quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Desperdício de mentes


Apesar do esforço pela qualificação profissional perante ao mercado de trabalho, estamos na rotina desta vida como engrenagem que não evolui na forma de pensar, passando conceitos a próxima geração que não permitirão construir novos alicerces e, talvez, a continuação de uma sociedade.



A evolução das ciências e a busca por conhecimento tem sido o motor para muitas economias globais desde meados dos anos 80, século XX, e neste presente século.

Evoluímos em conhecimento através das diversas ferramentas para absorção da informação, aproveitando o tempo muito escasso, conciliando com o tempo no trabalho e no lar.
Os anos tem se passado como um piscar de olhos, as mudanças globais estão e continuarão nesse ritmo acelerado e, de maneira infeliz, estamos rodeados de indivíduos altamente capacitados, sendo desqualificado pelos novos regimentos do sistema na qual chamamos MERCADO.
A sociedade é norteada a agir e pensar como uma máquina, embora  haja pensadores, não conseguem extrapolar os limites da criatividade e dos mecanismos do pensar embutidos em todos pela ideologia da Globalização.
Entramos no abismo pela ruptura política e não há quem se levante a pleitar de forma sábia a corrupção. As consequencias... sociedade temerosa, em processo de diluição pelo crime doméstico, guerra civil e criminalidade.
Se o conhecimento tem a força de transformar, os que puderam ou podem arcar com estudos de qualidade, não passam de engrenagens que alimentam esse sistema político decaído, por mais que discorde e tenham bons argumentos. Não sabemos a profundidade de  viver a essência da transformação aplicada através do conhecimento, por isso, muitos de nós brasileiros não deveríamos ter algum tipo de orgulho, somos vazios de entendimento, enganadores e sem escrúpulos para a prática do mal. 
Não compreendemos um palmo a nossa frente e criamos nossas próprias leis, ignorando as constituídas. A preocupação base de muitos: estudar qualquer coisa, ganhar qualquer valor, se divertir a qualquer custo, nas custas de quem for necessário.
Os muitos sábios lutam apenas por seus próprios interesses, num jogo de "salvem-se quem puder", ocultando os problemas sociais, num ciclo de renovação de bens materiais ou sucesso financeiro para extrapolar nas festinhas ou viagens de curtíssima duração.
No final da vida, muitos vão se gabar de ter gastado muito dinheiro com sexo através de milhares de relacionamentos extraconjugais, das trapaças, dos xingamentos e atos de vingança, das viagens com empréstimos que nunca foram pagos, dos estudos apenas como meio de sobreviver. Não haverá legado cultural, apenas exemplos de pessoas que correram em círculos e chegaram em nenhum lugar, tornando a próxima geração pior que a anterior.
Não há memórias, não há transformações profundas... há um abismo que se abre dia após dias e, quando tentarmos nos despertar do sono da indolência ou tirar as vendas dos olhos, veremos que será impossível sair. Embora semelhante a filme de terror, civilizações inteiras foram destruídas pela ignorância e falta de atitude de justiça, sabedoria, ordem dos governantes e suas respectivas nações ou impérios.
Temos escolas, faculdades e cursos a distância em abundância. Vivemos, porém, em um pleno desperdício de mentes, capazes de mudar histórias, quer sejam na família, na sociedade regional ou na nação. Culpamos a rotina do trabalho, somado com as responsabilidades do lar e dos estudos de atualização; a verdade ocultamos e nos enganamos - somos os responsáveis pelo declínio da sociedade.
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Blue beam: a cidade flutuante


