sexta-feira, 1 de janeiro de 2021
domingo, 13 de dezembro de 2020
Desmitificando a cultura mulçumana ... o que é permitido ou proibido?
São Bernardo do Campo, dezembro de 2020 – A comunidade muçulmana aumenta ano após ano. De acordo com o Instituto Americano Pew Research Center, atualmente, há cerca de 1,8 bilhão de muçulmanos no mundo, sendo a Indonésia o país que mais abriga essa população, hospedando hoje cerca de 230 milhões de mulçumanos. Mas, apesar de a Indonésia estar longe do Brasil não é preciso ir lá para conhecer a cultura da religião.
No Brasil, o último censo do
Instituto de Geografia e Estatística (IBGE) contabilizou 35 mil muçulmanos
vivendo no país e toda esta população segue os preceitos da religião à risca,
mesmo estando longe de suas origens religiosas. Dentre as regras, há o consumo
de produtos “halal”, que significa lícito em árabe e são comercializados de
acordo com as regras de Deus escrita no Alcorão, ou seja, seguem 100% todas as
normas da jurisprudência islâmica para consumo dos muçulmanos. Para saber se o
produto segue estas regras, a empresa precisa estar certificada e levar na
embalagem o selo halal.
Para entender melhor a cultura
mulçumana e sobre a certificação halal, os brasileiros podem seguir
influenciadores digitais como Carima Orra no Instagram. A jovem usa a rede
social para conscientizar sobre a religião e mostrar o dia a dia da mulher
mulçumana.
Para começar, vamos entender um pouco
mais sobre a origem. O islamismo é governado pela Sharia, um código de conduta
que engloba regras sobre as práticas religiosas e o que é ou não é permitido no
comportamento do muçulmano.
Uso do lenço pelas mulheres:
Influencer Carima Orra
Na maioria dos países árabes, como
Afeganistão, Irã e Arábia Saudita, é obrigatório a utilização do abaya (longo
manto preto) e do niqab (véu que cobre todo o rosto) que juntas cobrem todo o
corpo e deixa, apenas uma abertura para os olhos.
De quem é a responsabilidade num
casamento?
De acordo com o código de conduta, o
homem deve prover o sustento da família e a mulher deve se ocupar com os
afazeres da casa e cuidar da vida familiar, inclusive da educação dos filhos.
Ela pode trabalhar, se quiser, mas desde que não interfira no bem-estar de seu
casamento.
Casamento
É verdade que eles se casam entre a
comunidade. Muitos muçulmanos buscam mulheres que conheçam para que o casamento
dê certo. É a família do homem (noivo) que busca uma moça ideal para seu
casamento. O casal só pode sair a sós e se tocar depois de realizado o
casamento religioso, antes disso, somente conversa e respeito são as bases do
relacionamento. “Muitos casais mulçumanos acabam fazendo o casamento religioso
antes da festa para poderem sair e decidir juntos detalhes da celebração”,
relata a influencer.
Outro ponto curioso levantado pela
influenciadora foi a questão do dote, que segundo ela é um direito da mulher e
pode ser utilizado quando ela solicitar, de acordo com a jurisprudência
islâmica. “O dote é uma segurança para a mulher. É uma garantia,
principalmente, porque optou por se dedicar a família”, ressalta Carima. Ele
pode ser solicitado a partir da concretização do casamento e por isso essa
garantia, que pode ser em dinheiro, imóveis, e outros bens, deve ser guardada
para um caso de necessidade da parceira.
O casamento muçulmano é uma
verdadeira festa e acontece por diversos dias. E toda a comida servida nestes
eventos é halal, ou seja, não há presença de bebidas alcoólicas e
nem alimento com qualquer procedência de suínos. É extremamente proibido e
conhecido como haram. Saiba mais sobre a certificação halal.
Fonte: www.cdialhalal.com.br
domingo, 8 de novembro de 2020
Por que nossos filhos estão "menos inteligentes"?
