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Não há dúvida de que a política é necessária na organização da sociedade democrática, o exercício do poder para e pelo povo. Por princípio, o poder emana do povo e deve ser exercido em seu nome. Acabamos de ter as eleições para presidente da República, governadores, senadores e deputados federais e estaduais. Tivemos uma campanha, como de costume, de muitas promessas, para conquistar os votos do eleitor.
Pois mal termina a eleição, no final do ano, o Congresso Nacional, aprova, de forma muito rápida, um aumento de 61% de seus próprios salários. Por extensão, aumenta também, de forma exorbitante, o salário do presidente (+ de 149%) e ministros, governadores, secretários, deputados estaduais e vereadores. Um verdadeiro trem da alegria, que beneficia praticamente todos os agentes políticos.
Então, começamos a entender por que se gasta tanto numa campanha eleitoral. Como se viu, mais uma vez, nessa semana, trata-se de um bom negócio. A política deixa de ser um exercício do bem comum, para tornar-se uma atividade profissional. Um exercício, como se viu com esse aumento exagerado, sem ética. Onde ficou o povo no exercício do poder, pois deveria haver uma discussão pública do aumento de seus salários. Advogaram em causa própria.
Os altos salários também beneficiaram os partidos políticos. Sim, porque há um desconto para o fundo do partido. Quanto maior o salário dos agentes políticos, mais dinheiro entra nos cofres dos partidos. Por isso, não se viu dirigente partidário criticando a decisão do Congresso Nacional. Pelo contrário, a gastança durante a campanha eleitoral, agora poderá ser paga.
Entretanto, toda essa conta será paga pelo contribuinte. Quem teve aumentos de 61% em sua atividade empresarial ou nos salários?
Esse fato já é suficiente para demonstrar o verdadeiro assalto aos cofres públicos que representa esse aumento num país onde o gasto público na administração, portanto nos meios, é uma das mais altas do mundo. Para pagar esses altos salários, somadas aos exagerados auxílios parlamentares, deixarão de ser executados serviços públicos. Os tão prometidos serviços públicos de melhoria da educação, saúde, segurança, infraestrutura, etc. Bem, mas se faltar dinheiro, são os congressistas que têm o poder constitucional de aumentar a carga tributária. A receita dessa “ditadura civil” é que não tem limites para aprovar gastos pessoais e depois envia-se a conta ao cidadão.
Onde ficou o poder do povo? Apenas na retórica de um discurso lindo e convincente de campanha.
E, o salário mínimo como ficará? Terá também um aumento de 61%?
Impossível. Não há condições de dar um aumento com esse índice na sustentabilidade de empresas privadas e públicas, bem como nas contas da previdência. Se o aumento não pode ser para todos, então também não deve ser para alguns.
Pois de forma demagógica há poucos anos o Congresso Nacional aprovou um dispositivo de que “de hora em diante, o índice de aumento do salário dos congressista seria igual ao aumento do salário mínimo”(!?). A decisão foi muito saudada pelos grandes meios de comunicação. Na verdade, uma forma de enganar um povo sem visão crítica.
Um aumento de 10% para Congressistas e do salário mínimo não é a mesma coisa. Imaginem o trabalhador e o seu deputado chegarem ao supermercado para gastar um aumento “igualitário” de 10% de cada um. O trabalhador terá disponível um valor 10% sobre um salário de R$510,00. Portanto, gastará R$51,00 a mais. Já o seu deputado federal, poderá gastar os mesmos 10% sobre seu salário de R$26.000,00, ou seja, R$2.600,00. Somente, quando o deputado e seu eleitor chagam com seu carrinho no caixa do supermercado, vemos que 10% é diferente de 10%.
Até quando?por Elmar Luiz Floss. (elmar@grupofloss.com)Entendeu, então comente, participe!!!

É comum que cada geração viva conforme os conceitos pré-estabelecidos pelo mundo que a cerca. São fatores econômicos, sociais, culturais e evolutivos que, somados aos paradigmas existentes em cada família, moldam a identidade das pessoas na sociedade. Dessa forma, é importante que os gestores estejam preparados para uma nova realidade, que envolve a integração entre experiência e inovação, isto é, a união de diferentes gerações no ambiente de trabalho.
