sábado, 24 de dezembro de 2016
sábado, 10 de dezembro de 2016
Sílvio Santos recusa entrevista após recomendação de cigana
Segundo a vidente, ele irá perder a vida no dia seguinte caso dê
entrevistas, escreva livros ou apareça em filmes
Sílvio Santos recusou o
convite para uma entrevista no Programa do Jô, na TV Globo, mas o que
surpreendeu foi o motivo pelo qual o comunicador não aceitou o convite. Segundo
o próprio Sílvio, uma cigana fez uma previsão sobre sua vida que o impede de
ceder entrevistas.
Segundo a vidente, uma representante do povo nômade, ele irá perder a vida no dia seguinte caso dê entrevistas, escreva livros ou apareça em filmes. A previsão foi feita quando o apresentador estava nos Estados Unidos. Sílvio afirma que prefere não arriscar, por isso recusa todos esses convites. Recentemente, ele aceitou gravar uns vídeos para uma exposição em sua homenagem. A atividade não consta na lista de advertências da cigana, segundo Sílvio.
O apresentador, que completará 86 anos ainda no mês de dezembro, é homenageado por uma exposição no Museu da Imagem e do Som de São Paulo. A mostra relembrará vários momentos dos mais de 50 anos de carreira do empresário e comunicador.
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sexta-feira, 4 de novembro de 2016
Idoso morre durante relação sexual e mulher fica presa a ele
A dupla precisou ser
encaminhada ao hospital para ser separada cirurgicamente
Um homem idoso acabou morrendo
durante a relação sexual com uma mulher. O homem e a prostituta precisaram ser
encaminhados para o hospital, pelo fato de que a mulher ficou presa ao corpo do
homem.
Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o momento em que o
casal é retirado de uma casa em uma maca depois do incidente. Nas imagens, a
mulher parece estar se mexendo sob um cobertor.
A morte durante a relação sexual pode ocorrer devido à tensão da
atividade que pode levar a um ataque cardiovascular súbito. Especialistas
explicam que os dois podem ter ficado presos pela ocorrência rara conhecida
como “captivus pênis”, que acontece quando os músculos vaginais se contraem de
maneira extrema que acaba prendendo o pênis do parceiro.
Acredita-se que o incidente tenha ocorrido na China, e as
imagens parecem pertencer a um site chinês. O caso ganhou o mundo depois
de compartilhamentos feitos por usuários on LiveLeak.
A separação da dupla foi feita cirurgicamente em um hospital
antes de que o homem fosse encaminhado para o necrotério.
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segunda-feira, 24 de outubro de 2016
Gestão da vida: a importância de se organizar
Erroneamente
buscamos gerenciar nosso tempo sem nos atentarmos de que na verdade precisamos
aprender a gerenciar nossas vidas!
Hoje
mesmo, em um grupo de WhatsApp li de uma pessoa: alguém sabe como fazer o dia
ter mais de 24 horas?
Quem
nunca se fez essa pergunta ou desejou tal acontecimento.
No
entanto, algo que definitivamente precisamos compreender é que não temos o
poder de gerenciar o tempo. Ele é único e exatamente o mesmo para todos nós. Um
dia é composto por 24 horas, independente de sua situação emocional, posição
financeira ou social. Precisamos então aprender a gerenciar nossas Vidas para
que dessa forma possamos aproveitar da melhor forma possível o presente que nos
é dado a cada amanhecer.
E para
isso existem algumas dicas básicas, porém extremamente úteis para nos tornarmos
mais produtivos ao longo dessas 24 horas.
Algumas dicas:
Mantenha um padrão mínimo
de organização.
Isso é
fundamental para nos tornarmos mais produtivos e melhorarmos nossa performance,
seja no trabalho, seja em nossa vida pessoal. Já existem pesquisas científicas
que comprovam que um ambiente desorganizado, com bagunça gera desânimo e torna
as pessoas mais reativas e improdutivas.
Você não
precisa ser um perfeccionista, mas pode buscar maneiras práticas de manter
aquilo que precisa, que usa com frequência mais próximo ao seu alcance.
Lembre-se que quando sabemos exatamente onde as coisas estão economizamos um
tempo precioso tendo que procura-las de maneira aleatória.
