sexta-feira, 12 de março de 2021

Morre Lou Ottens, o inventor da fita cassete!


 

Não temos como não fazer uma breve homenagem à Lou Ottens, o homem que inventou a fita cassete! Quem utilizou estes micros antigos, nas décadas de 80/90, com certeza deve ter usado (ou tido conhecimento) fitas cassete, que além de serem usadas para gravar músicas, também eram muito utilizadas para gravar os programas de computadores, numa era pré disco rígido, pelo menos, para computadores domésticos!

 

Na década de 1960, Lou Ottens, então chefe de desenvolvimento de produtos na filial belga de Hasselt da empresa Philips de Eindhoven, desenvolveu a fita cassete. Em anos anteriores, Ottens se incomodava com gravadores verdes e amarelos com grandes carretéis e achava que algo mais fácil de usar e especialmente algo menor deveria ser criado.

 

A invenção de Ottens foi um grande sucesso em todo o mundo. Mais de 100 bilhões de cassetes foram vendidos desde seu lançamento em 1963. Mas as bandas desapareceram após o lançamento do CD, que foi desenvolvido vinte anos depois pelo mesmo Ottens em conjunto com uma equipe de engenheiros.

 

O CD também fez sucesso.

 

Décadas depois, Ottens disse que na década de 1960 ele desconhecia completamente a pesquisa inovadora que ele e seus colegas estavam fazendo. “Bem, não. Éramos meninos que nos divertíamos brincando. Não sentíamos que estávamos fazendo nada grande. Era uma espécie de esporte. ”

Depois ele não estava realmente orgulhoso de sua invenção, ele disse ao NRC três anos atrás: “Meu orgulho há muito se desgastou. Também não foi um grande evento na época. Você não percebe o que acontece. E continuou: o trabalho nunca parou.”

 

Fonte: https://oldplayers.com.br/

 

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2021

O tamanho da nossa ignorância


 

Se há uma coisa que se sobressaiu nesses tempos de pandemia causada pelo vírus SARS-CoV-2, essa foi a ignorância humana. São notórias e tonitruantes pelas redes sociais (ou pelos veículos convencionais de comunicação) algumas aberrações sobre tratamentos para COVID-19 e teorias conspiratórias sobre vacinas, que denotam que estamos vivendo sob a égide não da epistemologia e sim da agnotologia.

Historicamente, maior atenção tem sido dada à epistemologia, que estuda e se preocupa com o conhecimento (o que sabemos e como é produzido esse saber), e deixada em segundo plano e pouco teorizada a área que, em tese, deveria lidar com o como e o porquê não sabemos de algumas coisas (a nossa ignorância). Foi assim que, depois de dois eventos criados para tratar dessa temática, o primeiro na Universidade da Pensilvânia, em 2003, e o segundo na Universidade Stanford, em 2005, que Robert N. Proctor, professor de história da ciência em Stanford, reuniu a contribuição dos participantes desses encontros no livro “Agnotology: the making and unmaking of ignorance” (Agnotologia: a construção e a desconstrução da ignorância), publicado em 2008 pela Stanford University Press, e cunhou o termo agnotologia.

O neologismo “agnotologia”, criado por Proctor a partir do radical grego “agnosis”, com o prefixo “a” estrategicamente anteposto ao termo “gnosis” (conhecimento), para denotar “não conhecimento”, presta-se bem ao fim que motivou o seu aparecimento: estudar a produção cultural da ignorância.

Ignorância pode ser um bem ou um mal. Mas é muito mais do que uma simples falta de conhecimento. Não há necessidade de sabermos tudo. Podemos viver bem (e vivemos) sem saber de muitas coisas. O respeito à privacidade, por exemplo, integra as chamadas garantias individuais que são asseguradas pelo Estado Democrático de Direito. Há coisa sobre você, prezado leitor/prezada leitora, que eu não preciso e nem devo saber. A ignorância, nesse caso, é legalmente assegurada. E assim, avultam os exemplos. Mas, sobre outras coisas, como é o caso da COVID-19, evidencia-se a necessidade de entendimento da produção da ignorância, consciente ou inconsciente (deliberada ou não), sobre esse tema, por extrapolar os limites do meramente e justificável “ainda não conhecido”.

