sábado, 31 de outubro de 2020

Parábola da formiga


 

NÃO ABUSE DE UM FORMIGA, NUNCA PERCA UMA FORMIGA. É LONGO, MAS SE VOCÊC PENSA QUE É "O CARA" EM ALGUM LUGAR, DEVE LER, COM ATENÇÃO, REFLEXÃO E SE CONSEGUIR HUMILDADE.

Todos os dias, uma formiga chegava cedinho ao escritório e pegava duro no trabalho. A formiga era produtiva e feliz.

O gerente marimbondo, estranhou a formiga trabalhar sem supervisão. Se ela era produtiva sem supervisão, seria ainda mais se fosse supervisionada. E colocou uma barata, que preparava para a função.

A primeira preocupação da barata foi a de padronizar o horário de entrada e saída da formiga. Logo, a barata precisou de uma secretária para ajudar a preparar os relatórios e contratou também uma aranha para organizar os arquivos e controlar as ligações telefônicas.

O marimbondo ficou encantado com os relatórios da barata e pediu também, gráficos com indicadores e análise das tendências que eram mostradas em reuniões. A barata, então, contratou uma mosca, e comprou um computador com impressora colorida. Logo, a formiga produtiva e feliz, começou a se lamentar de toda aquela movimentação de papéis e reuniões!

O marimbondo concluiu que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a formiga produtiva e feliz, trabalhava.

O cargo foi dado a uma cigarra, que mandou colocar carpete no seu escritório e comprar uma cadeira especial… A nova gestora cigarra logo precisou de um computador e de uma assistente a pulga (sua assistente na empresa anterior) para ajudá-la a preparar um plano estratégico de melhorias e um controle do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que já não cantarolava mais e cada dia se tornava mais chateada.

 

A cigarra, então, convenceu o gerente marimbondo, que era preciso fazer uma pesquisa de clima. Mas, o marimbondo, ao rever as finanças, se deu conta de que a unidade na qual a formiga trabalhava já não rendia como antes e contratou a coruja, uma prestigiada consultora, muito famosa, para que fizesse um diagnóstico da situação.

A coruja permaneceu três meses nos escritórios e emitiu um volumoso relatório, com vários volumes que concluía: Há muita gente nesta empresa!

E adivinha quem o marimbondo mandou demitir?

A formiga, claro, porque ela andava muito desmotivada e aborrecida.”

MINHAS CONSIDERAÇÕES:

Infelizmente neste vasto mercado de trabalho, sabemos que muitos profissionais passam por esse tipo de situação. São excelentes profissionais, que iniciam suas atividades com todo o gás e motivação possíveis, entretanto com o passar do tempo sua liderança não as enxergam e não reconhecem sua postura profissional, seus resultados e seu profissionalismo.

Enfim, chegam à conclusão que não são valorizadas como pretendiam e merecem, inicia-se um processo de descontentamento em relação à sua gestão, à organização e com o passar do tempo, obviamente que não há motivação que resista e logicamente a desmotivação acaba por tomar conta do profissional, Ao ponto de decidirem mudar de empresa, na verdade esses profissionais que se assemelham à formiga, demitem seu gestor e não a empresa, pois na grande maioria das vezes, se tivessem a oportunidade de continuar na empresa, gostariam apenas da mudança de seu gestor.

conclusão: se você tem ao seu lado uma "baita" formiga...deixa com ela, que ela resolve.

quinta-feira, 1 de outubro de 2020

Super 7: conheça o novo modela de aposta das Loterias da Caixa


 

Para quem não dispensa uma fezinha, um novo tipo de aposta das Loterias da Caixa já está disponível. Batizada de Super 7, nessa modalidade o jogo será feito em colunas. O primeiro sorteio será na próxima sexta-feira (2) e o prêmio estimado é de R$ 1 milhão. As apostas já podem ser feitas nas casas lotéricas de todo o país, no portal Loterias Caixa e no app Loterias Caixa, disponível para usuários iOS.