Identifique quais são suas
prioridades
O que
você faz que realmente gera resultados para você? A resposta para essa pergunta
deve entrar na sua lista de prioridades. Faça uma análise das suas atividades
diárias, incluindo um tempo para si mesmo e o tempo com a família. Após essa
reflexão sugiro a criação de pequenoscheck-lists elencando em ordem de importância seus
compromissos diários e semanais.
Mantenha sua agenda
atualizada
Quando
você consegue visualizar seus compromissos, facilmente você consegue
identificar momentos do seu dia onde você possui disponibilidade para encaixar
compromissos que até então você acreditava ser impossível realizar pela “falta de tempo”. Isso evita que assuntos importantes
sejam deixados de lado pelo simples fato de um esquecimento ou acumulo de
atividades em um mesmo horário.
Quando
aplico a ferramenta de planejamento semanal com meus clientes a frase que
comumente ouço é: “Nossa,
me organizando entendi que tenho tempo para muitas coisas!”
Diferencie urgente x
importante
Costumo
fazer uma definição simples sobre o urgente x importante. O importante são
todas as atividades que você realiza e que geram resultados positivos em sua
vida e em seu trabalho. Quando mantemos uma rotina de tarefas o importante
costuma ser cumprido dentro dos prazos corretos, evitando estresse e cobranças
desnecessárias. No entanto, quando não consigo manter essa rotina e aquilo que
é importante começa a ser deixado de lado, essa tarefa em pouco tempo torna-se
urgente.
O que aumenta consideravelmente o nível de estresse e a margem de
erros, pois a pressão para o cumprimento é muito grande. É quando deixo de
apresentar um relatório no tempo correto, por não ter me organizado da forma
como era necessário, e preciso fazer hora extra para entregá-lo no dia seguinte
pois a diretoria irá se reunir e necessita daquela análise.
Outro exemplo:
quando faço a manutenção correta do meu carro estou prevenindo problemas e isso
é Importante.
Mas por não administrar corretamente meu tempo, deixo de fazer essa manutenção,
então em uma viagem o carro sofre uma pane e preciso chamar um guincho. Chamar
o guincho é algo Urgente,
em decorrência da falta do cumprimento daquilo que era importante.
Exerça gratidão
Uma das
coisas mais importantes que nos ajuda a perceber nosso nível de produtividade é
quando encerro meu dia fazendo uma reflexão sobre todos os fatos que
aconteceram e ao invés de ficar me lamentando pelo que não fiz ou pelo que
aconteceu de errado, começo a agradecer por cada conquista, cada vitória por
menor que possa parecer. A gratidão é um estilo de vida, e que se praticado
diariamente irá gerar em você o desejo de fazer coisas novas, se lançar em
desafios, porque mais importante do que simplesmente fazer, é saber você fez o
seu melhor!
Espero
que essas dicas possa incentiva-lo a buscar a vida com maiores resultados,
porém sem o estresse e a loucura do urgente.
Por fim,
gostaria de deixar uma frase muito interessante e que nos causa uma reflexão
bem importante:
“QUEM NÃO SE ORGANIZA, AGONIZA!”
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quarta-feira, 12 de outubro de 2016
O que fazer quando o outro tenta diminuir você?
Entenda
como identificar o comportamento do outro quando ele quer diminuir você.
O
que fazer quando o outro tenta diminuir você? Ouvi essa pergunta de duas
pesssoas nos últimos dias e resolvi abordar o assunto neste artigo para
oferecer a reflexão de como você reage a uma atitude dessas e o porquê desse
comportamento do outro.
Vamos analisar sob dois pontos de vista:
1. Sob o entendimento do outro: quando ele diz palavras que te reduzem, faz comparações que te colocam em segundo plano talvez a intenção dele seja se promover. Talvez ELE se sinta em desvantagem e para se sentir melhor, coloque você pra baixo. É legítimo? Sob o ponto de vista de quem age com ética, não, mas pra essa pessoa a ação tem uma intenção positiva: a de se defender de um possível ataque. Mas por acaso você quer atacá-lo? Nããão, mas é o que ele sente, é como ele se sente. Ao entender que todos têm uma intenção positiva quando dizem ou fazem algo, fica mais fácil compreender o porquê de qualquer ação. E ao entender isso, você aprende a lidar com a situação.
