Mãe é mulher em forma de flor. Afinal, é ela que dá o melhor de si sem esperar nada em troca, é quem está ao nosso lado tanto nas vitórias quanto nas derrotas. Um ótimo domingo para todas as mães, avós, tias e outras figuras maternas que nos inspiram!
sábado, 8 de maio de 2021
segunda-feira, 3 de maio de 2021
Mas o que é educação financeira?
Infelizmente,
para muitos de nós, a nuvem da pandemia do coronavírus ainda paira sobre os
pensamentos e as preocupações. Ouve-se falar diariamente sobre as finanças, a
importância do controle e do planejamento do orçamento, seja dos negócios ou da
vida pessoal. E isso exige, em primeiro lugar, educação financeira. Mas afinal?
O que é educação financeira?
A educação financeira está relacionada à
maneira como lidamos com o dinheiro em nosso cotidiano e, ainda, no quanto
sabemos fazer isso. Essa educação está além do controle de gastos, pois inclui
os controles orçamentários, seja familiar ou empresarial, inclui decisões de
poupar e aplicar os valores em investimentos seguros e confiáveis.
Portanto, a educação financeira permite
que se tenha uma saúde orçamentaria estável dentro de casa e também em relação
aos negócios ou à empresa a que estamos vinculados. Por isso, defende-se que a
educação financeira inicie já na fase escolar obrigatória, pois sua falta causa
impacto na vida adulta, principalmente em relação aos hábitos de consumo e poupança.
Um bom ensino financeiro é capaz de
proporcionar conhecimentos conceituais e capacidades referente aos assuntos que
envolvem economia e orçamento e que são intrínsecos à rotina das pessoas. Por
isso é importante que se saiba noções básicas de:
Orçamento: serve
como um mapa que mostra como você deve gastar o que ganha e também um meio de
planejar uma poupança. O orçamento padroniza nossos hábitos e isso pode se
transformar em estabilidade financeira.
Poupança: poupar
é uma prioridade para quem deseja alcançar a estabilidade financeira.
Basicamente a poupança é aquele valor que deixamos de consumir hoje para
utilizar no futuro. Esse período é determinado pela necessidade da compra do
produto ou do serviço. É importante ressaltar que poupança, propriamente dito,
não é um tipo de investimento, mas, sim, um lugar onde o seu dinheiro pode
ficar até que tenha sido definido o que será feito com ele. De qualquer forma,
poupar é o caminho correto para prover uma estabilidade financeira.
Taxa de juros: a
melhor forma de remunerar o valor que estamos guardando é receber juros cada
vez mais altos, por isso conhecer juros e inflação é essencial na educação
financeira. Entender sobre taxas de juros é esclarecedor para os investimentos
e, principalmente, para o consumo, pois quando utilizamos créditos bancários e
financiamentos são pagas altas taxas de juros.
Crédito: quando
se decide consumir além da renda ou tomar um valor emprestado, como é o caso
dos financiamentos, é necessário recorrer aos créditos. Fazer dividas pode
comprometer os recursos futuros e esse é o tipo de alerta que a pessoa que tem
educação financeira sempre terá em mente. Pois crédito é também considerado
reputação no mercado financeiro, ou seja, quanto menor a reputação, menor será
o valor que o mercado de crédito irá disponibilizar para essa pessoa. Dessa
forma, a tomada de empréstimos e financiamentos deve ser apenas em caso de
necessidade ou quando há confiança em admitir uma dívida, sem que essa atitude
comprometa o orçamento.
Impostos: os impostos
também são importantes para a educação financeira, pois fazem parte das nossas
decisões de consumo e estão incluídos em praticamente todos os tipos de
investimentos. Ou seja, conhecer os tipos de impostos e compreender o porquê de
eles existirem está relacionado com o quanto sabemos sobre finanças.
Depois de compreender a importância
desses conceitos pode-se concluir que a educação financeira é a chave certa
para abrir as portas das decisões corretas sobre consumo e todos os benefícios
que uma vida econômica equilibrada proporciona para qualquer pessoa. Mas
lembre-se de buscar auxílio profissional para aprender mais sobre esses
assuntos.
