sábado, 7 de fevereiro de 2015

Combinação de energético com álcool pode ser fatal

Durante festejos de momo é preciso ficar atento com a mistura que pode induzir ao aumento da pressão arterial
A mistura de bebidas alcoólicas com energéticos pode acarretar perigos para os usuários e atrapalhar o carnaval de muita gente, alerta o vice-presidente da Sociedade de Cardiologia do Estado do Rio de Janeiro (Socerj), Ricardo Mourilhe.
Segundo ele, os energéticos são ricos em cafeína e taurina, que são “potentes estimulantes – assim como o álcool –, e podem induzir ao aumento da pressão arterial e à arritmia”.
Uma doença cardíaca preexistente pode ser agravada e, se o usuário tem uma doença incipiente, ainda não manifestada, ela pode ser potencializada por causa do uso dessas substâncias, disse Mourilhe.
O cardiologista alertou que se o consumidor tem pressão arterial já elevada e toma estimulante misturado com álcool, a pressão sobe mais ainda e isso pode levar a um acidente vascular cerebral (AVC).
Pessoas de qualquer idade estão sujeitas a esses perigos, mas, nos jovens, o risco da combinação álcool e energético é maior, explicou o cardiologista. “O jovem, em geral, faz uso dessas substâncias em quantidade muito maior. Se ele tem, por exemplo, a doença não diagnosticada, não conhecida, o risco acaba sendo maior por esse motivo. Normalmente, a pessoa mais velha tende a se cuidar mais e se policia.” O jovem, ao contrário, mesmo que tenha algum problema, costuma relaxar mais e ignorar os perigos, acrescentou.

DESIDRATAÇÃO
Morilhe recomenda que, se a pessoa resolver beber, é importante que se mantenha hidratada, porque isso ajuda a minimizar o problema.
A combinação álcool e energético, segundo ele, leva a uma rápida desidratação, o que agrava ainda mais os riscos, e isso dá mais arritmia, mais hipertensão arterial, completou.
É preciso também que os foliões não esqueçam de se alimentar no período do carnaval. Nunca se devem beber em jejum, destacou Mourilhe. “Como a mistura de energéticos com álcool leva à desidratação, junta-se desidratação com jejum e o quadro se agrava mais”. Por isso, é importante se alimentar quando se consome essa a mistura e beber muita água.
De acordo com o médico, o ideal, porém, é reduzir, ao máximo, a combinação de bebidas alcoólicas e energéticos ou não consumir. Se consumir, que o faça com “extrema moderação”, disse Mourilhe.
Ele disse que, hoje em dia, os jovens costumam misturar energéticos com vodca, que é uma bebida mais barata. Isso é um agravante, disse, porque o destilado tem um percentual de álcool muito mais alto que a cerveja, por exemplo. “Então, tendo mais álcool, maior o risco”, ressalta.
De acordo com a presidente da Socerj, Olga Ferreira de Souza, os energéticos permitem que a pessoa beba em maior quantidade. Com isso, fica mais sujeita a embriaguez e a riscos de quedas, de acidentes, de dependência e até de morte, com redução de reflexos.
Agência Brasil.
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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Como uma onda do mar

