quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

Saúde mental em janeiro: como evitar a pressão por mudanças imediatas

 

Janeiro é tradicionalmente associado a recomeços e metas ambiciosas, mas especialistas em saúde mental alertam que a pressão por mudanças imediatas pode gerar ansiedade.

Janeiro costuma ser associado a recomeços, metas ambiciosas e promessas de mudança. No entanto, especialistas em saúde mental alertam que a cobrança por transformações imediatas logo no início do ano pode provocar estresse, frustração e sobrecarga emocional, em vez de bem-estar.

A expectativa de iniciar o ano com hábitos perfeitos e decisões definitivas cria um cenário de pressão que, muitas vezes, distancia as pessoas do autocuidado verdadeiro. Em vez de promover equilíbrio, o chamado “recomeço ideal” pode intensificar a ansiedade e o sentimento de inadequação.

Após um período marcado por confraternizações, excessos e quebra da rotina, como as festas de fim de ano, corpo e mente ainda estão se reorganizando. Esse processo de adaptação exige tempo, compreensão e atitudes mais gentis consigo mesmo, reforçando a importância de um início de ano mais gradual e consciente.

Nesse cenário, a cobrança por alta performance e mudanças radicais logo no início do ano pode gerar frustração precoce e fortalecer a sensação de fracasso pessoal. Especialistas destacam que expectativas irreais acabam minando a motivação e prejudicando o equilíbrio emocional.

Por que janeiro é visto como mês de recomeços?

A ideia de janeiro como período obrigatório de renovação está profundamente ligada a fatores culturais e ao estímulo comercial. Promessas, metas e resoluções de Ano-Novo são frequentemente apresentadas como indicadores de sucesso, disciplina e controle da própria vida. No entanto, sob a ótica da saúde mental, transformações forçadas por datas simbólicas tendem a ser pouco duradouras.

Além disso, o mês de janeiro reúne uma série de gatilhos de estresse. Despesas acumuladas do fim de ano, retorno às atividades profissionais, adaptação à rotina escolar e reorganização familiar contribuem para o aumento da sobrecarga emocional. A combinação desses fatores ajuda a explicar o crescimento de relatos de ansiedade, irritabilidade e exaustão mental já nas primeiras semanas do ano.

A orientação de especialistas é que mudanças sejam feitas de forma gradual, respeitando o tempo de recuperação do corpo e da mente, sem a pressão de um “recomeço perfeito”.

Mudanças graduais ajudam a proteger a saúde mental

Em vez de estabelecer metas rígidas logo no início do ano, especialistas em saúde mental orientam a adotar ajustes progressivos. Respeitar o próprio ritmo, retomar hábitos de forma gradual e reconhecer limites pessoais são atitudes que contribuem para o equilíbrio emocional. Pequenas escolhas sustentáveis, quando mantidas ao longo do tempo, costumam trazer resultados mais consistentes do que transformações bruscas.

Outro aspecto importante é saber diferenciar a pressão externa das reais necessidades pessoais. Nem todas as pessoas precisam iniciar um novo ciclo imediatamente. Para muitos, o mais indicado é desacelerar, reorganizar prioridades e recuperar as energias físicas e mentais antes de assumir novos compromissos ou metas.

Atenção aos sinais físicos e emocionais

Cuidar da saúde mental no começo do ano, precisa observar o próprio corpo e as emoções. Mudanças no sono, no apetite ou no humor podem indicar sobrecarga emocional. Identificar esses sinais precocemente ajuda a evitar o agravamento do estresse e da ansiedade.

Manter uma rotina minimamente estruturada contribui para a sensação de segurança emocional. Horários básicos para dormir, se alimentar e trabalhar, aliados a momentos de pausa ao longo do dia, favorecem o equilíbrio mental sem gerar pressão excessiva.