Fonte: Priscila Battistella
Economista e consultora
financeira
segunda-feira, 12 de abril de 2021
A Lei do retorno é Infalível
A Lei do Retorno é precisa.
Não podemos fazer o mal esperando o bem. Tem quem acredite que sairá impune de
qualquer ato negativo em relação às outras pessoas e ao mundo. E como tem! Caso
contrário, não veríamos tantas barbaridades nos noticiários, no nosso trabalho,
na vizinhança e até mesmo dentro de casa.
São pessoas que não conseguem
enxergar um palmo a frente de seu umbigo maquiavélico para entender que há
consequências para tudo que fazemos.
Assim como a bondade, a
maldade também é uma semente que plantamos no universo, a qual, mais cedo ou
mais tarde, encontrará a vibração certa para germinar e fazer florescer toda
aquela energia que jogamos no mundo.
Pode ser como o bambu que
leva anos para sair do solo ou como um pé de feijão que com apenas alguns dias
já brota da terra trazendo as repercussões de um plantio anterior.
Uma ação de maldade é uma
bolha de energia que assume um lugar no ar da existência e paira pela natureza
levada pelos ventos do destino que, sob o ímã da lei da atração, retorna ao
ponto de origem, às vezes, mais pesada, expandida e escura entrando em nosso
organismo em uma natural inspiração dos pulmões.
Então, aloja-se na nossa alma
como uma erva daninha que toma nossas alegrias, nossa positividade, agregando
tormentos ao nosso dia a dia, dos quais somos incapazes de entender a origem e
ligar àquela atitude equivocada que um dia tivemos no passado.
E, muitas vezes, a
consequência do mal que jogamos no mundo pode ser visível aos olhos como o
desafeto das pessoas, a falta de confiança, uma doença ou a solidão, sem falar
no estresse diário da energia negativa que se instaura em qualquer caminho que
desejamos percorrer na vida.
Então, tudo dá errado. O copo
quebra, a comida queima, o carro estraga ou o trânsito nos atrasa. Perdemos o
celular, a promoção no trabalho ou o emprego e pegamos uma gripe, uma alergia,
a luz queima e nosso filme também.
Acreditamos que estamos
vivendo um dia ruim, mas, na verdade, é a energia negativa em forma de nuvem
escura ao redor da nossa cabeça estragando tudo que está a nossa volta.
É o momento de parar e
refletir sobre nossos comportamentos e escolhas para tomar consciência de
nossos equívocos. Pedir perdão às pessoas, a Deus, ao universo, conforme sua
crença, e por tudo que de mau um dia fizemos.
Rezar por força e resiliência
para nos tornarmos pessoas melhores, cada vez mais afastadas de atitudes contra
os outros e de pensamentos negativos. Então, as flores ressecadas e opacas do
jardim de nossa vida tornam-se coloridas e perfumadas.
A sorte volta para o nosso
lado, assim como as pessoas do bem. Entramos de volta no trilho rumo à
felicidade plantando e colhendo alegrias, ficamos disponíveis ao amor, ficamos
mais generosos e iniciamos um ciclo de acontecimentos bons e resoluções de
problemas, com a certeza de que plantando o mal, jamais se colherá o bem.
Afinal quem trata as pessoas
mal, não pode esperar ser bem tratado. Se trai, não deve contar com o afeto de
quem feriu. Se mente, que saiba conviver com a desconfiança. Se for egoísta, é
preciso se preparar para a solidão. E se agir mal, terá o retorno em
acontecimentos que entristecem a alma, naturalmente. Sem planos nem vinganças,
apenas com correr do tempo no universo.
E essa questão não é sobre
ser uma pessoa boa ou não, mas sobre ser humano e ter a consciência de fazer as
escolhas certas. Por que como diz a célebre frase de Buda:
“É a própria mente do homem,
não seu inimigo, que o seduz para o mau caminho.”
A vida é como uma conta no
banco: quanto mais o bem praticarmos no mundo, mais nossa conta é positiva.
Quanto mais maldades, mais ela é negativa. E o saldo final é o que levamos para
a eternidade.
