quinta-feira, 17 de novembro de 2011

A tv te consome???



Nova pesquisa realizada na Austrália afirma que tempo demais em frente à telinha está relacionado à diminuição da expectativa de vida dos telespectadores e ao surgimento de problemas como obesidade e doenças cardiovasculares.

Pelo visto, televisão em excesso não faz mal apenas à saúde mental, mas afeta todo o corpo de maneira negativa. De acordo com estudo publicado por pesquisadores da Universidade de Queensland, na Austrália, e repercutido pelo jornal britânico The Guardian e pelo site brasileiro Tecmundo, do portal Globo, uma pessoa com mais de 25 anos diminui 22 minutos da expectativa de vida a cada hora gasta em frente à TV. A causa, de acordo com o estudo, é simples: quanto mais tempo sentado, menos exercícios físicos são feitos, aumentando assim as chances de doenças cardiovasculares.

O relatório foi elaborado com base em dados coletados durante vários anos e divulgado na semana passada. Participaram mais de 11 mil voluntários, com idade de 25 anos ou mais. E como muita gente assiste a TV enquanto realiza outras atividades, como cozinhar ou passar roupa, foram consideradas para o estudo apenas as horas em que a televisão era a atividade principal do pesquisado. O resultado: os australianos passam cerca de duas horas diárias assistindo a televisão e, de acordo com a pesquisa, isso é o suficiente para diminuir a expectativa de vida dos homens em 1,8 ano e a das mulheres em 1,5 ano. Pessoas que passam seis horas por dia em frente à telinha perderiam 4,8 anos da expectativa de vida.

Em entrevista para o The Guardian, um dos autores do projeto, dr. Lennert Veerman, explicou que esses números deveriam receber tanta atenção quanto as estatísticas sobre obesidade ou tabagismo. Apesar da conclusão polêmica, esse não foi o primeiro artigo científico sobre o assunto. No ano passado, outro estudo, também australiano, chegou à conclusão de que uma hora de televisão por dia aumenta em 8% os riscos de morte prematura – um número ainda mais chocante.

Profissão: Telespectador
O publicitário Tiago Gonçalves dos Santos, 29, faz parte do grupo de brasileiros que passa mais de seis horas diárias em frente à telinha. “Assisto a todos os jornais, de todas as emissoras, de manhã, na hora do almoço e de noite, além das telenovelas. Às vezes sigo em frente à TV até de madrugada”, revela. Quando informado sobre os números da pesquisa, Tiago não se disse impressionado. “Essas pesquisas não me impressionam. Não questiono a seriedade da pesquisa, mas se a gente for dar valor a essas coisas, ninguém vive, a gente fica estacionado”, replica.
Tiago justifica as várias horas diárias assistindo à programação televisiva como uma necessidade de sua profissão. “É importante para um publicitário estar sempre um passo à frente da informação. Trabalho para uma agência do Rio de Janeiro e sou o único que atende por ela aqui no estado. Assim, trabalho muito em casa, a não ser quando a agência entra em contato e eu tenha que encontrar com o cliente”. Ele afirma que trabalha com a TV e o computador sempre ligados, e que divide a atenção entre os dois meios de comunicação de massas, de olho em informações que podem ser um diferencial. “Passo o dia todo confirmando informações com amigos on-line. Muitas vezes fico sabendo das coisas antes mesmo de os grandes meios de comunicação divulgarem”, explica.

Mas a profissão não exige tamanha exposição segundo o também publicitário Rogério Barbosa de Andrade, 30. “Realmente estar bem informado é uma necessidade da profissão. Eu mesmo assisto entre duas e três horas de TV todos os dias, mas por razões profissionais, senão assistiria menos”. Ele afirma que noticiários da TV fechada e as transmissões de futebol são os únicos programas que ele faz questão de assistir sempre e não se lembra de qualquer fase de sua vida em que assistir TV era sua principal atividade cotidiana. “Na infância assistia mais TV, porque ficava sozinho em casa, mas não era muito mais, por volta de três horas e meia a quatro horas. Ainda assim, houve uma época em que troquei a TV pelos gibis. Comecei a escrever poesias e melhorei as notas”, revela.

Oriundo de um sistema de ensino já não utilizado nas faculdades brasileiras atualmente, Rogério estudou as teorias da comunicação de massas e arrisca uma explicação sobre o hábito descontrolado de assistir TV: “As pessoas assistem tanta TV primeiramente por uma questão cultural, depois porque há tramas muito bem escritas e formatos industriais de entretenimento pensados para isso.

