quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Hunza: população que vive até 120 anos e não envelhece


Uma população que vive no vale do rio Hunza, na fronteira entre a Índia e o Paquistão, é conhecida pela longevidade e pelos hábitos de vida saudável que proporcionam uma vida longe de doenças. O modo de vida deste povo fez com que eles passassem a ser conhecidos como o “oásis da juventude”. Os habitantes chegam a viver, em média, 120 anos e mantém a aparência sempre jovem.

Os morados de Hunza possuem características físicas semelhantes aos europeus, um idioma próprio (o burushaski) e uma religião semelhante a muçulmana. As mulheres da região de 40 anos permanecem com aparência jovem e é comum uma mulher de 65 dar à luz sem nenhuma complicação.
O médico escocês, Robert McCarrison, conheceu o povo e estudou o modo de vida deles por cerca de sete anos. Os Hunza se alimentam de frutas, verduras e queijo de ovelha e as carnes são consumidas apenas em ocasiões importantes. Os habitantes da região ainda tomam banho sem águas com temperaturas abaixo de zero.


Constatou que a forma de vida levada pelos habitantes os ajuda a se manterem longe das doenças. Além da dieta, os Hunza trabalham e se exercitam constantemente e isto não só os tornam mais saudáveis, mas também pessoas com menos estresse e um bom humor quase constante. Porém, a forma de vida tem sido ameaçada pela chegada de indústrias e culturas europeias na região.

Informações 24 Horas News.


Comente este artigo.


terça-feira, 16 de setembro de 2014

Por que mais 4 anos do PT no poder vai contra os “planos de Deus” para o Brasil – Análise psiquiátrica

O Brasil tem uma posição estratégica para “Deus” : é o país na terra onde há uma confluência de civilizações, aquela da raça negra, da raça amarela e da raça branca. É o único lugar no mundo onde estas “mentalidades” ( a do branco, amarelo, negro ) uniram-se organicamente, funcionalmente, harmonicamente. Não tem conotações separatistas, segregacionistas, exclusivistas, isolacionistas, como entre os brancos do hemisfério norte, ou como entre os amarelos do Japão, China, como o tribalismo individualista do continente africano. 
O Brasil é um laboratório onde uma “mentalidade” ( amarela, branca, negra ) ajuda-se uma à outra, com  um potencial enorme para o futuro. Não só o potencial da ciência, do conhecimento, mas o potencial do amor, da solidariedade, da simplicidade, do convívio.
 . 
Deus tem interesse que o Brasil avance, cresça, com a contribuição destas três mentalidades, sirva de farol para o mundo, exemplo para o mundo, guia para o mundo. 
No entanto, com o PT e sua continuação tudo isto está em risco. O Brasil , hoje, como a Venezuela na época de Chavez, está perfeitamente dividido em 50% de duas metades : os que querem ousar no individualismo, querem ousar na evolução de si mesmos e aqueles que querem virar parasitas do Governo, simbióticos do Estado, ovoides do Assistencialismo. 