Esta semana fiquei surpreso com a notícia de um vídeo postado por um chinês que filmou uma suposta cidade flutuante acima da sua, em Foshan se eu não estiver enganado.
Mas o que seria isto?
Um fenômeno? Cidade fantasma? Cidade flutuante ? Cidade alienígena ? Empreendimentos celestiais? Holografia? Enfim, agora todas as teorias se levantam e compartilham suas explicações.
Desde criança sempre tive o privilégio de ver, a olho nu, eventos no céu: óvnis, estranhas formações, luzes entre outras coisas...
Mas uma cidade realmente surpreende, está na web, para quem quiser ver e arriscar uma opinião.
Muitos eventos geomagnéticos são de natureza humana, pelo descuido com resíduos na produção de muitas coisas; mas isso vai além.
A NASA possui um projeto denominado “Blue Beam”, uma tecnologia assim como o projeto HAARP, capaz de promover mudanças climáticas, terremotos, tsunamis, pulverizações, através de ondas UHF, as quais durante muito tempo já é utilizada experimentalmente.
O “blue beam” é tudo isso mais uma tecnologia extra-mega-super-hiper avançada em holografia capaz de projetar no céu ou em qualquer lugar que imaginar e isso incui a sua casa, imagens extremamente convincentes. A exemplo disso seria: uma chegada de naves em alta performance, aparições de seres extraterrestres, anjos, demônios, seres divinos e ou iluminados; não que já não existam, mas se tratam de “imagens manipuladas” com o objetivo de manipulação de massa através da arma mais antiga, o medo.
Através de um grande show holográfico poderá estabelecer-se o que dizem ser” uma nova ordem mundial” ( nem tão nova assim, afinal faz tempo que vivemos nessa gaiola, um confinamento organizado e com algumas possibilidades, mas, ainda assim é um cativeiro de corpo e almas se estas não forem desapegadas ou seja “ livres” de dogmas, necessidades físicas e emocionais, medos e culpas.
Desde as antigas guerras já eram usadas técnicas de manipulação em massa através da alteração da água, do alimento, do ar que se respira, através de sons musicais com seus hertz alterados cujo efeito fractal pode causar alterações emocionais de euforia, tristeza ou outra emoção.
Nós, seres humanos, somos uma antena perfeita, pois, possuímos 4 elementos: fogo, água, terra e ar e 3 polaridades: positiva, negativa e neutra essa é a base do processo bioenergético que sustenta toda a rede dos meridianos e chacras do corpo (canais e centros maiores de energia humana )
Além disso, possuímos em nossa glândula pineal, micro fragmentos de cristais dando a nossa percepção extra sensorial, consciente ou inconsciente, a capacidade de captar e muitas vezes ver e prever eventos tais como quando pensamos numa pessoa e em minutos ela nos liga pelo celular, musica que estamos mentalmente cantando e ao ligarmos o rádio as encontramos quase que na mesma frase.
Com base nesta antena receptora é que as ditas ondas UHF operam.
Mas não se preocupem, pois, isso já acontece há tempo; apenas tome consciência.
Muitas coisas virão a partir de agora, com mais e mais ênfase no espiritual, afinal é uma porta que todos querem entrar. O céu físico, espaço aéreo, será um grande palco de eventos manipulados pelas altas e inimagináveis tecnologias. Esteja atento.



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Idoso: entre o analógico e o digital

Depois que formatei o meu pensamento sobre "dez coisas que aprendi com os meus 60 anos", muitas são as discussões que se dão nos diversos ambientes para os quais sou convidado. Duas coisas chamam a atenção: a consciência de que a minha geração é privilegiada por fazer esta transição pessoal do "analógico" para o "digital" e grande pergunta: "E agora, José, o que fazer?".
A nova geração dos "velhinhos" não se sente mais idosa quando é capaz de encontrar o seu próprio espaço. Embora o espelho e as fotografias, muitas vezes, sejam traiçoeiros e insistam em mostrar imagens com as quais não concordamos. Sentimo-nos em processo de transição: fazemos parte de um grupo que viveu o "ontem" - a eletricidade aparecia, saneamento era precário e nem se imaginava a inclusão digital.
O "hoje" exige uma quebra de preconceitos e readequação. Em conversas, observo que a maior parte das pessoas tem um smartphone e não sabe o que fazer com ele. Em suas mãos possuem uma plataforma que pode até lhes dar um telefone. Mas carregam um leitor de livros, revistas, jornais; emissoras de rádio, televisão, vídeos armazenados; blocos de notas, calendários, calculadoras... Em síntese: um escritório na palma da mão, acessível de qualquer lugar onde a pessoa se encontra.
O que falta é quebrar o ranço a respeito das novas tecnologias e utilizá-las para a coisa mais elementar: tornar mais fácil as nossas vidas, propiciando mais momentos de prazer e felicidade! Um treinamento para utilizar estes novos equipamentos e seus mistérios que, na maior parte das vezes, são bloqueados por receios infundados. Superados, causam remorsos porque a pessoa não se dispôs a usá-los antes.
Uma das primeiras acusações: "isto vicia", trazendo o exemplo dos jovens que já não saem da frente do computador. Esta é outra discussão: a utilização do instrumental. Gosto muito do seguinte exemplo: numa gaveta da cozinha você tem uma faca afiada. Ela pode cortar uma carne... Mas, também, pode matar alguém. O problema não está na faca (instrumento), mas em quem a usa.
Uma senhora reclamou quando encontrei uma citação bíblica no meu celular. Queria uma Bíblia. Perguntei como era a sua. Contou: de papel, bem encadernada. Disse que a dela também não correspondia ao modo como a Bíblia tinha sido escrita, em pergaminho ou em papiro.
Da mesma forma, os equipamentos de informática: preconceitos nos mantêm presos a um mundo analógico (atraso, acomodação...), mas podem ajudar a dar um salto na qualidade de vida e aproveitar os recursos que vêm deste "misterioso" mundo digital!

