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Me dizem que rola um texto na Internet com minha assinatura baixando o pau no "Big Brother Brasil". Não fui eu que escrevi. Não poderia escrever nada sobre o "Big Brother Brasil", a favor ou contra, porque sou um dos três ou quatro brasileiros que nunca o acompanharam. O pouco que vi do programa, de passagem, zapeando entre canais, só me deixou perplexo: o que, afinal, atraia tanto as pessoas - além do voyeurismo natural da espécie - numa jaula de gente em exibição? Falha minha, sem dúvida. Se prestasse mais atenção talvez descobrisse o valor sociológico que, como já ouvi dizerem, redime o programa e explica seu fascínio. Pode ser. Os "Big Brothers" e similares fazem sucesso no mundo todo. Provavelmente eu e os outros três ou quatro resistentes apenas não pegamos o espírito da coisa.
Também me dizem que, além de textos meus que nunca escrevi (como textos igualmente apócrifos do Jabor, da Martha Medeiros e até do Jorge Luís Borges) agora também frequento a Internet com um "tweeter". Aviso: não tenho tuiter, não recebo tuiter, não sei o que é tuiter. E desautorizo qualquer frase de tuiter atribuída a mim a não ser que ela seja absolutamente genial. Brincadeira, mas já fui obrigado a aceitar a autoria de mais de um texto apócrifo (e agradecer o elogio) para não causar desgosto, ou até revolta. Como a daquela senhora que reagiu com indignação quando eu inventei de dizer que um texto que ela lera não era meu:
- É sim.
- Não, eu acho que...
- É sim senhor!
Concordei que era, para não apanhar. O curioso, e o assustador, é que, em textos de outros com sua assinatura e em tuiters falsos, você passa a ter uma vida paralela dentro das fronteiras infinitas da Internet. É outro você, um fantasma eletrônico com opiniões próprias, muitas vezes antagônicas, sobre o qual você não tem nenhum controle,
- Olha, adorei o que você escreveu sobre o "Big Brother". É isso aí!
- Não fui eu que...
- Foi sim!
Luis Fernando Verissimo.O que você acha disso? comente aqui ou no dihitt.

Houve um tempo em que os portugueses eram os donos do Brasil. Com o desenvolvimento e a democracia, os brasileiros começaram a se sentir os donos do País. Pura ilusão. O conjunto dos brasileiros não são os donos do Brasil, porque o País está dividido entre os grupos que o compõem. Um exemplo é a ânsia dos consumidores atuais para queimarmos o mais rapidamente possível todo o petróleo disponível sob o solo brasileiro; e a disputa entre Petrobrás, Estados e Municípios para se apropriarem dos lucros decorrentes dessa exploração.
É como se a República Brasileira fosse dividida entre cada segmento da sociedade atual, e entre os brasileiros de hoje e os de amanhã. Como se o Brasil fosse cheio de donos. Talvez a maior deformação na apropriação do Brasil seja a maneira pela qual a atual geração se apropria dos nossos recursos, depredando-os sem nenhuma consideração pelas gerações futuras. O que foi feito com o ouro, nos séculos XVII e XVIII, estamos fazendo agora com a água – poluindo os rios –, com a renda nacional – consumindo-a no presente, em vez de poupá-la –, com o petróleo e seus royalties – queimados e gastos em atividades que não deixarão resultados permanentes.
O Brasil chegou ao século XXI repartido em grupos, sem um sentimento geral, sem visão de longo prazo nem patriotismo.
Isso dificulta o enfrentamento de todos os outros problemas. Cada Unidade da Federação defende seu interesse específico e cada governo quer gastar todo dinheiro no imediatismo do seu mandato: na hora de tomar decisões, as futuras gerações brasileiras não existem.
Quando, há 50 anos, defendíamos que “Petróleo é Nosso”, a ideia era reparti-lo entre os brasileiros daquele tempo, cada um se apropriando da maior parcela possível. O certo teria sido dizer “O petróleo é do futuro, das crianças do Brasil”. Se pensássemos assim, não estaríamos discutindo qual Estado ou Município deve receber mais royalties, e sim como investi-los para construir um Brasil melhor. Fosse essa a postura adotada, e todos os recursos iriam para cada criança, vinculados ao investimento na educação, cada Município e Estado recebendo proporcionalmente ao número de crianças na escola.
É com esse intuito que o senador Tasso Jereissati e eu apresentamos projetos de lei que, sem mudar a distribuição das atuais reservas de petróleo entre Estados e Municípios, vinculam os recursos decorrentes das novas reservas em investimentos na Educação de Base. Esses projetos foram transformados em emenda ao projeto original enviado pelo governo, atualmente em tramitação no Congresso. A grande diferença é que, em vez de distribuir os royalties do petróleo entre unidades federativas, o Brasil vai distribuí-los entre a geração atual e as futuras. A atual ficaria com o direito de consumir o petróleo, queimando-o para transformá-lo em energia, mas pagaria um royalty às gerações vindouras, investindo na construção do futuro, por meio da boa educação para toda a população.
