sábado, 1 de janeiro de 2022

Metaverso – não vamos mais sair de casa?

 

O novo ambiente vai tornar as redes sociais obsoletas e absorver mais tempo das pessoas.

Se você não é um amante da tecnologia talvez não saiba ainda o que é "Metaverso", uma das palavras mais faladas nas redes sociais depois que Mark Zuckerberg anunciou, no final de outubro, que o Facebook iria passar a se chamar "Meta" e se tornar uma "empresa metaverso" em até cinco anos.

 

O termo "metaverso" surgiu na década de 90 como ficção, mas agora está sendo visto como o futuro da internet, uma revolução que vai ocorrer nas nossas vidas.

 

Metaverso é um ambiente no qual coexistem ambientes virtuais e a realidade. Talvez você se lembre dos jogos "Second Life" e "Pokémon GO"; isto foi só o início, agora o jogo vai ser muito mais pesado. Estima-se que nos próximos três anos o metaverso vai movimentar 800 bilhões de dólares.

 

Como funciona? Teremos um mundo virtual paralelo, igual ao nosso. Cada um de nós terá um avatar (bonequinho), que poderá ser uma representação do nosso corpo ou com as características que gostaríamos de ter, semelhante aos filtros que já usamos para nos tornarmos mais bonitos na internet.

 

Nosso avatar terá a sua casa, trabalho, irá viajar, se comunicar, encontrar amigos, fazendo tudo o que gostaríamos de fazer. Nós o comandaremos usando óculos especiais e controles nas mãos.

Imagine que você deseja caminhar pelo Central Park em New York; basta acessar o parque e vai ver tudo o que existe por lá, poderá até convidar um amigo para tomar um sorvete.

 

 Mais tarde poderá comprar ingressos de um teatro em Paris e vestir adequadamente o seu avatar para ele acompanhar uns amigos franceses. Irá assistir o espetáculo pelos olhos do seu avatar e curtir tudo como se estivesse no local, mas estará em casa de bermudas e havaianas. Ah! E se os seus amigos franceses não souberem português, não tem problemas, você falará em português e eles entenderão em francês, e vice-versa.

 

Lembra que no passado vendiam terrenos na Lua? Pois agora estão vendendo terrenos e imóveis no mundo virtual e eles podem custar mais caro que os do mundo real. Os avatares irão comprar um imóvel, mobiliar e comprar roupas, como se faz em alguns jogos.

 

No metaverso, nós poderemos utilizar o nosso avatar para experimentar as roupas de que gostamos e depois decidir se queremos comprar para ele e/ou para nós. Poderemos comprar um sofá para a casa do avatar ou comprar aquele mesmo sofá e pedir para entregarem na nossa casa. O virtual e o real irão se confundir. Poderemos usar dinheiro "real" para comprar coisas virtuais, assim como usar dinheiro virtual (criptomoedas) para comprar coisas reais.

 

O metaverso vai tornar as redes sociais de hoje obsoletas e vai absorver muito mais o tempo das pessoas, pois elas poderão usar o seu avatar para trabalhar. Uma reunião de trabalho poderá ser feita com os avatares dos participantes, o que será muito melhor do que as atuais reuniões virtuais por zoom.

Por outro lado, existem muitos questionamentos sobre os pontos negativos dessa nova tecnologia. As pessoas vão se sentir melhor no mundo virtual do que no mundo real. Será uma fuga da realidade e nos alienaremos dos problemas reais. Provavelmente haverá uma maior concentração de dados e de poder pelas grandes empresas que irão construir os multiversos.

 

Talvez você esteja pensando que não vai entrar nessa, mas vai, sim. Dentro de menos de vinte anos o metaverso será muito mais necessário do que o celular é hoje para nós. Pouco se sabe ainda sobre essa inevitável revolução que está a caminho, o que poderemos fazer é tentar minimizar os seus efeitos negativos.

 

Aproveite estes últimos anos em que você vai sair para encontrar amigos e familiares. Consegues imaginar a sua vida sem sair de casa? Bem-vindo ao metaverso.