 

Como apostar no Super 7

 

Cada volante tem sete colunas com dez números de zero a nove em cada uma. O apostador deverá escolher no mínimo um número por coluna. Se preferir, pode fazer apostas múltiplas e escolher mais números por coluna, marcando até dois números por coluna, com oito a 14 números marcados, ou três números por coluna, com 15 a 21 números marcados. Ganha prêmios quem acertar de três a sete colunas, independentemente da ordem. Uma aposta simples, de um número por coluna custa R$ 2,50.

 

Pode fazer bolão no Super 7?

 

Para aumentar as chances de ganhar, os apostadores também podem se organizar em grupos e participar de um bolão Caixa para o Super Sete, ao preço mínimo de R$ 10, e cada cota deve ser de, pelo menos, R$ 5, sendo possível realizar um bolão de, no mínimo, duas e no máximo 100 cotas.

Quando acontecem os sorteios do Super 7?

 

Os sorteios do Super Sete serão realizados às 15h, sempre às segundas, quartas e sextas-feiras. Assim, os ganhadores poderão resgatar as apostas premiadas no mesmo dia em caso de acerto. As vendas de cada concurso se encerram no dia do sorteio às 14h e, logo após cinco minutos, às 14h05, começa a captação do concurso seguinte.

 

Fonte CEF.

Mesmo com pandemia, setor de cruzeiros cresce 7,6% no Brasil


 

Pesquisa mostra que segmento gerou mais de 33,7 mil empregos

Uma pesquisa produzida pela Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos (CLIA Brasil) e pela Fundação Getulio Vargas (FGV) mostra que a última temporada de viagens turísticas de navios teve impacto econômico de R$ 2,24 bilhões na economia do país, um valor 7,6% maior em comparação à temporada anterior (2018/2019).

Além disso, o setor gerou R$ 296 milhões em tributos e 33.745 empregos no período. O levantamento, divulgado hoje (24), se refere ao período de novembro de 2019 a março de 2020, que é o justamente o mês de início da pandemia. Por causa disso, a temporada oficial este ano foi um mês mais curta.

Apesar de menor, a última temporada de cruzeiros registrou aumento do número de viajantes em comparação ao período anterior, totalizando aproximadamente 470 mil cruzeiristas a bordo de oito navios. Esse público navegou por 15 destinos nacionais (Santos, Rio de Janeiro, Búzios, Salvador, Ilha Grande, Ilhabela, Ilhéus, Recife, Maceió, Angra dos Reis, Porto Belo, Cabo Frio, Ubatuba, Itajaí e Balneário Camboriú), além de outros três na América do Sul: Argentina (Buenos Aires) e Uruguai (Montevidéu e Punta del Este).

O levantamento da FGV e da CLIA Brasil também mostra que o gasto médio por pessoa com a compra da viagem de cruzeiro foi de R$ 3.256 e o tempo médio da viagem foi de 5,2 dias.

O estudo indica que o impacto econômico médio gerado por cruzeirista nas cidades de escala foi de R$ 557,32. Os setores mais beneficiados com os gastos dos cruzeiristas e tripulantes foram compras e presentes (R$ 335,2 milhões), seguido por alimentos e bebidas (R$ 333,4 milhões), transporte (R$ 177,8 milhões), passeios turísticos (R$ 146 milhões), transporte nas cidades visitadas (R$ 71,3 milhões) e hospedagem antes ou após a viagem de cruzeiro (R$ 46,4 milhões).

Quase 92% dos entrevistados da pesquisa informaram que desejam realizar uma nova viagem de cruzeiro, e 87% querem retornar ao destino de escala, índice que, segundo os pesquisadores, reforça o papel da viagem de cruzeiro como uma vitrine para os viajantes conhecerem diversos destinos de maneira dinâmica e voltarem em um outro momento.

Quanto à frequência, 66,1% dos cruzeiristas realizavam sua primeira viagem de navio, enquanto os 33,9% restantes já haviam viajado de cruzeiro, em média, aproximadamente quatro vezes, o que demonstra que os cruzeiros estão sempre levando novos turistas aos destinos dos roteiros. As mulheres representam 61,9% do público que viaja de navio. Em relação ao estado civil, 61% dos passageiros são casados e 43,9% têm entre 35 e 54 anos.

