domingo, 21 de dezembro de 2014

Como manter as emoções em equilíbrio em 2015?

Como podemos manter as emoções em equilíbrio no próximo ano? Como, dentro de tanto estresse, nos mantermos bem? Para começar vamos verificar a origem de alguns tipos de estresse, que são: físico, mental e emocional.
O estresse físico é decorrente de excesso de trabalho material. Mas, por que trabalhamos demais? Para ter coisas materiais. Por que precisamos de coisas materiais? Para ter conforto, bem estar, mostrar aos amigos familiares que estamos bem de vida, fazer exibições do que conquistamos para as pessoas. E vocês sabem o motivo de tudo isso? Porque as pessoas que assim agem têm uma extrema baixa estima e precisam exibir coisas materiais para sentirem-se amadas.
Cada elogio ao que compraram – um novo carro, mudança dos móveis da casa, roupas de marca, faz com que seus egos inflem e é como se fosse uma declaração de amor fraternal. E isso cria um vício, ou seja, quando a pessoa sente-se não amada, trabalha mais para comprar mais coisas materiais, para receber mais elogios e sentir-se mais amada.
O fundo? Emocional – e se você não resolver a causa, vai assim agindo e repetindo os mesmos atos insanos e o resultado é que, em determinada época, tem um belo enfarte ou um AVC, pois o físico não perdoa e um hora nos farádescansar obrigatoriamente.
O estresse mental é uma decorrência do estresse físico, pois como disse atrás, se uma pessoa trabalha demais, seu mental estará sendo usado, abusado, o que demanda muita energia e deixa o ser humano exausto, nervoso, com insônia, com um gênio insuportável. Entendem?
E agora o estresse emocional, que é o cansaço que sentimos por não termos tido suficiente amor desde a vida intrauterina.
Vocês sabem que todos nós, desde o início de nossas vidas, até mesmo dentro do útero da mamãe, desejamos amor, carinho, atenção, compreensão, saber que seremos bem sustentados e coisas assim? E o que vai acontecer? Quando não temos o que desejamos nos tornamos seres humanos com baixa autoestima, mau humor, sem realizações em todos ou em alguns segmentos de nossas vidas.
Sabem de uma coisa? No emocional não crescemos mais do que três anos de idade e isso atrapalha todo o nosso desempenho e realizações na vida. Vocês sabem o conselho que lhes darei para o novo ano que vai iniciar-se? Procurem se conhecer, façam cursos de psicanálise, leiam sobre o assunto e busquem a solução. Você já sabe de toda a sua vida material, agora precisa entender o seu emocional, senão ficará um ser humano pela metade e com sérios problemas.
Vejam como o mundo está feio. Vá em busca de suas realizações e de sua melhora em todos os segmentos de sua vida e, junto com isso, levará o mundo a um crescimento maravilhoso, pois isso se transformará em uma cadeia. Ao se conhecer, você conseguirá ajudar também outras pessoas e será capaz de mudar o mundo.
Faça isso por você nesse novo ano e vai começar a ter todas as realizações que quiser e começará a ter suas emoções em ordem em 2015.

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sábado, 20 de dezembro de 2014

Meus avós??? Que se virem!