Pesquisa aponta
que, pela primeira vez, crianças registraram índices de QI inferiores ao de
gerações anteriores
Antes de qualquer coisa, é preciso que você saiba: há uma grande
discussão atualmente no meio científico sobre o real significado dos resultados
de testes de QI e muitos pesquisadores afirmam que esse índice não é mais
adequado para mensurar potencial cognitivo.
Há algumas décadas, inclusive, Howard Gardner lançou críticas severas a
esse tipo de mensuração, ao tratar de suas inteligências múltiplas, como você
pode conferir neste vídeo. Mas o fato é que outra
linha de estudiosos tem, digamos, aperfeiçoado os testes de QI e segue
utilizando-os, mesmo que com interpretações diferentes das de antigamente.
E um estudo realizado pelo francês Michel Desmurget, diretor de pesquisa
do Instituto Nacional de Saúde de seu país, apresentou uma conclusão polêmica:
pela primeira vez na história, uma geração parece ser "menos
inteligente" que as anteriores.
Segundo Michel, os testes de QI são atualizados regularmente, visando
absorver características que permitam apreender melhor os desafios cognitivos
de cada geração. Por isso, no estudo que realizou foram considerados testes
feitos com base em estruturas baseadas nas gerações anteriores. Desse modo, foi
possível - em tese - avaliar o desempenho de diferentes gerações sob os mesmos
critérios. E as conclusões foram surpreendentes: em fatores como linguagem,
concentração, memória e cultura, os mais novos apresentaram desempenho pior que
os mais velhos.
Via de regra, o processo seguia uma escala crescente, o chamado
"Efeito Flynn".
Por que nossos filhos estão "menos inteligentes?"
O pesquisador explica que ainda não é possível apresentar uma
justificativa única. Mas existem muitos fatores na mesa, que vão dos hábitos à
nutrição e incluindo até mesmo a poluição. Mas um fator ele faz questão de
destacar: exposição a telas.
"Infelizmente, ainda não é possível determinar o papel específico
de cada fator, incluindo por exemplo a poluição (especialmente a exposição
precoce a pesticidas) ou a exposição a telas. O que sabemos com certeza é que,
mesmo que o tempo de tela de uma criança não seja o único culpado, isso tem um
efeito significativo em seu QI. Vários estudos têm mostrado que quando o uso de
televisão ou videogame aumenta, o QI e o desenvolvimento cognitivo
diminuem", afirma Michel Desmurget em entrevista à BBC publicada
pelo G1.
Segundo o pesquisador, a exposição a telas gera efeitos e são eles que
afetam o desenvolvimento cognitivo. "Diminuição da qualidade e quantidade
das interações intrafamiliares, essenciais para o desenvolvimento da linguagem
e do emocional; diminuição do tempo dedicado a outras atividades mais
enriquecedoras (lição de casa, música, arte, leitura, etc.); perturbação do
sono, que é quantitativamente reduzida e qualitativamente degradada;
superestimulação da atenção, levando a distúrbios de concentração, aprendizagem
e impulsividade; subestimulação intelectual, que impede o cérebro de
desenvolver todo o seu potencial; e o sedentarismo excessivo que, além do
desenvolvimento corporal, influencia a maturação cerebral", explica
Desmurget.
Fonte: Administradores.
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sábado, 31 de outubro de 2020
Parábola da formiga
NÃO ABUSE DE UM FORMIGA, NUNCA PERCA UMA FORMIGA. É LONGO, MAS SE VOCÊC PENSA QUE É "O CARA" EM ALGUM LUGAR, DEVE LER, COM ATENÇÃO, REFLEXÃO E SE CONSEGUIR HUMILDADE.
Todos os dias, uma formiga chegava cedinho ao escritório e pegava duro
no trabalho. A formiga era produtiva e feliz.