2. Aí entra o outro ponto de vista: o seu. Como encarar uma situação dessas? Agora que você já sabe que a intenção dele é se defender, se proteger, como administrar essas palavras ofensivas, sem que isso te abata? Eu gosto muito de uma reflexão que é assim: quando eu te dou um presente, por exemplo: faz de conta que é seu aniversário e eu resolvi estudar o que você gosta, as suas preferências, pra te dar algo bem personalizado. Eu embrulho esse presente super produzido numa caixa linda, com um laço vermelho daqueles de encher os olhos e te entrego.
Vamos analisar sob dois pontos de vista:
1. Sob o entendimento do outro: quando ele diz palavras que te reduzem, faz comparações que te colocam em segundo plano talvez a intenção dele seja se promover. Talvez ELE se sinta em desvantagem e para se sentir melhor, coloque você pra baixo. É legítimo? Sob o ponto de vista de quem age com ética, não, mas pra essa pessoa a ação tem uma intenção positiva: a de se defender de um possível ataque. Mas por acaso você quer atacá-lo? Nããão, mas é o que ele sente, é como ele se sente. Ao entender que todos têm uma intenção positiva quando dizem ou fazem algo, fica mais fácil compreender o porquê de qualquer ação. E ao entender isso, você aprende a lidar com a situação.
2. Aí entra o outro ponto de vista: o seu. Como encarar uma situação dessas? Agora que você já sabe que a intenção dele é se defender, se proteger, como administrar essas palavras ofensivas, sem que isso te abata? Eu gosto muito de uma reflexão que é assim: quando eu te dou um presente, por exemplo: faz de conta que é seu aniversário e eu resolvi estudar o que você gosta, as suas preferências, pra te dar algo bem personalizado. Eu embrulho esse presente super produzido numa caixa linda, com um laço vermelho daqueles de encher os olhos e te entrego.
O que você faz? Eu imagino que você vai abrir um sorrisão,
vai pegar o presente na mão e me agradecer. Mas eu chego pra você com um
saco de lixo como presente. Com aquele aspecto de saco de lixo mesmo sem
embrulho nenhum, e até com um odor bem ruim, de lixo velho e podre. Você
aceita? Eu espero que não. Essa é a questão: está em nosso poder aceitar o que
o outro quer entregar. E se ele só pode entregar um saco de lixo, muito
lamentável, mas você não tem que aceitar. Porque as pessoas só dão o que tem
pra dar. Portanto não é o que o outro te dá que tem relevância, o que está em
jogo é a forma como você recebe o que o outro tem a intenção de te dar.
A
forma de reagir a isso vai determinar o tipo de comunicação que você terá. Se interpretar a
tentativa do outro de te diminuir como uma agressão, talvez queira agredi-lo de
volta e aí a relação se torna uma guerra. Se você optar por ficar quieto e
engolir seco (você não precisa fazer isso), isso pode te amargurar tanto que
vai estragar seu dia, às vezes sua vida. Você pode se aquietar, se fechar e se
impedir de ser você mesmo, acreditando no que o outro disse, aceitando o estado
a que ele quis te colocar.
Pra
ficar imune a isso, em primeiro lugar é fundamental que você se conheça, que
olhe pra dentro de você e enxergue o que tem de bom. Faça a sua lista de pontos
positivos, reforce pra você mesmo do que é capaz, o que você faz bem... isso é
autoamor, isso é se reconhecer, isso ajuda a entender que você merece o que tem
e onde chegou. Essa é a base da autoestima que te ensina a se posicionar melhor
diante das pessoas e situações. Esse é o caminho para a construção de um
comunicador mais presente, mais brilhante, mais intenso.
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sábado, 3 de setembro de 2016
O desejo não correspondido de ter filhos
Uma pesquisa
recente mostrou a frustração de muitos casais sem filhos ou que não conseguiram
ter uma família tão numerosa como gostariam
Para um número
cada vez maior de casais, a pior fonte de angústia é de ter menos filhos do que
gostariam, ou de não ter filhos.
O
planejamento familiar tem sido um grande sucesso. A taxa de fecundidade mundial
diminuiu de 5,1 crianças por cada mulher em 1964 para a taxa atual de
2,5. Só na África subsaariana ainda existem famílias numerosas, mas ainda
assim, o número de filhos está diminuindo.