Em alguns casos, contar com a orientação de psicólogos ou outros profissionais da saúde é fundamental. Esse acompanhamento ajuda a definir objetivos mais realistas, respeitando o contexto e as necessidades individuais, além de oferecer estratégias para lidar com expectativas e cobranças.

Entender que janeiro não precisa representar uma mudança radical, mas sim a continuidade consciente de processos já em andamento, reduz a sensação de cobrança. A longo prazo, essa visão favorece decisões mais saudáveis, sustentáveis e alinhadas ao bem-estar físico e emocional.

Saúde mental.


sexta-feira, 26 de dezembro de 2025

INVEJA: QUANDO A GRAMA DO VIZINHO É MAIS VERDE?

A expressão deste título é muito conhecida no mundo todo, afinal, a inveja é universal e foi descrita como um dos pecados capitais ainda no século IV pelo monge Evágrio Pôntico, o qual objetivava fazer um levantamento descrevendo os principais vícios que atrapalhavam a rotina voltada ao exercício para o crescimento espiritual. 

Na história da humanidade – resultando em guerras e mortes – é descrita na trama entre os irmãos Caim e Abel; na mitologia Grega pela disputa sobre quem era a mulher mais bela, ou narrada até mesmo em contos de fadas (Irmãos Grimm) como Branca de Neve. Ela pode se manifestar sob a forma de diversos sentimentos que julgamos negativos: raiva, ódio, inadequação, e pior, pode levar o sujeito a desenvolver atitudes de vingança, de destruição, de fofocas… e quem mais sofre com isto? O invejoso. A inveja é dirigida não só a bens materiais (do outro), mas também à posição social, beleza, caráter, qualidades pessoais, etc, e normalmente voltada àquilo que gostaríamos que fosse nosso. 

Em linguagem popular pode ser conhecida como olho gordo, seca-pimenteira ou mau olhado, todavia, não podemos confundi-la com ciúmes ou cobiça, sentimentos não direcionados ao mal, afinal, nem todo mundo é invejoso.

Mas se invejamos o que queremos, o que desejamos, por que não buscamos isso para nós? Certamente é por que pode haver algumas limitações intransponíveis: não conseguirei ficar bonito ou inteligente como aquela pessoa, minha condição financeira não é suficiente para ter também os objetos e status que invejo, ou então, não acredito que vá um dia ter desenvoltura e simpatia para agir como ela. O que fica evidente aqui é que há uma insatisfação com a vida que se leva e uma frustração decorrente gerando tristeza. Daí que, um trabalho voltado à autoestima, à adequação com a realidade, à motivação por desprender-se da vida do outro, pode desencadear um processo de superação que leve à satisfação e à recuperação da saúde, pois este comportamento gera somatizações que acabam por manifestar-se em diversas formas de adoecimento.

É importante trazer a informação de que inveja não é apenas um mau comportamento que possa ser modificável com facilidade e a qualquer momento, é também um dos sintomas de Transtorno de Personalidade Narcisista, e isso está definido no Diagnóstico de Saúde Mental (DSM-V) como uma condição mental em que a pessoa superestima a sua importância, colocando-se acima das demais, sem empatia e com a necessidade de atenção, admiração e reconhecimento exagerada, o tempo todo. Descrita assim, pode ser um sintoma de uma doença. 

Ao convivermos diariamente com pessoas muito invejosas na família ou no trabalho, corremos um risco real ante uma situação muito prejudicial para a saúde mental, pois os ataques invejosos podem ser internalizados acabando por destruir nossa autoestima, corroer o amor próprio, gerar insegurança, medo, agressividade contra si mesmo e até depressão.

Todavia, a inveja pode sinalizar sobre algo que damos valor e que, por diversos motivos não alcançamos. Já parou para pensar sobre isto? Quem sabe uma mudança de estratégia na vida, uma nova avaliação sobre o que realmente é importante possa auxiliar em novas conquistas. Mas uma pergunta: você sofre com isto? Conhece ou convive com alguém assim? Pense em psicoterapia, afinal, o espaço psicoterápico – onde é possível falar sem julgamentos – é uma ferramenta que pode ajudar a lidar com os sentimentos gerados pela inveja.