Esse investimento, aplicando os royalties proporcionalmente ao número de crianças do município e do estado e vinculando-os à educação, é a forma de transformar o petróleo – um recurso esgotável – em riqueza permanente – a inteligência do Brasil.
Se não agir assim, e se as reservas do pré-sal se confirmarem, o Brasil corre o risco de cair na maldição do petróleo: pobreza ao redor da riqueza, inflação nas áreas de produção e, sobretudo, o baque do seu esgotamento. Em vez disso, o petróleo do pré-sal precisa servir ao futuro do Brasil.
Cristovam Buarque.Comente sobre o texto no blog ou no dihitt.

Léon Denis, um dos principais colaboradores de Allan Kardec nos primórdios da Codificação, diz, no livro O problema do ser, do destino e da dor, que o Espiritismo veio, no momento previsto pela Espiritualidade Superior para absorção e gáudio do homem que estivesse preparado para recebê-lo.
No texto abaixo, Léon Denis afirma que o Espiritualismo moderno, que corresponde ao Espiritismo codificado, dirige-se precipuamente às almas mais desenvolvidas e emancipadas das amarras que mais têm prejudicado a humanidade, esclarecendo:
“...O Espiritualismo moderno dirige-se principalmente às almas desenvolvidas, aos espíritos livres e emancipados, que querem por si mesmos achar a solução dos grandes problemas e a fórmula do seu Credo. Oferece-lhes uma concepção, uma interpretação das verdades e das leis universais baseada na experiência, na razão e no ensino dos Espíritos. Acrescentai a isso a revelação dos deveres e das responsabilidades, única condição que dá base só¬lida ao nosso instinto de justiça; depois, com a força moral, as satisfações do coração, a alegria de tornar a encontrar, pelo menos com o pensamento, algumas vezes até com a forma, os seres amados que julgávamos perdidos. À prova da sua sobrevivência junta-se a cer¬teza de irmos ter com eles e com eles reviver vidas inu-meráveis, vidas de ascensão, de felicidade ou de progresso. Assim, esclarecem-se gradualmente os problemas mais obscuros, entreabre-se o Além; o lado divino dos seres e das coisas se revela. Pela força desses ensinamentos, a alma humana cedo ou tarde subirá e, das alturas a que chegar, verá que tudo se liga, que as diferentes teorias, contraditórias e hostis na aparência, não são mais do que aspectos diversos de um mesmo todo. As leis do majestoso Universo resumir-se-ão para ela numa Lei única, força ao mesmo tempo inteligente e consciente, modo de pensamento e ação. Por ela achar-se-ão ligados numa mesma unidade poderosa todos os mundos, todos os seres, associados numa mesma harmonia, arrastados para um mesmo fim...” (p. 28).
2 – Por último, nessa primeira parte do livro citado, o autor reconhece que o Espiritismo, doutrina tríplice, representa a síntese do conhecimento, pleno da luz do saber e de indizível beleza poética, afirmando:
“...Dia virá, em que todos os pequenos sistemas, aca¬nhados e envelhecidos, fundir-se-ão numa vasta síntese, abrangendo todos os reinos da ideia. Ciências, filosofias, religiões, divididas hoje, reunir-se-ão na luz e será então a vida, o esplendor do espírito, o reinado do Conhecimento. Nesse acordo magnífico, as ciências fornecerão a precisão e o método na ordem dos fatos; as filosofias, o rigor das suas deduções lógicas; a Poesia, a irradiação das suas luzes e a magia das suas cores; a Religião jun¬tar-lhes-á as qualidades do sentimento e a noção da esté¬tica elevada. Assim, realizar-se-á a beleza na força e na unidade do pensamento. A alma orientar-se-á para os mais altos cimos, mantendo ao mesmo tempo o equilíbrio de relação necessário para regular a marcha paralela e ritmada da inteligência e da consciência na sua ascensão para a conquista do Bem e da Verdade” (p. 29).
Weimar Muniz de Oliveira.

Faz parte da natureza humana julgar os outros com muita severidade, e, quando o vento sopra contra nossos anseios, sempre encontrar uma desculpa ou blasfemar contra o próximo por nossas falhas. A seguir, histórias de diversas tradições sobre a maneira do homem enganar a si mesmo:Riqueza no outro mundo
O pastor gostava de pregar que os ricos jamais entrariam no reino dos céus. Certo dia, um membro de sua congregação pediu para encontrá-lo depois do ofício religioso.
- É verdade que aquele que é pobre neste mundo, será rico no Paraíso? Como a igreja é rica, e eu sou pobre, estou precisando de dez moedas de ouro.
Sem hesitar, o pastor tirou dez moedas de ouro do cofre. Antes de entregá-las, perguntou o que ia fazer.