É uma notícia importante. Mostra que
as mulheres têm mais controle sobre seus corpos e que os pais não precisam mais
se reproduzir, não só pelo prazer de ter filhos, como também pelo medo da morte
de alguns deles.
Mas essa vitória do planejamento
familiar esconde um problema crescente. Para um número cada vez maior de
casais, a pior fonte de angústia é de ter menos filhos do que gostariam, ou de
não ter filhos.
A pedido da revista The
Economist, a empresa de consultoria Globescan realizou uma pesquisa
em 19 países, na qual os entrevistados disseram quantos filhos gostariam de ter
e quantos imaginariam ter em termos concretos.
Nos países desenvolvidos, os
casais eram menos férteis do que gostariam e muitos casais em países em
desenvolvimento também se ressentiam de não serem tão férteis como desejariam.
A infertilidade é uma das causas do
problema, não só nos países desenvolvidos, onde os casais adiam os planos de
terem filhos até um momento em que é tarde demais, mas também em países pobres,
com condições piores de saúde pública.
Além disso, deBrooklyn a Pequim, o
custo de moradia e educação é tão alto, que muitos casais jovens não têm o
número de filhos que gostariam por razões econômicas.
Em alguns casos, o sofrimento de não
ter filhos ou de ter menos do que o desejado causa depressão e, em países em
desenvolvimento, pode ser uma fonte de catástrofe social.
Os casais se
empobrecem com as tentativas de tratamentos de fertilização ineficazes; os
maridos se divorciam de mulheres estéreis e, muitas vezes, elas são
estigmatizadas pela sociedade ou sofrem punições severas.
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terça-feira, 23 de agosto de 2016
Um novo meio de medir o progresso social
A complexidade do
século XXI exige uma nova avaliação do desenvolvimento humano e social
Nos últimos
anos surgiram novos índices com uma abordagem mais ampla do que a simples
avaliação do PIB per capita da dimensão econômica do desenvolvimento.
Há muito
tempo, segundo analistas, a produção econômica não é mais um indicador adequado
para medir o progresso das nações.
Um dos primeiros indicadores de avaliação de
progresso, o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da ONU, foi elaborado em 1990
e analisa dados referentes à renda, à educação e à expectativa de vida para
classificar os países de acordo com seu grau de desenvolvimento humano.
Mas nos
últimos anos surgiram novos índices com uma abordagem mais ampla do que a
simples avaliação do PIB per capita da dimensão econômica do desenvolvimento.
Um deles, o
Índice de Progresso Social (IPS), publicado pela organização sem fins
lucrativos americana Social Progress Imperative, exclui o PIB em sua análise e
concentra-se na avaliação de 53 indicadores sociais e ambientais divididos em
três áreas: necessidades humanas básicas, fundamentos do bem-estar social e
oportunidades.
O último
índice, publicado em 28 de junho, mostrou algumas surpresas em seu ranking. Os
países nórdicos, a Europa Ocidental, o Canadá e a Austrália destacaram-se na
pontuação referente à satisfação das necessidades básicas dos cidadãos como
moradia, água e saneamento, saúde e bem-estar, segurança, acesso à internet,
tolerância e inclusão social, e acesso à educação superior.
Os Estados Unidos
foram classificados em 19º lugar no ranking devido às deficiências no âmbito da
segurança pessoal, saúde e qualidade
ambiental.
Os países africanos e as nações com conflitos internos, como o
Iêmen, tiveram o pior desempenho na avaliação do índice.
Como o gráfico mostra, os países mais desenvolvidos têm um nível maior de progresso social.
Mas esse progresso não é linear e existem exceções importantes. Os ganhos no progresso social
diminuem em países com uma renda média.
Por sua vez, esses progressos encontram
obstáculos em países ricos, que enfrentam problemas como obesidade.
As nações
acima da linha de pontuação do índice têm uma capacidade maior de prestação de
serviços e de estímulo à tolerância e à igualdade social proporcional à sua
renda. Mas como a linha mostra na relação estatística entre o PIB e a pontuação
do IPS, há uma distorção referente à riqueza dos países do Golfo Pérsico.
Os
autores do índice também compararam o desempenho de um país com 15 países com
um PIB semelhante. Nessa avaliação 19 países destacaram-se, entre eles Costa
Rica (mais uma vez) e Uruguai. Os países latino-americanos que se esforçaram
para criar instituições democráticas que respeitam os direitos humanos
contribuíram muito para o desenvolvimento da região.