 César A R de Oliveira.

 

 

domingo, 21 de dezembro de 2025

Você sabia disso?



Durante anos acreditamos que o cérebro tinha o controle absoluto de tudo o que sentimos e decidimos. Mas a ciência moderna está contando outra história.

O coração não é apenas uma bomba de sangue: possui seu próprio sistema nervoso, com milhares de neurônios e sensores capazes de detectar mudanças físicas e emocionais antes que o cérebro as processe de forma consciente.

Essa rede cardíaca envia sinais constantes ao cérebro que influenciam diretamente o estresse, as emoções e a maneira como reagimos a situações importantes. Por isso, muitas vezes o corpo responde primeiro… e a mente entende depois.

Embora o coração não pense como um cérebro, ele participa ativamente do equilíbrio emocional diário. Compreender essa conexão coração-cérebro não apenas ajuda a reduzir a ansiedade, mas também a tomar decisões mais conscientes.

Ouvir o coração não é apenas uma metáfora romântica: é biologia em ação.

Ciência em Foco.

 

 

sexta-feira, 19 de dezembro de 2025

SEPARAÇÕES E DIVÓRCIOS NEM SEMPRE SÃO FRACASSOS!


Um dia nos casamos,

formamos uma família,

fomos felizes por alguns anos...

e, de repente, tudo muda.

Sem perceber, o amor acaba.

E então as pessoas te julgam

e, no fim, elas sentenciam:

"Eles fracassaram no casamento."

E não é verdade.

Fracasso é brincar de ser "a família feliz".

Fracasso é trair seu parceiro,

seus filhos e você...

O fracasso é ficar por conveniência.

O fracasso é manipular seu parceiro com seus filhos.

O fracasso é viver uma vida de mentira.

Fracasso é voltar para casa infeliz toda noite.

O fracasso é implorar por amor de quem

não te ama mais.

O fracasso é fingir que você ama.

Fracasso é permanecer por medo da solidão.

Fracasso é viver com alguém

por medo de "o que os outros dirão."

Fracasso é não lutar para ser feliz

Fracassar é acreditar que o amor não existe...

Meu respeito a todos aqueles que tiveram a coragem de não viver no fracasso.

E um aplauso maior para todos

aqueles que ainda estão felizes e apaixonados depois de tantos anos.

Lute pelo seu casamento,

mas quando não houver mais pelo que lutar...

Lute pela sua felicidade

e pela sua saúde emocional.

Texto publicado por José Piva Crema.

 

domingo, 7 de dezembro de 2025

Novo medicamento regenera medulas espinhais danificadas

Após 25 anos de pesquisa, cientistas brasileiros liderados pela Dra. Tatiana Coelho de Sampaio na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) desenvolveram a Polylaminina, um medicamento derivado de proteínas placentares que demonstra capacidade de regenerar medulas espinhais danificadas. O fármaco foi apresentado em setembro de 2025 e está sendo considerado o primeiro tratamento do mundo capaz de reverter lesões na medula espinhal sem implantes.

A Polylaminina age estimulando o crescimento de novos axônios e rejuvenescendo neurônios maduros. É aplicada diretamente na coluna por meio de procedimentos minimamente invasivos, e os testes iniciais mostraram recuperações notáveis em pacientes com paraplegia e tetraplegia. Alguns recuperaram mobilidade total, enquanto outros apresentaram melhorias significativas no controle do tronco e na função motora.

Embora os resultados sejam promissores, o medicamento ainda aguarda aprovação regulatória da agência de saúde brasileira (Anvisa) antes de poder ser distribuído amplamente. Hospitais em São Paulo já estão se preparando para iniciar o tratamento assim que a autorização for concedida.