A sabedoria popular de um modo geral, de idos e saudosos tempos, nos transmite muitos ensinamentos e exemplos, dando mostras de como o passar dos anos sempre trouxeram e trazem surpresas nem sempre agradáveis para aqueles que carregam em suas costas dezenas de anos de labuta, de sacrifícios e que já quase no ocaso da vida, enfrentam situações para lá de desagradáveis, com as quais sequer sonharam um dia.
Tanto assim o é, que um dos cancioneiros caipiras compôs uma música intitulada couro de boi, em que fala na ingratidão de um filho,  que açulado pela esposa coloca o velho pai para fora de casa, dando lhe apenas e exclusivamente um couro de boi para se cobrir em suas peregrinação pelo mundo, bem como também entre várias outras canções do gênero há uma em que  num trecho assim se canta: " um pai trata dez filhos e dez filhos não tratam de um pai", pois como bem sabemos, vemos, ouvimos e assistimos em muitas circunstâncias, ocorre um jogo de empurra-empurra na hora de se assumir a guarda e o zelo de um ancião que fica á mercê da boa vontade dos filhos que alegando obrigações e responsabilidades das mais variadas, fogem daquela que deveria ser cumprida com o maior dos bons grados.
Numa sociedade cada vez mais paternalista e super protetora como a nossa, em que os filhos são rodeados de todos os cuidados e mimos possíveis e inimagináveis, certo seria é que também aqueles que disso se incumbem, quando chegado o seu momento de receber atenção e zelos especiais, disso fossem mais do que merecedores, pois muito fizeram para tanto. Bastava lhes apenas que retribuído lhes fosse uma pequena parcela de tudo o que, durante suas vidas, dedicaram para que a sua prole fosse bem encaminhada, mas infelizmente isso nem sempre acontece.
Há pouco tempo em um café ouvi na mesa ao lado, não por curiosidade mas, dada à proximidade isso seria inevitável, uma história discutida entre um casal de anciãos, não em tom de lamento ou lamúrias, mas talvez com um certo desapontamento, sobre a ingratidão de um neto que havia se enriquecido graças a ser locatário daqueles, em um estabelecimento de propriedade deles  pagando um aluguel aquém do valor do mercado e que  lhes aprontou ainda mais,conforme se verificou no decorrer daquele diálogo.
Nesse total desabafo entre aquele simpático casal, compreendi o drama que viveram,  pois ouvi ainda que eles tem uma filha que também é locatária com outro tipo de atividade no mesmo prédio locado ao neto, e tendo ela tomado emprestado certa quantia em agiotagem do sobrinho e se vendo em dificuldades financeiras, deixou ela de pagar o elevado juro e também o principal, tendo então o jovem exigido que os avós honrassem o compromisso da filha e que o valor que lhe era devido fosse descontado no aluguel. O que lhes colocou em um sério descompasso financeiro ante as minguadas aposentadorias que receber do INSS após décadas de contribuição.
Percebe se assim, ante tantos e tantos exemplos e situações que nos chegam ao conhecimento, que muda o mundo, porém a natureza das pessoas permanecem imutáveis, agindo da mesma forma como em passados tempos muitos agiram e que muitos outros também assim ainda o farão no futuro,  afinal a generosidade e gratidão somente a alguns mais abençoados dada é, a oportunidade de se exercer, pois a grande maioria fecha os olhos a qualquer tipo de ajuda obtida, pois para eles em primeiro lugar está a ganância, a busca do enriquecimento,  mesmo que muito mal faça àqueles que com esse tipo de gente convivem e sofrem bastante, como no caso daqueles avós de quem, involuntariamente ouvi a história acima narrada.
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sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Física Quântica acaba de ficar menos complicada


Cientistas em Cingapura simplificaram dois princípios quânticos e reduziram mistério no universo das subpartículas

Uma boa surpresa: a física quântica acaba de ficar menos complexa do que pensávamos. Uma equipe internacional de pesquisadores demonstrou que duas características peculiares do mundo quântico, anteriormente consideradas distintas, são na verdade manifestações distintas da mesma coisa. O resultado foi publicado na revista Nature Communications de hoje.
Patrick Coles, Jedrzej Kaniewski e Stephanie Wehner fizeram a descoberta no Centro de Tecnologias Quânticas (QuTech) na Universidade Nacional de Cingapura. Eles descobriram que a Dualidade Onda-Partícula é simplesmente o Princípio da Incerteza quântico disfarçado, reduzindo dois mistérios para um.
"A conexão entre a incerteza e a dualidade onda-partícula surge naturalmente quando você as considera como questões sobre qual informação você pode obter sobre um sistema. Nosso resultado destaca o poder de pensar sobre física da perspectiva da informação", explicou Wehner, professor associado à QuTech, da Universidade de Tecnologia de Delft na Holanda.

A descoberta aprofunda nossa compreensão da física quântica e sugere novas aplicações da Dualidade Onda-Partícula.