Há ótimos conteúdos, é verdade, mas algumas pessoas perdem na própria televisão a oportunidade de escolher programas com informação de qualidade, boas músicas, cena cultural etc. Fora da TV perdem a oportunidade de interagirem diretamente com a família, amigos etc. e muitas vezes perdem a possibilidade de conviver com outras mídias como os livros, as artes gráficas, visuais etc.”

Degradação consciente
Tiago dos Santos reconhece que o hábito de assistir TV demais é prejudicial em alguns sentidos. “Eu, por exemplo, tenho problema de vista – astigmatismo e hipermetropia – e assistir à TV e ficar no computador é prejudicial para minha visão. Mas nem por isso vou deixar de fazer essas coisas”. Contudo, o publicitário afirma não se deixar levar pela indolência típica do público analisado pela pesquisa: “O que acontece é que a pessoa se acomoda e passa a fazer tudo diante da TV, sentado ou deitado no sofá, comendo, bebendo. Grande parte dos obesos se enquadra nesse cenário”.

Tiago conta que possui uma esteira e a utiliza para se exercitar sempre que pode. “Faço caminhadas na esteira. Em frente à TV, que é para não perder nada. Aliás, a TV até me motiva a fazer o exercício”. Além disso, o publicitário ressalta que pratica natação três vezes por semana, um cuidado com a saúde que pode servir de exemplo para os “viciados” em televisão e balancear o índice negativo exposto pela pesquisa.

Vida no sofá
Em uma visão mais popular, o público pesquisado é muito bem definido pelo termo inglês couch potato – “batata de sofá”, em uma tradução livre –, utilizado para representar pessoas que passam a maior parte do tempo sentadas em frente à telinha e se entupindo de junk food – outro termo inglês, este velho conhecido do público brasileiro, e que define comidas nada saudáveis como enlatados, saquinhos de salgadinhos industrializados, doces e refrigerantes.

Esses casos extremos se tornam cada vez mais comuns mundo afora e são preocupantes, constituindo um novo desafio para a classe médica e também para os governantes.

É preciso reforçar que o hábito de assistir televisão em si não é a causa do aumento do risco de morte precoce – o conteúdo veiculado, apesar de ser bastante criticado por muitos especialistas e telespectadores, provavelmente não causa danos ao corpo. Mas substituir as ruas, os parques, os amigos e a família pelo sofá inevitavelmente diminui a qualidade de vida do indivíduo. Se você não vive sem a novela ou as notícias do dia, lembre-se de compensar as horas de “batata de sofá” com exercícios físicos regulares. Conforme o estudo australiano, assim você pode viver mais.


Por: Humberto Wilson.

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Mães, filhos e a globalização das drogas



Meus heróis morreram de overdose...
Cazuza

O neoliberalismo é um dos grandes culpados pela violência a qual o Brasil foi submetido e, especialmente, abriu as portas para drogas ilícitas mais baratas, fortes e viciáveis.

Explico. Desde o início da década de 1990, com a abertura comercial, nunca na história deste país havia se assistido uma massificação tão intensa quanto à dos produtos advindos da grande “indústria do prazer”.

A felicidade, então, se tornou um objetivo social a ser alcançado através do consumo de mercadorias enfatuadas de promessas de orgasmos mental e físico. Se bem que o encanto do açúcar e das guloseimas fast-foods foi somente o começo de uma nova era, aos poucos vieram os carros importados luxuosos, os eletro-eletrônicos úteis e inúteis, os acessos ao mundo livre da internet etc.

Daí que se acentuaram a ocorrência da obesidade mórbida, da emulação dos novos ricos e dos novos viciados em pornografia virtual, inclusive a infantil. Os jovens, por estarem se desenvolvendo junto a este dinamismo, foram e continuam a ser as principais vítimas destes excessos, é claro.