 Administradores

 

 

 

segunda-feira, 21 de setembro de 2020

PONHA UM TUBARÂO NO SEU TANQUE



 

Os japoneses sempre adoraram peixe fresco.
Porém as águas perto do Japão não produzem muitos peixes há décadas.
Assim, para alimentar a sua população, os japoneses aumentaram o tamanho dos navios pesqueiros e começaram a pescar mais longe do que nunca. Quanto mais longe os pescadores iam, mais tempo levava para o peixe chegar. Se a viagem de volta levasse mais do que alguns dias, o peixe já não era mais fresco.

E os japoneses não gostaram do gosto destes peixes.
Para resolver este problema as empresas de pesca instalaram congeladores em seus barcos. Eles pescavam e congelavam os peixes em alto-mar. Os congeladores permitiram que os pesqueiros fossem mais longe e ficassem em alto mar por muito mais tempo. Entretanto, os japoneses conseguiram notar a diferença entre peixe fresco e peixe congelado, e é claro, eles não gostaram do peixe congelado. Entretanto, o peixe congelado tornou os preços mais baixos. Então as empresas de pesca instalaram tanques de peixe nos navios pesqueiros. Eles podiam pescar e enfiar esses peixes nos tanques, "como sardinhas". Depois de certo tempo, pela falta de espaço, eles paravam de se debater e não se moviam mais. Eles chegavam cansados e abatidos, porém, vivos.

Infelizmente, os japoneses ainda podiam notar a diferença do gosto. Por não se mexerem por dias, os peixes perdiam o gosto de frescor. Os japoneses preferiam o gosto de peixe fresco e não o gosto de peixe apático. Então, como os japoneses resolveram este problema? Como eles conseguiram trazer ao Japão peixes com gosto de puro frescor?

Se você estivesse dando consultoria para a empresa de pesca, o que você recomendaria?

Quando as pessoas atingem seus objetivos tais como, quando encontram um namorado maravilhoso, começam com sucesso numa empresa nova, pagam todas suas dívidas ou o que quer que seja, elas podem perder as suas paixões .
Elas podem começar a pensar que não precisam mais trabalhar tanto, então relaxam. Elas passam pelo mesmo problema que os ganhadores de loteria que gastam todo seu dinheiro, o mesmo problema de herdeiros que nunca crescem e de donas de casa, entediadas, que ficam dependentes de remédios de tarja preta.
Para esses problemas, inclusive no caso dos peixes dos japoneses, a solução é bem simples. L. Ron Hubbard observou no começo dos anos 50.
"O homem progride, estranhamente, somente perante a um ambiente desafiador".

Quanto mais inteligente, persistente e competitivo você é, mais você gosta de um bom problema.
Se seus desafios estão de um tamanho correto e você consegue, passo a passo, conquistar esses desafios, você fica muito feliz. Você pensa em seus desafios e se sente com mais energia. Você fica excitado em tentar novas soluções.
Você se diverte. Você fica vivo!

Para conservar o gosto de peixe fresco, as empresas de pesca japonesas ainda colocam os peixes dentro de tanques. Mas, eles também adicionam um pequeno tubarão em cada tanque. O tubarão come alguns peixes, mas a maioria dos peixes chega "muito vivo". Os peixes são desafiados.

Portanto, ao invés de evitar desafios, pule dentro deles. Massacre-os. Curta o jogo. Se seus desafios são muito grandes e numerosos, não desista. Se reorganize! Busque mais determinação, mais conhecimento e mais ajuda.

Se você alcançou seus objetivos, coloque objetivos maiores. Uma vez que suas necessidades pessoais ou familiares forem atingidas, vá de encontro aos objetivos do seu grupo, da sociedade e até mesmo da humanidade.
Crie seu sucesso pessoal e não se acomode nele.

Você tem recursos, habilidades e destrezas para fazer diferença.
"Então, ponha um tubarão no seu tanque e veja quão longe você realmente pode chegar".