“Nada do que foi será. De novo do jeito que já foi um dia. Tudo passa. Tudo sempre passará”...
Alguns dos fatos que marcaram 2014; Copa histórica, Dilma eleita pela vontade do povo, Vírus Ebola, Crise lava a jato, Acordo com Cuba, Imprudência no trânsito matando milhares de pessoas, Protestos com vandalismo, Prêmio Nobel da paz à jovem estudante paquistanesa Malala Yousafzay, mensagens do Papa Francisco revigorando a igreja de Pedro, já são considerados distantes em relação ao tempo, embora curto, mas já transcorrido, uma vez que nova gama de tantos outros apresentam-se a cada dia.
Charlie Hebdo, Execução de traficantes, inclusive de brasileiros, na Indonésia, Apagão, Falta d´água, Calor acima de 45 graus, entre outros, são alguns, que certamente já, hoje, desatualizados, também, tornam-se inevitável, não pensar Lulu Santos, levando-nos a confirmar, que “tudo passa, no mundo”, deixando marcas importantes do que se foi, e se quisermos, relevantes lições de vida, consideráveis experiências, ainda que vivenciadas por outros.
A rotação, fazendo a terra e o relógio girar, obrigam os homens a andar também, quando não correr velozmente, uma vez que o cenário de hoje, não será o mesmo de amanhã. Sofreremos os efeitos da dedução dos segundos, nesse 2015? A terra gira, o relógio anda, extinguem-se os tempos, tempos que se vão, para nunca mais voltar, dando lugar há outros tempos, certamente não menos significativos.
Clarice Lispector versejou também; “ainda bem que sempre existe outro dia. E outros sonhos. E outros risos. E outras pessoas. E outras coisas”.
Considerando-se, que a adição ou subtração de segundos, podem criar distúrbios no conceito de tempo, dissolvendo o sistema de fusos horários, adotados a partir do Meridiano de Greenwich, Clarice e Lulu já nos deixaram a dica para a frenética ciranda. Que loucura!
E é nesta ótica de que “a vida vem em ondas, como um mar, num indo e vindo infinito”, que repetidas vezes, sentimentos de “agora vai dar”; ”agora vai acontecer”, chegará a minha vez”, “quem sabe”, “se for o melhor”, tornam a povoar nossos desejos.
Genuína esperança!
É tempo de férias. Passeios, viagens, veraneio com tantas atrações em nossos belos litorais; praia; caminhadas; sombra dos belos eucaliptos; shows; gastronomia variada; artesanato; comércio em geral; feira do livro e a aproximação do carnaval, folia de momo tão esperada por muitos, folia esta, requerendo muita organização, mantendo um único espírito; o da paz, da ludicidade, nunca o da competividade, muito menos o da desarmonia, sob pena de se perder essa rica conquista, legítima cultura brasileira.
Novos tempos também, na política econômica do nosso País, aliás, motivo de grande preocupação na forma encontrada para reter a inflação, são todos fatos motivados, pelo girar do relógio, sendo as “outras coisas”, “num indo e vindo infinito”, que fazem e farão o giro acontecer.
Que salutar seria se, efetivamente, pudéssemos, de todas essas situações, aprender com elas, ainda quanto ao radicalismo, às barbáries, à corrupção, aos roubos, aos sequestros, às chacinas, em termos de Mundo, de Brasil, de Estados, das nossas cidades.
O cheirinho gostoso do churrasco à beira da nossa praia; os espaços definidos pela EPTC, organizando melhor o estacionamento dos veículos, dada a quantidade de pessoas que desfrutam da orla; manter a nossa praia limpa, afinal de contas, não nos motiva a atitude dos torcedores japoneses, recolhendo o lixo que produziram, em nossos estádios de futebol, por ocasião da Copa, verdadeiro exemplo de civilidade?
O cuidado com a velocidade quer na estrada ou na própria praia; o excesso de álcool tão prejudicial à saúde e uma arma pronta a disparar, quer no trânsito ou numa simples discussão; a vitória de Medina servindo de incentivo ao surf, mas que o cuidado com o mar seja observado, são alguns exemplos de que se necessite respeitar regras básicas, para que se mantenha harmonia no convívio.
A vida vem em ondas, portanto aproveitemos as marés, as cheias, os recuos...
Feliz ano novo é o que insistimos em querer e desejar a todos diariamente, não ficando tão somente naquele 31 de dezembro.
Que sejam esses que virão, os outros dias de Clarice...
Que sejam esses que virão, o novo de Lulu “nada do que foi será”, o novo que ensejamos.
Afinal; ... “há tanta, tanta vida lá fora” e “nada do que foi será, de novo do jeito que já foi um dia, tudo passa, tudo sempre passará”.

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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Quem manda na sua casa? Você ou seus filhos?

Pais despreparados querem compensar nos filhos os traumas que viveram.
Pais fracos criam monstros vorazes doentes por satisfação de desejos pessoais.
Os processos naturais sempre se repetem e são a prova inegável de que não adianta lutar contra a verdade nem tentar adaptar a realidade para se enquadrar nas nossas vontades individuais.

Não existe a hipótese de o mundo ser adaptado para aquilo que a pessoa gostaria que fosse. Por mais que alguém lute contra o que não gosta sempre vai chegar um ponto onde a pessoa vai ser obrigada a aceitar a verdade e entender que o mundo vai ser do jeito que sempre foi e que sempre será.
Todas as intervenções que o mundo sofre sempre se revertem no acionamento de mecanismos biológicos, químicos, físicos e energéticos de autorrecuperação que fazem as coisas voltarem à normalidade e ao equilíbrio.

Os processos naturais devem ser obrigatoriamente seguidos, independente da vontade particular ou das opiniões individuais.