Por este motivo, os líderes enfrentam hoje um grande desafio ao direcionar equipes cada vez mais formadas por profissionais de diferentes faixas etárias. Com isso, é importante ressaltar que esse mix poderá trazer ótimos resultados se as distintas competências forem captadas e integradas em prol de um mesmo objetivo. Para tanto, é imprescindível que gestores e executivos fiquem atentos e conheçam muito bem cada membro de sua equipe, com foco na complementaridade.
Para direcionar uma organização multigeracional é preciso, antes de tudo, estabelecer e conhecer os conceitos existentes em cada geração a fim de liderar de forma produtiva e, principalmente, harmônica, os três times existentes no atual mercado de trabalho.
De forma geral, podemos definir os profissionais de acordo com as características abaixo:
• Geração Baby-boomer (nascidos entre 1946-164): compreende as pessoas mais experientes em atuação corporativa. Foram os primeiros que cresceram em frente à televisão e vivenciaram a opressão da Segunda Guerra Mundial. Caracterizam-se por serem preocupados com os ganhos e a produtividade e aceitam com facilidade regras criadas e impostas por grupos anteriores a eles;
• Geração X (nascidos entre nascidos entre 1965-1983): os membros da geração X são autoconfiantes, transitórios nas empresas e tendem a permanecer nas organizações de três a cinco anos, por serem mais apegados aos valores familiares, competentes e com alta capacidade de aprendizagem. Por terem vivenciado o pós-guerra, presenciaram a demissão de adultos das grandes corporações e, com isso, criaram uma incredibilidade na dedicação por uma empresa. Sendo assim, eles preocupam-se com o que realmente importa à eles e tornam-se abertos à questionar a hierarquia;
• Geração Y (nascidos entre 1982-1999): jovens altamente tecnológicos, ousados, acostumados a realização de multitarefas, ambiciosos, despojados e questionadores procuram seu espaço em meio a uma “nova ordem” que está se estruturando: um mercado de trabalho multigeracional, cujas necessidades variam de forma vertiginosa. Esses são os jovens da geração Y que tiveram acesso a todas as inovações e conhecimentos advindos da era tecnológica e cresceram num ambiente privilegiado proporcionado pelos seus antecessores. No entanto, essa nova safra de profissionais encontrou organizações em processo de reestruturação e ainda buscando formas de absorver e melhor usufruir desta nova gama de potencialidades.
Quando exploradas e desenvolvidas as qualidades dessa tríade, as ideias e objetivos das empresas podem ser analisados de pontos de vistas diferenciados. Pessoas de idades diversas dividindo o mesmo local de trabalho tornam possível a troca de experiências, como uma relação existente entre pai e filhos. Se um erro já foi cometido por alguém de maior conhecimento, é muito provável que o colaborador mais novo não irá fazê-lo novamente, pois haverá alguém que bloqueie esta ação.
A contribuição entre gerações pode ser ativada através de estímulos do líder, como, por exemplo, organizar atividades de integração. Essa é uma das maneiras que o gestor pode utilizar para aproximar grupos que antes víamos como diferentes. Isso contribui, entre outros, para o ajuste do planejamento estratégico da empresa e para uma boa visão das tarefas que compõem o campo de ações práticas.
Além disso, é importante identificar os pontos fortes e fracos de cada profissional, de maneira individual, ou seja, não classificar o colaborador diretamente pelo grupo ao qual ele pertence. Para isso, devemos lembrar que, mesmo tendo algumas afirmações gerais, as pessoas mudam e possuem suas próprias personalidades que advêm de experiências pessoais. Lembre-se que cada ser é único e que nunca encontraremos uma pessoa que tenha vivenciado seus conhecimentos. E é a partir destas informações pessoais que qualidades são desenvolvidas. Se o gestor está atento a essas pequenas características existentes em cada colaborador, motivando e ressaltando o que cada um tem de melhor, resultados eficazes serão atingidos gradativamente.