Em fim, Ciência.

 

 

sábado, 15 de novembro de 2025

Por que o povo não acorda com tantos medicamentos?


 

Aos 30 anos, você tem uma depressãozinha, uma tristeza meio persistente: prescreve-se FLUOXETINA.

A Fluoxetina dificulta seu sono. Então, prescreve-se CLONAZEPAM, o Rivotril da vida. O Clonazepam o deixa meio bobo ao acordar e reduz sua memória. Volta ao doutor.

Ele nota que você aumentou de peso. Aí, prescreve SIBUTRAMINA.

A Sibutramina o faz perder uns quilinhos, mas lhe dá uma taquicardia incômoda. Novo retorno ao doutor. Além da taquicardia, ele nota que você, além da “batedeira” no coração, também está com a pressão alta. Então, prescreve-lhe LOSARTANA e ATENOLOL, este último para reduzir sua taquicardia.

Você já está com 35 anos e toma: Fluoxetina, Clonazepam, Sibutramina, Losartana e Atenolol. E, aparentemente adequado, um “polivitamínicos” é prescrito. Como o doutor não entende nada de vitaminas e minerais, manda que você compre um “Polivitamínico de A a Z” da vida, que pra muito pouca coisa serve. Mas, na mídia, Luciano Huck disse que esse é ótimo. Você acreditou, e comprou. Lamento!

Já se vão R$ 350,00 por mês. Pode pesar no orçamento. O dinheiro a ser gasto em investimentos e lazer, escorre para o ralo da indústria farmacêutica. Você começa a ficar nervoso, preocupado e ansioso (apesar da Fluoxetina e do Clonazepam), pois as contas não batem no fim do mês. Começa a sentir dor de estômago e azia. Seu intestino fica “preso”. Vai a outro doutor. Prescrição: OMEPRAZOL + DOMPERIDONA + LAXANTE “NATURAL”.

Os sintomas somem, mas só os sintomas, apesar da “escangalhação” que virou sua flora intestinal. Outras queixas aparecem. Dentre elas, uma é particularmente perturbadora: aos 37 anos, apenas, você não tem mais potência sexual. Além de estar “brochando” com frequência, tem pouquíssimo esperma e a libido está embaixo dos pés.

Para o doutor da medicina da doença, isso não é problema. Até manda você escolher o remédio: SILDANAFIL, TADALAFIL, LODENAFIL ou VARDENAFIL, escolha por pim-pam-pum. Sua potência melhora, mas, como consequência, esses remédios dão uma tremenda dor de cabeça, palpitação, vermelhidão e coriza. Não há problema, o doutor aumenta a dose do ATENOLOL e passa uma NEOSALDINA para você tomar antes do sexo. Se precisar, instila um “remedinho” para seu corrimento nasal, que sobrecarrega seu coração.

Quando tudo parecia solucionado, aos 40 anos, você percebe que seus dentes estão apodrecendo e caindo. (entre nós, é o antidepressivo). Tome grana pra gastar com o dentista. Nessa mesma época, outra constatação: sua memória está falhando bem mais que o habitual. Mais uma vez, para seu doutor, isso não é problema: GINKGO BILOBA é prescrito.

Nos exames de rotina, sua glicose está em 110 e seu colesterol em 220. Nas costas da folha de receituário, o doutor prescreve METFORMINA + SINVASTATINA. “É para evitar Diabetes e Infarto”, diz o cuidador de sua saúde(?!).

Aos 40 e poucos anos, você já toma: FLUOXETINA, CLONAZEPAM, LOSARTANA, ATENOLOL, POLIVITAMÍNICO de A a Z, OMEPRAZOL, DOMPERIDONA, LAXANTE “NATURAL”, SILDENAFIL, VARDENAFIL, LODENAFIL ou TADALAFIL, NEOSALDINA (ou “Neusa”, como chamam), GINKGO BILOBA, METFORMINA e SINVASTATINA (convenhamos, isso está muito longe de ser saudável!). Mil reais por mês! E sem saúde!!!