OS PRINCÍPIOS
A Dualidade Onda-Partícula é a ideia que um objeto quântico pode se comportar como uma onda, mas que este comportamento ondulatório desaparece se você tenta localizar o objeto. É mais facilmente observada no Experimento da Fenda Dupla, onde partículas individuais, elétrons por exemplo, são disparados, um a um, para uma tela contendo duas fendas estreitas até chegar nela. As partículas se acumulam atrás das fendas não em dois montões, como esperamos dos objetos clássicos newtonianos, mas em um padrão listrado observado em interferência de ondas. Isso continuará acontecendo só até você tentar dar uma espiadinha (observação) em qual fenda uma partícula está atravessando, ao fazer isso, o padrão de interferência desaparece, sinistro, não?
O princípio da incerteza quântica é a ideia de que é impossível conhecer certos pares de coisas sobre uma partícula quântica de uma só vez. Por exemplo, quanto mais você conhecer a posição de um átomo, menos preciso você poderá saber qual é a velocidade na qual ele está se movendo. É um limite para a cognoscibilidade fundamental da natureza (a capacidade de conhecer a essência das coisas) e não apenas uma declaração (statement) sobre sermos imprecisos em nossas medições. O novo trabalho expõe o quão restrito o quanto se pode aprender sobre a onda em relação ao comportamento das partículas de um sistema.
A Dualidade Onda-Partícula e Incerteza têm sido conceitos fundamentais da física quântica, desde o início de 1900. "Fomos guiados por um pressentimento, e apenas um pressentimento de que ali devia haver uma conexão", memorou Coles, que hoje é pós-doutor no Instituto de Computação Quântica em Waterloo, no Canadá.
É possível escrever equações que capturam o quanto pode ser aprendido sobre pares de propriedades que são afetadas pelo Princípio da Incerteza. Coles, Kaniewski e Wehner são especialistas em um modelo destas equações, conhecidas como "relações de incerteza entrópicas'; e eles descobriram que todas as contas anteriormente usadas para descrever a Dualidade Onda-Partícula poderiam ser reformuladas em termos dessas relações.
"Foi como se tivéssemos descoberto a "Pedra de Roseta" que ligava duas línguas diferentes", disse Coles. "A literatura sobre a Dualidade Onda-Partícula era como os hieróglifos e que poderíamos agora traduzir em nossa língua nativa. Tivemos vários momentos eurekas quando finalmente compreendemos o que outros pesquisadores fizeram", disse entusiasmado.
Pelo fato das fórmulas das relações de incerteza entrópicas utilizadas na tradução desta relação também serem usadas para demonstrar a segurança da criptografia quântica (esquema para comunicação ultrassegura usando partículas) os pesquisadores sugerem que o trabalho vai ajudar a inspirar novos protocolos de criptografia.
Em artigos anteriores, Wehner e colaboradores encontraram ligações entre o Princípio da Incerteza e outro conhecimento físico, chamado de "não-localidade" quântica e a Segunda Lei da Termodinâmica. A próxima meta tentadora para os pesquisadores é pensar sobre como essas peças se encaixam e que maior imagem se pode obter de como a natureza é construída.
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Norte-americano é baleado acidentalmente por seu próprio cachorro

A polícia de Wyoming, nos Estados Unidos, disse que um homem foi baleado no braço por seu cachorro, quando o animal pisou na arma que estava no banco de trás de sua caminhonete.
O homem de 46 anos, Richard Fipps, da cidade de Sharidan, estava trabalhando junto com dois funcionários, desatolando um carro. Ele estava em pé ao lado do veículo quando o incidente aconteceu. 
De acordo com o Xerife do local, Steve Kozisek, quando o cachorro pulou do bando dianteiro para o banco traseiro, ele pisou no rifle ".300 Winchester Magnum", que estava carregado e sem o trava de segurança. A arma atirou uma bala, atingindo o braço esquerdo de Fipps e percorrendo até as suas costas. 
Ainda que o ferimento não é de risco de morte, as autoridades disseram que há chances do homem perder o braço, devido à gravidade da ferida.