Os países ricos em petróleo como a Arábia Saudita,
Catar e os Emirados Árabes Unidos são os piores entre as 35 nações com um
desempenho fraco, bem abaixo da média em razão das culturas fechadas e
repressoras, intolerância religiosa e falta de liberdade pessoal.
Os Estados
Unidos têm um desempenho fraco de cerca de cinco pontos entre a Venezuela e o
Egito. O PIB da Bulgária tem um nível semelhante ao da Tailândia, mas a
contribuição financeira da União Europeia elevou sua posição.
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sábado, 13 de agosto de 2016
30 provérbios chineses para inspirar sua rotina
"A
persistência realiza o impossível"
Com
poucas palavras, os provérbios chineses têm difundido sabedoria e inspiração há
milhares de anos. Muitos falam de habilidade, perseverança, conhecimento e
sucesso, e podem trazer grandes lições para a atualidade. Pensando nisso,
separamos alguns dos melhores provérbios chineses:
1. Limitações são fronteiras criadas
apenas pela nossa mente.
2. Só o tempo e o esforço trazem a
competência.
3. Ao morrer, o leopardo deixa sua
pele. Ao morrer, o homem deixa seu nome.
4. Sem a oposição do vento, a pipa
não consegue subir.
5. Seja lento na promessa e rápido no
desempenho.
6. Palavras ríspidas e argumentos
pobres nunca resolveram nada.
7. Pobres são aqueles que não têm
talentos, fracos são os que não têm aspirações.
8. O bom estrategista traz um
exército dentro da cabeça.
9. A derrota só será uma bebida
amarga se concordarmos em tragá-la.
10. A persistência realiza o
impossível.
11. Não compense na ira o que lhe
falta na razão.
12. Se houver um general forte, não
haverá soldados fracos.
13. Para cortar uma árvore bem
rápido, gaste o dobro to tempo afiando o machado.
14. Para ganhar cem vezes em cem,
estude bem o seu oponente.
15. Lamentar aquilo que não temos é
desperdiçar aquilo que já possuímos.
16. Costumamos encontrar nosso
destino justamente onde nos escondemos para evitá-lo.
17. Espere com paciência, ataque com
rapidez.
18. Os covardes sonham, os corajosos
têm visões.
19. O aprendizado é como o horizonte:
não há limites.
20. A vida nunca poderá dar segurança, só pode prometer oportunidades.
21. Um pássaro não pode voar enquanto
suas penas não estiverem plenamente desenvolvidas.
22. Até as torres mais altas
começaram do chão.
23. Tecer uma rede é melhor do que
rezar por um peixe à beira d'água.
24. A preocupação nunca venceu o
destino.
25. A ganância entra no coração para
roubar a paz de espírito.
26. A sorte se apresenta sob muitos
disfarces.
27. Fracassar não é cair, é
recusar-se a levantar.
28. A engenhosidade ilumina o caminho
para o sucesso.
29. Sem a experiência nunca teremos o
conhecimento pleno.
30. Os melhores estrategistas nunca
são impulsivos; os melhores líderes nunca são arrogantes.
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quinta-feira, 28 de julho de 2016
Quando a ansiedade se torna um transtorno
Entenda os dilemas
que um ansioso crônico tem de enfrentar todos os dias
Transtornos mentais como a depressão estavam entre as 20
principais causas de incapacidade ao redor do mundo em 2014, de acordo com a
OMS (Foto: Pixabay)
O que você faria se seu coração acelerasse de repente, se você
não conseguisse parar de tremer ou se tivesse dificuldade de respirar? Você
iria ao médico, tomaria um remédio? E o que faria se tivesse a sensação de que
iria morrer? Estes são alguns dos possíveis dilemas de quem sofre de problemas
relacionados com a ansiedade crônica.
Se você andar numa floresta e der de cara com uma cobra, seu
corpo vai entrar em estado de alerta, o que provavelmente vai lhe causar um
desconforto. Esta é uma ansiedade normal e esperada. Mas quando não há
estímulos externos que ofereçam perigo e mesmo assim o desconforto tende a se
repetir, esta ansiedade pode estar se tornando um transtorno, segundo explica o
psiquiatra e psicanalista Sergio de Almeida, membro da Sociedade Brasileira de
Psicanálise do Rio de Janeiro.