Quem decide ir contra a ordem e desestabilizar o sistema sempre é engolido pelo sistema e é obrigado a voltar à normalidade sob pena de morte, pois os sistemas naturais não vão nunca se moldar às vontades pessoais individuais.

Os índios, nesse quesito, são o povo mais desenvolvido da história humana, pois eles perceberam a ordem natural das coisas e fluem junto com o fluxo, respeitando a sequência de parâmetros admissíveis dentro do que pode ser considerado equilibrado e sensato na ordem natural das energias e vibrações.
Hoje em dia as pessoas estão sendo obrigadas a admitir que a vida é como é.

 Existe uma programação na ordem geral das coisas e todos os que fogem dessa programação são punidos com a pena de morte prematura e violenta.
A ordem natural das coisas é bem clara ao dizer que quem manda é o pai, depois a mãe e quem obedece são os filhos. Não existe outra forma de as coisas darem certo além dessa fórmula básica inserida biologicamente no DNA humano:

O homem tem a voz ativa, a voz de comando, uma tonalidade grave, como o rugido do leão, capaz de fazer as crianças estremecer sob um só comando. Isso é a lei natural das coisas. A mulher já tem a voz mais suave, delicada, uma voz de carinho, conforto, aconchego. Não é uma voz que inspira temor. Por isso o trabalho é conjunto, o homem disciplina e a mulher acalenta e assim os filhos têm na dose certa tudo o que precisam para serem adultos da mente saudável no futuro.

Por isso em todas as famílias da mente saudável no mundo os pais mandam e os filhos obedecem.

Mas é preciso levar em consideração que hoje em dia existe uma guerra declarada contra a família com a política de desconstrução da heteronormatividade, ou seja, o ataque frontal à ordem natural das coisas.
Essa desconstrução da heteronormatividade passa primeiramente pela política oculta mundial adotada desde a década de 1950 de sutilmente implantar compostos químicos nos agrotóxicos que diminuíssem a produção de testosterona nos homens e aumentassem a produção de estrógeno, fazendo com que as novas gerações de homens já nascessem com uma tendência a ter comportamentos afeminados regidos por hormônios femininos ingeridos diariamente nos produtos “naturais” saturados de agrotóxicos.
Isso explica por que houve um aumento vertiginoso na população homossexual mundial nas últimas décadas.

Os estudos sobre os efeitos hormonais dos organoclorados, dioxinas e dicarboximidas implantados nos pesticidas agrícolas demonstraram que estas moléculas imitam o estrógeno (hormônio feminino) e andrógeno (hormônio masculino), causando uma inversão de padrões nas espécies que as ingerem, induzindo homens a terem um perfil afeminado e mulheres a terem um perfil masculinizado. 

O exame das moléculas, no entanto, mostra que elas não são semelhantes e por isso só recentemente foram reconhecidos os seus efeitos hormonais. Mas lógico que os laboratórios que implantaram esses compostos desnecessários nos agrotóxicos já sabiam o que estavam fazendo!

Nas leis de Mendell da mecânica genética natural (sem intervenção química externa nenhuma), o hormônio ajusta-se ao receptor para entrar no núcleo da célula para gerar a resposta correta que determina o sexo do feto. Em presença de agente químico que imita o estrógeno, teremos uma resposta diferente e em presença  de antiandrógeno não há nenhuma resposta. Admitindo como suposição o exemplo de um feto masculino com cromossomos XY, se o agente químico antiandrógeno bloquear o hormônio que mudaria o sexo do feto devido à ausência de hormônio (resposta), o indivíduo nasceria com órgãos femininos e geneticamente do sexo masculino.

Esse experimento já foi amplamente comprovado cientificamente em ratos, jacarés, onças, peixes, focas, leões marinhos e várias outras espécies e os humanos são alvo desse macabro experimento desde a década de 1950 com os agrotóxicos.

Além do fator químico existe todo um novo sistema social vigente que escancaradamente luta pela afeminação da sociedade, contendo grupos e organizações LGBT e um exército de organizações e instituições feministas que não lutam por igualdade, mas sim pela afeminação da humanidade com a escancarada guerra que eles resolveram chamar de desconstrução da heteronormatividade.

O que esse conjunto de fatores impõe é que os pais devem respeitar a vontade dos filhos para que não causem traumas psicológicos nas crianças.
Mas isso se choca de frente com a lei natural das coisas, em que os pais devem sim dar ordens aos filhos e os filhos tem que obedecer gostando ou não da ordem que receberam!