Ao mesmo tempo em que o mercado, circunspecto e impessoal, tomava conta da vida dos incautos cidadãos, o Estado saía de fininho da cena nacional, deixando para a concorrência privada e para o equilíbrio constante de preços, a responsabilidade de resolver todos os problemas da sociedade. Nas expectativas neoliberais, nada podia estar mais correto, sendo questão de tempo para saltarmos do subdesenvolvimento para o primeiro mundo desenvolvido. Entretanto, quando somente o sistema financeiro internacional continuou a ganhar dinheiro neste país, sugando todas as condições da economia palpável dar algum passo para frente, e toda a sociedade passou a ser apenas um apêndice da história recente do Brasil, começou-se a desconfiar que os governos neoliberais, de terno bem cortado e gel na cabeça, faziam parte do time adversário e havíamos realmente sido encaçapados na sinuca da globalização. Pedir socorro para o Estado, então, passou a ser pedir ajuda ao vácuo.

Com pouco Estado sobrou pouca política pública voltada para a dignidade humana. Hospícios foram fechados e os loucos voltaram para casa, de onde saíram para viver nas ruas das grandes cidades como cães sarnentos. Empresas foram privatizadas e enxugadas como se os seus funcionários fossem água de banho.

Os programas de demissão voluntária eram instalados em grandes estatais, induzindo funcionários públicos a saírem mercado afora abrindo e falindo empresas próprias para depois caírem em depressão profunda. Os idosos aposentados eram chamados de malandros pelo presidente da época, porque queriam melhorias em suas remunerações. A informalidade crescia, assim como o desemprego. O salário mínimo corria o risco de valer somente cem dólares pelas mãos de um tal senhor Malvadeza. Se o Brasil foi um dia ingênuo, perdeu tal caráter durante aqueles tempos.

Mas tudo isto acontecia ao mesmo tempo em que o prazer era um fim a ser atingido pelos indivíduos ou pelas famílias, por bem ou por mal. Se a década de 1980 foi a “década perdida”, a década de 1990 pode ser chamada de “a década da perdição”. Com sistema de segurança pública precário e não preparado para a entrada de tantos traficantes oportunistas das mais variadas drogas, floresceu o que há de pior em um mundo livre, a total barbárie em áreas deprimidas, com a incorporação na sociedade de um poder paralelo que até hoje faz vítimas. Sim, a indústria do prazer, vitoriosa no mercado liberal, com seus marketings voltados para o consumo absoluto e para a suprema satisfação dos fetiches, construiu colateralmente pontes para a busca do prazer ilícito, ou seja, criou uma demanda pela piração. E, como toda demanda determina a oferta, a busca insana por prazer cresceu ao mesmo tempo que a oferta alucinada de entorpecentes, quantitativa e qualitativamente.

É evidente que existe uma forte correlação entre o consumismo legal e o ilegal. O consumismo faz perder o equilíbrio financeiro e, independente se legal ou ilegal, é acompanhado por dívidas junto aos emprestadores de última hora. Assim como temos pessoas penduradas no cartão de crédito por conta da satisfação dos seus fetiches consumistas legais, encontramos pessoas penduradas nos bolsos de traficantes e agiotas, por conta da satisfação dos seus fetiches consumistas ilegais. A diferença é que o sistema financeiro cobra juros e aceita certa margem de inadimplência. Traficantes, não conseguindo o pagamento, pegam a pessoa inteira.

A questão é: se consumimos tanto e viciosamente para realizar nosso prazer, dentro da ética capitalista, como nos proteger dos vícios daqueles que também consomem tanto dos nada éticos traficantes? A maior parte das mães que vêem seus filhos nas mãos destes elementos não consegue ou não pode responder a isto. Com a expansão do mercado do crack, para onde convergem drogados e traficantes de todas as classes, ficou ainda pior.

De fato, falar de classes consumidoras do crack é muito interessante, pois se existe a cracolândia nojenta dos becos sujos urbanos, não fica distante a cracolândia escondida em apartamentos da classe média e entre os ricos. A diferença está na divulgação, que parece mostrar uma droga produzida para pobres, sendo que, na verdade, ela permeia toda a sociedade usuária, estando presente em festas de todo o tipo, entre empresários moderninhos e até autoridades que parecem sérias. Em busca do prazer, gente de todos os meios faz uso de drogas e deve crescer, nesta próxima década, o mercado de hospitais psiquiátricos especializados no tratamento a viciados.

Quando se resolver a questão da internação compulsória, se tornará até mesmo um negócio muito lucrativo, similar ao próprio retorno que o crack dá aos traficantes.

Hoje ainda não é possível internar todos aqueles que estão em busca de apoio, primeiramente porque o Estado não está preparado para isto, desmontado que foi durante os anos neoliberais, e, depois, porque a legislação é muito rígida quanto ao direito individual de ir e vir do viciado.

