua e devoram os S.
Se é o sexo, por que as americanas brancas têm direito ao sexo e as negras não? Que caretice é essa? O problema é porque elas são de comunidade? Alguém pode imaginar Spike Lee dirigindo seus filmes fora do seu universo? Que bobagem é essa?

Pois é justamente sobre isso que a série quer falar! Sobre guetos, sobre cotas, sobre mitos! Destrinchá-los na medida do possível! Os mitos e lendas que nos são enfiados goela abaixo a vida toda.

DM.

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Homem cria carne feita com fezes humanas


O cientista japonês Mitsuyuki Ikeda criou em laboratório uma carne produzida com excremento humano. O doutor Ikeda alega que não criou a "carne" apenas como um experimento. Ele quer que o produto seja comercializado regularmente. 
A carne 'inusitada' é feita da seguinte forma: Ikeda pega placas de lôdo do esgoto, onde há muitas fezes humanas e desse material ele retira as proteínas e lipídios, que passam por um intenso processo de calor em que todas as bactérias morrem.  
Nessa mistura Ikeda adiciona um intensificador de reação, para finalizar, e acrescenta também na mistura, proteína de soja e molho de carne, para dar, segundo ele, o gosto de carne.  
×
O Cientista membro do Centro de Avaliação Ambiental de Okayama, explicou o motivo de ter inventado essa nova "carne". Segundo ele, sua intenção foi criar uma maneira de reciclar o uso da proteína para que a necessidade do consumo da carne bovina seja diminuída e seja uma solução ao racionamento de alimento.  
Quando o processo é finalizado, a "carne" é formada por 63% de proteínas, 25% de carboidratos, 3% de lipídios e 9% de minerais. Esse produto é cerca de 10 a 20 vezes mais caro que a carne convencional. Ikeda explica que o produto é caro, pois no preço da "carne" está embutido o alto custo da pesquisa.  
Ainda conforme o pesquisador, sua esperança é que o produto seja comercializado em alta escala para que atinja o mesmo preço da "carne tradicional".  
Com informações do site da revista 'Galileu'. 

O que achas disso???   Comente!




domingo, 14 de setembro de 2014

Réplica da Arca de Noé é construída na Índia em escala menor


Uma réplica da Arca de Noé foi construída na cidade de Kerala, no sudeste da Índia, utilizando instruções escritas em uma tábua de 4 mil anos. As escrituras dizem que a arca era redonda, e construída com juncos. Foi preciso 20 anos para traduzir completamente a tábua, sendo o primeiro relato da famosa história babilônica sobre a inundação.

O Dr. Irving Finkel, do departamento doOriente Médio no Museu Britânico, disse que a réplica é grande o suficiente para acomodar alguns pares de animais bem comportados. Ele explicou que a arca possui dois níveis, uma casa na parte de cima e um espaço para os animais embaixo. Finkel sugeriu que com uma cuidadosa organização, seria teoreticamente possível abrigar várias espécies locais, mesmo achando que a arca nunca foi construída no tamanho original.
Especialistas disseram que seria preciso mais de 530 Km de corda para sua construção. Finkel concluiu que a arca seria impossível de se construir, por causa da integridade estrutural e da quantidade de materiais necessários. A quantidade de colunas e tábuas de madeira não poderia ser encontrado em nenhum lugar da natureza, além de os babilônicos não possuírem a tecnologia de ligarem madeira.
Apesar do ceticismo, uma equipe montou a réplica para um programa de televisão, "A Real Arca de Noé". A arca produzida tem cerca de 35 toneladas e nenhum tipo de tecnologia avançada foi utilizada para a construção, apenas madeira, bambu, plameira e juncos para segurar as ligações, como as pessoas poderiam ter feito há 4.000 anos.
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