- Vou dar início a uma empresa.
O pastor tornou a colocar as moedas no cofre:
- Como você é um homem capaz, terá lucro em sua empresa, vai terminar ficando rico. Não entrará no Céu, e não terá como pagar seu débito; é melhor deixar as coisas como estão.
O lobo e Shiva
Um lobo caminhava pela floresta, quando aproximou-se de um templo dedicado ao Deus Shiva. “Faz quase um dia inteiro que estou caçando, e não consegui nada. Será que isso é um sinal? Talvez eu deva aproveitar este dia para fazer um jejum em honra de Shiva.”
O que o lobo não sabia era que Shiva o estava observando; para testar sua sinceridade, transformou-se em ovelha, e apareceu diante do templo.
O lobo saiu do transe e arremeteu sobre a presa; mas a cada ataque, a ovelha era capaz de reagir com uma agilidade nunca vista. Depois de quase meia hora de esforço, o lobo desistiu, e voltou à sua meditação, consolando a si mesmo:
“Sou um animal fiel; não quebrei o jejum em honra de Shiva.”
O cavalo e seu destino
Certo mensageiro foi enviado em uma missão urgente, para uma cidade distante. Colocou a sela em seu cavalo, e partiu a todo galope. Depois de ver passar várias hospedarias, o cavalo pensou:
“Já não paramos para comer em estrebarias, e isso significa que não sou mais tratado como um cavalo, e sim como um ser humano. Como todos os homens, creio que comerei na próxima cidade grande.”
Mas as cidades grandes passavam uma após a outra, e seu condutor continuava a viagem. O cavalo então começou a pensar: “Talvez eu não tenha me transformado em um ser humano, mas em um anjo, pois os anjos jamais necessitam de comida.”
Finalmente, atingiram o destino, e o animal foi conduzido até o estábulo, onde devorou o feno que estava ali com um apetite voraz.
“Por que achar que as coisas mudam, se elas não seguem o ritmo de sempre?” dizia para si mesmo. “Não sou homem nem anjo, mas apenas um cavalo com fome.”
Paulo Coelho.
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Sei que talvez me repita um pouco hoje, mas, no momento, é difícil desviar a atenção para outro assunto. Refiro-me a Hugo Chávez, a quem assisto num clipe que me mandaram por e-mail, declamando seu bestialógico padrão e terminando em “¡muerte!” outra vez, com a habitual vaniloquência fanfarrona que, apesar de “de esquerda”, parece mais com o figurino de Mussolini. Não tenho nada com isso, havendo por graça divina nascido do lado de cá do Oiapoque, mas, como já observei antes, fico passado de vergonha com essas coisas. Chega desse negócio de “muerte”, que parece coisa de dramalhão mexicano da década de 50 do século passado, não sei como se consegue aturar essa palhaçada, ainda mais estrelada por um caudilho de meia-tigela. Até aqui mesmo, em meio a nosso atraso, já deram o último grito desses há bastante tempo e, segundo muito se comenta, não resultou nem em independência nem em morte.
Além disso, é difícil aguentar a mesma cantilena antiamericana com os quais os mais velhos já torravam o saco das novas gerações há décadas, a ponto de se atribuir aos gringos até surtos de catapora. Primeiro, tem a conversa de que, com cinquenta caças russos e mais uns tantos foguetes de São João, ele está preparado para enfrentar o poderio bélico americano, confronto que, como sabe todo mundo, só poderá ser deflagrado depois que for explicado aos americanos o que é um chávez e de que se trata a Venezuela. Em seguida, vem a convicção de que os mencionados americanos perdem horas de sono com o que uma aguerrida Venezuela pode fazer a eles. Não deixa de ser interessante, porque é do conhecimento geral que o sulfuroso petróleo venezuelano tem mercado restrito e os Estados Unidos são de muito longe seu freguês mais importante. Ou seja, bastava, para acabar logo com a farofada, que os americanos não comprassem mais o petróleo venezuelano. Mas imagino que isso ia gerar protestos, inclusive do Brasil, por resultar em odiosa pressão econômica, interferência nos negócios internos de um país soberano e semelhantes papos, além da ajuda humanitária que acabaria tendo de ser mandada para lá e demais chateações.
Agora, outra vergonha e outra manifestação de atraso, entre as que quase todo dia chegam da Venezuela: mais sufocamento da liberdade de expressão. Desta feita um político anti-Chavez foi preso por dar uma entrevista considerada ilegal, ou seja, que continha algo do desagrado do governo, que, lá como aqui, se confunde propositadamente com o Estado. E, com certeza, a autoridade que fez a prisão garantiu e garante que ela não tem nada a ver com o fato de que o preso concorreu à presidência da Venezuela na oposição e talvez ainda venha a concorrer, se Chavez daqui para lá não se promover a marechalíssimo e protetor perpétuo do povo.