(Desconheço o autor)

 

segunda-feira, 22 de junho de 2020

Nanotecnologia criada goianos pode prolongar por 21 dias durabilidade dos alimentos


Empresa da Suíça se interessou pela tecnologia e firmou parceria com os cientistas goianos




Empresa da Suíça se interessou pela tecnologia e firmou parceria com os cientistas goianos
Uma empresa goiana desenvolveu um spray capaz de aumentar a durabilidade dos alimentos. Estudos realizados com frutas, verduras e hortaliças, mostraram que o produto, que usa a nanotecnologia, pode aumentar a conservação dos alimentos em uma média de 21 dias. Empresa Suíça mostrou interesse pela testagem e firmou parceria com os cientistas de Goiás.
Para Nicholas Serafim Camargo, químico- chefe de Tecnologia e Inovação, o produto vai conseguir atingir toda cadeia alimentar. “Já fizemos o uso de nanotecnologia em cosméticos, nós já sabemos das aplicações, e nós já sabemos da funcionalidade. Nós pensamos, porque não trazer essa tecnologia para o mundo agro, já que Goiás é um dos maiores produtores do Brasil”, afirmou.
O químico ainda destacou que o produto é totalmente natural e comestível, por ser a base de óleos vegetais. “Usamos óleo de açaí, óleo de café verde e ele vai funcionar protegendo a fruta contra ações externas, por exemplo, contra a ação do oxigênio, ou contra a ação de micro- organismos que estão pertencentes ali na superfície da fruta”, destacou
De acordo com Nicholas, uma empresa Suíça se tornou parceira e está contribuindo com um dos ativos da fórmula e com testes de campo. A expectativa é que, com a parceria, o trabalho dos cientistas esteja pronto para comercialização até o final do ano.
“Eu acho uma boa ideia uai, porque a gente compra, não pode estar vindo todos os dias, guarda em casa e vai usando ela fresquinha, boa”, considerou o aposentado Valdir Celestino da Silva sobre a possibilidade de aumentar a durabilidade dos alimentos.
*Com informações do G1.

domingo, 31 de maio de 2020

Energias radiantes


Os estudiosos da área da física quântica e da parapsicologia estão no mesmo diapasão que os pesquisadores da área médica: aceitam, respeitam e pesquisam  a  Fluidoterapia, devido à comprovação das energias radiantes.

Essa busca, que modernamente foi acionada através das descobertas da Universidade de Kirov, na Rússia materialista, expandiu-se nas pesquisas registradas e divulgadas da Universidade de  Prentice Hall, nos Estados Unidos, estendendo-se com Raul de Montandon na França. Mais que nunca está comprovado que  as mãos funcionam como antenas que captam e transmitem as energias do plasma vital de antimatéria.