O gerente marimbondo, estranhou a formiga trabalhar sem supervisão. Se ela era produtiva sem supervisão, seria ainda mais se fosse supervisionada. E colocou uma barata, que preparava para a função.
A primeira preocupação da barata foi a de padronizar o horário de entrada e saída da formiga. Logo, a barata precisou de uma secretária para ajudar a preparar os relatórios e contratou também uma aranha para organizar os arquivos e controlar as ligações telefônicas.
O marimbondo ficou encantado com os relatórios da barata e pediu também, gráficos com indicadores e análise das tendências que eram mostradas em reuniões. A barata, então, contratou uma mosca, e comprou um computador com impressora colorida. Logo, a formiga produtiva e feliz, começou a se lamentar de toda aquela movimentação de papéis e reuniões!
O marimbondo concluiu que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a formiga produtiva e feliz, trabalhava.
O cargo foi dado a uma cigarra, que mandou colocar carpete no seu
escritório e comprar uma cadeira especial… A nova gestora cigarra logo precisou
de um computador e de uma assistente a pulga (sua assistente na empresa
anterior) para ajudá-la a preparar um plano estratégico de melhorias e um
controle do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que já não
cantarolava mais e cada dia se tornava mais chateada.
A cigarra, então, convenceu o gerente marimbondo, que era preciso fazer uma pesquisa de clima. Mas, o marimbondo, ao rever as finanças, se deu conta de que a unidade na qual a formiga trabalhava já não rendia como antes e contratou a coruja, uma prestigiada consultora, muito famosa, para que fizesse um diagnóstico da situação.
A coruja permaneceu três meses nos escritórios e emitiu um volumoso relatório, com vários volumes que concluía: Há muita gente nesta empresa!
E adivinha quem o marimbondo mandou demitir?
A formiga, claro, porque ela andava muito desmotivada e aborrecida.”
MINHAS CONSIDERAÇÕES:
Infelizmente neste vasto mercado de trabalho, sabemos que muitos profissionais passam por esse tipo de situação. São excelentes profissionais, que iniciam suas atividades com todo o gás e motivação possíveis, entretanto com o passar do tempo sua liderança não as enxergam e não reconhecem sua postura profissional, seus resultados e seu profissionalismo.
Enfim, chegam à conclusão que não são valorizadas como pretendiam e merecem, inicia-se um processo de descontentamento em relação à sua gestão, à organização e com o passar do tempo, obviamente que não há motivação que resista e logicamente a desmotivação acaba por tomar conta do profissional, Ao ponto de decidirem mudar de empresa, na verdade esses profissionais que se assemelham à formiga, demitem seu gestor e não a empresa, pois na grande maioria das vezes, se tivessem a oportunidade de continuar na empresa, gostariam apenas da mudança de seu gestor.
conclusão: se você tem ao seu lado uma "baita" formiga...deixa
com ela, que ela resolve.
quinta-feira, 1 de outubro de 2020
Super 7: conheça o novo modela de aposta das Loterias da Caixa
Para quem não dispensa uma fezinha, um novo tipo de
aposta das Loterias da Caixa já está disponível. Batizada de Super 7, nessa
modalidade o jogo será feito em colunas. O primeiro sorteio será na próxima
sexta-feira (2) e o prêmio estimado é de R$ 1 milhão. As apostas já podem ser
feitas nas casas lotéricas de todo o país, no portal Loterias Caixa e no app
Loterias Caixa, disponível para usuários iOS.
Como apostar no Super 7
Cada volante tem sete colunas com dez números de
zero a nove em cada uma. O apostador deverá escolher no mínimo um número por
coluna. Se preferir, pode fazer apostas múltiplas e escolher mais números por
coluna, marcando até dois números por coluna, com oito a 14 números marcados,
ou três números por coluna, com 15 a 21 números marcados. Ganha prêmios quem
acertar de três a sete colunas, independentemente da ordem. Uma aposta simples,
de um número por coluna custa R$ 2,50.
Pode fazer bolão no Super 7?