Administradores.com


quarta-feira, 29 de dezembro de 2021

Felicidade é poder fazer o que a gente ama, ter alguém para amar e sonhos para realizar

Felicidade é poder fazer o que a gente ama, ter alguém para amar e sonhos para realizar. Esta é a sua vida; viva intensamente todos os dias. Faça sempre o que gosta e se algo lhe desagrada, mude.

Se não gosta do seu trabalho, troque.

Se não tem tempo suficiente, pare de assistir televisão.

Se está procurando o amor da sua vida, pare. Ele pode estar lhe esperando em todas as coisas que você realmente gosta de fazer.

A vida é muito simples e todas as emoções são fantásticas. Aprecie cada momento da sua vida.

Se estiver comendo, aprecie cada bocado.

Abra sua mente, coração e braços para o novo. Aprecie novas pessoas e novas coisas que chegam em sua vida; estamos unidos por nossas diferenças.

Pergunte para a próxima pessoa que encontrar qual é o seu maior sonho e compartilhe o seu com ela.

VIAJE MUITO, PERCA-SE E ACHE-SE.

Algumas oportunidades aparecem só uma vez na vida; aproveite-as.

A VIDA É FEITA DO QUE AMAMOS E DAS PESSOAS QUE CONHECEMOS. VIVA SEUS SONHOS, REALIZE SUAS PAIXÕES; A VIDA É MUITA CURTA, SAIA DA BOLHA E COMECE A VIVER.

Não podemos esperar que o que desejamos venha até nós; lute pelas suas metas. O que importa não são os anos que vivemos, mas como os vivemos.

Ria quando quiser e chore quando precisar chorar, pois a vida não tem limites. Mude o que quer mudar, mesmo correndo o risco de fracassar.

Algumas vezes ganhamos, outras vezes aprendemos. Se não conseguir o que quer naquele momento, pelo menos estará acumulando experiências.

Não espere chegar ao topo para admirar a vista; todas as posições oferecem algo de bom. Cada ponto da nossa jornada pode se tornar um lindo sonho, mesmo que naquele momento pareça um pesadelo.

NÃO TENHA MEDO DE SONHAR, A MENTE VIAJA SEM PAGAR INGRESSO.

Lembre-se de que a sociedade é egoísta e não espere que os outros valorizem o que você faz ou deixa de fazer.

Tenha confiança em si mesmo e valorize suas conquistas. Não faça castelos no ar, aprecie o que tem e não fique amargurado pelo que ainda não conseguiu.

Felicidade é fazer o que você ama, ter alguém para amar e sonhos para realizar.

Coloque toda a sua paixão em tudo o que fizer, ame a si mesmo, cultive novos amores e sobretudo, respeite suas prioridades diárias.

É assim que a felicidade entra e fica.

Por Robson Hamuche.

 

terça-feira, 21 de dezembro de 2021

Like não é afeto, seguir de volta não é amizade e rede social não é vida real!

Estamos carentes. No fundo, somos carentes. Embora a gente tente viver sem ter que contar muito com os outros, existem momentos que parecem pedir a presença de alguém.

É perfeitamente possível ir ao cinema, a bares, a shoppings e a baladas sozinho, bem como curtir a própria casa sem companhia alguma. Porém, em determinadas situações, poder contar com alguém faz diferença.

Com a pandemia, as redes sociais foram importantes para que pudéssemos manter o contato com as pessoas que amamos, muitos de nós precisamos nos conectar online, relegando os encontros da vida real ao quase esquecimento.

É possível bater papo em chats virtuais, inclusive escolhendo assuntos de interesse, entre outros, o que traz a ilusão de companhia verdadeira. Mas não: há uma tela separando os interlocutores, o que encoraja muitos a fingir, mentir, mascarar.

NÃO DÁ PARA CONFIAR APENAS NO QUE O OUTRO DIGITA, OU MESMO EXPÕE VIA WEBCAM.

Somos seres gregários, somos sentimentos e precisamos de troca de energia, de sentidos, de contato, de afeto. Precisamos de proximidade, de olho no olho, de abraços apertados.

Pode ser até bom conversar virtualmente com alguém que parece nos entender e nos conhecer bem, porém, o calor humano jamais será substituído por palavras ao longe.

Saber que tem alguém que virá até nós, quando assim for preciso, acalenta e acalma a nossa alma.