Não são só os “pobres” que querem mais Estado, a maioria da classe média brasileira também, pois esta vive das benesses do Estado, empregos do Estado, dinheiro do Estado. Por isto que Dilma e o PT têm mais de 50% da preferência de votos. 
Mesmo a classe média, aquela que deveria tender para o voto no “empresário Aécio”, esta não vota nele, as pesquisas mostram , renitentemente, que , no segundo turno, ele perderia para Dilma. Mais 4 anos de PT no poder o processo de venezuelização se acentuará, mais assistencialismo, menos empreendedorismo. Neste ponto, a sociedade já não estará mais dividida em 50%-50%, mas sim 60-40%, depois 70-30%, e assim sucessivamente ( ou seja, neste último caso, 30% de “produtores-empreendedores” e 70% de “assistencializados pelo Estado” ). 
O dinheiro minguará, haverá desabastecimento, des-capitalização, des-industrialização, aí virão medidas mais estatizantes, nacionalizações. Por fim, do processo de venezuelização, passar-se-á para o processo de cubanização, todos iguais e todos pobres. Os dissidentes começarão a serem caçados e tratados no cárcere e no “paredón” de fuzilamento, à la Cuba, à la Fidel Castro. 
Sabedor de todo este caos que se anuncia, Deus teve de “tomar providências” para evitar a prenunciada vitória petista : a) teve de quebrar rapidamente a economia ( dando um empurrãozinho no que o PT fez ). b) gerar os sucessivos escândalos Petrobrás e seus providenciais vazamentos c) colocar o Joaquim Barbosa no STF e julgar o mensalão d) quebrar as costas do Neymar. e) gerar o fatídico 7 x 1. f) e por último, “matar” Eduardo Campos para que surgisse alguém que, como Marina, mesmo sendo estatizante, pudesse ombrear o PT.
 O país está tão hipnotizado pelo “estatismo” que só mesmo uma “estatizante” para derrubar outra. A aí ? : Marina será uma outra Dilma ? Provavelmente não pois, sendo aparentemente genuinamente cristã, seu cristianismo entrará em conflito mental com seu marxismo, e acho que , neste particular, Cristo vence Marx. E Cristo é pela “evolução individual” ( “vós sois deuses”, “vós fareis coisas maiores do que as que eu
faço”, etc) , não é pela “igualitarização coletiva”. Cristo não é contra a iniciativa privada ( “daí a César o que é de César”, “meu Pai trabalha desde toda a Eternidade, e eu também” )e, ao contrário dos comunistas, é contra a “esmola estatal” ( “cada trabalhador é digno de seu salário”, “vá ter com a formiga, ò preguiçoso”, “daí de graça o que de graça recebestes”) . E acima de tudo, ao contrário do comunismo, não é cristão querer ditar o que cada um deve ser, o que deve pensar e como deve se comportar.

Comente este artigo.


Depressão poderá ser diagnosticada pelo sangue

Um grupo de cientistas desenvolveram uma técnica que será possível descobrir se a pessoa terá predisposição à doença através de exames de sangue. No futuro o método pode ajudar a medicina com a indicação do melhor medicamento para o tratamento da depressão.

A pesquisa foi realizada nos Estados Unidos e participaram do teste 64 pessoas com idade entre 21 a 79 anos, a metade delas foram diagnosticadas com a doença. Durante quatro meses os voluntários foram submetidos a um tratamento contra a depressão. 
Os pesquisadores descobriram que os níveis estudados no sangue sofreram alteração, mas o grupo considera cedo para comprovar a eficácia no tratamento contra o problema.
 Revista Veja.

Comente este artigo.

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Cédulas de R$ 1 raras podem valer bem mais do que valor de face

O Brasil tem em circulação quase 150 milhões de notas de R$ 1, apesar de a Casa da Moeda ter deixado de produzir as cédulas em 2005. No fim daquele ano, havia em circulação mais de 583 milhões dessas notas. Entretanto, nos últimos anos, o número dessas cédulas não baixou muito. No fim de 2013, havia 149,374 milhões, contra 149,279 milhões no início deste mês, de acordo co dados do Banco Central(BC).

A explicação para o símbolo do Plano Real ainda estar em circulação é que muita gente guarda as cédulas por acreditar que dá sorte ou simplesmente esquecem as notas. E há ainda aqueles que colecionam cédulas de R$ 1 consideradas raras, que podem valer mais que seu valor de face.

Cleber Coimbra, tesoureiro da Associação Filatélica e Numismática de Brasília, mostra nota de
R$ 1,00 emitida em 1996 e que hoje vale R$ 195,00

As cédulas de R$ 1 deixaram de ser produzidas devido ao custo elevado e ao rápido desgaste. Por isso, o BC optou por lançar moedas em substituição às notas. Mas as cédulas ainda podem ser usadas no comércio e são substituídas progressivamente por moedas pelo BC.