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quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Por que não nascem mais gênios como Leonardo da Vinci e Mozart?

Estamos evoluindo menos que os chimpanzés?

Eu já mencionei, muitas vezes, que posso ser um péssimo pai, irmão, amigo, escritor, comprador, vendedor, entretanto, ninguém em sã consciência, aposto, levantará a voz para me acusar de mentiroso. Abomino a mentira desde que usava calça curta porque o Mestre afirmou: “Eu sou o Caminho a Verdade e a Vida”, ora, se o Caminho e a Vida ladeiam a Verdade, que desgraçado eu seria, aliás, nem seria porque estaria no sexto ou sétimo dos infernos, certamente, se não colocasse, ao menos, a Verdade como fundamento de tudo, de absolutamente tudo que eu faço, aliás, tenho que ser um “cricri” comigo mesmo, devido aos “maus pensamentos”, estar diuturnamente me policiando, ainda mais que durmo apenas 4 horas, porque todo o ser humano tende à mentira pela consistência do invólucro material, o físico, a carne, imprescindível à viagem neste lindo e maravilhoso planeta.
 Os anjos mesmo, segundo os relatos bíblicos, comiam pão quando vinham aqui. Eles não podem “experimentar” tudo o que experimentamos lá no céu, que é “espiritual”, “invisível”, “ectoplasmas”, ainda mais que somos para eles, como afirmou o apóstolo Paulo, “personagens duma peça que eles assistem dos céus”. Veja o relato dos dois anjos em Sodoma e Gomorra. Os anjos comeram pão na casa de Ló antes de cegarem aquela turba que se amontoou na frente da casa aonde estavam, segundo o relato bíblico que afirma: “... desde o mais moço até o mais velho”, querendo praticar relações sexuais com os anjos, estes, já mencionado, cegou-os.
Por falar nestas cidades, eu já mencionei aqui, também, que se os habitantes de lá ressuscitassem hoje, ficariam abismados com tudo o que está acontecendo. Lá não havia pedofilia nem pais e mães estuprando e matando filhos de poucos aninhos, jogando-os janela a baixo, envenenando-os. O planeta seria lindo e maravilhoso? Sim. É só imaginar um mundo onde trilhões e trilhões, gastos com equipamentos bélicos para fomentar as guerras e guerrilhas, fossem direcionados para a educação e saúde, para a “modernização dos países africanos”, por exemplo. Olha, está tudo errado mesmo! A água que utilizamos, numa só descarga no vaso sanitário, ou “trono”, salvaria a vida de meia dúzia de pessoas, ou “súditos do sistema”, que morreram de sede, hoje, na face da Terra.  
O estupendo artigo do advogado Manoel L. Bezerra Rocha, intitulado: “O problema da verdade numa sociedade comprometida em sustentar-se na mentira”, publicado aqui, ontem, dia 17, sintetiza, escrutina o “problema” da involução humana hodierna, questionando até o holocausto. Não me contenho, como sempre, e transcrevo o princípio do segundo parágrafo. Ei-lo:
“Nos dias atuais, parece estarmos diante de um novo conceito de “verdade”, aquela que não admite interpretação divergente, a que abomina a dialética, a que rejeita qualquer possibilidade de confrontação de ideias: a verdade impositiva. Essa “verdade”, é uma característica peculiar da atual geração de zumbis do pensamento, uma espécie de contra-filosofia da geração de adoradores do superficialismo.
A cultura do ‘politicamente correto’ que engessa a capacidade de raciocínio, de tirocínio, e estimula o medo da sinceridade diante de uma legião de pessoas programadas. Constrói-se uma sociedade formada por pessoas fadadas à repetição de frases feitas e avessas ao raciocínio, ao uso, ainda que mediano, da capacidade intelectual. Talvez não seja por acaso que pesquisas do instituto Salk, de San Diego (EUA), afirmam que, comparação da atividade genética de humanos com a de chimpanzés sugere que o “Homo sapiens” está evoluindo de forma mais lenta que os macacos. Creio que em nenhuma outra época a questão da verdade tenha sido tão radicalmente contrária à opinião divergente. No passado, a ausência dessas amarras nos legou grandes filósofos, importantes pensadores”.
O artigo é uma brilhante peça de defesa e o advogado criminalista Bezerra Rocha, mostrando sua mestria com o “ora”, fez-me rir neste segundo e ultimo parágrafo, um pouco adiante, quando afirma:
“Recentemente, representantes do Ministério da Saúde, ao abordarem os novos números sobre a Aids no Brasil, utilizaram-se de subterfúgios para esquivarem-se, por receio e hipocrisia, da necessária verdade (...) optaram por advertir que o risco de contágio é maior entre “homens que fazem sexo com outros homens”. Ora essa! Desde quando homem que é homem faz sexo com outro homem? Homem transa com mulher. Pessoas do sexo masculino que transam entre si são gays, homossexuais. Qual o problema em ser honesto e dizer que o risco é maior entre os homossexuais?”.
Não quero colocar fogo na fogueira, nem das vaidades dos autores que enobrecem este Caderno, comumente cunhado de “espaço democrático”, entretanto, não me contenho, mais uma vez, e transcrevo o que Bezerra Rocha afirmou sobre o holocausto que ele “grafa” sempre com a letra “h” maiúscula. Será que eu estou errado? Não importa. Eis o trecho:
“Eu, sinceramente, tudo o que sei sobre o Holocausto é o que é propagandeado através do cinema e empresas cinematográficas pertencentes a judeus e de livros escritos ou financiados por entidades judaicas. É dizer: tudo o que sei sobre o extermínio de judeus é através da perspectiva dos judeus”.
Os polêmicos artigos do advogado Manoel L. Bezerra Rocha, certamente, darão “muito que falar”. Olha, o tal do “cricri”, que mencionei lá em cima, dizem, eu não tenho certeza se é verdade ou não, é o “chato” que dá no saco do “chato”. Rindo para não chorar! Até.
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Existem mais mulheres do que homens no Brasil, diz pesquisa do IBGE