Pelo menos dois dos delitos definidos pela lei chavista são exemplares. O primeiro é o “incitamento ao ódio”. Isto, é claro, significa qualquer coisa que se queira. Por exemplo, o governador Cabral podia ser enquadrado nessa lei, ao chorar por causa da emenda de Ibsen Pinheiro. Quantas velhinhas fluminenses não passaram a odiar o deputado Ibsen, por ter feito o paladino delas chorar tão sentidamente? E o segundo delito é a “difusão de informação falsa”, o que, novamente, tem amplitude suficiente para abranger qualquer coisa, bastando para isso que o governo diga que essa coisa é falsa. Por exemplo, imagino que, se algum técnico venezuelano opinar que os apagões de lá são consequência de incompetência do governo, o governo aparece, brande as estatísticas que estão sempre à disposição de qualquer governo e prende o técnico, não por delito de opinião, decerto, mas por divulgar informação falsa – a cadeia é a mesma, mas ninguém pode alegar que motivo da prisão também é.
Como, no Brasil de hoje, o governo e seus prepostos na máquina pública (que devia ser do Estado, mas é do governo) parecem estar empenhados em regulamentar todos os aspectos de nossa vida, venho até estranhando que não tenham ressuscitado a regulamentação da profissão de escritor, um projeto que já ocupou o Congresso e que também era “de esquerda”. Regulamentada essa profissão, que, na definição concebida pelos seus defensores, incluiria até mesmo os redatores de bulas de remédio e, com um pouquinho mais de esforço, os autores das comunicações internas dos condomínios residenciais, a primeira providência seria, naturalmente, sindicalizar os escritores. Depois viria a obrigatoriedade, para quem quisesse escrever, de filiar-se ao sindicato, pagar o imposto sindical e as mensalidades e seguir as orientações da categoria. Entre estas, com certeza, terminariam por constar diretrizes baixadas em assembleias gerais com a participação de cinco escritores profissionais, dez mil escritores eventuais e quatrocentos mil inéditos. Como, no sofisticado Brasil de hoje, se acredita que democracia quer dizer tirania da maioria, o escritor que se recusasse a aderir às posições do sindicato poderia ser expulso dele, passando assim a não ter mais direito de exercer a profissão. Quanto às editoras, é bem possível que o projeto venha a ser reformulado para obrigar qualquer editora que atue no Brasil a obedecer a uma pauta de publicação. Poderá ser criada uma lista de temas obrigatórios definidos pelo Conselho Nacional de Literatura e, com certeza, será aprovado um dispositivo que imporá às editoras dedicar um significativo percentual de sua produção a títulos de autores inéditos, outro a autores de cada Estado mediante indicação dos conselhos estaduais, outro a mulheres, outro a idosos e, finalmente, conquista das conquistas, a quotas para escritores negros. É, isso tudo realmente dá um certo cansaço. Mas não se pode descansar, porque o preço do descanso é a vitória do atraso e da burrice.João Ubaldo Ribeiro.O que achou do texto? comente aqui ou no dihitt.

A Páscoa é uma das datas comemorativas mais importantes entre as culturas ocidentais. A origem desta comemoração remonta muitos séculos atrás. O termo “Páscoa” tem uma origem religiosa que vem do latim Pascae. A Páscoa (do grego Pessach, significando passagem) foi comemorada primeiramente pelos hebreus (judeus) representando a libertação deste povo da escravidão em que viviam no Egito. Entre os judeus, esta data assume um significado muito importante, pois marca o êxodo deste povo do Egito, por volta de 1250 a.C, onde foram aprisionados pelos faraós durante vários anos. Esta história encontra-se no Velho Testamento da Bíblia, no livro Êxodo. A Páscoa Judaica também está relacionada com a passagem dos hebreus pelo Mar Vermelho, onde liderados por Moises, fugiram do Egito. Nesta data, os judeus fazem e comem o matzá (pão sem fermento) para lembrar a rápida fuga do Egito, quando não sobrou tempo para fermentar o pão.
Historiadores encontraram informações que levam a concluir que uma festa de passagem era comemorada entre povos europeus há milhares de anos atrás. Principalmente na região do Mediterrâneo, algumas sociedades, entre elas a grega, festejavam a passagem do inverno para a primavera, durante o mês de março. Geralmente, esta festa era realizada na primeira lua cheia da época das flores. Entre os povos da antiguidade o fim do inverno e o começo da primavera eram de extrema importância, pois estavam ligados a maiores chances de sobrevivência em função do rigoroso inverno que castigava a Europa, dificultando a produção de alimentos.
Mais tarde, devido à morte e ressurreição de Jesus Cristo, que ocorreu durante a páscoa Judáica, os cristãos passaram a comemorar a páscoa representando a vitória de Cristo sobre a morte, sua libertação e passagem para uma nova vida. Entre os cristãos, a semana anterior à Páscoa é considerada como Semana Santa. Esta semana tem início no domingo de Ramos que marca a entrada de Jesus em Jerusalém.