Os pais de hoje em dia são funcionários dos filhos, escravos dos filhos, existem para fazer a vontade dos filhos e vivem para dar tudo o que os filhos querem, inclusive aceitando ser chantageados e manipulados pelos filhos.
Existem filhos que detectam a fraqueza de caráter dos pais e coagem os pais com ameaça de fazer escândalo em público caso os pais não façam o que o filho deseja. As crianças percebem que quando choram alto, berram, gritam e fazem escândalo são atendidas e usam o barulho como arma para obrigar os pais a realizar as suas vontades!

Existem filhos que chantageiam os pais com a opção de fazer o que eles querem ou então sofrer as consequências de ser ignorado pelo filho rebelde.
Existem pais fracos e débeis que permitem que seus filhos os manipulem sugerindo que devem ser premiados por obediência, com mesada mensal ou presentes por bom comportamento.

O que esses pais fracos não entendem é que estão criando monstros vorazes que vão sair de casa quando adultos para viver em sociedade acostumados desde a infância a terem tudo o que desejam.

Quando esse sociopata mirim se deparar com o mundo como ele realmente é e começar a ter as portas fechadas e a ouvir a palavra “não” 9 vezes e a palavra “sim” uma vez aí isso vai entrar em choque e em pleno contraste com a vida que ele sempre teve em casa, onde os desejos dele eram sempre satisfeitos por pais débeis que poderiam ser chamados de escravos dos filhos e não de pais!

Essa criança, agora adulta, vai ser obrigada a se deparar com a realidade da vida e vai ser obrigada a aceitar que não vai ter tudo o que quer, se tornando alguém depressivo, rancoroso e revoltado que sempre quer voltar a ter a vida boa que tinha, com todos os seus desejos realizados, ou pior, vai começar a cogitar a hipótese de passar por cima de outras pessoas para conseguir o que quer e assim são criados os ladrões, assaltantes, assassinos e todo tipo de monstro sociopata que temos ao nosso redor.

O que é um criminoso em essência? É uma pessoa que não suporta ouvir a palavra “não”. É uma pessoa que se acha melhor do que as outras e acha que merece privilégios. É uma pessoa que acha que todos os seus desejos devem ser realizados porque ele é especial.

Pais fracos, com comportamento feminilizado pela escancarada manipulação mundial dos últimos 70 anos, não têm autoridade sobre os filhos e não são capazes de dizer “não” aos filhos, por isso criam monstros vorazes sedentos por realização de desejos pessoais que vão sair de casa quando adultos para fazer o mundo ser pior do que já é.

O sábio Rei Salomão disse em Provérbios 23:13 e 14: “Não retenhas a disciplina do mero rapaz. Não morrerá se lhe bateres com a vara. Tu mesmo lhe deves bater com a vara, para que livres a sua alma do próprio Seol.”
Se você não disciplinar seu filho com a chinela por coisas erradas que ele fizer, o mundo vai disciplinar seu filho no futuro com um tiro na cara dele!

André Luís Neto daSilva Menezes.

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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Simplesmente vergonhoso

Simplesmente vergonhoso Paulo Maluf (PP-SP) permanecer no Parlamento. Trata-se de elemento procurado pela Interpol, que poderá ser preso ao botar o pé fora do Brasil.

Com efeito, a Justiça brasileira não é comprometida com a moralidade pública ao absolver Paulo Maluf das cominações da lei da Ficha Limpa. Os nossos magistrados parecem advogar em defesa de seus clientes. Estão sempre acatando interpretações da legislação, formuladas por espertos advogados a favor de indecorosos políticos. Os nossos magistrados, respeitadas as exceções, dão pouco exemplo de comportamento judicioso diante de matéria que envolve figuras políticas da plutocracia nacional.

Por outro lado, as decisões paradoxais de nossos tribunais transmitem ao cidadão inequívoca sensação de insegurança e de desconfiança da Justiça. No caso Maluf, (1) o TJSP manteve a condenação; (2) o TSE (primeiro recurso) manteve a condenação; (3) TRE-SP indefere a candidatura; e (4) TSE libera o registro, aceitando a defesa do candidato.

Francamente, os nossos tribunais não se entendem: é uma babel interpretativa para facilitar o infrator. E isso que se trata de magistrados com a mesma formação jurídica, mas decidindo de forma diversa, o que confirma o aforismo popular: "cada juiz, cada sentença".