Hoje, denominado nos Estados Unidos de therapeutic touch e hands on (terapêutica do toque  ou imposição das mãos – em livre tradução), o passe, ou a imposição de mãos, é aceito em muitas clínicas de terapias alternativas daquele país, como também pelos healers (curadores profissionais que promovem a cura pela imposição das mãos), que são admitidos normalmente em suas funções, nos hospitais ingleses.
Esse assunto, muito  antigo e tão atual,  remonta a séculos antes de Cristo, como se vê num papiro encontrado nas ruínas de Tebas, que hoje se encontra em Museu: “Pousa tua mão sobre o doente para acalmar a dor e dize que a dor cesse.” Aí se vê que sempre funcionou e funcionará  o poder  curador, que associado ao poder do pensamento e da palavra, tem domínio sobre a dor.
Com Jesus, a eficácia da imposição das mãos mostrou-se em toda sua magnitude, como relatam os Evangelhos. Do mal de que cada necessitado se fazia portador, Ele aplicava o concurso terapêutico, restabelecendo o equilíbrio e favorecendo a paz.
Quando impunha suas mãos generosas, cegos e surdos, mudos e feridos renovavam-se, ficavam curados; restaurava-se o organismo depauperado.
As vítimas de transtornos mentais recobravam a lucidez porque os espíritos que as perturbavam eram afastados. Extáticos e catalépticos retornavam ao seu chamado.
Sabemos que essas propriedades do ato de curar, que decorrem do seu imenso amor, foram repassadas  a seus discípulos, para amenizar os sofrimentos dos homens e curá-los, quando sua história de vida o permitia.
A cura se dava pela fé manifestada, pela força invisível que Ele transmitia. As células se revitalizavam e a saúde voltava.
Hoje também,  através do passe espírita, o cristão com disposição de servir , prepara-se para poder impor suas mãos nos companheiros necessitados, esgotados, desanimados, que se beneficiam, revitalizando-se.
Para aqueles  que se debatem nas obsessões tenazes, nos desequilíbrios mentais, a ação socorrista também se faz presente.
A transmissão da energia curadora  beneficia , também, a quem dela se faz portador –  quando  executa  a caridade sem rótulos e sem exigências-  pois é dando que se recebe.
Para que ocorram essas  bênçãos não são empregadas encenações e nem pirotecnias extravagantes, mas a simples imposição das mãos, como Jesus ensinou, seguida da prece, porque todo o poder do passe espírita, como cura magnética,  depende do espírito e não da matéria, da assistência  espiritual do médium passista e não somente dele mesmo.
Trata-se de orar, concentrar e doar o melhor de si mesmo, sabendo que, em tudo, dependemos da assistência espiritual, pois  a espiritualidade sabe a situação real de cada necessitado, as possibilidades de ajudá-lo em face de seus compromissos nas provas, manuseando, de perispírito a perispírito, a natureza dos fluidos, para que se façam eficazes na reconstrução do equilíbrio espiritual e orgânico.
Emmanuel, o orientador espiritual de Chico Xavier, comenta no capítulo 153 de Caminho, Verdade e Vida:   “No cristianismo redivivo, de novo, o movimento socorrista do Plano Invisível (…) Transfusões de forças psíquicas, em  preciosas energias espirituais, fluem dos mensageiros do Cristo para os  doadores e beneficiários (…) Onde exista sincera atitude mental do bem, pode-se estender o serviço providencial de Jesus. Não importa a fórmula exterior. O bem pode e deve ser ministrado em seu nome.”
Vivemos um momento em que, além da crença, a ciência e a espiritualidade trabalham para descortinar a realidade poderosa  das energias radiantes.

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segunda-feira, 2 de setembro de 2019

Estudo revela por que gostamos de pessoas que são ruins para nós





Você acredita que “homem bonzinho só se dá mal”? Você acha que mulheres precisam pisar nos caras para eles gostarem?

Embora tudo isso pareça contraditório, um novo estudo
espanhol publicado na revista Evolution and Human Behavior descobriu que há um pouco de verdade por trás da afirmação de que gostamos de pessoas que não são boas para nós.

De acordo com a pesquisa, quanto mais neurótica e impulsiva uma pessoa é, mais propensa também é de ter mais parceiros sexuais.

Impulsividade
O estudo analisou diversos traços de personalidade de 959 homens e mulheres heterossexuais com idades entre 16 e 67 anos, incluindo distúrbios comportamentais, mentais e físicos extremos, variando em gravidade de inexistentes a medicamente diagnosticáveis.

Os indivíduos responderam perguntas relativas ao seu histórico de relacionamento, o número de filhos que tiveram, seu tipo de trabalho e renda, nível de escolaridade e outros fatores socioeconômicos.

De particular interesse para os pesquisadores eram os traços de neuroticismo, transtorno obsessivo-compulsivo e impulsividade.

Os resultados revelaram que mulheres e homens patologicamente imprudentes – aqueles que agem sem pensar muito ou sem ter cuidado – atraíram muito mais parceiros de curto prazo do que os participantes com personalidades “médias”, que não mostravam traços patológicos pronunciados.

Pessoas impulsivas tiveram o maior número de parceiros de curto prazo, em média. “Enquanto [tomadores de risco] são egoístas, quebradores de regras, imprudentes e rebeldes, eles também são corajosos, temerários, independentes e autossuficientes, e vivem vidas frenéticas.

 Isso cativa muitas pessoas”, disse Fernando Gutiérrez, do Hospital Clínico de Barcelona, que liderou a pesquisa.