Com o decorrer do tempo e expansão do cristianismo, alguns símbolos de rituais pagãos foram ligados a Páscoa. A comemoração da passagem do inverno para a primavera, por exemplo, trazia como parte da celebração o costume de oferecer e receber ovos coloridos, que representavam a vida e a fertilidade que esta estação do ano trazia. A figura do coelho está simbolicamente relacionada à esta data comemorativa, pois este animal representa a fertilidade. O coelho se reproduz rapidamente e em grandes quantidades. Entre os povos da antiguidade, a fertilidade era sinônimo de preservação da espécie e melhores condições de vida, numa época onde o índice de mortalidade era altíssimo. No Egito Antigo, por exemplo, o coelho representava o nascimento e a esperança de novas vidas.
Mas o que a reprodução tem a ver com os significados religiosos da Páscoa? Tanto no significado judeu quanto no cristão, esta data relaciona-se com a esperança de uma vida nova. Já os ovos de Páscoa (de chocolate, enfeites, joias), também estão neste contexto da fertilidade e da vida.
A figura do coelho da Páscoa foi trazido para a América pelos imigrantes alemães, entre o final do século XVII e início do XVIII.
Ao longo do tempo, os ovos de pato ou galinha foram sendo substituídos por ovos de madeira, prata e até mesmo ouro, decorados com pedras preciosas, até que, com a chegada das indústrias de chocolate, passaram a ser produzidos com esta matéria prima. O chocolate se tornou, então, um dos símbolos da Páscoa.
E por que o chocolate foi adotado para produção de ovos? Bem, essa explicação só pode estar relacionada ao sabor, porque chocolate é algo maravilhoso e celebrar a Páscoa com chocolate é um doce prazer.Simone Tuzzo.Comente, participe!!!

Qual será a sua verdadeira concepção a respeito da vida? A vida em si é muito interessante e, ao mesmo tempo, muito engraçada. Você já notou que muitos vieram para esta vida só para dar ordens, e a maioria para obedecer? Nesta terra de cegos, todos nós já sabemos que quem tem um olho, se torna o rei. Quem enxerga um pouquinho já quer ser chefe, e quem não enxerga nada, passa esta vida toda só aceitando ordens, acreditando em tudo que os outros falam, e ainda ‘pagando para ver’.
Têm aqueles que acreditam em gente que traduz os sonhos. Um dia, em uma pequena cidade, um jovem acordou desesperado porque havia sonhado que sua casa estava pegando fogo. Saiu correndo então, para perguntar a um senhor que traduzia os sonhos para as pessoas jogar na loteria ou jogo do bicho. Ao chegar à frente da casa do velho ele pergunta: - “Senhor João, sonhei com minha casa pegando fogo... o que é que eu jogo”? – o senhor João respondeu: - “jogue água! jogue água, senão ele não apaga”!
Também tem gente que acredita que alguém possa adivinhar o futuro. Um dia, no Brasil, na feira, eu vi uma senhora com uma roupa estranha, - cheia de estrelas. Aproximei-me e perguntei: - a senhora faz o quê? – “Vejo o futuro! respondeu a cigana”. Verdade? e por quanto a senhora faz isto? – “Vejo o futuro por apenas cinco reais”, disse a cigana.
Então eu perguntei se eu poderia pagar na próxima semana, disse até que pagaria mil reais, mas eu queria hoje os seis números da sena. A cigana rodou a baiana, só não me chamou de santo. Aí eu pensei, que vidente é esta, que prefere ganhar cinco reais, do que a bolada da Sena?
Também tem aqueles que acreditam na opção mais barata. Um dia um brasileiro se sentiu mal, foi no hospital fazer exames, chegando lá, descobriu que estava com uma doença grave. O médico então examinou e passou a receita médica. Ao sair do hospital, ele deu uma passada na farmácia e comprou os remédios que precisava, depois foi direto à igreja, se ajoelhou e rezou por quase duas horas, fez uma promessa e foi para casa.
Um mês depois finalmente chegou a cura e, com ela, a conta do hospital. O brazuca olhou a conta de 1.500 dólares, pensou direitinho, e lembrou-se da promessa que tinha feito de passagem pela igreja... Se ele ficasse bom da tal doença, ele acenderia seis velas para seu santo protetor. Aí o brazuca ficou ali se perguntando, por que que eu vou pagar 1. 500 dólares ao hospital, se foi o santo que me salvou? E para não mostrar que era uma pessoa miserável, ele acendeu o dobro de velas para o santo.
