quinta-feira, 17 de abril de 2014

Brasileiros pagariam RS 50 para ter uma hora a mais no dia




A pesquisa "O tempo pós-moderno dos brasileiros", realizada pelo Ibope, mostra como o povo brasileiro emprega seu tempo na atualidade, com quais atividades gasta mais ou menos tempo. 

De acordo com o levantamento, cerca de 1/3 dos brasileiros pagariam R$ 50 para que o dia tivesse uma hora a mais. E nos dias de folga pagariam R$ 85 para que ele fosse maior. 

Os brasileiros gastam geralmente 1h40 a mais, só para ir ao cinema em um shopping que é de seu costume, mesmo que perto de sua casa exista outro com a exibição do mesmo título. 





O brasileiro dispõe de mais tempo quando a atividade é prazeroza, envolve cuidados pessoais e convívio, e, prefere fazer compras pela Internet, para poupar tempo (isso sem considar o tempo de entrega do produto).

Para que os brasileiros deixassem de usar carro para andar de transporte coletivo, o serviço precisaria dar pelo menos 15 minutos de economia, além do conforto do passageiro ficar sentado e sem precisar enfrentar filas. 

Em relação à saúde, a pesquisa revela que o brasileiro prafere gastar 1h10 a mais de seu tempo fazendo exames de baixa complexidade em um local longe, mas de confiança, do que num local próximo, de procedência desconhecida. 

Nos cuidados com a beleza, a pesquisa revela que as mulheres gastariam 10 minutos a mais se pudessem elas mesmas aplicar uma maquiagem sozinhas nas lojas. E gastariam 50 minutos a mais para que uma profissional aplicasse maquiagem em uma loja especializada.


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quarta-feira, 16 de abril de 2014

Uma rosa no meio do caminho



Procuro uma rosa no meio do caminho. Quando saio de casa olho na minha volta, até chegar ao meu destino, procurando por uma flor, uma rosa de preferência. Por que uma flor? Por que uma rosa? Porque elas alegram minha vista, encantam meu olfato e liberam minha alma.

Abro o jornal e procuro uma rosa também. Como vou encontrar uma flor nas notícias do dia? Não sei, talvez, uma informação sobre alguma boa ação, uma luz de esperança no meio do desespero.

No meu jardim tem uma planta que dá flores por um dia. Depois de 24 horas, murcha e morre, mas, é muito bonita é um elixir para os olhos. Outro dia deu seis de uma só vez. Belíssimas. Durante 24 horas desfrutamos da sua companhia, agora esperamos que nasçam de novo.

Ligamos o rádio ou a televisão e somente tomamos conhecimento de coisas ruins, uma vez ou outra aparece uma flor no meio dos acontecimentos diários.


Procuro rosas no meu dia a dia. Nas minhas aulas espero por enxergar alguma flor e poder regá-la com a água do saber. Todos meus alunos tem o potencial de serem flores na vida das pessoas, mas dá tristeza ver como algumas se negam a receber água, outras estão sedentas, mas sentem vergonha de demonstrá-lo.  Temem o “bulling” dos companheiros. 

Agora é moda envergonhar a quem quer estudar e aprender.

Todos nascem para serem flores e dar aroma e alegria ao próximo, mas muitas vezes à vida nos seca, ou o solo no qual estamos é seco demais. Ninguém é espinho por vontade própria (assim desejo e espero), é minha esperança.

Existem pessoas que acreditam que na vida o que importa é sobreviver, prefiro acreditar que a esperança se impõe à sobrevivência. Somente agir para sobreviver, nos faz esquecer que somos flores, a esperança nos lembra de quem somos e para onde vamos. 

Olho pela janela e vejo uma tormenta se aproximar, desvio a vista e a fixo numa flor. Alguém me provoca, fecho os olhos e penso na rosa que levo no coração, abro os olhos, dou um sorriso e sigo meu caminho.

Somente tenho medo de uma coisa, daqueles que perderam suas flores e agora se dedicam a destruir os jardins dos outros. Quem sabe se lhes oferecemos uma rosa não se lembram da flor que todo ser humano leva dentro de si.

Caro amigo, você também procura por rosas?

Boa reflexão.