Sua conta no Instagram pode ter milhares de seguidores, sua lista de amigos no Facebook pode ser imensa, você pode participar de inúmeros grupos no WhatsApp, mas quem realmente se importa com você, a ponto de responder, ali ao lado, às suas chamadas doloridas, muito provavelmente é a pessoa que faz questão de se encontrar pessoalmente com você.

E, para essa pessoa, não importa a duração ou a frequência desses encontros e sim a intensidade da verdade que seu afeto carrega.

A GENTE ACHA QUE SE BASTA, QUE NÃO PRECISA DE NINGUÉM, MAS NEM SEMPRE É ASSIM, AMIZADE VERDADEIRA É FÔLEGO PARA A ALMA E FORTALECE O CORAÇÃO.

Quando o abismo abre sob nossos pés, a gente tenta procurar mãos que nos sustentem e abraços que nos confortem.

Um amigo, um irmão, um amor, não importa: nossa escuridão acaba procurando a luz no olhar de um outro além de nós.

A fé nos fortalece e é imprescindível, mas a luz de uma amizade que se importa com a gente nos empurra, faz a gente esperançar coisas melhores.

Por Robson Hamuche.

 

 

BR-116? BR-277? ENTENDA A NUMERAÇÃO DAS ESTRADAS FEDERAIS

 

Você já se perguntou o porquê de as rodovias brasileiras serem identificadas por números? Será que essa numeração tem a ver com a quantidade de rodovias que existem no país, sendo assim, a BR-116 seria a 116ª rodovia?

A verdade é que essa identificação tem um sentido bastante prático e pode ajudar as pessoas a se localizarem em relação aos extremos do país.

O que é uma BR?

A sigla “BR” identifica as rodovias federais, ou seja, as estradas que ligam dois ou mais estados da federação brasileira, assim como os extremos do país.

Quando a estrada liga cidades do mesmo estado, ela é uma rodovia estadual. Nesses casos, ela é identificada pela sigla do estado (PR, SP, RJ etc.).

Liga Brasília a algum outro estado? Então, essa BR vai começar com 0



(Fonte: DNIT)

As estradas que ligam a capital do nosso país, Brasília, a outras regiões vão começar sempre com 0. Essas rodovias são chamadas de “rodovias radiais”, pois quando olhamos o mapa percebemos que elas partem da capital brasileira e seguem para longe dela. Ao todo, temos 8 rodovias radiais. A primeira delas é a BR-010 e a cada nova BR radial, o nome ganha uma dezena (BR-020, 030 etc.). Sendo assim, a última BR radial é a BR-080.

Liga o país no sentido norte-sul? Então, começa com 1


(Imagem: DNIT)

Se a rodovia ligar dois ou mais estados no sentido norte–sul, ela será uma rodovia “longitudinal”. Assim, sua numeração começa com 1.

Novamente, Brasília é o ponto de referência para a identificação das estradas brasileiras, já que, se a rodovia estiver a leste da capital, ela vai variar da numeração 100 até 150. A oeste de Brasília, de 150 a 199, sempre em sentido crescente a partir do litoral.

Liga o Brasil no sentido leste-oeste? Então, a BR começa com o número 2


(Imagem: DNIT)

Se você estiver em uma BR que começa com o algarismo 2, essa rodovia vai estar "na horizontal" quando olhamos o mapa. Essas são as chamadas rodovias transversais.

A numeração vai obedecer a seguinte lógica: ao norte de Brasília, as dezenas variam de 00 a 50. Ao sul da capital, temos as dezenas 50 a 99.

E quando a rodovia está na diagonal?


(Fonte: DNIT)

Bem, como o Brasil é um país de dimensões continentais, é natural que muitas rodovias precisem estar orientadas diagonalmente. Nesses casos, o primeiro algarismo da numeração dessa estrada será o 3.

Se ela estiver no sentido noroeste-sudeste, ela terá final par. Se estiver no sentido nordeste-sudoeste, terá final ímpar.

A distribuição das dezenas também tem como ponto de referência a cidade de Brasília. Do extremo nordeste do Brasil até a capital, as dezenas vão variar de 00 a 50. Já do extremo sudoeste do país, as dezenas variarão de 50 a 98.