Entretanto, você ainda continua deprimido, cansado e engordando. O doutor, de novo. Troca a Fluoxetina por DULOXETINA, um antidepressivo “mais moderno”. Após dois meses você se sente melhor (ou um pouco “menos ruim”). Porém, outro contratempo surge: o novo antidepressivo o faz urinar demoradamente e com jato fraco. Passa a ser necessário levantar duas vezes à noite para mijar. Lá se foi seu sono, seu descanso extremamente necessário para sua saúde. Mas isso é fácil para seu doutor: ele prescreve TANSULOSINA, para ajudar na micção, o ato de urinar. Você melhora, realmente, contudo... não ejacula mais. Não sai nada!

Vou parar por aqui. É deprimente. Isso não é medicina. Isso não é saúde.

Essa história termina com uma situação cada vez mais comum: a DERROCADA EM BLOCO da sua saúde. Você está obeso, sem disposição, com sofrível ereção e memória e concentração deficientes. Diabético, hipertenso e com suspeita de câncer. Dentes: nem vou falar. O peso elevado arrebentou seu joelho (um doutor cogitou até colocar uma prótese). Surge na sua cabeça a ideia maluca de procurar um CIRURGIÃO BARIÁTRICO, para “reduzir seu estômago” e um PSICOTERAPEUTA para cuidar de seu juízo destrambelhado é aconselhado.

Sem grana, triste, ansioso, deprimido, pensando em dar fim à sua minguada vida e... DOENTE, muito doente! Apesar dos “remédios” (ou por causa deles!!).

A indústria farmacêutica? “Vai bem, obrigado!”, mais ainda com sua valiosa contribuição por anos ou décadas. E o seu doutor? “Bem, obrigado!”, graças à sua doença (ou à doença plantada passo-a-passo em sua vida).

MAS O POVO NÃO ACORDA!

 

terça-feira, 11 de novembro de 2025

Asteroide Avaliado em US$ 700 Quintilhões é Observado


Entre Marte e Júpiter, há um asteroide que desperta a imaginação de cientistas e sonhadores: o 16 Psyche. Estima-se que ele contenha metais preciosos suficientes para valer cerca de US$ 700 quintilhões, o bastante, em teoria, para tornar cada ser humano um bilionário. 

Mas essa fortuna cósmica ainda está muito além do nosso alcance. O 16 Psyche é composto principalmente de ferro, níquel e possivelmente ouro e platina, sugerindo que seja o núcleo exposto de um planeta primitivo destruído há bilhões de anos. A NASA se prepara para estudá-lo de perto com a missão Psyche, lançada para investigar sua composição e origem, uma jornada que pode revelar segredos sobre a formação do nosso próprio planeta. 

Embora manchetes falem em riqueza infinita, especialistas alertam que o valor é puramente teórico. Trazer metais de um asteroide para a Terra é algo que exigiria tecnologias ainda inexistentes, além de gerar um impacto econômico colossal , afinal, se todo esse ouro e ferro chegassem ao mercado, o valor dos metais cairia drasticamente. 

Mesmo assim, o 16 Psyche representa muito mais que cifras: ele é um símbolo do potencial humano de explorar o desconhecido. Um lembrete de que o verdadeiro tesouro talvez não esteja no ouro das estrelas, mas no conhecimento que conquistamos ao tentar alcançá-las.

Fontes: 

NASA (Missão Psyche)

Journals of India – “$700 Quintillion and 27

Quadrillion Tons: NASA Uncovers the Largest Gold Reservoir in the Universe”

Scientific American – “NASA’s Psyche Mission Will Visit a Metal World”



A romantização da criminalidade!