 A percepção crítica da ignorância, especialmente quando essa se mostra premeditadamente construída, precisa ser mais bem exercida, especialmente pelas autoridades responsáveis para lidar com o assunto pandemia COVID-19.

A vastidão da nossa ignorância é infinita perto do que conhecemos. Os cientistas, por exemplo, lidam com a ignorância (o que não é conhecido) no seu dia a dia. É a ignorância que faz a roda da ciência girar, insiste Proctor no seu livro de 2008. É a ignorância da falta de conhecimento que vem sendo trabalhada nas ciências da saúde, no mundo todo, visando à busca de uma solução para o problema ora causado pelo vírus SARS-CoV-2. Seja pela via de tratamentos clínicos ou pela vacinação.

 E é nesse território da área médica, sensível e pouco entendido pela maioria, que a produção deliberada de ignorância tem se mostrado eficaz e causado malefícios imensuráveis para a saúde pública e, como contrapartida, para a economia das nações.

Não é de hoje que a ignorância deliberadamente produzida vem sendo utilizada na defesa de interesses corporativos. Quase sempre seguindo o mesmo roteiro, que envolve a criação de dúvida razoável sobre resultados até então obtidos, a alegação de falta de consenso na comunidade científica e a aparente bem-intencionada defesa da necessidade de novos estudos para corroborar a tomada de alguma decisão.

 Foi assim, no passado, com a relação entre uso de tabaco e câncer no pulmão, o papel dos CFCs na formação do buraco de ozônio e a emissão de gases de efeito estufa e o aquecimento global.

Agora, pelo que parece, chegou a vez da COVID-19. A escolha é sua: em caso de opção pelo universo paralelo das fake-news, especialmente a adesão a teses negacionistas, só nos resta desejar boa sorte e que Deus lhe ajude!

Por Gilberto Cunha.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2021

Prepare-se para ver a superfície de planetas distantes com este novo radiotelescópio:

 

Graças a uma nova atualização do Green Bank Telescope (GBT) em West Virgínia (EUA), o maior radiotelescópio totalmente direcional do mundo, os cientistas poderão ter visões sem precedentes da superfície de objetos no Sistema Solar.

Em um teste os cientistas conseguiram usar o telescópio para obter imagens do local de pouso na Lua da Apollo 15, mostrando objetos de até cinco metros de diâmetro.

Um novo transmissor de rádio desenvolvido pela empresa Raytheon permitiu que o GBT enviasse sinais de rádio que foram então recebidos pelo Very Long Baseline Array (VLBA), um sistema de 27 antenas no Havaí.

Esses dados foram então usados por cientistas para criar imagens de radar de alta resolução, o ápice de dois anos de pesquisa. Antes da atualização, o GBT era apenas um receptor de sinais de rádio.

“Quando o sinal refletido voltar, você pode usá-lo para criar uma imagem do objeto de onde o sinal foi saltado”, disse Dave Finley, porta-voz do Observatório Nacional de Radioastronomia, ao Albuquerque Journal.

Um transmissor maior

Usando dados coletados durante o teste, os cientistas esperam construir um sistema de radar de 500 quilowatts, incluindo um transmissor ainda maior, que pode fazer observações de outros objetos além de Urano e Netuno com detalhes e sensibilidade sem precedentes.

“O sistema planejado será um avanço na ciência dos radares, permitindo o acesso a características nunca antes vistas do Sistema Solar daqui mesmo na Terra”, disse Karen O’Neil, diretora do site do Observatório green bank, em comunicado.

 

“E usando várias antenas amplamente separadas da VLBA para receber os sinais refletidos, provavelmente seremos capazes de fazer imagens 3D”, disse Finley ao Albuquerque Journal.

Fonte: Hypesciencie.

 


segunda-feira, 15 de fevereiro de 2021

Autoconhecimento resolve problemas que você criou sem saber

 

O processo do autoconhecimento é muito importante para a sua evolução em todas as esferas da vida.