O diretor de Divulgação da Sociedade Numismática Brasileira, Bernardo Marin Neto, diz que as notas que não circularam pelo País e tem menor tiragem podem custar bem mais do que o valor de face. No catálogo de colecionadores, uma nota de R$ 1, de 1996, assinada pelos então ministro da Fazenda, Pedro Malan, e pelo presidente do Banco Central (BC), Gustavo Loyola, custa R$ 195.

“O critério para definir esse valor é a raridade da nota. Esses valores são do catálogo, mas elas podem ser vendidas por mais”, disse Marin Neto. Outras cédulas de R$ 1 consideradas menos raras podem valer R$ 6, desde que estejam em perfeito estado de conservação.

Marin Neto explica que, quanto menor a quantidade de cédulas emitidas com nomes de ministros, mais as notas podem valer. Acrescentou que as últimas notas de real emitidas com os nomes do ministro da Fazenda Guido Mantega e do presidente do BC Alexandre Tombini poderão ter um valor a mais para os colecionadores, quando eles deixarem o governo. “Se [a presidente] Dilma [Rousseff] não se reeleger, as últimas notas do Mantega e Tombini serão valiosas. Se Dilma permanecer, mas trocar os ministros, também vão valer mais”, disse.

O tesoureiro da Associação Filatélica e Numismática de Brasília, Cleber Coimbra, conta que tem interesse pelas notas de R$ 1 desde o lançamento, em 1994. Coimbra disse que já teve centenas de notas de R$ 1 em casa, mas foi roubado. Atualmente, ele ainda tem algumas guardadas, além de cédulas de outros valores. “Coleciono notas há 60 anos. E já fui o maior exportador de DINHEIRO brasileiro fora de circulação”, disse.

Por Ag. Brasil
Comente este artigo.


"Boicote Nacional ao Programa Sexo e as Negas"


Em repúdio ao programa global, movimentos negros organizam manifestação em todo país.
O programa "Sexo e as Negas", de Miguel Falabella, ainda não estreou, mas já tem causado vários questionamentos em relação ao seu conteúdo.
Em vários locais do País, movimentos pela defesa da igualdade racial e feminina têm demonstrado não aprovar o programa. Para se opor ao que consideram racismo, os líderes e adeptos dos grupos têm organizado protestos e, em Goiânia, a manifestação "Boicote Nacional ao Programa Sexo e as Negas" está marcada para esta segunda-feira (15), às 17 h, na Praça do Bandeirante, situada no Centro.
De acordo com a professora, psicóloga e coordenadora pedagógica do Centro de Referência Negra Lelia Gonzales, Roseane Ramos - que é uma das organizadoras do evento -, além do protesto, os movimentos negros também encaminharam uma denúncia para a Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial.

O seriado tem estreia prevista para o próximo dia 16, amanhã. Segundo Roseane, "com as propagandas é possível perceber a supervalorização do corpo da mulher". Ela diz também que o nome do programa é de teor apelativo.
A organizadora do evento diz considerar que o programa "reforça o esteriótipo da mulher como um objeto sexual, como mercadoria, em uma mistura de machismo com racismo".
Roseane conta que as manifestações ocorrem em várias regiões do País e algumas começaram ontem. Ela explica que cada movimento tem sua metodologia e em cada local as mulheres se organizaram para chamar a atenção à questão da promoção da igualdade racial.
Segundo a organizadora, uma das intenções do manifesto é despertar o público para que ele deixe de assistir ao programa. "Uma emissora como a Rede Globo retratar a mulher, a mulher negra, como objeto sexual atrapalha a luta pelo fim do racismo". Roseane observa, se por um lado, atrapalha, por outro, "fortalece", porque cria a mobilização, que proporciona a conscientização.
Quando questionada sobre a expectativa de mobilização em Goiânia, a organizadora diz que várias pessoas confirmaram presença. Ela aponta que vários grupos estão envolvidos com a causa, além deles, vários estudantes e universitários.
Ela analisa que, provavelmente, o programa não deixará de ser exibido por causa das manifestações, mas aponta que a principal finalidade é "boicotar" o seriado.
"Quero convidar a sociedade para que não assista ao 'Sexo e as Negas'. Esse programa nada contribui. Não vamos aceitar a promoção do esteriótipo da mulher negra como uma mercadoria; há anos lutamos para que isso tenha fim", conclui a organizadora.
Sexo e as Negas é um novo seriado global e tem estreia prevista para amanhã. Na trama, quatro mulheres negras são protagonitas. O programa foi inspirado no seriado Sex and THE CITY.