Por enquanto, teremos que nos apoiar em projetos de igrejas que, não raramente, tem retirado vários jovens e adultos do mundo das drogas.

Penso que as mães ficam como loucas sem saber o que fazer com os filhos que estão no estágio deplorável que deixa o uso prolongado do crack. Em mais de uma oportunidade pude verificar o estado dos viciados nas ruas, parecem zumbis prontos para atacar bolsas e bolsos dos transeuntes descuidados. São crianças, adolescentes, mulheres e adultos com olhos fixados e magreza africana, perambulando pelas calçadas em busca do traficante, que um dia se fez amigo para capturá-los. São pessoas que um dia, inclusive, tinham na pedra do crack somente um modo de ter prazer momentâneo, mas que agora têm na droga o único motivo para a própria existência, frágil e encurtada.

Mesmo que as mães se unissem pela causa dos filhos e tentassem retira-los do submundo em que se meteram, teriam que fornecer-lhes algo que substituísse imediatamente o crack, e não é só o amor não.

Teriam que estar realmente amparadas pelas mãos pesadas do Estado, que precisaria proporcionar um programa eficaz de re-sociabilização do viciado, extinguindo o tráfico e devolvendo as ruas para os cidadãos de bem. Políticas públicas, já!

Por:Djalma Araújo. (djalmaaraujopt@yahoo.com.br)

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terça-feira, 15 de novembro de 2011

Esse exemplo merece ser seguido aqui no Brasil

Vejam o que um grupo de engenheiros realizou
para motivar as pessoas a subirem a escada fixa do metrô.
Cerca de 97% da população pegava a escada rolante.
Uma simples, mas genial idéia mudou a "vida" das pessoas, motivando-as
a fazer exercícios sem mesmo notar.



As ciências e a tecnologia estão aí para servir.
" o simples pode ser genial "...

sábado, 12 de novembro de 2011

Os brasileiros e a cultura pela morte no trânsito



A estatística da mortandade diária é estarrecedora, mas a gente não tá nem ai! Estamos anestesiados. Estamos morrendo como moscas e nossas atitudes, as nossas e as das nossas autoridades, são apenas pontuais. Nossa crise moral nos impele a varrer para debaixo do tapete algumas questões relevantes. Nosso jeitinho se torna câncer com quase 30 partidos políticos, por exemplo, não conseguimos estabelecer um projeto de Brasil, algo duradouro que fuja do oportunismo eleitoreiro de qualquer sigla. Nossas perspectivas de futuro como Nação são pífias e nossas instituições parecem enfermas.

Segundo a administradora do DPVAT – o seguro obrigatório dos veículos – 160 pessoas morrem por dia no transito neste amado Brasil. São 4.800 óbitos por mês, ou a astronômica cifra de 58.400 pessoas por ano, a maioria dos mortos entre 21 e 30 anos. Claro que essa matança não nos impressiona mais, ela é digerida nas refeições na hora do noticiário como algo banal. Sim, o avião, quando cai em meio às chamas ainda toca nossos corações, mas essa matança equivale à queda de um Boeing lotadinho a cada dois dias. Concordo, não há estoque de lágrimas para tanto...

De quebra, a Associação Brasileira e de Prevenção dos Acidentes de Transito dá colorido mais sangrento a esses dados ao informar que nas estradas e nas ruas das nossas cidades produzimos 500 mil feridos por ano. Quantos ficam inválidos? Quanto dinheiro é gasto para atender essas pessoas?
Por outro lado, um estudo global feito pela ONU revela que em 2010 ocorreram 43.016 homicídios no Brasil. Isto significa, nesta realidade insana, que 120 pessoas são assassinadas no Brasil a cada 24 horas.Em se tratando de assassinatos nós, aqui na América do Sul, só perdemos para a Venezuela do paranoico Chaves e para a Colômbia, que está às voltas com uma guerrilha.

Mais, computando-se as diferentes estatísticasrelativas aos óbitos pelo consumo de álcool, cigarro, cocaína, maconha crack e o uso dos diferentes tipos de inalantes, o numero de mortes chegaria a 120 mil por ano. São mais de 300 vidas ceifadas por dia.