Em oito regiões do país, o que não está faltando é mulher. Os dados foram divulgados hoje (17) pela Síntese de Indicadores Sociais 2013, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Ainda conforme a pesquisa, cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador, Fortaleza, Recife e Belém, são as capitais brasileiras que concentram o maior número de pessoas do sexo feminino.
Com o Rio de Janeiro sendo a capital que mais tem mulheres, totalizando 53,6% do total da população formada por mulheres. Os dados do IBGE, mostraram também que 51,4% da população brasileira é composta por mulheres e 48,6% por homens. 
Ainda conforme os dados divulgados hoje (17) o número de mulheres no país, não é maior apenas nas capitais, mais sim em todos o território nacional, com exceção da região norte, onde a vantagem de homens sobre mulheres é bem pequena, 50,1% de homens e 49,9% de mulheres.

Com informações do UOL.
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segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Dalai Lama adverte que tecnologia “pode nos transformar em escravos”

O líder espiritual tibetano Dalai Lama afirmou no sábado, em Roma, que a tecnologia “pode nos transformar em escravos” porque, segundo explicou, “se tudo está mecanizado, não temos a habilidade de ver além”.
Perguntado por uma participante em um debate da XIV Cúpula Mundial dos Prêmios Nobel da Paz, o Dalai Lama advertiu que “às vezes parece que nos transformamos em escravos da tecnologia e do dinheiro”.
O líder espiritual assegurou que o verdadeiro conhecimento não se alcança através da tecnologia – “nós apostamos na meditação analítica” – e opinou que “a inteligência artificial talvez seja muito grande, mas é impossível que seja melhor que a mente humana”.
“A mente humana sempre será melhor e mais inteligente que as máquinas e robôs, não importa o quão sofisticados sejam”, acrescentou.
Além disso, o Dalai Lama opinou que “seria perfeito poder levar a compaixão às mentes” através dos avanços tecnológicos, que “deveriam estar sob controle dos humanos”.
Espírito nas redes
A advertência pode ser válida, já que o líder espiritual tem conta oficial na rede social de fotos Instagram, perfil este que foi criado pouco depois da sua conta na plataforma de microblogging Twitter. Então, ele sabe do que está falando.
AGÊNCIA EFE.