Há anos, quando fui viver num monastério na Índia, aprendi a ser monge. Lá, eu também queria muito saber sobre meditação.. E uma das coisas que eu aprendi é que é impossível meditar sem entrar no caminho do autoconhecimento.

 

Mas o que é o autoconhecimento? Já adianto que não é só sabermos o que preferimos, se é chocolate ou baunilha, ou se é praia ou montanha, por exemplo. Autoconhecimento significa nos entendermos. É como ler um manual de instruções: saber o que faz os botões, como mexer nas alavancas, como atingir a nossa melhor performance.

E mais importante ainda é descobrir para onde levar essa máquina do eu. Quem eu sou? Para onde eu vou? E o que eu vim fazer nesse mundo? Isso é o autoconhecimento. 

 

O processo do autoconhecimento é muito importante para a sua evolução em todas as esferas da vida

Além disso, o caminho do autoconhecimento é uma descoberta de que não somos uma coisa só, e sim feitos de várias partes, que inclusive tem vontades contraditórias. Por exemplo: às vezes, naqueles dias frios, tem uma parte nossa que quer continuar no cobertor quentinho, mas tem uma outra que deseja levantar, trabalhar e ter sucesso na vida

Portanto, somos feitos de várias partes, mas no final somos nós mesmos que decidimos o que fazer quando elas entram em conflito, qual vai vencer e qual vai sumir das nossas vidas.  No vídeo a seguir, descubra mais detalhes sobre esse processo do autoconhecimento e o que fazer para alcançar o seu.



 

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021

Menina de 12 anos limpa lápides por hobby e sonha em trabalhar no cemitério.


 Uma garota australiana de 12 anos tem um hobby para lá de inusitado: limpar lápides. Tj Kleeman fez isso pela primeira vez aos 4 anos, pois tinha medo de fantasmas e sua mãe deu a sugestão de ir até o cemitério que fica atrás da casa dela para superá-lo. Desde então, a menina se sente bem no local e diz que seu emprego dos sonhos é limpar lápides "para todo o sempre". Tj e a família dela se mudaram para uma casa que dava para um cemitério com mais de 3.500 túmulos, na cidade de Tweed Heads, em 2012. 

Com 4 anos na época, a criança tinha pavor de fantasmas, então a mãe dela a levou para uma caminhada noturna no cemitério para provar que as assombrações não existem.

Durante o passeio, Tabetha sugeriu que a filha limpasse um dos túmulos para exorcizar de vez o medo de fantasmas e, nesse instante, Tj acabou descobrindo um propósito para sua vida. "Eu gosto de limpar túmulos porque isso me dá um sentimento ótimo, e quero fazer isso para todo o sempre", afirma hoje a garota, que frequenta o cemitério duas ou três vezes por semana para se dedicar à limpeza de lápides.

A aluna do 8º ano do ensino fundamental aproveita quando não tem lições de casa para ir ao cemitério retirar as flores mortas das lápides, varrer as folhas secas no chão e limpar a sujeira do concreto e azulejos com uma escova e água com sabão. Tj tenta dar uma atenção especial aos túmulos que não são visitados pois assim ela sente que está ajudando pessoas necessitadas.

 O objetivo da garota é limpar todas as 3.500 lápides anualmente, então ela segue uma sequência de limpeza e sempre sabe onde parou. "Ela sabe que é uma tarefa interminável e que sempre precisará ser feita, mas ela está bem com isso', disse Tabetha para o jornal Daily Mail, após explicar que não deixa a filha ir só.

Fonte: jornal Daily Mail.


sexta-feira, 1 de janeiro de 2021

Qual a transformação que eu quero?

 

Hoje vou te ensinar como podemos ter atitudes pequenas que podem mudar a sua vida. Já parou para pensar o que não pode faltar na sua vida?  Vou te dar três ótimas dicas para você pensar.

Uma delas é a mudança. Toda mudança trás desconforto, mas ela às vezes é necessária. Seja uma mudança de trabalho, de casa, de cidade.