*Luciano Cazz
terça-feira, 6 de abril de 2021
Águia X Corvos e Urubus
O presente artigo foi desenvolvido através pesquisas bibliográficas livros, revistas, documentários, fotos, vídeos em busca de informações no cotidiano, observações e experiências importantes nos acontecimentos que presenciamos vivendo e convivendo junto a natureza, instantes relevantes oferecidos em momentos único pelo ciclo natural da vida, onde devemos ter um olhar crítico e buscar entender e compreender: aprender algo que possa contribuir no desenvolvimento das pessoas na busca de sonhos e objetivos e identificar possíveis barreiras no caminho, que possa desviar seu foco rumo seu alvo.
A natureza nos apresenta experiências que podem contribuir de forma definitiva na vida dos seres humanos, história diz que: o único pássaro que consegue desviar o foco de uma águia no percurso rumo a seu alvo são os corvos, que durante o voo de uma águia pousa em suas costas e morte seu pescoço, desviando sua atenção e atrapalhando que atinja seu alvo tirando seu foco.
Más águias como sabemos é um pássaro de extremo senso de foco e determinação, conhecendo seu poder de força e resistência, cria uma estratégia: aumenta seu voo, voa alto sabendo que os corvos são menos resistentes, sentiram falta de ar e desistiram de atrapalhar, com isso a águia seguirá seu caminho rumo seu objetivo.
Caminhadas. Nos percursos da vida em nosso cotidiano, temos oportunidades de visualizar nos terrenos baldios das esquinas das ruas, falta do poder público atender melhor os seres humanos, oferecer dignidade para viver, com esta deficiência encontramos bandos de urubus sempre a espera de algo que possa ser descartado, como sabemos através de nossos aprendizados que os urubus vivem e sobrevivem, alimentando de algo que encontram sempre com facilidade no percorrer de sua vida, animais que não possui o extinto de caçar, buscar algo para sua sobrevivência apresentam sempre senso de despreocupação, ficam sempre a espera de oportunidades fáceis, resto de algo.
Os seres humanos são movidos por sonhos e busca de objetivos: as
histórias relatadas podem fazer uma breve e sabia comparação: entre as pessoas
com senso águia, sempre focadas em buscar conhecimentos, investem em
estratégias para realizar sonhos e conquistar objetivos.
Más somos seres humanos vivemos em sociedade, no entanto
convivemos com pessoas que no percorrer da vida agem com senso dos corvos, nos
voos dos indivíduos com senso das águias: apresentam sempre ideias negativas,
ficam no caminho atrapalhando que atinja seus sonhos e objetivos, no cotidiano
querem viver sempre nas costas dos indivíduos com senso águia, mordendo sempre o
que podem, levando os indivíduos de senso águia montar estratégias para
livrar-se deste incomodo permanente.
Na vida todos os ciclos são completos: a natureza nos apresenta
os indivíduos com senso dos urubus, sempre esperando oportunidades de
conquistar algo com facilidade, não preocupam em buscar objetivos na vida, sem
sonhos, sempre desmotivados e braços cruzados sem foco.
Apresentam sempre estilo de viver acreditando que as no
percorrer da vida as coisas fáceis de conquistar, que tudo vai acontecer em algum
dia, o acaso é ponto de sustentação “TALVEZ” amanhã eu mudo meu jeito, ainda é
cedo: tenho muito tempo para conquistar algo, sempre desmotivados.
No cotidiano entendem que as reservas dos indivíduos com senso
águia: são restos e não reservas estratégicas para momentos de dificuldades, no
entanto acreditam que podem utilizar estas reservas a qualquer momento, quando
achar necessário para resolver suas dificuldades cotidianas.
Tornando um imenso problema para os indivíduos com senso águia,
é conduzido montar estratégias para livrar-se deste incomodo constante, para
continuar sua caminhada e buscar sonhos e objetivos.
Indivíduos com senso motivador, sonhadores, focados em
conquistar sonhos e objetivos e com estratégias futuras: devem buscar
entendimento, compreender e sabedoria para identificar em seu ciclo de vida: os
corvos e urubus para que seu foco não seja desviado rumo às estratégias
planejadas a fim de atingir seu alvo desejado.
quinta-feira, 1 de abril de 2021
Feliz Páscoa!!!