Atualmente, é comum ver empresas que descartam o currículo de um profissional após de analisar dados como idade e experiências profissionais. Mas, eles se esquecem que qualidades não provêm de faixa etária ou tampouco de inúmeras passagens por empregos. Um jovem pode ter coragem, determinação e criatividade necessária para sua companhia, tanto quanto um experiente trabalhador pode ter força de vontade, inteligência e astucia para resolver problemas de imediato e aprender novos processos. As peculiaridades de cada indivíduo devem ser consideradas e, acima de tudo, analisadas. Ao descartar um candidato à vaga existente no seu grupo, por questão de idade ou outra pequena característica, você poderá estar excluindo a chance de desenvolver uma instituição multigeracional, onde competências podem e devem ser mescladas para que qualidades sejam complementadas.
Apesar de características distintas, essas gerações se agregam no ambiente corporativo, assim, a boa mistura de competências será o fator determinante para a obtenção de resultados positivos. Almejar o sucesso de sua organização é desejar que ela cresça gradualmente e se adapte a evolução do mundo. As empresas terão que entender como pode funcionar uma equipe constituída por diferentes gerações. Afinal, não existe nada melhor do que a troca de ideias entre pessoas de diferentes origens e idades, para que as tarefas diárias possam ser executadas de maneira inusitada, inovadora e eficaz.
Por Eduardo Shinyashiki. Um texto que merece seu comentário. Use o blog ou o dihitt.
Está passando nos cinemas a continuação de um dos filmes de maior sucesso da história do cinema nacional, “Tropa de Elite”. “Tropa de Elite 2” conta a saga do Capitão Nascimento contra o “sistema”, que é em suma o crime organizado na cidade do Rio de Janeiro. O mais interessante desse segundo filme é que Nascimento vai descobrindo, aos poucos, a verdadeira extensão do “sistema”. Pessoas em que ele confiava dentro da própria Secretaria de Segurança Pública revelaram-se parte do crime organizado, e assim a trama vai evoluindo. A ideia após assistir ao excelente filme, diga-se de passagem, é fazer um paralelo do “sistema” as nossas finanças e como elas podem afetar o nosso desenvolvimento pessoal e financeiro. Vamos imaginar o “sistema” como se ele fosse o nosso universo com relação ao dinheiro. Se fosse o Capitão Nascimento dizendo, ele diria que “O sistema, parceiro, não quer que você fique rico”!
Vamos começar falando do “sistema” pelo crediário que existe no Brasil. Temos uma verdadeira enxurrada de crédito, lojas oferecendo parcelamentos cada vez maiores para seus produtos, oferecendo cartões de crédito como se fossem bancos, marketing pesado, tudo para que você gaste e pague suas parcelas dentro da própria loja. Consumidores com o sentimento de estabilidade no emprego, comprando bens com prazos cada vez maiores, sem ao menos fazer contas de quanto esses produtos vão pesar no orçamento e quanto estão pagando de juros. O “sistema” no Brasil tem a maior taxa de juros do planeta, e poucas pessoas se lembram disso na hora de abrir um crediário... Além de pagar mais caro, estão ajudando a inflacionar os preços de produtos de maior valor, como automóveis e imóveis. O que vale aqui é a sensação do produto novo, não o sonho de uma aposentadoria tranquila.
O “sistema” também conta com a falta de disciplina com o dinheiro não só do brasileiro, mas dos consumidores ao redor do mundo (lembrando da crise de crédito que ocorreu nos EUA em 2008). As pessoas acham chato falar sobre dinheiro, acham que economia é assunto para poucos ou para quem tem muito dinheiro. Quem fala que dinheiro é chato, está dizendo a si mesmo que não gosta de dinheiro. O “sistema” sabe que as pessoas são desorganizadas com suas finanças, não fazem um bom planejamento de gastos futuros. Isso ocorre não só individualmente, mas dentro da própria família. Cada vez mais as pessoas dentro da mesma casa estão mais individualistas, pensam em si mesmas e no que elas vão comprar de última moda em roupas, aparelhos eletrônicos, acessórios e outros artigos do gênero.
Mas felizmente, ao contrário do filme, é mais fácil combater esse “sistema” do que parece, pois depende única e exclusivamente de cada um de nós. Adquirir bons hábitos financeiros, fazer um bom planejamento, investir em boas empresas (ou até mesmo abrir uma, sabendo o que está fazendo), saber evitar investimentos duvidosos ou que prometem retornos milagrosos, poderá fazer o “sistema” trabalhar a nosso favor, e não contra. Ao contrário do “Tropa de Elite”, não precisamos esperar o BOPE agir para resolver a situação. Nós mesmos podemos ter a nossa “Unidade Pacificadora Financeira” dentro de casa, trabalhando pelo nosso futuro e pelo futuro de nossos filhos.Por Antônio De Julio.Comente, participe!!!