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domingo, 14 de dezembro de 2014

Emoções negativas influem no consumo de alimento energético

Problemas comuns do cotidiano como questões financeiras, discussões com o cônjuge, traição, preocupações com os filhos e até morte na família e violência doméstica, levam a emoções negativas como angustia, tristeza, ansiedade e, mais que isso, podem levar mulheres a aumentarem significativamente a ingestão de alimentos energéticos. Esse é o principal resultado de uma pesquisa do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP. Nessas situações, os pesquisadores verificaram que as pessoas não escolhem alimentos doces saudáveis, como frutas, por exemplo, mas preferem os não saudáveis, que na pesquisa foram representados pelo brigadeiro.
Para as pesquisadoras, as nutricionistas Ana Carolina de Aguiar Moreira e sua orientadora Rosa Wanda Diez Garcia, esse dado serve como um alerta para a população em geral. “Como sempre temos algo para comer ao nosso alcance, quando sofremos algum tipo de pressão, estresse, preocupação ou sentimentos que nos desagradam, é fácil recorrer ao consumo de alguma coisa, principalmente doces para nos aliviar. Isso é preocupante porque como estamos expostos a muitas tensões, passamos a incorporar essa prática de nos aliviar com guloseimas o que pode levar ao excesso de peso e, com este, pode vir associado uma série de enfermidades crônicas, como diabetes e hipertensão.”
O objetivo do estudo foi verificar a influência das emoções negativas, geradas por tensões do cotidiano, no consumo energético e de doces considerados saudáveis e não saudáveis por mulheres com sobrepeso e com peso normal, chamadas eutróficas.
Emoções e reações
Para chegar a esse resultado, 43 voluntárias, 20 com sobrepeso e 23 com peso normal, passaram por duas intervenções, com sessões de vídeos, em dias diferentes, com intervalo de no mínimo dois e no máximo de sete dias. Cada mulher assistiu a dois vídeos em pequenos grupos. O video que buscava gerar emoções negativas foi montado com trechos de histórias que abordavam problemas como: discussão entre cônjuges, problemas no trânsito, dificuldades financeiras, falta de reconhecimento no trabalho, acidente no trabalho, assédio sexual, precariedade no sistema público de saúde, traição, toxicodependência (álcool e drogas), morte na família e violência doméstica. O outro video que tinha o objetivo de não gerar emoção, abordava situações corriqueiras como: acordar, escovar os dentes, caminhar, conversar com colegas, arrumar a casa, dormir, entre outras.
Após as sessões, foram oferecidos lanches às voluntárias. Elas puderam consumir à vontade. O lanche era composto por salgados, pão de queijo e bolinha frita de queijo, e bebidas, suco de laranja sem açúcar e refrigerante e, entre estes alimentos, haviam os alimentos doces: uvas representando o doce saudável, e o brigadeiro, considerado não saudável.
Ao ser comparado o consumo energético quando elas foram expostas ao vídeo com cenas como acordar e dormir, que visava não gerar emoção, o consumo energético das mulheres com sobrepeso foi 39% maior em relação àquelas com peso normal, mostrando que este grupo come mais que o grupo de mulheres com peso normal.
Quando as mulheres de ambos os grupos foram expostas às emoções geradas por problemas como questões financeiras e violência doméstica, entre outros, os dois grupos aumentaram significativamente o consumo energético, principalmente comendo doces não saudáveis. “Curiosamente, as mulheres com peso normal apresentaram aumento significativamente maior do que as participantes com sobrepeso, em relação ao vídeo que visava não gerar emoção. Tanto o consumo energético foi maior, como o de doce não saudável. Elas aumentaram em 82% a ingestão de doce não saudável e 51%, o consumo energético, enquanto o grupo com sobrepeso aumentou 48% e 39%, respectivamente.”
Para as pesquisadoras, uma possível explicação para esse resultado é que as pessoas com excesso de peso são mais vigilantes e podem estar mais alertas para situações em que podem se exceder.  O grande diferencial desse estudo, segundo Ana Carolina, foi ter avaliado a influência de emoções provocadas por problemas comuns do cotidiano.
“Geralmente, os estudos experimentais abordam emoções muito especificas que não ocorrem com tanta frequência no dia a dia e que, portanto, não simulam condições de vida mais realistas.”
A pesquisa de mestrado Influência das emoções geradas por eventos de vida no consumo alimentar em mulheres foi defendida em 2014, junto ao programa de pós-graduação em Clínica Médica - Investigações  Biomédica, na FMRP.