Feliz Páscoa! Esta é uma época em que todos devemos lembrar de coisas tão importantes como a amizade, a bondade e a fraternidade. Bens como a família ou os amigos merecem ser comemorados em todos os momentos.
É fundamental relembrar que a Páscoa é mais do que a fé na palavra de Deus e na ressurreição de Jesus. Celebre a felicidade, o carinho e a humildade em todos os momentos desta linda Páscoa.
sexta-feira, 12 de março de 2021
Morre Lou Ottens, o inventor da fita cassete!
Não temos como não fazer uma breve homenagem à Lou
Ottens, o homem que inventou a fita cassete! Quem utilizou estes micros
antigos, nas décadas de 80/90, com certeza deve ter usado (ou tido
conhecimento) fitas cassete, que além de serem usadas para gravar músicas,
também eram muito utilizadas para gravar os programas de computadores, numa era
pré disco rígido, pelo menos, para computadores domésticos!
Na década de 1960, Lou Ottens, então chefe de
desenvolvimento de produtos na filial belga de Hasselt da empresa Philips de
Eindhoven, desenvolveu a fita cassete. Em anos anteriores, Ottens se incomodava
com gravadores verdes e amarelos com grandes carretéis e achava que algo mais
fácil de usar e especialmente algo menor deveria ser criado.
A invenção de Ottens foi um grande sucesso em todo
o mundo. Mais de 100 bilhões de cassetes foram vendidos desde seu lançamento em
1963. Mas as bandas desapareceram após o lançamento do CD, que foi desenvolvido
vinte anos depois pelo mesmo Ottens em conjunto com uma equipe de engenheiros.
O CD também fez sucesso.
Décadas depois, Ottens disse que na década de 1960
ele desconhecia completamente a pesquisa inovadora que ele e seus colegas
estavam fazendo. “Bem, não. Éramos meninos que nos divertíamos brincando. Não
sentíamos que estávamos fazendo nada grande. Era uma espécie de esporte. ”
Depois ele não estava realmente orgulhoso de sua
invenção, ele disse ao NRC três anos atrás: “Meu orgulho há muito se desgastou.
Também não foi um grande evento na época. Você não percebe o que acontece. E
continuou: o trabalho nunca parou.”
Fonte: https://oldplayers.com.br/
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2021
O tamanho da nossa ignorância
Se
há uma coisa que se sobressaiu nesses tempos de pandemia causada pelo vírus
SARS-CoV-2, essa foi a ignorância humana. São notórias e tonitruantes pelas
redes sociais (ou pelos veículos convencionais de comunicação) algumas
aberrações sobre tratamentos para COVID-19 e teorias conspiratórias sobre
vacinas, que denotam que estamos vivendo sob a égide não da epistemologia e sim
da agnotologia.
Historicamente,
maior atenção tem sido dada à epistemologia, que estuda e se preocupa com o
conhecimento (o que sabemos e como é produzido esse saber), e deixada em
segundo plano e pouco teorizada a área que, em tese, deveria lidar com o como e
o porquê não sabemos de algumas coisas (a nossa ignorância). Foi assim que,
depois de dois eventos criados para tratar dessa temática, o primeiro na
Universidade da Pensilvânia, em 2003, e o segundo na Universidade Stanford, em
2005, que Robert N. Proctor, professor de história da ciência em Stanford,
reuniu a contribuição dos participantes desses encontros no livro “Agnotology:
the making and unmaking of ignorance” (Agnotologia: a construção e a
desconstrução da ignorância), publicado em 2008 pela Stanford University Press,
e cunhou o termo agnotologia.
O
neologismo “agnotologia”, criado por Proctor a partir do radical grego “agnosis”,
com o prefixo “a” estrategicamente anteposto ao termo “gnosis” (conhecimento),
para denotar “não conhecimento”, presta-se bem ao fim que motivou o seu
aparecimento: estudar a produção cultural da ignorância.