Obsessivos e neuróticas

Uma diferença entre os sexos foi observada no quesito transtorno obsessivo-compulsivo: apenas homens com essa característica foram mais bem sucedidos em garantir parceiras de longo prazo.

Isso estava fortemente associado ao elevado rendimento que os homens obsessivo-compulsivos tendiam a ter – eles ganhavam duas vezes mais que seus colegas, de acordo com os autores do estudo.

“Do ponto de vista darwiniano, dinheiro significa sobrevivência, segurança e recursos para as crianças. Eles [os homens obsessivos-compulsivos] também são sérios, confiáveis e cautelosos”, afirmou Gutiérrez à revista Scientific American.

Para a mulher, valia mais a pena ser neurótica. O estudo concluiu que as mais neuróticas tinham 34% mais companheiros de longo prazo e 73% mais filhos do que a média.

Calma lá

Antes de sairmos por aí confirmando estereótipos e sensos comuns, no entanto, é importante lembrar que o estudo tem suas limitações: envolveu um número relativamente pequeno de participantes em apenas uma cidade, Barcelona, sem contar que muitas vezes as pessoas mentem sobre seu histórico sexual.

“Isso pode ser especialmente verdadeiro para indivíduos cujas características de personalidade os tornam mais propensos a desonestidade”, comenta Corinna E. Löckenhoff, psicóloga do desenvolvimento humano da Universidade de Cornell, que não estava envolvida no estudo.

Apesar disso, os pesquisadores observam que transtornos de personalidade podem ter evoluído nos seres humanos como uma estratégia social e sexual, em oposição a ter se desenvolvido como uma doença desvantajosa.

 Evolution and Human Behavior 
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terça-feira, 26 de março de 2019

Sobre Crianças Egocêntricas



Criança mimada é sempre uma criança a quem faltam bons valores, A criança criada baseada em desejos e em valores ruins tende a ser mimada. 

Independente da família ser mais conservadora ou liberal, quando o desejo ganha proeminência, criamos pessoas com dificuldade de lidar com a frustração, cheias de vontades, dispostas a consumir e para consumir tem que haver insatisfação com o que tem portanto são egocêntricas.

Quando a criança cresce convivendo apenas com adultos. Os grupos de que ela participa são mediados pelo dinheiro e por adultos(escolinha de futebol, etc). 

Como ela circula em espaços protegidos e comprados, a oportunidade de haver cooperação, o servir, o cuidar é muito reduzido. O desejo é estimulado, pois o nível de consumo é alto. São muitos brinquedos, muitas roupas, muitas vontades. Até na alimentação o desejo ganha proeminência.

 Antigamente a alimentação era decidida pela dona de casa e consumida por todos. Hoje é comum ir à praça de alimentação onde cada um come o que deseja. A televisão passou a ocupar parte da função de diversão que era exercida pelos amigos, irmãos e primos. A criança solitária assiste tv e aprende com os péssimos exemplos que existem lá. Ou ficam isolados em computadores.

 O individualismo atinge níveis muito altos, o que gera egoísmo,ou egocentrismo, ou seja uma criança preocupada apenas consigo mesma. Os brinquedos são descartáveis e abundantes. Não são mais valiosos, podem ser quebrados ou abandonados. Aliás, tudo passa a ser descartável. Quais valores estão sendo realmente cultivados por estas crianças: individualismo, egoísmo, valorização do desejo, mediação da vida pelo dinheiro, status, super-proteção, isolamento, imaturidade para lidar com grupos e com dificuldades, falta de cooperação, falta do servir, etc.

Para lidar com isso a família precisa além de fazer com que as crianças convivam com outras crianças, devem ensiná-las a interagir com todos independente do nível social, ensinando que não se deve menosprezar quem tem um pouco menos que eles, ensinar a dividir os brinquedos, lanches, criando assim uma criança solidária.