Rodovias de ligação

As rodovias de ligação começam com o número 4 e elas podem ser o ponto de conexão entre 2 rodovias ou de 1 estrada até algum ponto importante. Se a via estiver ao norte do paralelo de Brasília, sua dezena pode variar de 00 a 50. Se estiver ao sul da linha imaginária, de 50 a 99.

Existem 2 exceções a essa regra: a BR-610 e a BR-600. A 1ª tem apenas 5 km e serve de ligação entre a SP-270 e o Aeroporto Internacional de Guarulhos. A BR-600 tem 6 km e liga Foz do Iguaçu à Usina de Itaipu.

E as rodovias estaduais?


Praça da Sé, o marco zero da cidade de São Paulo. (Fonte: Shutterstock)

Todas as rodovias estaduais seguem a mesma lógica das federais. O último estado a adotar o padrão foi Santa Catarina, em 2013. Contudo, o que muda são os pontos de referência. Na maioria das estradas estaduais, esse ponto passa a ser a capital do estado. No caso das rodovias estaduais paulistas, por exemplo, é a Praça da Sé — que é o marco zero da capital São Paulo.

EVERTON LIMA.

terça-feira, 14 de dezembro de 2021

Sobre os filhos adultos que moram com os pais

Muitos filhos que moram com os pais, não crescem, continuam sendo cuidados pelos pais da mesma maneira de que eram quando tinham cinco anos de idade.

Como terapeuta e trainner escuto muitas justificativas, como meus pais me ajudam financeiramente, eu quase não fico em casa, não tenho condições de morar sozinho, meu trabalho não vai para frente e não consigo me sustentar, sou sozinho, não tenho um relacionamento.

Para você que mora com os seus pais, lembre-se que enquanto você não sair da casa dos seus pais, você não vai ganhar dinheiro, pois não precisa, os pais ajudam você, é uma forma deles permanecerem úteis para você e assim você permanece criança, pequeno e os pais grandes. O não ganhar dinheiro é uma maneira de o filho se manter dependente dos pais e também de os pais manipularem os filhos, dizendo o que podem ou não fazer. E se você ganhar dinheiro, automaticamente vai embora e deixa de morar com eles, assim os pais deixam de ser indispensáveis. É uma zona de conforto desconfortável para ambos.

Outro ponto é não ter um relacionamento afetivo, às vezes o filho é casado com a mãe/pai e com isso não pode encontrar alguém melhor do que seus pais. Desse modo o filho permanece como filho e não tem a necessidade de deixar os pais.

Ainda há um outro ponto que quero ressaltar, muitos filhos são escolhidos para cuidar dos pais na velhice, sendo assim nada flui para eles, ficam passivos para a vida é servem aos pais e muitas

vezes essa história já se repetiu por muitas e muitas gerações, ou seja não se casam e nem exercem uma profissão.

Assim como há muitas outras possibilidades, pois cada um tem sua própria história. Agora, apenas para expandir sua consciência, pergunte-se:

Qual é a amarra que te prende?

Qual é a lealdade que não te deixa fluir na vida?

Porque as coisas não acontecem?

Sua visão está limpa ou obstruída por aquilo que você quer ver?

Podemos justificar com muitas possibilidades, o ponto é que o que te sustenta é o que te prende.

Reflita sobre a sua vida e compreenda que muitas vezes existem pontos além dos que temos observado, a visão sistêmica nos dá esta compreensão sobre a realidade que está além da que enxergamos, e o pensamento sistêmico, juntamente com a constelação familiar, nos ajudam a expandir a consciência e mudar nossa forma de posicionamento perante a vida.

 Raquel Perondi.                                          

 

domingo, 12 de dezembro de 2021

Estudante brasileira cria garrafa que torna qualquer água potável

O Red Bull Basement é um programa universitário mundial que ajuda a capacitar alunos com ideias inovadoras, usando a tecnologia para gerar mudanças positivas. Em sua quarta edição, o programa recebeu a inscrição de 443 equipes brasileiras e anunciou o projeto que mais chamou a atenção: uma garrafa que torna qualquer água potável.

Com o objetivo de democratizar a água potável para pessoas que não têm acesso a saneamento básico, a estudante Bárbara Paiva da Universidade Federal de Ouro Preto, ela desenvolveu a Aqualux, uma garrafa para esterilização de água por radiação, com filtro carregado a luz solar, que torna qualquer água potável – o melhor: cabe na palma da mão e pode ser levado a qualquer lugar.