Esta vida é mesmo engraçada, tenho certeza que muita gente vai dar risadas lendo isto, mas todos nós vamos sempre acreditar em alguém ou alguma coisa, o que para nós parece ser normal, mas para outros poderá ser um absurdo. Enquanto os cientistas quebram suas cabeças com pesquisas e estudos, que duram anos, para descobrir que as tempestades, terremotos, calor e frio são reações climáticas de um planeta, muitos acham mais fácil dizer “foi Deus quem mandou”. Lúcio (China), (203) 449-8818. Obrigado pela atenção.
Lúcio Sousa- comunidadenews.
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“Ponta de areia ponto final
Da Bahia-Minas estrada natural
Que ligava Minas ao porto ao mar
Caminho de ferro mandaram arrancar”
(Milton Nascimento & Fernando Brant)A história do transporte ferroviário no Brasil é toda ela cercada de fatos da maior importância e de contradições, de tentativas válidas e de fracassos retumbantes, mas, sobretudo, de uma crença firmada de que temos necessidade de desenvolvê-lo e de que, ao mesmo tempo, estamos atrasadíssimos no setor.
Já publiquei os artigos “Nos trilhos do desenvolvimento I e II”, em novembro passado, sobre a questão das ferrovias em nosso País, e a repercussão foi tamanha que ensejou um segundo artigo na semana seguinte ampliando a discussão e trazendo novos dados para o debate. É que existe no fundo da alma da brasilidade uma imensa frustração por conta de nosso sistema ferroviário acanhado, bastante menor que nossas necessidades, totalmente despreparado para fazer frente às demandas de uma economia ascendente e, em particular, ao agronegócio.
Desde a década de 50, quando JK interiorizou o desenvolvimento com a construção de Brasília, tendo por base a herança bendita do País modernizado e forte que herdará da Era Vargas (CSN, Petrobras), os brasileiros passaram a contar com excelente malha viária e passaram a viver a realidade de um parque automotivo próprio, num tempo onde a gasolina e o diesel custavam pouco mais que nada e relegando as ferrovias, em erro grave histórico.
Nos anos da ditadura militar, os do “Brasil Grande”, se rasgaram rodovias em nosso mapa com imensa facilidade. Difícil foi concretizar a Transamazônica, a Perimetral Norte... Se tivéssemos envidado apenas metade dos esforços e recursos materiais que torramos com tais projetos mastodônticos - e que jamais ofereceram ao Brasil e aos brasileiros o retorno esperado – com investimentos na construção de novas ferrovias ou mesmo na ampliação e reforço da malha ferroviária existente, o resultado seria extremamente benéfico para a economia e o desenvolvimento nacionais.
Como não adianta chorar o leite derramado nem os trilhos que não foram construídos, o governo do presidente Lula retomou com vigor a construção de uma das poucas iniciativas válidas no setor: a Ferrovia Norte-Sul, que corta o centro-oeste brasileiro, avança chegando ao Porto de Itaqui (MA) e dando vazão a toda imensa produção agroindustrial de Mato Grosso, Goiás, Tocantins, oeste da Bahia, Maranhão, Pará e Piauí. Era, sem dúvida, a iniciativa que faltava para que o Brasil novamente olhasse com os olhos do futuro a opção economicamente mais viável, auto-sustentável e adequada para as dimensões continentais de um país como o nosso.
Já escrevi em outro artigo em defesa das ferrovias, que as grandes economias mundiais se estruturaram baseadas numa equação tão simples quanto eficiente: os trilhos transportando aos centros urbanos consumidores e aos portos de exportação a produção agrícola ou industrial de regiões distintas. E, no caminho inverso, aproveitando a capacidade de carga para abastecer os centros interioranos e as zonas agroindustriais com o que é produzido nos cinturões industriais das metrópoles, numa logística perfeita, harmoniosa e lucrativa. Sendo, ainda, transporte seguro, confortável, pontual e econômico para milhões de pessoas todos os dias, com rapidez superior ao do transporte rodoviário.
Hoje o transporte da safra de grãos, que a cada ano se supera e bate recordes internacionais, se dá de forma dispendiosa e antiquada, através de caminhões que congestionam rodovias, não apresentam a regularidade necessária, consomem quantidades absurdas de óleo diesel e, pior de tudo, cujos fretes representam um percentual elevado na composição do custo final para o produtor. Com a comodidade, a pontualidade e a segurança do transporte por trilhos, o produtor gastaria muito menos e o consumidor final pagaria muito menos, numa equação onde todos ganham, impulsionando o mercado interno, tornando nossos produtos ainda mais competitivos e movimentando a economia na geração de empregos e de impostos.
Defendo com absoluta convicção a solução ferroviária para o Brasil e tenho aprofundado meus estudos no tema já há algum tempo. Os dados que venho coletando são impressionantes e aumentam meu entusiasmo e fortificam minha fé nessa estupenda saída para a delicada questão do escoamento de nossa produção e de uma alternativa sustentável de transporte de cargas e de passageiros. Em poucos anos teremos concluídas as usinas hidrelétricas de Belo Monte e do Madeira, além das PCH’s e das projetadas Usinas Nucleares, capazes de garantir a geração da energia necessária para um seguríssimo crescimento de 5% ao ano nas próximas décadas. Num País assim, apenas o transporte ferroviário será capaz de dar vazão à produção agroindustrial crescente nas condições de competitividade exigidas: preço, eficiência e segurança.