A mudança tem por objetivo em nos modificar ou alterar atitudes, comportamentos, hábitos de nossas ações e reações.

E o que fazer para alcançar essa mudança para sairmos da nossa zona de conforto? Podemos mudar em pequenas coisas ou gestos, como por exemplo, com uma atividade física, seja uma caminhada, uma corrida. A atividade física libera hormônios e traz sensação de bem estar e prazer. Comece com pequenas mudanças e com o tempo gradativamente você irá mudar situações e/ou coisas que você achava impossível.

 Outra dica importante que eu quero falar é sobre a esperança. A esperança é o que eu desejo e nos sentimos confiantes em aquilo que poderá acontecer e das coisas boas que podem estar por vir.

Esperança gera expectativas, que pode gerar a fé. E através da fé e aquilo que você acredita, seja em um Deus invisível, uma ideologia de vida, os astros, as estrelas. O que importa é onde você irá buscar recursos para continuar em frente e com boas expectativas.

A esperança requer perseverança, crer que algo é possível mesmo quando vivemos uma situaçao contrária. Busque a esperança mesmo nas situações negativas, pois ela te dará forças para continuar a acreditar que você pode vencer.

 E a última dica é a alegria. Ela traz contentamento, prazer, satisfação, paz. É expressada através de sorrisos, de um olhar, de pequenos gestos, de gentileza, através do amor, das conquistas.

Você pode buscar a alegria de diversas maneiras, seja através de recordações de momentos em família, através de fotos, filmagens ou de uma ligação de uma pessoa que a muito não conversa e que foi tão importante pra você em um determinado tempo da sua vida.

Então busque mudança, tenha esperança e traga a alegria para o seu coração. Pequenos gestos fazem toda a diferença. Simplesmente comece e as coisas fluirão.

 Darah Gomes .

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FELIZ ANO NOVO


 

domingo, 13 de dezembro de 2020

Desmitificando a cultura mulçumana ... o que é permitido ou proibido?


 São Bernardo do Campo, dezembro de 2020 – A comunidade muçulmana aumenta ano após ano. De acordo com o Instituto Americano Pew Research Center, atualmente, há cerca de 1,8 bilhão de muçulmanos no mundo, sendo a Indonésia o país que mais abriga essa população, hospedando hoje cerca de 230 milhões de mulçumanos. Mas, apesar de a Indonésia estar longe do Brasil não é preciso ir lá para conhecer a cultura da religião.

No Brasil, o último censo do Instituto de Geografia e Estatística (IBGE) contabilizou 35 mil muçulmanos vivendo no país e toda esta população segue os preceitos da religião à risca, mesmo estando longe de suas origens religiosas. Dentre as regras, há o consumo de produtos “halal”, que significa lícito em árabe e são comercializados de acordo com as regras de Deus escrita no Alcorão, ou seja, seguem 100% todas as normas da jurisprudência islâmica para consumo dos muçulmanos. Para saber se o produto segue estas regras, a empresa precisa estar certificada e levar na embalagem o selo halal.

Para entender melhor a cultura mulçumana e sobre a certificação halal, os brasileiros podem seguir influenciadores digitais como Carima Orra no Instagram. A jovem usa a rede social para conscientizar sobre a religião e mostrar o dia a dia da mulher mulçumana.

Para começar, vamos entender um pouco mais sobre a origem. O islamismo é governado pela Sharia, um código de conduta que engloba regras sobre as práticas religiosas e o que é ou não é permitido no comportamento do muçulmano.

Uso do lenço pelas mulheres:

Influencer Carima Orra

Na maioria dos países árabes, como Afeganistão, Irã e Arábia Saudita, é obrigatório a utilização do abaya (longo manto preto) e do niqab (véu que cobre todo o rosto) que juntas cobrem todo o corpo e deixa, apenas uma abertura para os olhos.

De quem é a responsabilidade num casamento?

De acordo com o código de conduta, o homem deve prover o sustento da família e a mulher deve se ocupar com os afazeres da casa e cuidar da vida familiar, inclusive da educação dos filhos. Ela pode trabalhar, se quiser, mas desde que não interfira no bem-estar de seu casamento.