São números doentios e paramos neles, pois a dimensão quando se trata da nossa relação com a violência, a morte, a crise moral é assustadora e pode nos tornar ainda mais distantes ainda da realidade. Para nos comover adiantaria citar ainda os milhares de casos de assaltos e roubos, os milhares de roubo de cargas por ano, os milhares de estupros por ano, os milhares de mortos por falta de segurança no trabalho, os casos de violência contra menores, os...?

Friamente os números revelam que há algo de assustador na sociedade brasileira e que tende a se agravar pelas terríveis deficiências no nosso ensino fundamental, pelo paternalismo adotado nos programas destinados aos setores sociais carentes, pela a ausência de exemplos a serem seguidos, pela crise de valores a serem cultivados, pela balburdia partidária, pela indigência moral de muitas celebridades... Há saída para esse caos que tende se incrementar? Sem um novo pacto fica difícil crer que podemos trocar a atual cultura pela morte por numa cultura pela vida...


por: Ivaldino Tasca.

Muito preocupante este assunto. Comente sobre o que você acha disso!!!

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Cuidado com o ditado: "Prego que se destaca é martelado".



Não há como negar a existência de pessoas que, ao contrário de contribuir com o desenvolvimento pessoal e profissional, optam em bloquear seu crescimento com a disseminação de fofoca e ações de torcer contra.

Você apresenta um trabalho na faculdade, recebe elogios do professor e ao contrário da turma reconhecer seu esforço, invejam suas conquistas.

Em uma reunião na empresa, a liderança faz elogios sobre sua atuação e intrinsicamente, há pessoas remoendo de ódio.

É possível lidar com essas situações?

Observe as dicas a seguir, sem jamais se esquecer de um ditado popular assim: Prego que se destaca é martelado.

Procure conhecer melhor as armadilhas


Há sempre um alto preço a ser pago para alcançar o sucesso. Quanto mais a sua estrela irradiar luz, mais os olhos de pessoas invejosas e traiçoeiras estarão atentos para ofuscar seu brilho. Jamais esqueça que o desejo de uma pessoa invejosa é o de estar no seu lugar. Isso mesmo! Como não dispõe de competência, criatividade, senso de inovação e dinamismo como você, resta usar de sentimentos gerados pela inveja para destruir as suas qualidades, criando armadilhas para prejudicar suas conquistas.

Pessoas com persistência para serem vitoriosas, praticam o hábito de cobrir os ouvidos para quem, com frequência, diz que não dará certo. No começo pode parecer difícil, mas vamos tentar praticar esse exercício?

Pare de levar para o lado pessoal


Algumas pessoas ficam emburradas, tristes e com baixo índice de produtividade, por acreditar que uma crítica é uma ofensa. Basta um comentário ou feedback, para que o comportamento sofra alterações imediatas, reagindo com ardor a comentários sobre o desempenho profissional ou ações pessoais.

Quando uma pessoa indicar algo negativo que você fez, ou realizar piadas sobre seu sucesso, ao contrário de explodir de raiva, pratique o exercício de agradecer. Isso mesmo, gratidão.

Pare de levar para o lado pessoal, pois a principal pessoa prejudica é você. Pessoas bem sucedidas agradecem, pois o resultado de seu destaque, não está somente em si, mas também no esforço e comprometimento da sua equipe.

Confiabilidade, disciplina e comprometimento são três ingredientes essenciais que conduzem uma pessoa às suas realizações. Sem a aplicabilidade desses três itens, os sonhos pessoais passam a ser como um castelo de areia, que a onda do mar consegue destruir com facilidade.

Acredite que na sua volta, há sempre adversários, torcendo para dar errado, como também há aliados, fazendo torcida positiva para o seu êxito pessoal e profissional.

Mas se eu tentar e não funcionar?

Lembre-se do que disse Phil Knight, fundador da marca Nike: "O segredo é tentar só mais uma vez, até o momento de acertar, porque o acerto final é maior que todos os erros anteriores".


Por: Dalmir San’Anna.

Gostei, e você? Comente, deixe sua opinião sobre o assunto...

terça-feira, 8 de novembro de 2011

O verdadeiro F.D.P....!!! mas que sacanagem




'Fui a uma loja hoje de manhã e estive lá por uns 5 minutos.
Quando eu saí, vi um guarda municipal, com farda cor de merda, todo prepotente (eles se sentem 'otoridade') preenchendo uma multa.
Corri até ele e soltei o famoso:
- Peraí, amigão, não faz isso não, dá uma chance.