Para aumentar as chances de ganhar, os apostadores
também podem se organizar em grupos e participar de um bolão Caixa para o Super
Sete, ao preço mínimo de R$ 10, e cada cota deve ser de, pelo menos, R$ 5, sendo
possível realizar um bolão de, no mínimo, duas e no máximo 100 cotas.
Quando acontecem os sorteios do Super 7?
Os sorteios do Super Sete serão realizados às 15h,
sempre às segundas, quartas e sextas-feiras. Assim, os ganhadores poderão
resgatar as apostas premiadas no mesmo dia em caso de acerto. As vendas de cada
concurso se encerram no dia do sorteio às 14h e, logo após cinco minutos, às
14h05, começa a captação do concurso seguinte.
Mesmo com pandemia, setor de cruzeiros cresce 7,6% no Brasil
Pesquisa mostra que segmento gerou mais de 33,7 mil empregos
Uma pesquisa produzida pela
Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos (CLIA Brasil) e pela Fundação
Getulio Vargas (FGV) mostra que a última temporada de viagens turísticas de
navios teve impacto econômico de R$ 2,24 bilhões na economia do país, um valor
7,6% maior em comparação à temporada anterior (2018/2019).
Além disso, o setor gerou R$ 296 milhões em
tributos e 33.745 empregos no período. O levantamento, divulgado hoje (24), se
refere ao período de novembro de 2019 a março de 2020, que é o justamente o mês
de início da pandemia. Por causa disso, a temporada oficial este ano foi um mês
mais curta.
Apesar de menor, a última temporada de
cruzeiros registrou aumento do número de viajantes em comparação ao período
anterior, totalizando aproximadamente 470 mil cruzeiristas a bordo de oito
navios. Esse público navegou por 15 destinos nacionais (Santos, Rio de Janeiro,
Búzios, Salvador, Ilha Grande, Ilhabela, Ilhéus, Recife, Maceió, Angra dos
Reis, Porto Belo, Cabo Frio, Ubatuba, Itajaí e Balneário Camboriú), além de outros
três na América do Sul: Argentina (Buenos Aires) e Uruguai (Montevidéu e Punta
del Este).
O levantamento da FGV e da CLIA Brasil também
mostra que o gasto médio por pessoa com a compra da viagem de cruzeiro foi de
R$ 3.256 e o tempo médio da viagem foi de 5,2 dias.
O estudo indica que o impacto econômico médio
gerado por cruzeirista nas cidades de escala foi de R$ 557,32. Os setores mais
beneficiados com os gastos dos cruzeiristas e tripulantes foram compras e
presentes (R$ 335,2 milhões), seguido por alimentos e bebidas (R$ 333,4
milhões), transporte (R$ 177,8 milhões), passeios turísticos (R$ 146 milhões),
transporte nas cidades visitadas (R$ 71,3 milhões) e hospedagem antes ou após a
viagem de cruzeiro (R$ 46,4 milhões).
Quase 92% dos entrevistados da pesquisa
informaram que desejam realizar uma nova viagem de cruzeiro, e 87% querem
retornar ao destino de escala, índice que, segundo os pesquisadores, reforça o
papel da viagem de cruzeiro como uma vitrine para os viajantes conhecerem
diversos destinos de maneira dinâmica e voltarem em um outro momento.
Quanto à frequência, 66,1% dos cruzeiristas
realizavam sua primeira viagem de navio, enquanto os 33,9% restantes já haviam
viajado de cruzeiro, em média, aproximadamente quatro vezes, o que demonstra
que os cruzeiros estão sempre levando novos turistas aos destinos dos roteiros.
As mulheres representam 61,9% do público que viaja de navio. Em relação ao
estado civil, 61% dos passageiros são casados e 43,9% têm entre 35 e 54 anos.
segunda-feira, 21 de setembro de 2020
PONHA UM TUBARÂO NO SEU TANQUE
Os japoneses sempre adoraram peixe fresco.