Casamento

É verdade que eles se casam entre a comunidade. Muitos muçulmanos buscam mulheres que conheçam para que o casamento dê certo. É a família do homem (noivo) que busca uma moça ideal para seu casamento. O casal só pode sair a sós e se tocar depois de realizado o casamento religioso, antes disso, somente conversa e respeito são as bases do relacionamento. “Muitos casais mulçumanos acabam fazendo o casamento religioso antes da festa para poderem sair e decidir juntos detalhes da celebração”, relata a influencer.

Outro ponto curioso levantado pela influenciadora foi a questão do dote, que segundo ela é um direito da mulher e pode ser utilizado quando ela solicitar, de acordo com a jurisprudência islâmica. “O dote é uma segurança para a mulher. É uma garantia, principalmente, porque optou por se dedicar a família”, ressalta Carima. Ele pode ser solicitado a partir da concretização do casamento e por isso essa garantia, que pode ser em dinheiro, imóveis, e outros bens, deve ser guardada para um caso de necessidade da parceira.

O casamento muçulmano é uma verdadeira festa e acontece por diversos dias. E toda a comida servida nestes eventos é halal, ou seja, não há presença de bebidas alcoólicas e nem alimento com qualquer procedência de suínos. É extremamente proibido e conhecido como haram. Saiba mais sobre a certificação halal.

Fonte: www.cdialhalal.com.br

 



domingo, 8 de novembro de 2020

Por que nossos filhos estão "menos inteligentes"?

Pesquisa aponta que, pela primeira vez, crianças registraram índices de QI inferiores ao de gerações anteriores




 

Antes de qualquer coisa, é preciso que você saiba: há uma grande discussão atualmente no meio científico sobre o real significado dos resultados de testes de QI e muitos pesquisadores afirmam que esse índice não é mais adequado para mensurar potencial cognitivo.

 

Há algumas décadas, inclusive, Howard Gardner lançou críticas severas a esse tipo de mensuração, ao tratar de suas inteligências múltiplas, como você pode conferir neste vídeo. Mas o fato é que outra linha de estudiosos tem, digamos, aperfeiçoado os testes de QI e segue utilizando-os, mesmo que com interpretações diferentes das de antigamente.

 

E um estudo realizado pelo francês Michel Desmurget, diretor de pesquisa do Instituto Nacional de Saúde de seu país, apresentou uma conclusão polêmica: pela primeira vez na história, uma geração parece ser "menos inteligente" que as anteriores.

 

Segundo Michel, os testes de QI são atualizados regularmente, visando absorver características que permitam apreender melhor os desafios cognitivos de cada geração. Por isso, no estudo que realizou foram considerados testes feitos com base em estruturas baseadas nas gerações anteriores. Desse modo, foi possível - em tese - avaliar o desempenho de diferentes gerações sob os mesmos critérios. E as conclusões foram surpreendentes: em fatores como linguagem, concentração, memória e cultura, os mais novos apresentaram desempenho pior que os mais velhos.

Via de regra, o processo seguia uma escala crescente, o chamado "Efeito Flynn".

 

Por que nossos filhos estão "menos inteligentes?"

O pesquisador explica que ainda não é possível apresentar uma justificativa única. Mas existem muitos fatores na mesa, que vão dos hábitos à nutrição e incluindo até mesmo a poluição. Mas um fator ele faz questão de destacar: exposição a telas.

 

"Infelizmente, ainda não é possível determinar o papel específico de cada fator, incluindo por exemplo a poluição (especialmente a exposição precoce a pesticidas) ou a exposição a telas. O que sabemos com certeza é que, mesmo que o tempo de tela de uma criança não seja o único culpado, isso tem um efeito significativo em seu QI. Vários estudos têm mostrado que quando o uso de televisão ou videogame aumenta, o QI e o desenvolvimento cognitivo diminuem", afirma Michel Desmurget em entrevista à BBC publicada pelo G1.