Ignorância pode ser um bem ou um mal. Mas é muito mais do que uma simples falta de conhecimento. Não há necessidade de sabermos tudo. Podemos viver bem (e vivemos) sem saber de muitas coisas. O respeito à privacidade, por exemplo, integra as chamadas garantias individuais que são asseguradas pelo Estado Democrático de Direito. Há coisa sobre você, prezado leitor/prezada leitora, que eu não preciso e nem devo saber. A ignorância, nesse caso, é legalmente assegurada. E assim, avultam os exemplos. Mas, sobre outras coisas, como é o caso da COVID-19, evidencia-se a necessidade de entendimento da produção da ignorância, consciente ou inconsciente (deliberada ou não), sobre esse tema, por extrapolar os limites do meramente e justificável “ainda não conhecido”.
A
percepção crítica da ignorância, especialmente quando essa se mostra
premeditadamente construída, precisa ser mais bem exercida, especialmente pelas
autoridades responsáveis para lidar com o assunto pandemia COVID-19.
A vastidão da nossa ignorância é infinita perto do que conhecemos. Os cientistas, por exemplo, lidam com a ignorância (o que não é conhecido) no seu dia a dia. É a ignorância que faz a roda da ciência girar, insiste Proctor no seu livro de 2008. É a ignorância da falta de conhecimento que vem sendo trabalhada nas ciências da saúde, no mundo todo, visando à busca de uma solução para o problema ora causado pelo vírus SARS-CoV-2. Seja pela via de tratamentos clínicos ou pela vacinação.
E é nesse território da área médica, sensível e
pouco entendido pela maioria, que a produção deliberada de ignorância tem se
mostrado eficaz e causado malefícios imensuráveis para a saúde pública e, como
contrapartida, para a economia das nações.
Não é de hoje que a ignorância deliberadamente produzida vem sendo utilizada na defesa de interesses corporativos. Quase sempre seguindo o mesmo roteiro, que envolve a criação de dúvida razoável sobre resultados até então obtidos, a alegação de falta de consenso na comunidade científica e a aparente bem-intencionada defesa da necessidade de novos estudos para corroborar a tomada de alguma decisão.
Foi assim, no passado, com a relação entre uso de
tabaco e câncer no pulmão, o papel dos CFCs na formação do buraco de ozônio e a
emissão de gases de efeito estufa e o aquecimento global.
Agora,
pelo que parece, chegou a vez da COVID-19. A escolha é sua: em caso de opção
pelo universo paralelo das fake-news, especialmente a adesão a teses
negacionistas, só nos resta desejar boa sorte e que Deus lhe ajude!
Por Gilberto Cunha.
terça-feira, 16 de fevereiro de 2021
Prepare-se para ver a superfície de planetas distantes com este novo radiotelescópio:
Graças a uma nova atualização do Green
Bank Telescope (GBT) em West Virgínia (EUA), o maior radiotelescópio totalmente
direcional do mundo, os cientistas poderão ter visões sem precedentes da
superfície de objetos no Sistema Solar.
Em um teste os cientistas conseguiram
usar o telescópio para obter imagens do local de pouso na Lua da Apollo 15,
mostrando objetos de até cinco metros de diâmetro.
Um novo transmissor de rádio
desenvolvido pela empresa Raytheon permitiu que o GBT enviasse sinais de rádio
que foram então recebidos pelo Very Long Baseline Array (VLBA), um sistema de
27 antenas no Havaí.
Esses dados foram então usados por
cientistas para criar imagens de radar de alta resolução, o ápice de dois anos
de pesquisa. Antes da atualização, o GBT era apenas um receptor de sinais de
rádio.
“Quando o sinal refletido voltar, você
pode usá-lo para criar uma imagem do objeto de onde o sinal foi saltado”, disse
Dave Finley, porta-voz do Observatório Nacional de Radioastronomia, ao
Albuquerque Journal.
Um
transmissor maior
Usando dados coletados durante o teste,
os cientistas esperam construir um sistema de radar de 500 quilowatts,
incluindo um transmissor ainda maior, que pode fazer observações de outros
objetos além de Urano e Netuno com detalhes e sensibilidade sem precedentes.