“A ideia do projeto surgiu no meu mestrado, onde estudo a esterilização de parasitas via radiação, e pensei em aplicar isso para ajudar as pessoas de forma simples e viável”, conta Bárbara. ‘Essa oportunidade de ser a campeã nacional tem sido incrível ao meu projeto, porque além de me ajudar no desenvolvimento, ainda ajuda a acelerar o processo e aumentar a visibilidade”.


Para conquistar a sua vaga de finalista, Bárbara teve uma longa trajetória na competição, desde uma avaliação da comunidade local entre os meses de setembro e outubro, que foi levada em conta para a decisão final do painel de jurados, até a seleção dos 10 projetos finalistas – onde seu projeto foi escolhido.

No mês de dezembro, os vencedores dos mais de 30 países participantes embarcarão rumo à Istambul, na Turquia, para a final mundial do programa, e a mineira representará o Brasil. “Só no Brasil, o número de pessoas que não possui acesso à água potável é de 35 milhões de indivíduos, demonstrando um grande potencial de impacto. O produto agrega valor para a sociedade, e por isso precisamos estruturá-lo enquanto negócio.” comenta Tallis Gomes, fundador da Easy Taxi e da plataforma de educação Gestão 4.0, que foi um dos jurados.

Natasha Olsen.

 

Conexão Quântica


 Um jovem perguntou: "Vovô, como você viveu antes?

Sem tecnologia...
Sem smartphones,
Sem internet, Sem computadores,
Sem tvs plasma ou led
Sem redes sociais,
Sem drones,
Sem celulares, tablets, notebook e laptop"?
O vovô respondeu: "Como a sua geração vive hoje:
Sem orações... Sem compaixão, Sem honra, Sem respeito, Sem vergonha, Sem esforço
Sem responsabilidades e Sem modéstia"?
"Nós, as pessoas nascidas no século passado, somos abençoadas, ainda PROSPERAMOS.
Nossa vida é prova viva. VEJAM:
- Enquanto andávamos de bicicleta, não usávamos capacetes.
- Depois da escola, jogávamos até o anoitecer no bairro, sem medo.
- Nós brincávamos com amigos reais, não com amigos da internet.
- Se tivéssemos sede, beberíamos água da mangueira, não engarrafados.
- Não havia perigo de compartilhar o mesmo copo de suco com quatro amigos.
- Não ganhamos peso comendo junk food.
- Nem nos aconteceu nada caminhando com os pés descalços.
- Nunca usamos um suplemento para nos manter saudáveis.
- Nós costumávamos criar nossos próprios brinquedos e brincar com eles.
- Os pais não eram ricos. Eles davam amor, não coisas materiais.
- Não tínhamos telefone, celulares, DVD, Play Station, Xbox, jogos de vídeo, computadores pessoais, internet, redes sociais - nós tínhamos amigos reais.
- Nós visitávamos a casa de nossos amigos sem termos sido convidados e apreciávamos a refeição com eles.
- Os parentes viviam nas proximidades para aproveitar o tempo da família.
- Podemos estar em fotos em preto e branco, mas você pode encontrar memórias coloridas nessas fotos.
- Somos uma geração única e mais compreensiva, porque somos a última geração que ouviu seus pais, avós e tios. Também respeitamos mestres, professores, padre e pastores de nossas igrejas.
Somos uma edição LIMITADA!

quinta-feira, 9 de dezembro de 2021

Dona de casa: o rosto das mulheres invisíveis

Por herança cultural, por escolha pessoal ou questões circunstanciais, em nossa sociedade há um grande número de donas de casa. Mulheres que entregam suas vidas exclusivamente aos cuidados de sua casa e de sua família. Às vezes este trabalho é combinado com trabalhos remunerados, momentos em que a mulher se torna uma dona de casa em paralelo.

Seja como for, ser dona de casa é um trabalho árduo sem reconhecimento e praticamente até hoje é assumido quase por imposição em grande medida por parte das mulheres.