Segundo um levantamento do World Bank Group com a Organização
Mundial de Saúde (OMS), 416 milhões de pessoas sofriam de depressão ou de
ansiedade crônica em 1990, só que este número subiu para 615
milhões em 2013. No entanto, este número pode não estar relacionado com a
incidência de casos, mas com o acesso à informação e ao diagnóstico do
problema.
Segundo o psiquiatra, os transtornos relacionados com a
ansiedade não são novidade. Mas como temos maior facilidade ao acesso de
informações, ele se tornou mais discutido. “O que vai caracterizar o perigo da
ansiedade não é só a repetição, mas as consequências que ela vai causar ao
organismo da pessoa. O desconforto repetitivo vai engendrar reações orgânicas,
ora pressão alta, ora o desencadeamento de um quadro diabético, ora o
desencadeamento de uma dor de cabeça”. A ansiedade pode, então, gerar vários
tipos de transtornos como o transtorno geral de ansiedade (TAG), atos fóbicos,
quadros de evitação e transtornos do pânico.
Diminuição de produtividade
Transtornos
mentais como a depressão estavam entre as 20 principais causas de incapacidade
ao redor do mundo em 2014, de acordo com a OMS. Segundo o
levantamento do World Bank Group com a OMS, o custo de perda de
produtividade no ambiente de trabalho por conta da depressão e da ansiedade
crônica é de US$ 1 trilhão por ano (mais de R$ 3,5 trilhões segundo o câmbio
atual). A maioria destas pessoas não recebe tratamento adequado e com isso elas
ficam incapacitadas de trabalhar, diminuem sua produtividade e faltam ao
trabalho. Enquanto isso, o governo recebe menos impostos e gasta mais com a
saúde e o bem-estar.
De acordo com dados do
Ministério da Previdência Social, apenas em março deste ano, mais de três mil
pessoas receberam auxílio-doença por problemas relacionados com a ansiedade. Segundo o
World Bank Group e a OMS, apenas 3% dos gastos mundiais vão para a saúde
mental. Só que segundo um artigo
publicado no The Lancet Psychiatry em abril, baseado em dados do Global Burden of Disease 2010, investir
no tratamento para a depressão e a ansiedade leva a um retorno quatro vezes
maior.
O psiquiatra lembra que ninguém está isento da ansiedade crônica
ou de seus possíveis transtornos. “Dentro do indivíduo pode haver fontes
ansiogênicas muito grandes. Às vezes é um pensamento, uma lembrança, um desejo.
E isso pode ser uma fonte de angústia muito difícil de ser suportada”.
Segundo a psicanalista Miriam Tawil, membro da Sociedade
Brasileira de Psicanálise de São Paulo, há certo exagero em dizer que a
ansiedade é o mal deste século, porque isto sempre existiu. “Hoje as relações
são mais líquidas. Com a tecnologia, os vínculos humanos podem ser mais
frágeis.
A relação muitas vezes é vista como uma ação na bolsa de valores e
saímos e entramos nelas conforme os ‘lucros’. Só que as dores e lutos de entrar
e sair de relacionamentos são muito sofridos e aí há um aumento de
ansiedade.” A psicanalista lembra que entre as consequências da ansiedade
crônica, a pessoa pode perder parte de sua autoconfiança, pode ter uma
expectativa pessimista, uma ideia aflitiva permanente ou uma ansiedade
relacionada ao corpo.
Mas o que você pode fazer se esta angústia estiver se tornando
um problema na sua vida? Sergio de Almeida diz que é essencial consultar um
profissional competente. Além disso, exercícios físicos também podem ajudar a
aliviar a ansiedade. “O organismo se vê inundado por químicas cerebrais
chamadas neurotransmissores. As atividades corporais são vias auxiliares para
que esta energia que está solta no organismo, causando mal estar, possa ter
outros encaminhamentos”.
“Fica calmo!”