O território nacional começa a ser cortado por novas malhas ferroviárias com o lançamento da Leste-Oeste, faz poucos dias, pelo presidente Lula, quando na Bahia, e depois em Tocantins e Goiás, deu início às obras daquela que se integrará a Norte-Sul e, mais à frente, também com a Transnordestina, num projeto ambicioso e com todas as possibilidades de sucesso.
O Brasil anseia pelo transporte ferroviário. Em nossa história ele é exemplo de sucesso. Desde Pedro II e do grande brasileiro que foi o Barão de Mauá, nosso primeiro grande empresário nacional, pioneiro das ferrovias, os sertões desse País foram conquistados pelas velhas “maria-fumaça”. Em meu Estado natal, Goiás, a “estrada-de-ferro” teve importantíssimo papel no desenvolvimento econômico e social ainda na primeira metade do século passado e um dos pouco e maiores entusiastas das ferrovias em nosso país é o genial jornalista Batista Custódio, fundador do Diário da Manhã, e goiano de boa cepa.
Estamos às vésperas do início de uma campanha eleitoral bastante diversa das outras que assistimos. O legado do presidente Lula, ao contrário daquele que ele recebeu, será uma “herança bendita”: uma economia ascendente e sólida, um País que recuperou sua auto-estima, desfrutamos de prestígio internacional que jamais tivemos, nossos empresários são competitivos e modernos, um povo notável vivendo em uma democracia intocada. Espero que o debate entre os candidatos se dê enfocando os temas que serão mais caros a um País que mudou, a um País que anseia pelo transporte ferroviário, por exemplo.
Esse País do novo milênio, que assombra o mundo com a capacidade de seu povo e a força de sua economia, com suas riquezas naturais e sua firme opção democrática, não viaja rumo ao futuro na velha e romântica “maria-fumaça”. O Brasil tem pressa e vai voando, de preferência, nos trilhos de um trem-bala!
P.S. Esse artigo é dedicado a todos os trabalhadores ferroviários do Brasil, aos quais me une profunda amizade e sincera admiração.
Delúbio Soares.Deseja comentar? fique a vontade!Use o blog ou direto no dihitt

No imaginário popular, o que importa é como a mídia descreve, interpreta, fotografa e divulga o mundo. A mídia pauta o mundo e forma ou deforma mentalidades. Se não saiu na mídia, não aconteceu.
No mundo midiático, digital, instantâneo, a informação é cada vez mais estilizada, pasteurizada, e os fatos recortados da realidade sem nexo, sem contexto, sem passado, sem história, sem memória, numa destruição clara da temporalidade, como se o mundo fosse um eterno videoclipe. Dessa forma, mais confunde do que esclarece e mais deforma do que forma.
Com o uso da internet, o volume de informação dificulta a compreensão num mundo caleidoscópico, que se apresenta em forma de mosaico sem nexo, que vive transfigurando e refigurando o espetáculo da vida como se o confundisse com um reality show. Se deixarmos de ser "zumbis" culturais e aprendermos a ler o mundo, enquanto linguagem, aprenderemos a pesquisar, aprenderemos a aprender o essencial no mundo moderno.
Na leitura crítica da mídia, a linguagem, constituída a partir de um “mundo” editado, passa por inúmeros “filtros” – pela observação dos fatos e pelo relato da declaração do outro – na construção da notícia. É preciso ficar atento à ideologia presente em cada fala, porque todo discurso é ideológico e reflete a realidade que a retrata.
Estes são alguns dos elementos responsáveis pelo fascínio exercido pela rede mundial de computadores – a Internet. Entretanto ela não está isolada, mas faz parte de um conjunto de outras mídias já consolidadas como o rádio, a TV, o cinema e todas as formas impressas, que continuam a exercer o seu papel como fontes importantes de informações, que devem ser consideradas. Obviamente, grandes benefícios são trazidos à humanidade pela facilidade de acesso à informação.
As mudanças impulsionadas pelas novas tecnologias digitais colocaram na tela da TV e na Internet a informação massificada, onde está tudo disponível, de fácil acesso, condensado, daí a dúvida: será o fim do livro ? As pessoas vão deixar de ler ? A resposta é não. A leitura, com o tempo e a prática vira êxtase, é semelhante a um transe. Ler é participar de uma das mais extraordinárias invenções e revoluções tecnológicas de todos os tempos, que são os sistemas de escrita. Nós não teríamos a Internet hoje, sem os códigos da escrita.