Porém as águas perto do Japão não produzem muitos peixes há décadas.
Assim, para alimentar a sua população, os japoneses aumentaram o tamanho dos
navios pesqueiros e começaram a pescar mais longe do que nunca. Quanto mais
longe os pescadores iam, mais tempo levava para o peixe chegar. Se a viagem de
volta levasse mais do que alguns dias, o peixe já não era mais fresco.
E os japoneses não gostaram do gosto destes peixes.
Para resolver este problema as empresas de pesca instalaram congeladores em
seus barcos. Eles pescavam e congelavam os peixes em alto-mar. Os congeladores
permitiram que os pesqueiros fossem mais longe e ficassem em alto mar por muito
mais tempo. Entretanto, os japoneses conseguiram notar a diferença entre peixe
fresco e peixe congelado, e é claro, eles não gostaram do peixe congelado.
Entretanto, o peixe congelado tornou os preços mais baixos. Então as empresas
de pesca instalaram tanques de peixe nos navios pesqueiros. Eles podiam pescar
e enfiar esses peixes nos tanques, "como sardinhas". Depois de certo
tempo, pela falta de espaço, eles paravam de se debater e não se moviam mais.
Eles chegavam cansados e abatidos, porém, vivos.
Infelizmente, os japoneses ainda podiam notar a diferença do gosto. Por não se
mexerem por dias, os peixes perdiam o gosto de frescor. Os japoneses preferiam
o gosto de peixe fresco e não o gosto de peixe apático. Então, como os
japoneses resolveram este problema? Como eles conseguiram trazer ao Japão
peixes com gosto de puro frescor?
Se você estivesse dando consultoria para a empresa de pesca, o que você
recomendaria?
Quando as pessoas atingem seus objetivos tais como, quando encontram um
namorado maravilhoso, começam com sucesso numa empresa nova, pagam todas suas
dívidas ou o que quer que seja, elas podem perder as suas paixões .
Elas podem começar a pensar que não precisam mais trabalhar tanto, então
relaxam. Elas passam pelo mesmo problema que os ganhadores de loteria que
gastam todo seu dinheiro, o mesmo problema de herdeiros que nunca crescem e de
donas de casa, entediadas, que ficam dependentes de remédios de tarja preta.
Para esses problemas, inclusive no caso dos peixes dos japoneses, a solução é
bem simples. L. Ron Hubbard observou no começo dos anos 50.
"O homem progride, estranhamente, somente perante a um ambiente
desafiador".
Quanto mais inteligente, persistente e competitivo você é, mais você gosta de
um bom problema.
Se seus desafios estão de um tamanho correto e você consegue, passo a passo,
conquistar esses desafios, você fica muito feliz. Você pensa em seus desafios e
se sente com mais energia. Você fica excitado em tentar novas soluções.
Você se diverte. Você fica vivo!
Para conservar o gosto de peixe fresco, as empresas de pesca japonesas ainda
colocam os peixes dentro de tanques. Mas, eles também adicionam um pequeno
tubarão em cada tanque. O tubarão come alguns peixes, mas a maioria dos peixes
chega "muito vivo". Os peixes são desafiados.
Portanto, ao invés de evitar desafios, pule dentro deles. Massacre-os. Curta o
jogo. Se seus desafios são muito grandes e numerosos, não desista. Se
reorganize! Busque mais determinação, mais conhecimento e mais ajuda.
Se você alcançou seus objetivos, coloque objetivos maiores. Uma vez que suas
necessidades pessoais ou familiares forem atingidas, vá de encontro aos
objetivos do seu grupo, da sociedade e até mesmo da humanidade.
Crie seu sucesso pessoal e não se acomode nele.
Você tem recursos, habilidades e destrezas para fazer diferença.
"Então, ponha um tubarão no seu tanque e veja quão longe você realmente
pode chegar".
(Desconheço o autor)










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