Com a repercussão nas redes sociais, o autor de "Sexo e as Negas", Miguel Falabella, utilizou as redes sociais para escrever sobre o posicionamento da sociedade. Leia abaixo parte do texto publicado por ele.

Qual é o problema, afinal? É o sexo? São as negas? As negas, volto a explicar, é uma questão de prosódia. Os baianos arrastam a língua e dizem meu nego, os cariocas arrastam a língua e devoram os S.
Se é o sexo, por que as americanas brancas têm direito ao sexo e as negras não? Que caretice é essa? O problema é porque elas são de comunidade? Alguém pode imaginar Spike Lee dirigindo seus filmes fora do seu universo? Que bobagem é essa?

Pois é justamente sobre isso que a série quer falar! Sobre guetos, sobre cotas, sobre mitos! Destrinchá-los na medida do possível! Os mitos e lendas que nos são enfiados goela abaixo a vida toda.

DM.

Comente este artigo

Homem cria carne feita com fezes humanas


O cientista japonês Mitsuyuki Ikeda criou em laboratório uma carne produzida com excremento humano. O doutor Ikeda alega que não criou a "carne" apenas como um experimento. Ele quer que o produto seja comercializado regularmente. 
A carne 'inusitada' é feita da seguinte forma: Ikeda pega placas de lôdo do esgoto, onde há muitas fezes humanas e desse material ele retira as proteínas e lipídios, que passam por um intenso processo de calor em que todas as bactérias morrem.  
Nessa mistura Ikeda adiciona um intensificador de reação, para finalizar, e acrescenta também na mistura, proteína de soja e molho de carne, para dar, segundo ele, o gosto de carne.  
×
O Cientista membro do Centro de Avaliação Ambiental de Okayama, explicou o motivo de ter inventado essa nova "carne". Segundo ele, sua intenção foi criar uma maneira de reciclar o uso da proteína para que a necessidade do consumo da carne bovina seja diminuída e seja uma solução ao racionamento de alimento.  
Quando o processo é finalizado, a "carne" é formada por 63% de proteínas, 25% de carboidratos, 3% de lipídios e 9% de minerais. Esse produto é cerca de 10 a 20 vezes mais caro que a carne convencional. Ikeda explica que o produto é caro, pois no preço da "carne" está embutido o alto custo da pesquisa.  
Ainda conforme o pesquisador, sua esperança é que o produto seja comercializado em alta escala para que atinja o mesmo preço da "carne tradicional".  
Com informações do site da revista 'Galileu'. 

O que achas disso???   Comente!




domingo, 14 de setembro de 2014

Réplica da Arca de Noé é construída na Índia em escala menor


Uma réplica da Arca de Noé foi construída na cidade de Kerala, no sudeste da Índia, utilizando instruções escritas em uma tábua de 4 mil anos. As escrituras dizem que a arca era redonda, e construída com juncos. Foi preciso 20 anos para traduzir completamente a tábua, sendo o primeiro relato da famosa história babilônica sobre a inundação.