Existe um ditado que diz: “não se deve deixar para amanhã o que se pode fazer hoje”, oportunidades passam, com a mesma intensidade que aparecem, e amanhã pode ser tarde demais, pois muitas coisas podem acontecer em um minuto quem dirá em um dia, por isso é preciso ter certeza e noção da importância do que se está deixando para trás, já que o tempo não para e assim sendo, não esperara que você faça sua escolha para então seguir seu curso.
Há momentos na vida que precisamos escolher nosso caminho e o que fazer do nosso futuro logo, pois algumas oportunidades aparecem uma só vez, após isso, se não aproveita se esvai e ficaremos somente com as incertezas, os chamados “SE’s”, se eu tivesse feito isso, se eu não abrisse mão daquilo, e por aí vai.
Creio que é preferível pecar por ação que por omissão, mais vale tentar e falhar, que ficar o resto da vida pensando no que poderia ter acontecido se eu tivesse tentado. Já insisti em muitos erros pensando poder corrigi-los, não consegui, porém tentei, dei meu máximo e não obtive êxito. Houve também momentos nos quais sabia que deveria desistir, e mesmo assim segui em frente, fui além dos limites aceitáveis e mesmo assim acabei falhando.
Contudo nunca me senti um derrotado, pois sempre corri atrás das oportunidades, insisti no que achava certo, e mesmo perdendo sempre tirava de cada falha uma experiência, algo que mais em frente me ajudaria de alguma forma. Tive coragem de renunciar a alguns sonhos para propiciar a realização de outros, e nunca deixei que os ”SE’s” da vida fizessem com que me arrependesse da escolha feita.
Com o tempo aprendi a medir meus esforços, não ultrapassando o limite do que está ao alcance. Hoje sei aceitar uma derrota, sei quando devo parar de lutar, e então vou à procura de algo novo, uma nova meta, deixando para trás o que passou, trazendo comigo só as experiências adquiridas e a certeza que não se deve gastar energias em uma batalha perdida, pois o verdadeiro vencedor não é aquele que obtêm êxito em todas as suas batalhas, mas sim aquele que consegue tirar das derrotas experiências que o farão não repetir os mesmos erros novamente.
“Há pessoas que pedem uma única oportunidade, outras tem várias e simplesmente não aproveitam.”By: Rivaldo YagiComente aqui ou no dihitt

Um dos grandes desafios da nossa alma e da nossa existência é a busca de nós mesmos. Quem somos, o que queremos, o que nos deixa felizes, quais os nossos sonhos mais íntimos, que padrões negativos queremos quebrar - esses são alguns dos questionamentos que temos que fazer em nosso processo de autoconhecimento, no processo da busca de si mesmo.
Dificuldades surgem no caminho, cansaço, estresse, dúvida, medo, ansiedade. Pedras que nós mesmos colocamos na trilha de nossas vidas. Só teremos êxito em nossa jornada se aprendermos a mudar. É preciso deixar de ser quem não somos, é preciso abandonar o que não gostamos, deixar de fazer o que não queremos, eliminar de nossa vida o que nos faz sofrer. É preciso mudar para ser quem se é.
É fundamental irmos ao fundo de nossa alma, as nossas profundezas, para lá nos encontrarmos, para assim podermos abandonar a ilusão em que vivemos e começarmos a vivenciar os nossos sonhos mais íntimos, escondidos e verdadeiros. Para podermos cumprir a nossa verdadeira missão. Você pode encontrar a si mesmo indo para dentro de você.