Neste artigo vamos nos referir às donas de casa como o coletivo de mulheres que dedicam, exclusivamente ou não, seu trabalho e vida pessoal ao cuidado da casa e da família, fazendo comida, limpando e se preocupando para que a cada dia tudo esteja de acordo com as necessidades da família.

Seu rosto invisível, sua carga emocional

Uma mulher que é dona de casa não tem remuneração ou geralmente goza de reconhecimento social. É um trabalho de 24 horas que dura 365 dias por ano, que não tem férias ou conhece a demissão, que exige saber tudo, ser cozinheira, professora, babá, treinadora, guarda-costas, GPS, médica, secretária…

A carga de trabalho é determinada pela amplitude da família, pelo tamanho e localização da casa, pelo status social, etc. Além disso, o cronograma de mais trabalho é altamente flutuante, mas, acima de tudo, nunca cessa.

“O trabalho doméstico é socialmente invisível a partir do momento em que as mulheres que se dedicam a ele são consideradas inativas nos censos e nas estatísticas.”

Não é um trabalho remunerado e está praticamente isento de reconhecimento real. Embora emocionalmente possa ser valorizado, existem núcleos familiares e sociais que não contemplam a importância e a dificuldade de liderar uma família, todos os dias e sem descanso.

Limpar, passar, fazer a compra, cuide dos filhos (e às vezes maridos), ter no ponto as refeições perfeitas, manter a paz e a harmonia no lar … Tudo sem piscar. E nessa correria diária, essas mulheres até relevam os cuidados pessoais para segundo plano.

Nesse sentido, parar de cuidar de si mesmo é um erro muito comum que muitas vezes resulta em consequências que não são muito positivas para o humor e o sentimento de uma mulher. Em conjunto com a falta de reconhecimento, isso pode levar a problemas de ansiedade, depressão e sintomas somáticos. Vamos ver isso mais detalhamento.

Ansiedade, depressão e sintomas somáticos da dona de casa

Partindo da premissa de que a depressão e a ansiedade são problemas mais comuns entre as mulheres, afetam mais ainda as mulheres que não têm um emprego remunerado. Ou seja, constatou-se em diferentes estudos que as mulheres que trabalham em casa sofrem de mais doenças crônicas, sintomas mais agudos e menor autoavaliação de seu estado de saúde.

Uma explicação para isso é a suposição do papel que desempenha na vida, bem como as injustiças que têm de viver antes de um papel tradicional rotineiro, estressante e pouco inspirador como dona de casa e mãe.

Esse papel é tradicionalmente desprovido de estrutura e contato social, porque em determinados momentos e com frequência as tarefas podem ser exigentes e frustrantes, além de estarem envolvidas em grande incerteza.

Um trabalho “invisível”

Uma mulher que é dona de casa tem menos controle sobre seu rítimo de trabalho. Além disso, sua possibilidade de descanso e de desconexão é menor e, às vezes, nula. O fato de estar a todo momento “obrigada” a atender às demandas que acompanham este trabalho, pode ver suas fontes alternativas de satisfação diminuídas, enfraquecendo assim seu estado de ânimo e saúde geral.

Em suma, a falta de reconhecimento e a invisibilidade do trabalho doméstico podem reduzir significativamente a autoestima das mulheres que assumem, com ou sem ajuda, cuidados e afazeres domésticos.

Portanto, devemos estruturar este trabalho, dar peso social e econômico, dar o valor que corresponde à família. Proporcionar apoio social e emocional a essas mulheres e incentivar a satisfação no desempenho deste trabalho ajudará esse rosto sombrio a ganhar visibilidade.

 <<<La Mente es Maravillosa>>>

 

quarta-feira, 8 de dezembro de 2021

Falar sozinho é uma coisa que somente pessoas inteligentes fazem, aponta pesquisa

Sempre nos questionamos quando vemos alguém falando sozinho.  Pensar em voz alta para muitos é loucura e, no mínimo vão rir ou achar que a pessoas usou algum tipo de entorpecente.  Mas na verdade, não é nada disso, falar sozinho pode ser característica de alguém muito mais interessante.