Certamente, em países mais afinados com a moralização, deve causar perplexidade saber que um elemento como Paulo Maluf e outros indecorosos políticos ainda conseguem se reeleger e ser diplomados parlamentares.

Se de nossa Justiça não se pode esperar muita coisa, pior será do Congresso Nacional, novamente presidido por Renan Calheiros (PMDB-AL), cujo nome chegou a ser citado na Operação Lava Jato, da Polícia Federal, que investiga irregularidades na Petrobras, segundo informações publicadas pela revista Veja e pelo jornal O Estado de São Paulo, embora ainda não haja nenhuma denúncia formal contra ele.



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A hipnose e os problemas emocionais

Primeiramente é preciso saber que a hipnose é uma grande ferramenta para o tratamento de problemas emocionais. Costumo dizer que há profissionais que Por muitos anos a hipnose tem sido alvo de críticas e dúvidas, tanto no meio científico quanto no meio comum. Afinal, para que serve a hipnose?
tratam o hardware e outros que tratam o software. Ou seja, quando o problema é de ordem cerebral, como má formação ou problemas neurológicos, não pode ser considerado emocional. Por outro lado, quando se pode reprogramar algo que está no inconsciente e que está causando esses problemas, aí sim pode-se fazer uma espécie de reprogramação na mente.
A hipnose, aliada à terapia, chamada de hipnoterapia, age exatamente nessa reprogramação. Mas onde exatamente o hipnoterapeuta atua? No inconsciente. Podemos comparar o inconsciente a uma caixa preta de um avião. Quando ocorre o acidente aéreo essa caixa preta registra a falha do piloto ou falha mecânica. E quando os técnicos abrem essa caixa, eles conseguem saber exatamente o que causou o acidente. O hipnoterapeuta faz a mesma coisa: acessa a caixa preta, descobre o que está ocasionando o problema e faz a reprogramação.
Na hipnoterapia acredita-se que é possível tratar praticamente tudo com as técnicas hipnóticas. As pessoas sentem o que sentem e são o que são porque são frutos do meio, elas foram programadas desde sua concepção e essa programação a seguem por toda a vida. Cabe ao hipnoterapeuta fazer um mapa geral dessas concepções e dar um novo sentido emocional para tudo isso.
Quando sentimos medo e esse medo ultrapassa o natural é porque temos algo no passado ligado a isso. É um tipo de trauma que precisa ser liberado e com a hipnoterapia é possível chegar ao exato momento em que o problema se instalou. O medo é apenas um exemplo. Mas, seguindo essa linha emocional, podemos citar depressão, ansiedade, vícios, ejaculação precoce, no caso dos homens, e demais problemas. Quando o profissional detecta o problema, a hipnoterapia pode ser um grande antídoto.
É importante dizer que a hipnoterapia não é milagre e também não pode ser considerada a solução em 100% dos casos. Há pessoas que não estão preparadas para a hipnose ou que simplesmente não acreditam que essa técnica pode solucionar seus problemas. Dessa maneira o hipnoterapeuta não terá sucesso na utilização das técnicas. Isso também ocorre em outros tratamentos, como vou a um médico se não acredito na sua competência em me ajudar? O que quero dizer é que não se trata de crenças religiosas ou crenças internas somente, mas o quanto a pessoa que necessita de ajuda está aberta para o tratamento.
A hipnose clínica científica está casa vez mais difundida no Brasil e é aprovada como ferramenta pela medicina e foco de estudos científicos. É importante saber que tudo que é adivinhação, espiritual, ritualístico ou religioso não é hipnose ou hipnoterapia. Uma pessoa que se utiliza desses métodos e se diz hipnoterapeuta está agindo de má-fé.
Em minha tese de doutorado afirmo que a hipnoterapia será o principal tratamento para problemas de ordem emocional no mundo. Isso já está ocorrendo, a saúde pública tem lucrado e as pessoas que escolhem a hipnose para resolver seus problemas têm ótimos resultados.

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terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Correndo e sempre atrasado!