Lute, mude, tenha força e persistência e vá ao encontro de você. Como diz a letra da música Companheiro, de Maria Eugência: "Vai amigo, não há perigo que hoje possa assustar. Não se iluda, que nada muda se você não mudar. Ponha alguma coisa na sacola, não esqueça a viola, mas esqueça o que puder e cante que é bom viver. Rasgue as coisas velhas da lembrança, seja um pouco de criança, faça tudo o que quiser e cante que é bom viver." Por Gisele Dieder
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O relógio bate meia-noite, os fogos iluminam os céus, as pessoas se abraçam e se beijam, e infinitos planos e promessas são feitos. Mais uma vez, chegamos ao final de outro ano. Os assuntos se voltam para o ano que chega, para as juras que faremos, e para as inúmeras que não cumpriremos. Estamos todos cheios de sonhos e esperanças acerca deste ciclo que se encerra, e do próximo que se inicia. As atenções estão voltadas para tudo o que pretendemos fazer de outra forma, de um jeito novo.
A catarse de emoções, tarefas e obrigações parece ter fim, e tudo o que esteve pendente já não está mais, afinal, é ano novo, e isso significa vida nova. Porém, quando percebemos, a vida continua na mesma direção, os problemas são os mesmos, e as promessas continuam sendo simplesmente promessas. E se fizéssemos de outro jeito desta vez? Se, ao invés de continuarmos tentando mudar tudo, refazer as atividades da nossa vida, mudássemos um ponto simplesmente: nossas próprias atitudes?
Gastamos boa parte do nosso tempo planejando a vida, as ações, as atividades, o futuro. Vivemos tentando antecipar a vida, quando na verdade, nós é que deveríamos nos antecipar ao futuro, estar de braços abertos para recebê-lo quando ele chegar. Tentar fazer com que o futuro aconteça agora somente aumenta nossa ansiedade, nos faz viver insistentemente em um tempo que não é o nosso, não é o hoje, o presente.
Insistimos tanto em remediar as situações que não percebemos que, na verdade, o futuro depende de nós mesmos. Deixamos as coisas acontecerem, para só quando a crise completa se instalar, tomarmos alguma atitude. E, muitas vezes, a atitude é, na verdade, a omissão de ação. Sofremos consequências por motivos que podíamos ter evitado, solucionado, nos antecipado. Remediamos as relações até que se tornem insustentáveis, deixamos de agir e, assim, perdemos totalmente o controle sobre nossas próprias vidas.
Ao invés de continuarmos remediando situações pelo resto de nossas vidas, por que não aproveitamos essa virada de ano para prevenir situações, antecipar questões previsíveis? Ser uma pessoa vencedora não significa criar diversos planos e segui-los à risca. Ser uma pessoa vencedora, ter atitudes vencedoras, constitui, de fato, ter gestos conscientes. É ter consciência sobre o que acontece ao seu redor, e agir a partir do que se sabe. É ter, novamente, o controle sobre si mesmo.
Todos querem uma vida vitoriosa, um caminho iluminado e bem sucedido. Porém, é preciso que possibilitemos que o futuro aconteça, que criemos contextos necessários. Antes de tudo, é preciso que tenhamos atitude, pois, sem agir, não criamos nem ao menos as possibilidades. E a primeira atitude a tomarmos – para isso não precisamos nem esperar que o próximo ano chegue – são as que deixamos de tomar, aquilo que deixamos de fazer.
Desde o cômodo que prometemos, mas nunca arrumamos, até as declarações que pensamos e fizemos em silêncio, mas nunca dissemos para quem gostaríamos, todas estas ações, por mais que pareçam pequenas, são grandes gestos e ótimas iniciativas de uma vida e pensamento mais conscientes. Como disse anteriormente, sem atitudes não há nem ao menos possibilidades.
Neste novo ano que se aproxima, deixo meus mais sinceros votos de felicidade e amor, de união e de bons sentimentos. Porém, mais do que tudo isso, desejo a todos um novo presente, um novo agora, dotado de atitudes conscientes e vencedoras. Espero que o ano que chega seja um ano de contextos, de possibilidades, de grandes realizações, e de plena consciência sobre os outros e sobre nós mesmos. Desejo que todos tomem consciência de que o grande presente é o próprio agora, e de que a vida é, na verdade, um grande e bonito milagre. Feliz 2011 a todos.
Por Eduardo Shinyashiki.