Estudos:

Isso é comprovado cientificamente, quando um novo estudo concluiu que falar em voz alta é um atributo que marca as características de pessoas inteligentes. Os estudo feito pelo especialista Daniel Swigley e Gary Lupyan do “Quarterly Journal of Experimental Psychology”, no qual 20 participantes foram solicitados a entrar no supermercado e procurar pães e maçãs. Na análise os estudiosos perceberam que as pessoas que estavam sempre repetindo o nome dos produtos com voz alta, chegaram bem mais aceleradamente ao seu objetivo.

Como acontece?

De acordo com as observações dos estudiosos, isso significa que quando as pessoas pensam em voz alta, ao mesmo tempo auxiliam a memória a funcionar mais rápido, e dessa forma facilita o entendimento concreto das coisas que aprendem. Porém, isso acontece somente quando já sabem do que querem, de modo que o objeto já seja algo conhecido. Isso acontece porque o cérebro ao ver o objeto ativa o cérebro e ambos auxiliam a encontrar o que procuramos, por outro lado se não sabemos o que temos que encontrar, e falamos em voz alta, a tendência é nos confundirmos cada vez mais.

Reforço da memória:

Nesse sentido, as pessoas adultas tendem a aprender como um recém nascido ou uma criança quando pensam alto. Os estudiosos enfatizam que tal atitude auxilia na organização e sossega os nervos. Por essa razão, você pode ser seu próprio terapeuta tanto que você converse consigo mesmo e ajude seu cérebro na resolução de seus problemas.

Conversar consigo mesmo ainda pode lhe ajudar a alcançar seus objetivos, isso ocorre porque quando você manda a mensagem em seu cérebro, dominado seus sentimentos e suas distrações, isso pode lhe auxiliar e botar as coisas que anseia, e assim automaticamente pode conseguir alcançar mais rápido.

Rejane Regio.

 

 

sábado, 4 de dezembro de 2021

É POSSÍVEL RESGATAR UMA RELAÇÃO INFELIZ?

No mundo em que vivemos, ainda é muito normal encontrar pessoas apegadas ao passado e sem ânimo para mudar a sua vida afetiva. Com isso, vivem acorrentadas a um relacionamento, com medo de se arrepender ao dar um ponto final, pelo fato de não terem certeza de que vão encontrar alguém melhor no futuro.

Imagine quanto mal as pessoas causam para si próprias quando vivem uma relação com alto nível de toxidade. Afinal, se não há amor, amizade e companheirismo, o que mais pode existir entre um casal?

Não seria melhor se houvesse mais desapego de ideias, de medos e de carências para escolhermos o nosso parceiro por toda uma vida?

Se soltar do passado é abrir mão de algo bom que passou. Mas acima de tudo é preciso viver no presente a liberdade de ser feliz, longe de prisões que não trazem mais benefícios do que a paz interior. Saber que você faz o melhor para ser feliz é ter certeza de que nada pode ocupar o lugar de um amor verdadeiro, puro e cheio de harmonia entre os pares. Então, por que você ainda teima em se amordaçar e em se fazer mal, ao invés de se abrir para o novo?

Se você tem dúvidas sobre o que se passa com você, se realmente seu relacionamento está por um fio sustentado apenas por valores externos ao amor, pergunte-se:

Existe a possibilidade de você enxergar um futuro melhor entre vocês dois?

Você está nesse relacionamento por amor a si mesmo e ao outro, ou só porque não acha que é capaz de ser amado por uma nova pessoa?

VOCÊ ACHA QUE FAZ MAIS MAL A SI MESMO MANTENDO ESSA RELAÇÃO SEM AMOR DO QUE SE ESTIVESSE DISPOSTO A ENCARAR A REALIDADE?

E o outro, você acha que ele merece ter um relacionamento melhor do que vocês hoje podem se oferecer?

Você sente que está prendendo alguém a você por causa dos seus caprichos?

Se alguma de suas respostas foi positiva, reflita mais sobre o assunto e descubra se vale realmente a pena fechar esse ciclo e iniciar uma nova vida. A resposta está dentro de você.

Caso precise de ajuda, psicoterapia, constelação familiar e acompanhamento de um profissional preparado para ajudar nesse entendimento chame no direct @rhamuche.

 Robson Hamuche.

SE TORNE CADA DIA MAIS RESILIENTE E DESENVOLVA A CAPACIDADE DE SOBREPOR-SE POSITIVAMENTE FRENTE AS ADVERSIDADES DA VIDA.