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terça-feira, 19 de março de 2019

As voltas da vida



Lembro-me do meu pai, à mesa, me confortando. Eu, com sete ou oito anos, com medo de ficar velha e não poder mais brincar. Ele sabiamente dizendo que as brincadeiras mudariam com a idade, mas jamais me seriam proibidas.
 Algumas coisas podiam perder a graça para que novas viessem a me interessar. Usou como exemplo a minha mamadeira. Estava lá. Eu não era proibida de usá-la. Eu só não tinha o interesse. Havia descoberto outras maneiras. Não brincar mais, não seria uma imposição da idade, mas uma troca de interesses.
Embora eu não acreditasse que alguém pudesse perder o interesse em brincar aceitei de coração aberto as palavras que me encorajaram a vida toda. A vida, afinal, é como no videogame. Quando se passa para uma nova fase a dificuldade aumenta, mas o prazer de vencer também. Os obstáculos são parte do jogo.
Pensar assim torna menos difícil seguir em frente, sem olhar pra trás. Com isso resolvido na minha cabeça, retomar um ciclo já fechado era algo que eu não considerava. Isso até o dia em que, no desespero de retomar a minha rotina de exercícios físicos, decidi colocar o prazer no início da minha lista de prioridades. Precisava reencontrá-lo em alguma atividade física que eu pudesse me dedicar diariamente. Precisava me mexer.
Mais um mês lendo, escrevendo e vendo filmes e eu me esqueceria de como se anda. Sempre fiz muita atividade física e minha apatia tinha um nome. Ninho vazio. Meus passarinhos voaram em bando. Precisava redescobrir um prazer que me motivasse.
Procurei uma aula de dança. A aula foi ótima, mas o meu preparo estava péssimo. Temi não encontrar a satisfação que buscava. Foi quando surgiu a ideia do balé. Paixão antiga. Faz tanto tempo, pensei. Ciclo fechado. Mas, algo dentro de mim fez com que eu me questionasse. E se eu ressuscitar esse prazer? E se eu recomeçar? Foi o que fiz. Escolhi o horário, a turma, o método que mais se adaptava ao meu momento e recomecei do zero.
Não sei se, realmente, acreditava que sentiria algum dia o que eu sinto agora. Deixem o mundo lá fora! Aconselha o meu querido e abençoado mestre. Eu obedeço. Meus ouvidos, minha mente, meu corpo estão a serviço da superação. A cada aula venço um dragão, mas acima de tudo me entrego a um prazer indescritível.
Não tenho a pretensão de fazer voltar o tempo, mas de fazer o meu melhor. A cada aula o meu esforço busca isso. Pensei que ficaria o tempo todo me cobrando, comparando o presente com o passado. Não. Isso nem é permitido. Precisamos ser ainda melhores. Precisamos nos reinventar.
Quando ouço: “Vamos lá, minhas bailarinas, com todo o capricho”. Eu me sinto num teste do Bolshoi. Mentalizo cada pedacinho do meu corpo e dou tudo de mim. Esta concentração, este controle: respiração, movimento, ritmo, leveza, equilíbrio e memória, causam em mim o efeito da meditação.
Nem acredito como estou mais serena, em paz, de bem comigo. Isso, sem contar todas as boas coisas que vieram com essa decisão. Mas, sobre este assunto, falo numa outra crônica. A amizade feminina merece bem mais do que três linhas. Se conto isso a vocês é porque, por muito pouco nem considerei a ideia.
Obstáculos demais num período em que estava sensível demais. Portanto, queridos leitores, aceitem a minha contribuiçãozinha amiga e tentem. Procurem até encontrar. Caminhada, dança, pilates, musculação, ciclismo, estepe, tênis, pádel, vôlei, futebol, corrida, boxe, zumba, ritmos, surfe, frescobol, slackline, pollydance, o que for. Experimentem.
Reexperimentem. Troquem de modalidade de tempos em tempos, mas não abram mão de fazer o que for com muito prazer. Estou falando de atividade física, mas se quiserem abusar da criatividade, fiquem à vontade que está valendo.
A vida é uma só e muito curtinha pra se perder tempo de ser feliz se conformando com o satisfatório. Aproveitem que chegou o verão e saiam da janela! A vida tá aí pra ser vivida.