Ele me ignorou e continuou escrevendo a multa.

Então eu o chamei de babaca metido a polícia!

Ele me olhou e, sem dizer nada, deu uma olhada em um dos pneus do carro e começou a fazer outra multa.

Então eu falei:

- Que merdinha de profissão a sua, heim?

Ele começou a escrever uma terceira multa!

Foram mais uns 5 minutos ali fora, discutindo ou tentando discutir.

E quanto mais eu xingava, mais multas ele preenchia.

Depois que eu vi que aquilo não iria se resolver, saí dali e fui pegar o meu carro no estacionamento, na outra quadra.....

O importante mesmo é ter tentado ajudar!

Faça isso sempre que possível!

Você sentirá a alma lavada.'

Assinado:
O VERDADEIRO F.D.P.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Mostrar os dentes faz bem



Todos sabem que rir é um ótimo remédio. Porém, nem todos usufruem como poderiam deste benefício natural e espontâneo que podemos proporcionar a nós mesmos e a quem estiver ao nosso redor. Para isto, não é necessário virar o palhaço da turma, mas ser generoso consigo e oferecer a si próprio momentos oportunos para tais gracejos.

A boa risada pode trazer mais benefícios à saúde do que se imagina. Um estudo da Universidade de Oxford, da Inglaterra, revelou que as gargalhadas auxiliam no alívio de dores. Isto ocorre em função da liberação de endorfina. Este efeito é gerado quando a endorfina, após ser liberada pelo cérebro, circula através da corrente sanguínea para ser levada até as células do corpo quando sorrimos ou fazemos exercícios físicos. A endorfina provoca sensação de prazer, fazendo com que o corpo desconsidere ou diminua a dor.

Os voluntários da pesquisa realizaram testes enquanto assistiam a comédias ao vivo ou pela televisão e também a vídeos não humorísticos. A dor foi causada por uma quantidade de gelo colocado diretamente no braço do sujeito ou eles eram colocados em posições desconfortáveis, enquanto assistiam aos vídeos e apresentações. Os pesquisadores concluíram que quinze minutos de gargalhadas geraram nos participantes 10% de tolerância maior à dor. No entanto, os cientistas salientaram que as risadas eficientes no alívio da dor são aquelas verdadeiras ou espontâneas. Mas, de acordo com as informações publicadas na imprensa, o riso causado por nervosismo ou por educação não obteve este efeito.

Podemos nos valer deste remédio barato e sem contraindicação. Conhecer a si mesmo pode ajudar a saber do que você acha graça ou que oportunidades favorecem momentos engraçados. Situações estas que nem sempre são premeditadas. É se deparando com o imprevisível, o irônico ou diferentes tipos de humores que poderão ser provocadas boas risadas. Porque esta é voluntária, natural, espontânea e não necessariamente o efeito da piada.

Bons amigos geralmente são bons produtores de risadas, mas para isto também é preciso estar aberto e disponível a mostrar os dentes.


Por Patrícia Spindler.

Que isso faz bem não há dúvida. Comente este artigo, participe!!!

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Calma lá!



Não sei se vocês compartilham comigo da angústia de dirigir neste trânsito enlouquecedor das cidades.

Meu roteiro habitual já é de deixar qualquer um irritado com os engarrafamentos e constantes congestionamentos que se engrossam pela incapacidade de absorção do volume de carros e outras viaturas despejadas nas ruas a cada dia de forma irracional. Sim, porque não se vislumbra qualquer tipo de planejamento urbano e se há, como dar conta do fluxo que cresce disparadamente?

Para ser motorista não basta portar uma carteira de habilitação. Até porque, sabemos todos que há mais formas de obtê-la do que através de um exame de perícia no trânsito, convenhamos! Para muitos, basta possuir alguma amizade no órgão competente e sair ziguezagueando por aí!

Também, mesmo que a carteira tenha sido fruto de todos os trâmites legais, ela não garante por si a habilidade necessária para qualificar o bom motorista. Há que se ter um nível pelo menos razoável de educação para se dar bem no volante. E isto já é mais difícil de acontecer, atualmente. À frente da direção de um veículo, qualquer um se sente o máximo e a tendência é se mostrar para todos, barbarizando!
Não estou me referindo apenas aos motoristas de carros, ônibus ou caminhões. Estes cometem infrações de toda ordem, mas ainda são capazes de se conter diante de loucuras maiores, obedecendo à legislação pertinente, temerosos de sofrerem multas e até mesmo a retenção da carteira de motorista.