“O sistema planejado será um avanço na
ciência dos radares, permitindo o acesso a características nunca antes vistas
do Sistema Solar daqui mesmo na Terra”, disse Karen O’Neil, diretora do site do
Observatório green bank, em comunicado.
“E usando várias antenas amplamente
separadas da VLBA para receber os sinais refletidos, provavelmente seremos
capazes de fazer imagens 3D”, disse Finley ao Albuquerque Journal.
Fonte: Hypesciencie.
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2021
Autoconhecimento resolve problemas que você criou sem saber
O
processo do autoconhecimento é muito importante para a sua evolução em todas as
esferas da vida.
Há anos, quando fui viver num monastério na Índia, aprendi a ser monge.
Lá, eu também queria muito saber sobre meditação.. E uma das coisas que eu aprendi é que é impossível
meditar sem entrar no caminho do autoconhecimento.
Mas o que é o autoconhecimento? Já adianto que não é só sabermos o que
preferimos, se é chocolate ou baunilha, ou se é praia ou montanha, por exemplo.
Autoconhecimento significa nos entendermos. É como ler um manual de instruções:
saber o que faz os botões, como mexer nas alavancas, como atingir a nossa melhor performance.
E mais importante ainda é descobrir para onde levar essa máquina do eu.
Quem eu sou? Para onde eu vou? E o que eu vim fazer nesse mundo? Isso é o
autoconhecimento.
O processo do autoconhecimento é muito importante
para a sua evolução em todas as esferas da vida
Além disso, o caminho do autoconhecimento é uma descoberta de que não
somos uma coisa só, e sim feitos de várias partes, que inclusive tem vontades
contraditórias. Por exemplo: às vezes, naqueles dias frios, tem uma parte nossa
que quer continuar no cobertor quentinho, mas tem uma outra que deseja
levantar, trabalhar e ter sucesso na vida.
Portanto, somos feitos de várias partes, mas no final somos nós mesmos
que decidimos o que fazer quando elas entram em conflito, qual vai vencer e
qual vai sumir das nossas vidas.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021
Menina de 12 anos limpa lápides por hobby e sonha em trabalhar no cemitério.
Uma garota australiana de 12 anos tem um hobby para lá de inusitado: limpar lápides. Tj Kleeman fez isso pela primeira vez aos 4 anos, pois tinha medo de fantasmas e sua mãe deu a sugestão de ir até o cemitério que fica atrás da casa dela para superá-lo. Desde então, a menina se sente bem no local e diz que seu emprego dos sonhos é limpar lápides "para todo o sempre". Tj e a família dela se mudaram para uma casa que dava para um cemitério com mais de 3.500 túmulos, na cidade de Tweed Heads, em 2012.
Com 4 anos na época, a criança tinha pavor de fantasmas, então a mãe dela a levou para uma caminhada noturna no cemitério para provar que as assombrações não existem.
Durante o
passeio, Tabetha sugeriu que a filha limpasse um dos túmulos para exorcizar de
vez o medo de fantasmas e, nesse instante, Tj acabou descobrindo um propósito
para sua vida. "Eu gosto de limpar túmulos porque isso me dá um sentimento
ótimo, e quero fazer isso para todo o sempre", afirma hoje a garota, que
frequenta o cemitério duas ou três vezes por semana para se dedicar à limpeza
de lápides.
A aluna do 8º ano do ensino fundamental aproveita quando não tem lições de casa para ir ao cemitério retirar as flores mortas das lápides, varrer as folhas secas no chão e limpar a sujeira do concreto e azulejos com uma escova e água com sabão. Tj tenta dar uma atenção especial aos túmulos que não são visitados pois assim ela sente que está ajudando pessoas necessitadas.
O objetivo da garota é limpar
todas as 3.500 lápides anualmente, então ela segue uma sequência de limpeza e
sempre sabe onde parou. "Ela sabe que é uma tarefa interminável e que
sempre precisará ser feita, mas ela está bem com isso', disse Tabetha para o
jornal Daily Mail, após explicar que não deixa a filha ir só.
Fonte: jornal
Daily Mail.










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