Com os avanços tecnológicos, as distâncias se encurtaram, o acesso às informações de qualquer lugar do mundo tornou-se possível e as pessoas estão mais próximas virtualmente e distantes fisicamente com as redes sociais.
Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), no início deste ano o Brasil alcançou o número de 272,72 milhões de linhas ativas no País, o que representa quase duas linhas de telefone móvel por habitante.
Em questão de 20 anos, estudar ou realizar uma pesquisa simples para o colégio representava horas na biblioteca em busca da informação em pilhas de livros, mas hoje temos todas as informações nas palmas de nossas mãos e podemos encontrá-las com apenas uma palavra-chave. Mas será que estamos utilizando estes avanços a nosso favor?
A tecnologia anda a passos largos e as facilidades são inúmeras, mas precisamos ponderar outros aspectos de nossas vidas. Somos convocados o tempo todo ao consumismo de bens, serviços e informações, geramos conteúdos em nossas redes pessoais e nos acorrentamos a este mundo paralelo e as consequências são drásticas: viramos seres imediatistas e com uma péssima qualidade de vida.
Sem perceber, praticamos atos contra nossa própria saúde rotineiramente:
– Dormimos menos horas e com menos qualidade;
– Não respeitamos nosso momento, como, por exemplo: dormimos com o celular embaixo do travesseiro e a primeira ação do dia é checar mensagens e e-mails;
– Alimentamos uma vida virtual e esquecemos que ainda existe a real;
– Não conseguimos mais visualizar e aproveitar momentos simples;
– Não batemos mais papos como antigamente.
A tecnologia é importante sim, mas nós precisamos ter domínio sobre ela e não o inverso. Para isso, vamos parar e respirar, organizar nossos pensamentos, nossos objetivos e preencher o vazio que existe dentro do peito com uma amizade divertida, um amor carinhoso, uma visita aos pais ou até mesmo um papo rápido com o cara que está esperando o ônibus ao seu lado no ponto. Vamos nos preencher de momentos reais, de amores, de risadas, de frustrações e aprendizados.
Pode parecer clichê, mas a beleza e a felicidade estão nas coisas simples que deixamos passar diariamente diante dos nossos olhos por estarmos ocupados com um mundo paralelo cheio de links.


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O preço dos carros no Brasil

Curiosidade: por qual razão pagar bem mais por esse sonho de consumo da maioria dos brasileiros?


Há modelos de carro no Brasil cujo preço chega a ser mais de 100% superior a seu equivalente nos Estados Unidos ou em países da América Latina. Os impostos pesam no preço no Brasil, mas não são os únicos responsáveis pelos altos preços.

Há cinco fatores mais relevantes que justificam os altos preços dos automóveis no Brasil, segundo Milad Kalume Neto, da consultoria Jato Dynamics do Brasil: os tributos diretos incidentes no veículo, os tributos indiretos, a infraestrutura precária, a logística inadequada e a alta demanda.

Para os importados, há também a variação cambial. E, além desses fatores, há também o lucro das empresas, que varia hoje entre 8% e 15%, conforme Milad. “O mercado automotivo é considerado por muitos o exemplo vivo do capitalismo”, disse. As montadoras não divulgam suas margens de lucro.

Sobre a incidência de impostos, Milad explicou que como alguns são aplicados em cascata e outros geram créditos tributários o sistema tributário torna-se “complexo e ilegível”, deixando quase impossível a leitura exata de quanto se paga de impostos. João Eloi Olenike, presidente do IBPT, destacou que, os países da América Latina, em geral, tem tributação inferior a do Brasil.

Em 2012, foi realizada uma audiência pública no Senado para esclarecer as razões para os altos preços dos carros no Brasil e discutir medidas para a solução do problema. Na época, o Sindipeças apresentou um estudo, baseado em informações veiculadas na imprensa, que projetava que a margem de lucro das montadoras no Brasil chega a três vezes da praticada nos Estados Unidos.

Da Revista Exame.

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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

O vilão dos casamentos!

De uns anos para cá houve um aumento considerável no número de separações e de pessoas em relações extraconjugais. No consultório e entre as pessoas com quem converso a opinião é unânime: a culpa  das separações é do distanciamento, tanto físico como emocional.

Nisto o grande vilão dos casamentos passa a ser a falta de desejo. Falta de  desejo de se tocar, de fazer algo com o companheiro, de compartilhar  coisas pessoais... Estas faltas todas fazem com que as pessoas se sintam desmotivadas, percam  o tesão, se desencantem e busquem outras pessoas.

Porém isso não é tão pessoal como parece. O grande problema está no modelo de casamento que herdamos. Vem das  avós, das mães e dos homens que as acompanhavam.