Dizer para uma pessoa em crise para ela se acalmar adianta? Uma
pessoa pode dizer “fique calmo” de várias formas, tentando censurar a pessoa,
tentando ouvi-lá ou até mesmo tentando reprimi-la. “Eu não ligo muito para
aquilo que é dito nestas horas, mas como é dito. É fundamental que você ofereça
para a pessoa que está ansiosa, portanto com um medo terrível e avassalador,
uma atmosfera de segurança. Não importa o que você vai dizer, às vezes, só um
abraço ou um olhar já ajuda mais do que dizer ‘fica calmo’ ou outra coisa”,
explica o psiquiatra.
Nina*, de 26 anos, é universitária. Ela saiu da casa dos pais em
São Paulo para morar sozinha e estudar no Rio de Janeiro. Ela tinha uma rotina agitada,
trabalhava 8h por dia e assistia aulas, na faculdade, todos os dias no turno da
noite. Nos finais de semana, ou ia ver a família ou fazia os trabalhos da
faculdade. Mas, em 2015, ela começou a sentir coisas que iam além de seu
controle.
Em um dia normal de trabalho, Nina não se sentiu bem. Ela achou que
sua pressão tivesse subido muito e começou a chorar. Nina foi para o hospital,
onde a médica afirmou que sua pressão estava normal. Depois de receitar um
calmante, a médica pediu para que ela procurasse um psiquiatra. Foi assim que
Nina descobriu seu problema com a ansiedade. “Eu passei muito mal, achei que
fosse morrer”. O psiquiatra receitou remédios, mas ela não queria tomá-los.
Tomou um dos três que haviam sido receitados e depois parou por conta própria.
“Só que às vezes a crise volta”. Nina procurou então um psicólogo com quem se
consulta de 15 em 15 dias até hoje.
Ela conversou com a mãe e com a irmã sobre
o assunto, mas elas não deram muita importância. “Acho que o que ocorre é que
as pessoas não têm muita noção que isto precisa de tratamento”. Aconteceu a
mesma coisa quando ela explicou para o chefe o que teve. “Ele não entendeu,
achou que era frescura minha”.
Amanda*, de 19 anos, teve sua primeira experiência com a
ansiedade crônica ainda na escola. Ela estava indo para o Ensino Médio, havia
pressão para passar no Enem e para decidir qual curso faria na faculdade. “Eu
comecei a perceber que eu não respondia [às pressões] de um modo saudável como
as outras pessoas”. O problema não ficou só na escola, foi também para a vida
pessoal de Amanda.
Só que ela tinha medo de procurar ajuda por achar que
ninguém a levaria a sério. Depois de quase três anos, Amanda contou para sua
mãe o que estava acontecendo. Ela pediu para que a mãe mantivesse o assunto em
segredo. “Meu pai acha que não existe ansiedade e depressão”. Ela queria ir a
um psiquiatra, mas a mãe recomendou que fosse primeiro a um psicólogo.
Amanda
teve uma experiência ruim, ouviu do então profissional que ela estava
exagerando, de que tudo aquilo era normal. “Eu não acho normal você não
conseguir sair da cama para fazer tarefas básicas”. Ela então foi ao
psiquiatra. Depois de dois anos de tratamento, Amanda recebeu alta. “Crises, eu
ainda tenho, não é uma coisa que se cura, mas que diminui e com a
qual você aprende a viver”.
Diego*, de 24 anos, sempre se considerou uma pessoa ansiosa. Só
que na faculdade, ele começou a perceber que não estava conseguindo realizar
tarefas cotidianas. Ele tentou se controlar, suspeitava de um possível
diagnóstico, mas só procurou ajuda quando viu que a situação estava
insuportável. Ele foi ao psicólogo, que o recomendou um psiquiatra. Seu
diagnóstico era o mesmo de sua suspeita: transtorno obsessivo-compulsivo (TOC).
Diego sentia a necessidade extrema de cumprir determinados rituais como checar
inúmeras vezes se a porta estava fechada.
Como consequência disso, tinha
estresse excessivo, que o deixava com dor de cabeça e irritado. O remédio
receitado pelo médico o ajudou a controlar o sentimento de culpa quando não cumpria
uma das tarefas dos seus rituais. Ele conversou com os pais sobre o assunto,
mas a mãe dele até hoje não entende. “Ela acha que isso não é um problema como
diabetes, por exemplo, mas é”. Diego está em tratamento há quatro anos.