Há menos de duas décadas, as crianças e jovens tinham um acesso limitado às informações e os pais podiam, de algum modo, selecionar aquelas que possuíam um conteúdo condizente com cada idade e capacidade de compreensão, direcionando os interesses para boas fontes como livros clássicos da literatura infantil, bons filmes,etc.
As tecnologias atuais, em particular a Internet, mudaram toda essa perspectiva. O acesso à Internet dissemina-se aceleradamente e hoje a maioria das crianças e jovens, mesmo aquelas de classe menos favorecidas, conseguem ter contato com ela. Se não possui um computador em casa, a escola disponibiliza ou um amigo tem. E quando a telinha do computador se abre, o portal do mundo está aberto.Entretanto, permeando tais informações, há uma grande quantidade de "lixo informacional" invadindo nossos lares todos os dias. O cerne da questão está no fato de que o volume de informação não garante a qualidade.
A memória é um mecanismo que permite não somente conservar, mas também filtrar. Caso contrário, seríamos como Funes, el Memorioso, a personagem de Borges que se lembrava de todas as folhas que havia visto durante 30 anos atrás e ficou louco.Nelson Valente .
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Profissionais das mais variadas áreas de atividade e do conhecimento humano buscam a meditação como uma forma de se fortalecerem para os embates do dia-a-dia. O intelecto transformou-se na maior força de trabalho do homem. Nada mais justo que essa função mental seja enaltecida e estimulada, mas será mais enriquecida através das práticas de meditação, que traduzem um potente meio de autocontrole. Mais interessante ainda é notar que a meditação, que sempre foi conhecida no Ocidente como uma simples prática devocional, ganhe as luzes e explicações científicas das quais sempre foi merecedora no Oriente. A meditação hoje é prática adotada entre os mais variados grupos. Executivos de alto escalão estão descobrindo que meditar auxilia o pensamento lógico-contínuo.
A serenidade advinda dos momentos de recolhimento e introspecção gera insights poderosos, criativos e de grande valia para os que dependem de agilidade mental em seu campo profissional. A mente criativa se beneficia, e muito, com os efeitos das técnicas meditativas.
São comuns cursos e mais cursos sobre “A Arte da meditação”. Isto é bom, porque traz para o ser humano novos meios de vencer os males da época: o estresse, a depressão, a emoção mal conduzida. Vale ressaltar que a meditação não exige e nem pede aparatos exóticos, crendices e nem panacéias. Meditar é extremamente simples. Simples e necessário para a paz mental, o equilíbrio emocional, a acuidade e percepção intra e interpessoal.
Meditação é um caminho de encontro da criatura consigo mesma. É uma forma de sintonia com as correntes superiores da vida, reconduzindo o ser à sua destinação divina. Nada tem de extravagante.
Mestres e médicos indianos e ocidentais, conceituados e idôneos, têm trazido do Oriente o conceito real da meditação, desmistificando os exageros que a ingenuidade acolheu, dando um sentido sério e isento de fanatismos para esta prática asserenadora das correntes mentais que conecta o homem ao sagrado. Entre tantos respeitáveis estudos e trabalhos salientamos os de Swami Vivekananda, Paramhansa Yogananda, Sathya Sai Baba. Aqui no Brasil, o grande expoente destes grandes mestres é sem sombra de dúvida, o filósofo e pensador Huberto Rodhen, que de seu ashram em Jundiaí SP, espalhou pelos quatro cantos do país sua técnica segura, devocional e profundamente filosófica. Ela desperta em todos os que tiveram a oportunidade de entrar em contato com seus cursos, livros e workshops de recolhimento e liberação espiritual, a grande motivação para o exercício diário das práticas meditativas.
Como técnica, a meditação envolve o canal do intelecto, da mente, centrado em um único ponto de interesse ou idéias. Como processo de iluminação espiritual leva o indivíduo à ligação direta com os planos superiores da vida. Através do contato com a fonte espiritual superior, fortalece, ampara e propicia o grande silêncio interior, para que flua a intuição, naturalmente reveladora. Sobre este estágio escreveu o professor Huberto Rodhen: “ ensina-me Pai, a sintonizar as antenas de minha alma por tuas ondas, para que eu possa captar, no meu receptáculo finito, as vibrações de tua vida infinita.”
Fora deste parâmetro estacionamos na concentração que visa a uma única idéia, ou pensamento, permitindo que uma fonte estuante flua gota a gota, na medida controladora da vontade.
Para se chegar à correta técnica de meditação necessário se faz pautar os próprios passos e conquistas nas bases da Ética Universal e Disciplinar que preconiza que a cada um será dado de acordo com suas obras. Neste conceito inclui-se o amor a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. Assim, nesta diretriz realmente, meditamos, pois é um processo de dentro para fora que inclui o consentimento da razão e da emoção.Como bem conceituou Paramahansa Yogananda: “Meditar é calar, para permitir que Deus fale com você.”Elzi Nascimento.Comente aqui ou no dihitt.