Ricardo Irigoyen.

terça-feira, 15 de abril de 2014

O corpo de Jesus, após a Ressurreição





O corpo de Jesus, depois da Ressurreição, sempre foi motivo de polêmicas. Seria o mesmo corpo físico, destruído por seus carrascos? A lei natural faz com que todo cadáver se deteriore rapidamente e o Cristo afirmou: “Não vim destruir a lei, mas confirmá-la” (Mateus: 5,17).

No seu quinto livro básico, A Gênese, Allan Kardec conceitua que Deus prova sua sabedoria, grandeza e poder pela imutabilidade de suas leis e não pela sua suspensão. Assim, os chamados milagres são fatos normais, que não violam as leis da Natureza.

Todos os dias a ciência faz milagres aos olhos dos ignorantes. Que um homem realmente morto seja chamado à vida por intervenção divina, aí está o milagre, porque esse é um fato contrário às leis da natureza. Mas se esse homem não apresenta senão aparências da morte, e se há nele ainda um resto de vitalidade latente e a medicina o reanima, para as pessoas esclarecidas se trata de um fenômeno normal, que aos olhos do ignorante passará por miraculoso.

As aparições de Jesus, depois de sua morte, são narradas pelos quatro evangelistas com detalhes circunstanciais que não permitem duvidar da sua autenticidade. Elas se enquadram nas leis fluídicas e nas propriedades do perispírito. 


O homem encarnado é constituído de três partes, intimamente ligadas: o espírito, que não tem forma, com maior ou menor luz, dependendo do seu grau de evolução; o perispírito, ou corpo fluídico, de constituição sutil, que envolve o corpo físico como uma luva e apresenta exatamente sua forma, e o corpo físico, perecível.

Ao ressurgir do túmulo, Jesus não possuía mais corpo físico. Observando-se as circunstâncias que acompanharam as diversas aparições do Mestre, reconhece-se nele, nesses momentos, todos os caracteres de um ser fluídico.

Ele surge de repente e do mesmo modo desaparece, é visto por uns e não pelos outros, sob aparências que não permitem nem mesmo a seus discípulos reconhecê-lo. Penetra, através de paredes e portas, em lugares fechados. Sua linguagem não é igual à de um ser corpóreo, tem o tom breve e sentencioso particular aos espíritos que se manifestam. Todas suas atitudes denotam alguma coisa que não é do mundo terrestre.

O que é amor,segundo Diana 
Na sala de aulas, uma criança indagou da professora o que era amor. A mestra sentiu que a pequena merecia uma resposta à altura da pergunta inteligente que fizera. Então, pediu que, no recreio, os alunos procurassem no pátio o que mais lhes despertasse o mais nobre dos sentimentos.

Reiniciada a aula, apresentou-se o primeiro e disse:
– Eu trouxe esta flor, não é linda?
Falou o segundo:
– Eu trouxe uma borboleta. Vejam o colorido de suas asas. Vou colocá-la na minha coleção.
Acrescentou o terceiro:
– Eu trouxe um passarinho, que havia caído do ninho. Não é uma gracinha?
Outros se apresentaram, com respostas semelhantes, menos uma criança, que se mantinha tímida e que assim se expressou – Desculpe, professora. Vi a flor, senti seu perfume, pensei em arrancá-la, mas preferi deixá-la para que seu perfume exalasse por mais tempo. Vi a borboleta, linda nas suas cores e feliz no seu vôo e não tive coragem de aprisioná-la, pois parecia tão feliz. Vi o filhotinho caído entre as folhas mas, ao subir na árvore, vi também sua mãe, com o olhar triste, preocupada em perdê-lo e o devolvi ao ninho. Só trago comigo um pouco do perfume da flor, da sensação de liberdade da borboleta e da gratidão do olhar da mãe do passarinho.

A educadora lhe conferiu a nota máxima, por haver demonstrado amor no coração, pensando mais nos outros do que em si mesmo.

Colaboração de Diana Ferreira Godinho, 10 anos, 6º ano do Colégio Integrado Jaó.
Mistério humano no Evangelho
No seu clássico A História de Cristo, Giovanni Papini considera Judas Iscariotes o maior mistério humano do Evangelho. Como os demais 11 apóstolos, ele foi escolhido e instruído pelo Mestre que, no entanto, não o impediu da terrível e ruinosa decisão final.



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