Sem conseguir fugir de um pouco de generalização, digo que a nossa sociedade ainda cria mulheres para dar conta de tudo que se diz respeito ao núcleo familiar.  Isso seria ótimo, se não fosse a atual jornada dupla da mulher e o papel dos homens nesta organização familiar.  Papéis determinados pelos próprios protagonistas.

A sensação de incapacidade dos homens está enorme e o peso nas costas das mulheres tão grande quanto.  Isto porque as mulheres são mandonas por “natureza” e por que os homens parecem precisar disso? Sim e não.

As mulheres gostam de organizar, os homens gostam de serem orientados, são quase preguiçosos para decidir fora do trabalho. As mulheres gostam das coisas do seu jeito, os homens gostam de não ter que pensar como. E isso aparece na educação dos filhos, na determinação das rotinas, na escolha de programas e em mais uma infinidade de coisas do casal.  Será que também está na hora do sexo? Quanta autonomia é dada a aquele homem que precisa ter “pegada”!

Mas não temos culpados, da mesma forma que as mulheres se colocam neste lugar os homens também se colocam no lugar determinado a eles e adoram a sua cômoda posição. Só que os tempos mudaram. Atualmente as mulheres também estão tendo que decidir muita coisa lá fora e andam sobrecarregadas. Por outro, lado os homens não aguentam mais serem tratados como “incompetentes” no que tem certeza que podem ser competentes. E ambos detestam todo este enrosco e projetam as suas frustrações nos companheiros, perdendo o desejo e se distanciando.

Sei que não estamos falando de algo muito simples de mexer. Muitas pessoas não querem mais esta realidade, mas não sabem o que fazer para mudar. Bem, a minha sugestão é refletir, discutir sobre e achar novas formas de fazer as coisas. Fazer diferente! Pequenas mudanças nas atitudes de um muda o outro e o “nós”.

Além disso, para casais eu sempre recomendo: um pouco de bom humor ajuda muito.


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domingo, 1 de fevereiro de 2015

Jornalismo - Alma e rigor

Antes da era digital, em quase todas as famílias existia um álbum de fotos. Lá estavam as nossas lembranças, os nossos registros afetivos, a nossa saudade. Muitas vezes abríamos o álbum e a imaginação voava. Era bem legal.

Agora, fotografamos tudo e arquivamos compulsivamente. Nosso antigo álbum foi substituído pelas galerias de fotos de nossos dispositivos móveis. Temos overdose de fotos, mas falta o mais importante: a memória afetiva, a curtição daqueles momentos. Fica para depois. E continuamos fotografando e arquivando. Pensamos, equivocadamente, que o registro do momento reforça sua lembrança, mas não é assim. Milhares de fotos são incapazes de superar a vivência de um instante. É importante guardar imagens. Mas é muito mais importante viver cada momento com intensidade.

Algo análogo, muito parecido mesmo, ocorre com o consumo da informação. Navegamos freneticamente no espaço virtual. Uma enxurrada de estímulos dispersa a inteligência. Ficamos reféns da superficialidade. Perdemos contexto e sensibilidade crítica. A fragmentação dos conteúdos pode transmitir certa sensação de liberdade. Não dependemos, aparentemente, de ninguém. Somos os editores do nosso diário personalizado. Será? Não creio, sinceramente. Penso que há uma crescente nostalgia de conteúdos editados com alma, rigor, critério e qualidade técnica e ética. Há uma demanda reprimida de reportagem. É preciso reinventar o jornalismo e recuperar, num contexto muito mais transparente e interativo, as competências e a magia do jornalismo de sempre. É preciso olhar para trás para dar saltos consistentes.

Jornalismo sem alma e sem rigor. É o diagnóstico de uma doença que contamina inúmeras redações. O leitor não sente o pulsar da vida. As reportagens não têm cheiro do asfalto. As empresas precisam repensar os seus modelos e investir poderosamente no coração. É preciso dar novo brilho à reportagem e ao conteúdo bem editado, sério, preciso, isento. O prestígio de uma publicação não é fruto do acaso. É uma conquista diária. A credibilidade não se edifica com descargas de adrenalina.

É preciso contar boas histórias. Com transparência e sem filtros ideológicos. O bom jornalista ilumina a cena, o repórter manipulador constrói a história. Na verdade, a batalha da isenção enfrenta a sabotagem da manipulação deliberada, da preguiça profissional e da incompetência arrogante. Todos os manuais de redação consagram a necessidade de ouvir os dois lados de um mesmo assunto. Mas alguns procedimentos, próprios de opções ideológicas invencíveis, transformam um princípio irretocável num jogo de aparência.