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O ser humano tende a trocar informações na convivência com o seu semelhante. Educamos e somos educados, ensinamos e aprendemos, influenciamos e somos influenciados. Essas ações se dão por meio das falas, dos gestos, das atitudes e da comunicação, seja ela verbal ou não verbal, intencional ou até involuntária. Assim, a arte do conviver e do aprender é uma metodologia ensinada ao longo de nossa vida através de pequenas atitudes que nos são apresentadas como exemplos e modelos nas relações que estabelecemos com a família, a escola, o trabalho, o lazer, e outros.
É nesse momento que se torna necessária uma consistência no diálogo a fim de garantir uma troca eficaz de experiências onde se respeite as diversidades com a consciência de que as mesmas podem caminhar juntas, promovendo o intercâmbio de idéias e a cooperação entre emissor e receptor da informação.
Na arte do conviver e do aprender, é importante ressaltar o papel das emoções como fator determinante nos relacionamentos interpessoais e na construção do conhecimento e do desenvolvimento humano, tendo como base o começo e fim de qualquer processo de transformação e evolução. A influência desses sentimentos se faz presente em todos os processos de transformar a informação em entendimento, de modo que, quando algo nos deixa satisfeito, felizes, compreendemos melhor a comunicação criada entre um indivíduo e outro.
Como educadores, nos perguntamos quais as possibilidades de transmitir esta arte e desenvolver as dimensões fundamentais do indivíduo e do cidadão, no contexto familiar, escolar e social. Claro que o tema é vasto e complexo, todavia, podemos ter presente alguns elementos importantes de reflexão quando pensamos em fortalecer o caminho do conhecimento, da convivência e da aprendizagem:
• É importante pensar em um contexto educativo que possa misturar os aprendizados onde aspectos cognitivos e relacionais se integrem para facilitar a compreensão do significado da vida na sala de aula, no cotidiano e no convívio social, reconhecendo que o estudo de todas as disciplinas pode contribuir a adquirir e solidificar as competências pessoais, comportamentais e éticas, não só cognitivas;
• Ressaltar a centralidade da pessoa, no sentido de promover o desenvolvimento da valorização do ser humano, através de um percurso de respeito da pessoa, da sua individualidade, da sua cultura, etnia, relações familiares e sociais, preservando e respeitando a identidade dos indivíduos, fortalece a solidariedade e a cooperação;
• Estimular o respeito das diversidades e ter consciência de que as mesmas podem caminhar juntas, criando modelos mais valiosos e eficazes do que o indivíduo sozinho poderia atingir. Desta forma, se promove o intercâmbio de ideias, a realização do trabalho em equipes, a valorização dos relacionamentos interpessoais e dos valores humanos;
• Favorecer no aluno a busca da própria identidade, orientá-lo para fortalecer as próprias habilidades e talentos, significa que estaremos ajudando este estudante a compreender as diferenças e o conceito de diversidade, no sentido amplo de considerar a maneira de cada um ver a realidade, de dar significado as experiências e aos aspectos da vida;
• Permitir ao aluno considerar as próprias ideias, opiniões e visão de mundo não como um fator absoluto, mas como uma das possíveis maneiras de entendê-lo, em um processo de compartilhar os significados, permitindo o desenvolvimento do raciocínio crítico, da habilidade de tomar decisões e promovendo o interesse para a colaboração e auxílio ao próximo, pois a arte de conviver e aprender, como caminho do conhecimento, se refere à evolução como ser humano, à maneira de ser e de agir de cada pessoa, do relacionamento consigo mesmo, com os outros e com a realidade;
• Fortalecer o significado da comunicação e do diálogo, para que assim o aluno compreenda a importância de entender e fazer-se entender. A troca de informações nada mais é que uma aula onde experiências e pontos de vista são expostos a fim de compreender a diversidade existente no ambiente em que vivemos.
Para colocar em prática tais elementos, devemos lembrar que a palavra “aluno” origina-se do latim alere, que significa nutrir, alimentar, amamentar. Neste contexto, é possível afirmar que o termo aluno é o mesmo que “crescer”, pois quando alimentamos ou nutrimos algo é com a intenção de fazê-lo se desenvolver. É importante ressaltar este significado para termos consciência que o caminho do conhecimento acontece através dos aprendizados apresentados não só como informações, mas como alimento do crescimento como indivíduo, como ferramenta para o fortalecimento da auto-estima e da auto-realização do aluno.