O que me deixa mais horrorizada é o comportamento dos motoqueiros e pior ainda, dos ciclistas! Estes sim: são os donos da rua. Não existe para eles sinal, mão de direção ou qualquer outra regra de convivência que os detenha quando querem passar: invadem a toda velocidade a pista de pedestres, quando no calçadão lhes há destinada uma exclusiva; atravessam sem titubear na frente dos carros, não importando a cor vermelha do semáforo; ameaçam, avançando na contra mão, os que querem atravessar a rua e ainda reclamam do pobre coitado que por pouco não atropelaram; passam encostado entre os carros, esbarrando nos vidros retrovisores sem qualquer possibilidade de cobrirem eventuais prejuízos causados por arranhões e/ou amassados na lataria dos carros. Haja pressa! Valor à vida própria ou alheia, nem pensar!
E ai de quem ousar reclamar! Haja xingamentos! Atropelar qualquer um deles, pior ainda! Seremos, nós motoristas, eternamente culpados, não importa a situação provocada por eles.

Tudo bem que há a contrapartida dos maus motoristas. Não somos santinhos e aprontamos, evidentemente! Mas corremos mais riscos e isto já nos torna mais precavidos em relação às punições cabíveis.
Que tal fazer um pacto? Cada um na sua e todos respeitando a todos! Tenho certeza que no daremos muito melhor, sem prejuízo de parte a parte! Claro que uma boa dose de educação vai contribuir para melhorar muito o caos em que se transformou dirigir um automóvel na cidade.


Por: Maria Antonieta Albuquerque de Oliveira.( mariaantonieta07@gmail.com)

Será que tal pacto daria certo? Deixe aqui sua opinião a respeito!

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Remédio Caseiro



Um sujeito vai ao médico para exames de rotina.
O médico, depois de ver a história clínica do paciente, pergunta:
- Fuma?
- Pouco.
- Tem que parar de fumar.
- Bebe?
- Pouco.
- Tem que parar de beber.
- Faz sexo?
- Pouco.
- Tem que fazer muito, mas muito sexo. Este é o único remédio que irá ajudá-lo!
O sujeito vai para casa, conta tudo a mulher e, imediatamente, vai pro banho.
A mulher se enche de graça e esperança, se enfeita, se perfuma, põe roupa especial e fica na espera.
O sujeito sai do banho, começa a se arrumar, se vestir, se perfumar e a mulher surpresa, pergunta:
- Aonde é que você pensa que vai?
- Não ouviu e entendeu o que o médico me disse?
- Sim, mas, aqui estou eu prontinha...
O sujeito:

- AH, NEIDE, NEIDE, NEIDE... LÁ VEM VOCÊ COM SUA MANIA DE REMÉDIO CASEIRO!!!

sábado, 29 de outubro de 2011

Quem são "eles"?



Mas como detectar, encontrar, e pegar um hacker de carne e osso? Como se defender dos ataques dos grupos e indivíduos criminosos que infectam a rede com seus vírus poderosos causando danos irreparáveis, às vezes como contra-atacar, surpreender ou mesmo se proteger desses “terroristas virtuais”? Dedicada a essa tarefa floresce uma suculenta e próspera indústria, sobretudo de pequenas e médias empresas, especialmente na cidade de Palo Alto, localizada no Vale do Silício, na Califórnia, nos Estados Unidos. É de lá que vem as grandes empresas virtuais como Google, Facebook e muitas outras. É lá também onde nasceram e prosperam as corpulentas do ramo como Microsoft e Apple, dois dos gigantes da área de software.

Mas é lá também para onde acorrem empresas de todo tipo como bancos, vendedores de serviços e principalmente governos, de todo o mundo, em busca das novidades na área de software para fortalecerem seus sistemas de defesas e suas áreas de investigações contra a invasão dos intrusos virtuais. Destaque, como cliente, o governo americano através de suas agências de inteligência e órgãos militares.

Nesse ramo, verdadeiramente, o segredo é a alma do negócio. Pouco se sabe e pouco se divulga desse galho robusto que se fortalece como indústria e como fonte de conhecimento. Suas técnicas e criatividade para seu desenvolvimento não chegam aos bancos universitários, nem tampouco à mídia especializada. Como se trata de uma indústria composta por pesquisadores, invasores e defensores implacáveis, operam e produzem sob encomendas amarrados por contratos minuciosos destinados a manterem segredos eternos.