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sábado, 13 de dezembro de 2014

Facebook pode receber o botão 'não curtir', em breve


O CEO e criador do Facebook, Mark Zuckerberg, está avaliando a possibilidade de adicionar um botão para expressar desagrado na rede social, mas não pela razão que pareceria ser a mais natural. 
Segundo a CNET - empresa de mídia de São Francisco -, o executivo-chefe da maior rede social do mundo disse, nesta quinta-feira (11/12), que está considerando a adição de um botão para publicações no Facebook, permitindo que as pessoas consigam expressas reação além de clicar em "curtir" ou deixar um comentário. “Mas não é para expressar descontentamento”, segundo Mark. 
Ele disse ter notado que os usuários têm procurado utilizar os comentários quando as pessoas postam coisas ruins, como a morte de algum conhecido ou uma dificuldade pessoal: “As pessoas dizem que não se sentem confortáveis pressionando o ‘Curtir’. 

Zuckerberg ainda completou explicando a intenção de adicionar o novo botão: “Há algo fácil sobre o botão ‘Curtir’ que o torna valioso, e o Facebook está tentando descobrir uma maneira de ajudar a expressar uma gama mais ampla de emoções”. 
O CEO do Facebook fez as declarações em uma sessão de perguntas e respostas com uma hora de duração na sede da empresa. O evento foi a continuação de outro semelhante realizado no último mês, em que Mark falou sobre o filme "A Rede Social", e também sobre as novas políticas do site. Ele informou que outras sessões do tipo devem ser realizadas no próximo ano. 
Zuckerberg disse que adicionar um botão ao Facebook não é uma alteração tão simples quanto parece e que vai continuar a ter uma abordagem comedida, pois quer estar consciente de como os usuários poderiam responder. “No caso de um botão ‘Dislike’, não seria ‘bom para o mundo’ permitir que os usuários digam que efetivamente não concordam com algo”, complementou.
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sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Médico propõe licença menstrual


Em média, três dias de licença
Para amenizar o desconforto causado pelo período menstrual e reverter esse fato em melhorias no trabalho e aumento da produtividade, o professor de obstetrícia e ginecologia Gedis Grudzinskas, de reconhecimento internacional, sugere que seja criada a licença menstrual. As declarações foram feitas para o jornal Maily Dail. 

O médico argumenta que durante o período da menstruação - quando há descamação das paredes internas do útero, sem fecundação -, a mulher se sente desconfortável e desmotivada. "Algumas mulheres se sentem realmente incomodadas durante a menstruação. Ir para o trabalho é uma luta e elas se sentem péssimas", pontua o profissional, que, segundo o jornal, "é uma figura de liderança internacional no campo da Medicina Reprodutiva". 
O médico classifica a adoção da licença menstrual como algo de bom-senso. "Quando você se sente assim, é mais difícil ter orgulho do trabalho ou executá-lo bem. Trata-se de empregadores sendo sensatos e conscientes", pontua.

Grudzinkas ressalta que em países como o Japão e a Indonésia a medida já foi adotada. Ele sugere que a licença menstrual seja de em média três dias. Ele aponta que a licença menstrual pode tornar o trabalho mais agradável. "Licença Menstrual vai fazer as pessoas se sentirem mais felizes e confortáveis no local de trabalho, o que é uma coisa positiva", argumenta.
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