Outro termo que devemos ter em mente é a palavra “comunicação”, que tem sua raiz etimológica no latim eclesiástico communicatio, que significa “participação à mesa eucarística” e no termo latim “communicare”, da “communis”, “ben comum”. Portanto, o real significado da comunicação indica algo a ser compartilhado, por isso é precisamos estar conscientes daquilo que queremos “tornar comum”.
Entende-se, então, que comunicação são todas as formas expressivas, verbais e não verbais, que nos permitem entrar em contato com nós mesmos e com os outros a nossa volta, fortalecendo relacionamentos e criando respostas. Deste modo, educador, estimular e alimentar a curiosidade dos alunos, considerar as perguntas e valorizar os questionamentos, abre espaço à confiança e ao respeito recíproco.
A arte do conviver e do aprender depende do comprometimento pessoal com a valorização da vida e do viver, orientada por princípios, valores, e posturas que reconheçam a nossa responsabilidade na criação da realidade, na compreensão e entendimento de nós e do mundo, através das nossas crenças, paradigmas, opiniões e ações. Ao assumir este compromisso, novas maneiras de encarar o mundo virão como consequência, refletindo em um pensamento mais flexível, criativo e inovador, que nos leva à realização pessoal e à possibilidade de sermos fiéis ao nosso potencial, qualidades e objetivos.
por Eduardo Shinyashiki. Se desejar comentar use o blog ou o dihitt.

Conta a história, que o físico alemão Albert Einstein, sempre que podia ensinava gratuitamente matemática a uma menininha. Seus amigos indignados com este gesto, resolveram indagar Einstein sobre o motivo de tal caridade; a resposta do gênio da física foi a seguinte: “ Vocês não sabem as perguntas extraordinárias que ela me faz”.
Einstein tem razão, as crianças fazem mesmo perguntas fabulosas; dia desses, estávamos eu e meus filhos vendo os enfeites de natal pelas ruas da cidade, deparamo-nos com um sobrado, que tinha um pequeno papai Noel pendurado por uma corda em sua sacada. Num desses momentos dignos de se parar o tempo, o meu pequeno de 4 anos fez-me a seguinte pergunta: “papai...aquele papai Noel, esta descendo ou esta subindo?” . Para a resposta recorri ao brilhantismo intelectual que nós adultos possuímos e disse com a mais absoluta certeza que ele estava descendo. Logo em seguida veio a segunda e desconcertante pergunta: “como você sabe?”
Na maioria das vezes achamos mesmo que temos o devido conhecimento das coisas, acreditamos que sempre temos as respostas para as coisas complexas. Mas nunca nos atentamos para as coisas simples do nosso cotidiano. Por exemplo, nunca nos perguntamos como uma lâmpada acende ou ainda como um carro pode andar. Talvez seja a nossa rigidez mental que nos impede de ver as coisas simples e não notamos sequer às mudanças que acontecem ao nosso redor. Oportunamente devemos salientar que muitos de nós, de alguma forma, ainda persistem e são resistentes às mudanças, apenas e tão somente por medo. Mas caso você seja uma delas, não se desespere e saiba que mudanças são coisas naturais. Pois, estamos em constante mudança. Agora mesmo, caro leitor, mesmo sem você notar, seu corpo esta num estado acelerado de envelhecimento, seu corpo esta num processo de mudanças, há células mortas cedendo lugar às novas, regenerando seus tecidos e músculos, neste instante há muitos combates de glóbulos brancos contra os invasores invisíveis, há a locomoção imperceptível e incessante de seu sangue pelas suas veias, fazendo com que todos os seus órgãos estejam em perfeito equilíbrio; agora mesmo há explosões de hormônios, há a transformações e a troca dos gases que respiramos. Todo o universo esta em constante mudança, transformando-se sempre, conforme a lei do criador.
Realmente, nós seres humanos não damos valor às pequenas transformações que ocorrem no universo como um todo e assim não notamos que são essas mudanças que nos conectam. É a lei do criador, que chamaremos aqui de lei do amor, que realinha todos os átomos existentes no cosmos.