Assim como os hackers operam a partir de lugares inusitados e desconhecidos, a indústria que floresce buscando técnicas para combatê-los tem endereço conhecido e gestores identificados. Mas só isso, apenas. Nem, se quer, o faturamento dessas empresas costuma ser conhecido, quanto mais a clientela. Algumas chegam a ser mesmo obscuras empresas que camuflam os financiamentos governamentais para trabalharem em seus projetos altamente confidenciais. Inovação nunca foi o forte de empresa e sistema governamentais, por isso eles recorrem a essas pequenas empresas. Mais ágeis e mais criativas. Trata-se de uma área produtora tão louca que a clientela vai buscar no mercado negro a mão de obra dos hackers, contratando-os a peso de ouro, somente para testar os sistemas produzidos por encomenda às empresas de Palo Alto.

E assim os hackers, alguns, acabam incorporados à vida legal. Em sua grande maioria garotos imberbes ou jovens recém saídos das universidades. Ou mesmo gênios, autodidatas, desgarrados e aventureiros que costumam ser tão bons em seu ofício que dispensam os bancos universitários na ânsia de produzir. Ou vão para o crime ou acabam descobertos e seduzidos por salários milionários e contratos com cláusulas drásticas em termos de proteção de segredos. No caso dos sistemas de defesa dos países, os próprios desenvolvem, também sob segredo, uma prospera área de ensino e pesquisas formadoras de hackers e crake formadoras de hackers e crakers.rs.

Mercado é o que não falta, como reconhece Tood Gebhart um dos chefões da empresa McAfee, uma das maiores fornecedoras de sistemas de defesa para a rede. Ele identifica nos sistemas abertos, como o Android e nas redes sem fio como Wi-Fi, chances altamente ampliadas de ataques virtuais. Reconhece que os mais de 30 milhões de smartphones vendidos mensalmente no mundo fortalecem o apelo da conveniência do acesso à Internet na palma da mão, buscando desde entretenimento ao trabalho no uso de sistemas corporativos. Lembra que a maioria dos usuários ainda não entendeu os riscos que um simples aparelho conectado à Internet pode trazer. Afirma ainda que os desafios atuais da indústria, hoje, são semelhantes aos vividos décadas atrás, “quando as empresas precisavam educar sobre as ameaças aos PCs”.

Em uma entrevista ao jornal Folha de São Paulo, Gebhart destacou que os crimes que ocorrem hoje no mundo, na web, não são diferentes do que já acontece há anos no nosso meio. Com a diferença que se dão no meio eletrônico, enfatiza:
- Nunca deixamos nosso talão de cheques à mostra. O mesmo deve se repetir com as informações digitais. As ameaças vão aumentar na era da “internet das coisas”. Cada vez mais automóveis, eletrodomésticos, TVs e medidores de energia serão conectados. À medida que isso acontece também crescem os problemas de segurança. As pessoas querem aproveitar a liberdade de acesso. Muitas delas, porém, ainda não compreenderam a necessidade de proteção.

Diz mais, “espero que não seja necessário o aprendizado por meio de lições dolorosas, mas é preciso que algo maior aconteça para aumentar a visibilidade das ameaças”. A indústria da segurança da informação passou anos educando o consumidor sobre riscos e as precauções necessárias para os computadores. Vivemos agora o mesmo cenário para outros elementos da vida digital. A indústria tem como desafio mostrar a necessidade de segurança sem gerar medo excessivo. Os recentes episódios de roubo de dados não indicam necessariamente que as companhias não estão prestando atenção às ameaças de segurança.

“Elas estão em diferentes níveis de proteção e estão aprendendo a lidar com ameaças de diferentes fontes”, arremata.

Mas claro, preciso, nítido e objetivo como esse alerta impossível. E o mais triste, cá entre nós brasileiros, é que temos uma leva desconhecida de jovens desenvolvendo tecnologia e gerando experiência pela genialidade da criação tecnológica fora dos centros acadêmicos e das empresas do setor. Essa gente precisa ser incorporada, pois são detentores de soluções inovadoras na utilização de tecnologias da informação.


Por: Hildeberto Aleluia.
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