Não bastam os sintomas nem a angústia, muitas pessoas que sofrem
com a ansiedade temem o rótulo que podem receber da sociedade ao ter que ir ao
psiquiatra ou ao ter que tomar remédios. O preconceito ainda é uma realidade.
Como os casos de ansiedade estão sendo mais discutidos, principalmente, nas
redes sociais e nos meios de comunicação, as pessoas se sentem mais
confortáveis para compartilhar seus sentimentos.
Ninguém está isento a questões
como estas, como explicaram os especialistas, por isso buscar a ajuda de um
profissional qualificado é a melhor forma de enfrentar seus piores monstros.
*Nomes fictícios foram utilizados para preservar as identidades
das fontes.
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sexta-feira, 15 de julho de 2016
'Hormônio do amor' ajuda a emagrecer
A substância melhora o
humor e diminui a ansiedade, o que pode reduzir a vontade de comer.
O parto, a atividade física rigorosa e
o sexo podem parecer atividades distintas em seus fins, mas têm algo em comum:
a produção de oxitocina, o ‘hormônio do amor’, que mexe com o comportamento
humano e pode levar ao emagrecimento.
A substância melhora o humor e diminui a
ansiedade, o que pode reduzir a vontade de comer.
“Das
três opções (produtoras de oxitocina), é fácil escolher a melhor”,
brinca o estudante Felipe dos Santos, de 23 anos.
“A oxitocina melhora o humor e diminui a
gula e a ansiedade. Ela altera o comportamento alimentar, diminuindo a
compulsão”, explica o endocrinologista Pedro Assed, pesquisador do
Grupo de Obesidade e Transtornos Alimentares (Gota), da PUC-Rio. O hormônio é
produzido pela hipófise e liberado na corrente sanguínea.
'Hormônio
do amor' mexe com o comportamento humano
De acordo com a clínica geral Márcia
Umbelino, especialista em medicina ortomolecular, a oxitocina atua na produção
de hormônios anabolizantes, o GH e o testosterona, que ajudam a transformar
massa gorda em massa magra, que é a massa muscular. “A oxitocina inibe um
hormônio catabólico chamado cortisol, que o ansioso produz em alta quantidade,
facilitando a formação de massa muscular, já que o anabolismo celular é
facilitado quando você diminui o cortisol”, explica. Ela destaca, também, o
aumento da libido.
Pesquisa nos EUA atesta os efeitos
O endocrinologista Pedro Assed ressalta que
o medicamento do hormônio ainda está em fase inicial de desenvolvimento, e deve
demorar a sair. “Pelo menos uns cinco, dez anos. Os resultados ainda são muito
conflitantes, há muito a ser estudado”, elucida.
Pesquisa recente da Universidade de Harvard,
nos Estados Unidos, testou a aplicação do hormônio, em formato de spray nasal,
em um grupo de pessoas.
Depois, levaram-nas a um restaurante, onde podiam comer
à vontade. Os que receberam oxitocina ingeriram, em média, 122 calorias e 9
gramas de gordura a menos do que quem tomou um placebo.
Além de reduzir a ingestão calórica, o
hormônio do amor melhorou o metabolismo dos voluntários: o processo que
transforma a gordura corporal em energia foi acelerado e a sensibilidade à
insulina foi aumentada, ajudando o organismo a eliminar o excesso de açúcar do
sangue.
Hormônios que atuam na perda de peso
Outros hormônios, de modo natural ou
medicinal, ajudam na perda de peso. O GLP-1, produzido no intestino, propicia
uma velocidade menor da digestão.
Com isso, segundo Pedro Assed, a sensação de
satisfação é prolongada. Pacientes obesos e diabéticos, por exemplo, têm uma
quantidade reduzida do hormônio no organismo, e, sob consulta médica, podem
tomá-lo.
A insulina, por sua vez, é um hormônio
anabólico que pode ser prejudicial. Quanto mais peso se ganha, o corpo produz
mais insulina, criando uma “bola de neve”. Para facilitar a ação do hormônio no
corpo, é recomendada a prática de atividades físicas.
Outros emagrecedores, mas que não devem ser
tomados, são os hormônios T3 e T4. Produzidos pela tireoide, eles controlam o
metabolismo e podem acelerá-lo.
Contudo, não devem ser tomados, pois podem
provocar diarreias e arritmia cardíaca.
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Postado por
Prof. William
às
10:42
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