A apuração de mentira representa uma das mais graves agressões à ética e à qualidade informativa. Matérias previamente decididas em guetos sectários buscam a cumplicidade da imparcialidade aparente. A decisão de ouvir o outro lado não é honesta, não se apoia na busca da verdade, mas num artifício que transmite um simulacro de isenção, uma ficção de imparcialidade. O assalto à verdade culmina com uma estratégia exemplar: repercussão seletiva. O pluralismo de fachada, hermético e dogmático, convoca pretensos especialistas para declarar o que o repórter quer ouvir. Mata-se a notícia. Cria-se a versão.

A crise do jornalismo está intimamente relacionada com a perda de qualidade do conteúdo, com o perigoso abandono de sua vocação pública e com sua equivocada transformação em produto mais próprio para consumo privado. É preciso recuperar o entusiasmo do "velho ofício". É urgente investir fortemente na formação e qualificação dos profissionais. O jornalismo não é máquina, tecnologia, embora se trate de suporte importantíssimo. O valor dele se chama informação de alta qualidade, talento, critério, ética, inovação.

Sem jornalismo público, independente e qualificado, o futuro da democracia é incerto e preocupante. O jornalismo precisa recuperar a vibração da vida, o cara a cara, o coração e a alma.


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Vaticano e vida extraterrestre

Falar sobre vida extraterrestre sempre desperta nosso imaginário e vemos reações diversas entre as pessoas. O fato é que as informações na mídia são tão desencontradas que grande parte da população não sabe no que acreditar.
Por outro lado, parece que algo está mudando rapidamente nesse cenário e o próprio Vaticano está tomando a frente em revelações significativas. Dá a impressão de que algo muito grande está para acontecer e que o Vaticano participa ativamente desse acontecimento.
Francisco é o primeiro jesuíta a ocupar o papado e os jesuítas são famosos por pertencerem a uma elite dentro da Igreja, voltada aos estudos da ciência. São homens que, por norma, não têm apenas a formação teológica, mas também outras. São médicos, físicos, astrofísicos, engenheiros, etc.
O próprio papa é formado em Engenharia Química. Desde 2008 a igreja trabalha a ideia de que os extraterrestres são nossos irmãos e na existência de outros seres inteligentes criados por Deus. Isso não vai contra a fé cristã, pois o próprio Cristo já falava que “na casa de meu Pai existem muitas moradas” e “meu reino não é deste mundo”.
Os jesuítas administram dois grandes observatórios estelares; um em Castel Gandolfo, a 30 km do Vaticano, onde os papas se hospedam durante o verão, e outro no Monte Graham, Arizona-EUA. Esse último possui um dos mais poderosos e avançados telescópios do mundo, com câmeras super-resfriadas infravermelhas conhecidas como LTB (Large Binocular Telescope). Para termos uma ideia, esse telescópio tem uma resolução 10 vezes maior que o telescópio espacial Hubble.
Outro jesuíta, Guy de Colsomagno, um dos líderes da preparação científica para a divulgação de vida extraterrestre, medalha de ciência Carl Sagan da Sociedade Americana de Astronomia, é um dos conselheiros habituais do papa Francisco.
Ralcoh Comunicação – www.ralcoh.com.br – (11) 3257.4741. Essa abertura do Vaticano para a discussão da vida extraterrestre não é apenas um acidente. É uma estratégia bem definida que começou em 2008 com o padre José Funes, à época, diretor do observatório de Castel Galdolfo, e vem tomando corpo a cada ano. Na verdade, é uma política de abertura que vem sendo adotada pelas Nações Unidas.
O ex-ministro da Defesa do Canadá, Paull Hellyer, declarou durante uma audiência pública em Washington (EUA) que os UFOS são tão reais quanto os aviões que voam sobre nossas cabeças. Dentro dessa estratégia, o Vaticano tem um papel preponderante na preparação do mundo católico para a divulgação da existência de vida extraterrestre.
Não fiquem surpresos se, no futuro, tivermos uma declaração oficial sobre um contato com uma cultura alienígena. Essa posição não é uma exclusividade do Vaticano, mas, através dele, o diálogo global com as massas fica mais fácil.
O Vaticano, através dos jesuítas, está desempenhando um papel construtivo na preparação do público para suportar essa revelação. Vamos acompanhar com atenção e seriedade os próximos desdobramentos desse evento.

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