 

Segundo o pesquisador, a exposição a telas gera efeitos e são eles que afetam o desenvolvimento cognitivo. "Diminuição da qualidade e quantidade das interações intrafamiliares, essenciais para o desenvolvimento da linguagem e do emocional; diminuição do tempo dedicado a outras atividades mais enriquecedoras (lição de casa, música, arte, leitura, etc.); perturbação do sono, que é quantitativamente reduzida e qualitativamente degradada; superestimulação da atenção, levando a distúrbios de concentração, aprendizagem e impulsividade; subestimulação intelectual, que impede o cérebro de desenvolver todo o seu potencial; e o sedentarismo excessivo que, além do desenvolvimento corporal, influencia a maturação cerebral", explica Desmurget.

 

Fonte: Administradores.

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sábado, 31 de outubro de 2020

Parábola da formiga


 

NÃO ABUSE DE UM FORMIGA, NUNCA PERCA UMA FORMIGA. É LONGO, MAS SE VOCÊC PENSA QUE É "O CARA" EM ALGUM LUGAR, DEVE LER, COM ATENÇÃO, REFLEXÃO E SE CONSEGUIR HUMILDADE.

Todos os dias, uma formiga chegava cedinho ao escritório e pegava duro no trabalho. A formiga era produtiva e feliz.

O gerente marimbondo, estranhou a formiga trabalhar sem supervisão. Se ela era produtiva sem supervisão, seria ainda mais se fosse supervisionada. E colocou uma barata, que preparava para a função.

A primeira preocupação da barata foi a de padronizar o horário de entrada e saída da formiga. Logo, a barata precisou de uma secretária para ajudar a preparar os relatórios e contratou também uma aranha para organizar os arquivos e controlar as ligações telefônicas.

O marimbondo ficou encantado com os relatórios da barata e pediu também, gráficos com indicadores e análise das tendências que eram mostradas em reuniões. A barata, então, contratou uma mosca, e comprou um computador com impressora colorida. Logo, a formiga produtiva e feliz, começou a se lamentar de toda aquela movimentação de papéis e reuniões!

O marimbondo concluiu que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a formiga produtiva e feliz, trabalhava.

O cargo foi dado a uma cigarra, que mandou colocar carpete no seu escritório e comprar uma cadeira especial… A nova gestora cigarra logo precisou de um computador e de uma assistente a pulga (sua assistente na empresa anterior) para ajudá-la a preparar um plano estratégico de melhorias e um controle do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que já não cantarolava mais e cada dia se tornava mais chateada.

 

A cigarra, então, convenceu o gerente marimbondo, que era preciso fazer uma pesquisa de clima. Mas, o marimbondo, ao rever as finanças, se deu conta de que a unidade na qual a formiga trabalhava já não rendia como antes e contratou a coruja, uma prestigiada consultora, muito famosa, para que fizesse um diagnóstico da situação.

A coruja permaneceu três meses nos escritórios e emitiu um volumoso relatório, com vários volumes que concluía: Há muita gente nesta empresa!

E adivinha quem o marimbondo mandou demitir?

A formiga, claro, porque ela andava muito desmotivada e aborrecida.”

MINHAS CONSIDERAÇÕES:

Infelizmente neste vasto mercado de trabalho, sabemos que muitos profissionais passam por esse tipo de situação. São excelentes profissionais, que iniciam suas atividades com todo o gás e motivação possíveis, entretanto com o passar do tempo sua liderança não as enxergam e não reconhecem sua postura profissional, seus resultados e seu profissionalismo.

Enfim, chegam à conclusão que não são valorizadas como pretendiam e merecem, inicia-se um processo de descontentamento em relação à sua gestão, à organização e com o passar do tempo, obviamente que não há motivação que resista e logicamente a desmotivação acaba por tomar conta do profissional, Ao ponto de decidirem mudar de empresa, na verdade esses profissionais que se assemelham à formiga, demitem seu gestor e não a empresa, pois na grande maioria das vezes, se tivessem a oportunidade de continuar na empresa, gostariam apenas da mudança de seu gestor.

conclusão: se você tem ao seu lado uma "baita" formiga...deixa com ela, que ela resolve.