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sábado, 16 de março de 2019

Aprendendo controlar nossos anjos e demônios interiores


A vida em nós e diante de nós não permite isenção



Por comodismo, ou até mesmo por ignorância, o ser humano aprendeu a lidar com a complexa realidade do mundo de uma forma simplista: colando rótulos. E não só. Para facilitar ainda mais os contatos, organizou uma espécie de compartimentos onde coloca as pessoas, as coisas e os acontecimentos segundo a primeira impressão que lhes causa.

 Tudo ou é bom ou mau, positivo ou negativo. E pronto!
Mas, na verdade, nada pode ser classificado como isso ou aquilo. Tudo o que existe é bom e mau, ao mesmo tempo.
 E será positivo ou negativo dependendo das pessoas e das circunstâncias. O que é bom hoje pode ser mau amanhã, ou vice e versa. O que é negativo numa circunstância pode ser positivo em outra.

Isto serve também para nossos impulsos internos, aquelas forças interiores que nos leva a perceber as situações e a tomar decisões. Nossas motivações podem ser anjos ou demônios, depende da maneira como as tratamos.
Para isto, existe a razão, a capacidade de discernimento e de escolha que pode e deve ser usadas o tempo todo. Somos e vivemos segundo nossas decisões.

A vida em nós e diante de nós não permite isenção. Não há como ficar indiferente e se isentar ou deixar de viver. Até mesmo quando uma pessoa se mata, acabando com a própria vida, está tomando uma decisão e agindo.
 É impossível não fazê-lo. E neste momento de decisão é que entram em ação nossos comandos internos. São nossos anjos ou demônios, dependendo do controle que exercermos sobre eles.

E como saber o que está nos motivando? São os guardiões do bem e da luz, ou são os defensores do mal e da escuridão. É a sabedoria ou a ilusão que está nos impulsionando? Eis a aí a maior de todas as questões.

Para muitos sábios, só é possível o controle correto dessas forças internas que agem dentro da nossa mente pelo conhecimento profundo de nós mesmos. Parece fácil. Mas não é. Pode até ser simples, mas é extremamente difícil exercer o autocontrole.

Primeiro porque nossas motivações interiores não vêm classificadas, com um rótulo identificando sua natureza e sua origem. Como foi dito antes, tudo tem sempre a mesma cara. Não para saber, logo de cara, se é bom ou ruim.
A única maneira de descobrir de onde brotou cada uma das nossas decisões é olhando para cada uma delas com os óculos dos nossos valores.

Sempre que algo me incita a agir de um jeito ou de outro, tenho que me perguntar: o resultado desse ato é o que, de verdade, eu desejo pra minha vida? Essa opção está de acordo com meus sonhos, meus projetos e com aquele eu mesmo que somente eu conheço?

É bom também se perguntar, como vou me sentir depois, quando estiver sozinho comigo mesmo, ao lembrar ou rever esse ato, essa palavra, essa decisão?

Nosso juiz está dentro do nosso coração. Ele não nos condena ao sofrimento nem nos liberta da culpa. Nosso juízo interior, ao invés disso, chora ou se alegra, ele mesmo, por cada um dos nossos passos. Este, sim, é o mais justo dos julgamentos.

Então, a única maneira de controlar os impulsos maléficos, os demônios, que surgem a todo instante no íntimo de nós, é submetê-los todos, ao exame do nosso juízo interior. E como fazer isto? Estar atento o tempo todo e a tudo o que fazemos.

O simples ato de comer, se não for acompanhado da plena atenção, pode não ser benéfico como deveria ser. Uma palavra dita a uma ou mais pessoas pode ferir, causar danos inesperados, se não forem pronunciadas com toda a atenção.
A atenção plena é o modo de deixar nosso juiz interior sempre num lugar de destaque em nossa vida e não permitir que realizemos nada sem o seu julgamento.
 Estar atento é estar sempre, sob o olhar do nosso coração. É estar com a luz da consciência acesa e colocado em lugar de destaque para iluminar todos e tudo o que entra e sai de nosso íntimo.

A luz, só essa centelha de divindade que há em cada um de nós é que deve comandar nossa vida. Diante de seu brilho, anjos e demônios, bem e mal, serão enxergados e controlados o tempo todo em que durar essa oportunidade que nos é dada para evoluirmos para uma vida que não tem fim.
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