Quando não percebemos essa mudança e quando não nos transformamos; Deus nos oferece alguns exemplos que nos impulsionam, nos despertam e nos motivam a exercer nossa transformação mais intima; nossas transformações morais, que são imprescindíveis para nosso desenvolvimento intelectual, para nossa incessante evolução.
Vejamos alguns exemplos: Diferentes dos que se motivavam pela ganância desenfreada, Ghandi era motivado pela paz, ao contrario dos adeptos do luxo e riqueza, irmã Dulce motivava-se pelo amor ao próximo. Chico Xavier, jamais descansou antes de ver o sorriso no rosto alheio. Estas foram algumas das criaturas escolhidas para serem modelos, pois seguiam fielmente à lei do Amor.
Assim chegamos à conclusão de que para tudo há um por que, uma lei, ou seja, vivemos sob o domínio das leis: Lei de causa e efeito, lei de ação e reação, lei de necessidade e merecimento. Há também a lei dos homens (a qual obedecemos por medo das punições) que serve como regra para que se estabeleça a ordem e a organização na sociedade humana, adequando-se as necessidades e costumes de cada nação; e há também a lei cósmica do Amor, esta ultima por sua vez é diferente de todas as outras, pois foi instituída por nosso criador, para que se haja equilíbrio no universo.
Por vezes, nos conflitos diários acabamos nos perdemos nas dúvidas e nos entregamos às tarefas que temos que enfrentar, preferimos sempre a fáceis às difíceis. Assim deixamos de entender algo crucial, não existem tarefas fáceis ou difíceis, e sim simples ou complexas e o resultado de nosso julgamento sempre depende de nossa maturidade, de nossas experiências diante das necessidades que os afazeres nos trazem. Desta forma, por vezes o nosso preciosismo em nossas preocupações transformam soluções simples em um drama cinematográfico, um sofrimento épico sem igual, exigindo de nós muito mais que o necessário. E devemos sempre nos lembrar, que a vida tem a cor que os nossos olhos dão a ela.
Devemos velar por nossas necessidades de pensar e agir. Todos nos já passamos por momentos difíceis, indigestos e indesejáveis. Contudo, devemos entender que são estes momentos, mesmo que não os percebamos, que nos levam a mudar a forma de como vemos os nossos problemas e assim acrescentando muito à nossa felicidade.
Como dizia o brilhante conferencista Carlos Hilsdorf: “os problemas não existem, o que existe são as dificuldades.”
A lei do Amor é contraria às chagas morais. O amor é um fenômeno natural e um dia será tão fácil amar como respirar.
O amor é como um fogo sagrado e todos nós trazemos essa centelha em nossos corações, pois do amor decorrem todas as nossas virtudes. Alegria, paciência, desapego, humildade, respeito e perdão, são alguns dos frutos que colhemos com a lei do Amor.
Amar é abrir as portas de nossos corações, sem forçar quem quer que seja a passar por ela. Amar é mostrar caminhos dando sempre as oportunidades necessárias, pois o Amor nos ajuda a compreender e não se revoltar com as privações humanas.
Amigo , não deixe nunca de manifestar seu carinho e seu amor de forma clara, sem receio de ser mal interpretado. Abrace calorosamente a todos aqueles que você deseja demonstrar seu afeto e de uma chance à aquele que você julga não ser merecedor de sua afeição. E lembre-se sempre que o Amor é a semente do Cristo em nós.
Por Reginaldo Cordoa. Gostou? Não? Comente mesmo assim. Abraços.
O Português procura uma foto sua para enviar à familia em Portugal.
Como não achou, foi até o banheiro para pentear o cabelo e sair para tirar a foto. Ao chegar ao espelho, percebeu sua imagem refletida e disse:
- 'Ora pois, vou enviar esse espelho que têm a minha imagem e pronto'; não preciso nem gastare dinheiro com foto.
Quando o embrulho chegou a Portugal, seu pai foi logo abrindo curioso pra ver a foto do filho que a tempos não via.
Quando se deparou com o espelho, gritou assustado...
- Maria venha cá correndo, veja como nosso filho envelheceu, até parece um velho de 60 anos, e ainda está com a cara de pinguço !!!
Maria ao se debruçar no ombro de Joaquim,disse:
- Também pudera, com essa velha feia, com cara de puta ao seu lado, só podia mesmo virar alcoólatra...