Trata-se apenas de uma percepção que tenho em vista das publicações na mídia, que dentro de alguns nichos quer justificar a criminalidade, em outros casos querem coloca-los como vítimas da sociedade, inclusive nossos governantes se orientam pela cartilha progressista e por mais de uma vez fez a defesa veemente dos “pobres” criminosos, desde aquele que furta um celular e aquele que trafica.

A própria justiça em muitos casos causa até um mal-estar entre forças de segurança que prende o criminoso e a justiça solta ou acaba relaxando a prisão.

De duas uma, ou nossas leis são brandas demais ou a justiça está enviesada.

A bola da vez é Suzane Ricthofen, que junto com dois parceiros assassinou seus pais com grande requinte de crueldade. Na época, em 2002 o caso causou uma grande comoção, Suzane e os irmãos Cravinhos foram condenados e presos. Claro, que Suzane acabou se sobressaindo, devido ser uma jovem de boa aparência, classe média alta, sua pena foi de 39 anos de prisão, mas, acabou por “bom comportamento” saindo para o regime aberto em 2023.

Com a atual série da Prime Vídeo, Tremembé, ela voltou a ser destaque e chamar a atenção. E mais uma vez podemos ver o vislumbre que causa em várias pessoas, e em poucos dias ela declarou que está muito contente e comemorando que ultrapassou os 100 mil seguidores.

Bem, o que podemos ver no dia a dia, mais e mais séries e filmes sobre criminosos famosos surgem e aparentemente acabam sempre ficando entre os mais vistos, o que faz com que os produtores voltem a insistir neste ramo porque tem público cativo.

E dia após dia surgem ainda mais fãs de criminosos e criminosas, então acredito que nem sempre se trata de mera curiosidade, em muitos casos vai além, muito além, é uma aceitação, claro que para muitos, enquanto a violência não bata em sua porta. 

O que você acha disso???

Joselito Bortolotto.

 

 

sábado, 5 de julho de 2025

Curiosidades do mundo

 

Musa Hasahya, de 68 anos, vive em
Uganda e ficou mundialmente conhecido por formar uma das maiores famílias já registradas: 12 esposas, 102 filhos e 568 netos.
A família cresceu tanto que ele precisou criar um sistema de identificação com nomes anotados em cadernos, pois já não consegue lembrar de todos. Durante anos, ele sustentou todos em uma vila rural, mas o peso financeiro e físico da responsabilidade começou a cobrar seu preço.
Com o passar do tempo, a rotina ficou insustentável.
E foi ele mesmo quem resumiu tudo em uma frase: "Já não consigo lembrar o nome de todos."

domingo, 22 de junho de 2025

Interligações

Um empresário chamou sua secretária e diz.

“Vamos ficar junto no final de semana em uma cidade longe, vou dizer que estamos numa viagem de negócios”

A secretária liga para o marido e diz; “Eu e meu chefe estaremos viajando a negócios neste final de semana, se cuide”

O marido liga para a amante e diz: “Passe o final de semana aqui em casa, minha esposa esta viajando”

A amante liga para o menino que ela dava aulas particulares e disse: “Desculpe, não teremos aula neste final de semana”

O menino chama o pai que era empresário e diz: ”não terei aula, podemos passar o final de semana juntos? ”

O pai liga para a secretária e diz: “Desculpe, a nossa viagem no final de semana foi cancelada”

A secretária liga para o marido e diz: “Não vou mais viajar no final de semana”

O marido liga para amante e diz: “Minha esposa não vai mais viajar, desculpa”

A amante liga para o menino que ela dava aulas particulares e diz: “Teremos aula neste final de semana”

O menino chama o pai e diz: “Deixa pra lá, terei aula sim”

O pai liga para a secretária ....

Vi isto no Tio do Pave que deve ter visto em algum lugar, que alguém viu em algum lugar, que talvez tenha visto aqui.

Então, quase sempre a vida é mais interligada do que imaginamos, só não conseguimos ver o todo.