O Dr. Irving Finkel, do departamento doOriente Médio no Museu Britânico, disse que a réplica é grande o suficiente para acomodar alguns pares de animais bem comportados. Ele explicou que a arca possui dois níveis, uma casa na parte de cima e um espaço para os animais embaixo. Finkel sugeriu que com uma cuidadosa organização, seria teoreticamente possível abrigar várias espécies locais, mesmo achando que a arca nunca foi construída no tamanho original.
Especialistas disseram que seria preciso mais de 530 Km de corda para sua construção. Finkel concluiu que a arca seria impossível de se construir, por causa da integridade estrutural e da quantidade de materiais necessários. A quantidade de colunas e tábuas de madeira não poderia ser encontrado em nenhum lugar da natureza, além de os babilônicos não possuírem a tecnologia de ligarem madeira.
Apesar do ceticismo, uma equipe montou a réplica para um programa de televisão, "A Real Arca de Noé". A arca produzida tem cerca de 35 toneladas e nenhum tipo de tecnologia avançada foi utilizada para a construção, apenas madeira, bambu, plameira e juncos para segurar as ligações, como as pessoas poderiam ter feito há 4.000 anos.
Comente este artigo.

sábado, 13 de setembro de 2014

Pedidos de liberação de medicamentos a base de maconha aumentam na Anvisa

Os principais a solicitarem o remédio são pais cujos filhos sofrem com fortes crises de convulsão.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) fez um anúncio nesta segunda-feira (08) sobre o aumento de pedidos para importar remédios a base de Canabidiol (CBD), derivado de maconha. Até a última sexta-feira (05) 74 pedidos haviam sido feitos, dos quais 54 foram autorizados pelo órgão.
Os principais a solicitarem a medicação são pais cujos filhos têm problemas com sérias crises de convulsões. Mesmo recebendo autorização da agência, muitos têm passado por processos burocráticos para que a liberação do remédio seja realmente feita. 
Os pedidos para a exceção devem ser feitos já que os medicamentos não possuem dados de eficácia e segurança registrados pela Anvisa. Questões como dosagem e formas de uso devem ser informadas com cautela pelo médico que os indica.
O Globo.
Comente este artigo.


sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Sobre a sociedade de fato e o fato de ser social

Vivemos em um chamado Estado de Direito, também reconhecido pelo título de Estado de Bem Estar Social no qual é soberana a ideia de uma nação. E nessa composição há o tal contrato social que todos firmam para constituir uma pátria regulada por leis, com imposição de deveres e garantia de direitos. Dentro os primordiais: a liberdade, em suas mais diversas formas, tal como de crença, sexualidade, cultura, política, e a de ir e vir. 
Ocorre que essa tal nação brasileira, que gosta sempre de vender uma boa imagem de gente carismática, receptiva, calorosa, solidária, amável e respeitadora chegou a um tal estado em que as liberdades se esbarram a todo momento, e os limites do convívio social geram todos os dias conflitos em suas formas mais repudiantes e toscas.
A liberdade pela qual tanto se lutou, e que tanto se quer como garantia expressa, não só no preâmbulo constitucional, já não é tratada como primordial. E com isso a sociedade beira o caos. Pois a barbárie social tem princípio fundado na violência ao próximo.
Hoje em dia vê-se claramente o repúdio a liberdade alheia. Todos querem ser livres, mas poucos respeitam os limites garantidos ao outro.   
Expressão disso é o racismo e o preconceito infundado. Expressos através da violência que é recorrente contra a mulher, o negro, o gay, o índio, o pobre ou mesmo aquele proveniente de outras regiões do País. 
Matar ou violentar alguém por quem tem certo atributo pessoal, além de crime, é desrespeito e violação expressa à garantia da liberdade. 
Por isso, vale sempre lembrar que, para viver na tal dita sociedade moderna brasileira todos têm que assinar o seu contrato social para com o Estado de Direito, e ninguém, que não ele possui a legitimidade sobre a Justiça.
O bem-estar de uma sociedade com limites impostos pela liberdade conserva-se e desenvolve. Já uma sociedade em que o ataque gratuito às liberdades individuais é sempre notícia de jornais, se destrói e beira a visão de inferno na terra. Sim, falo de inferno porque a religião muitas vezes é usada como arma para ataque contra o próximo. Assim como o poder econômico, a força física e as desigualdades intelectuais.
Enfim, partindo para a particularidade, sabemos que cada indivíduo é único, tem suas convicções, sua formação, sua religião e sua liberdade. Por assim ser, cabe a todos sem distinção, o respeito e a ideia de que seu espaço e suas vontades tem limites no próximo. E antes de xingar, discriminar, agredir ou matar o diferente pensemos: e se fosse você? Ou com você? Se aquela vítima da agressão motivada pelo preconceito ou pelo racismo fosse a sua pessoa ou alguém que você tanto gosta? Ela ainda teria razão de ser? Se o religioso for morto porque tem sua fé? Se o branco for discriminado porque é branco? O hétero for agredido porque gosta do sexo oposto? Se o homem sofrer violência doméstica porque é homem? 
Não poderiam ser criados mecanismos legais para a proteção desses indivíduos dentro do Estado Democrático de Direito? 
Então porque esperar mais?
Que a lei proteja o humano e não os esteriótipos sociais. Pois como é bonito ler que todos somos iguais perante a lei, mas como doí ver que alguns são mais iguais que outros. 
Comente este artigo.


quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Pesquisa genética pode ajudar a evitar a morte súbita

Cerca de 800 mil pessoas morrem por ano em todo o mundo vítimas do problema
Cerca de 800 mil pessoas morrem por ano em todo o mundo vítimas de morte súbita - 250 mil somente no Brasil. Do total de óbitos, 20% estão associados a problemas genéticos e atingem os jovens. No entanto, uma pesquisa genética liderada pelo cardiologista espanhol Ramon Brugada, de 48 anos, com médicos de todo o mundo pode ajudar a evitar casos de morte súbita entre jovens.

Com os irmãos Pedro, de 62, e Josep, de 56, Ramon já pesquisa os marcadores genéticos para morte súbita há 20 anos. Neste período encontrou 13 problemas genéticos que podem causar a morte repentina. "E estamos apenas na metade de tudo o que podemos saber", ressaltou Ramon.

Esses problemas genéticos, em geral, "fazem com que o coração seja mais rígido, débil, e por isso, ele para de funcionar de repente". "A doença pode matar pessoas que têm boa qualidade de vida. Então, temos que identificá-las e protegê-las para terem uma vida normal".

O teste para identificação dos genes de morte súbita - feito a partir da saliva ou do sangue - não é recomendado para todos, explicou o médico, mas apenas para aqueles que têm histórico de morte súbita na família. Os resultados saem em até sete semanas (há dois os resultados dos testes levavam um ano e meio para ficarem prontos). "A genética pode ajudar a complementar as provas técnicas (como testes de doenças cardíacas) e ajudar a salvar vidas, mas é importante que o teste seja lido por um cardiologista especialista em morte súbita ou arritmia cardíaca para que o diagnóstico seja dado corretamente". A partir dessa identificação, toda a família passa a ser acompanhada, o que pode ajudar a evitar novos casos.

Atualmente, a pesquisa para identificação dos marcadores genéticos de morte súbita está em fase de transição, ou seja, começa a ser colocado em prática após anos de pesquisas. Na Europa, os testes já são realizados em alguns países ao custo médio de dois mil euros e muitas vezes são pagos com recursos públicos mediante aprovação prévia do governo para realização do teste em um paciente.



No Rio, apenas duas instituições estudam a cardiomiopatia hipertrófica (coração hipertrofiado, um dos 13 problemas genéticos já identificados) a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e o Instituto do Coração de Laranjeiras. No entanto, ainda não há previsão de quando os testes poderão ser aplicados na população. "No Brasil ainda somos muito amadores, ainda estamos muito no começo das experiência com testes genéticos", afirmou Olga Ferreira de Souza, presidente da Sociedade de Cardiologia do Estado do Rio de Janeiro (Socerj).

Enfarte
Os outros 80% dos óbitos são causados, em geral, por problemas como enfarte associado a doenças como diabetes, pressão alta e uso de cigarros e costumam ocorrer em pessoas com mais de 35 anos, a maioria homens. Nesses casos, se forem encontrados marcadores genéticos para morte súbita, o tratamento será associado ao combate a essas doenças.

fonte: Estadão


Comente este artigo.