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Um assunto que parece banal, mas tem destruído muitas pessoas e famílias e impedindo-as de serem realmente felizes

Decisão sobre o que vamos replicar em nossas vidas

Minha área de atuação é a educação e nela trabalho com as disciplinas sociologia, economia política brasileira, cultura e sociedade brasileira… sendo assim, o que se espera de um cientista social seria tratar de questões relacionadas com os problemas sociais, econômicos e políticos presentes na sociedade.
Logicamente que este é meu foco quando estou em sala de aula, porém neste momento que estou produzindo este artigo de opinião não será o caso, apesar de parecer que o assunto aqui tratado ser algo banal e que não mereceria todo este meu esforço. No entanto, tenho observado que vale a pena escrever algo sobre o tema.
Este é um assunto, um tema que tem contornos de grande relevância, porque em função de muitas pessoas não exercitá-lo famílias tem sido destruídas igrejas divididas, escolas com um clima de tensão, times de futebol sem sucesso, conselhos que se tornam ambientes de rivalidades e guerras; casamentos, empresas familiares destruídos… a lista é infinita, pois onde existe gente se ele não for exercitado constantemente os ambientes não ficam saudáveis, as possibilidades de convivência são destruídas e tudo se desmorona.
Por falta do seu exercício o mundo inteiro tem sido afetado, mesmo porque as pessoas são movidas por sentimentos e por isso não podemos acreditar que este é um  assunto simples, banal e sem relevância. Mas para muitos ele é sem importância, no entanto, este entendimento cristaliza-se até que a falta dele afete nossos relacionamentos interpessoais e produza um mal estar inexplicável que tira todo o brilho da vida, ai sim se reavalia a maneira de pensar.
A falta do exercício dele tem levado muitas pessoas de bem, honestas e honradas a cometerem assassinatos, se tornarem depressivas, se isolarem em um canto, abandonarem sonhos e projetos. Em muitos casos até suicidam ou vivem como zumbis que não tem uma existência tranqüila e feliz.
Estou falando da falta do exercício do perdão, porque em função de não praticá-lo; famílias se desfazem, amigos se agridem, casamentos são dilacerados, empresas estão falindo e a vida  se torna um caos e até aumenta o risco de ataque cardíaco e derrames.
Conforme estudo realizado pelos pesquisadores da universidade da Califórnia em San Diego: “Perdoar pode evitar doenças do coração”, sendo assim, apenas por esta “simples” informação já seria o suficiente para reavaliarmos o nosso comportamento quando alguém nos ferir.
Mas se formos honestos veremos que os benefícios são maiores do que não termos problemas cardíacos e derrame por isso deveríamos observar se nosso comportamento é adequado com quem nos ofendeu ou ofenderá.
Este é um assunto que não é fácil de colocar em estatísticas, por se tratar de algo de foro intimo e assim nem todas as pessoas estão dispostas a relatar suas experiências porque não conseguem perdoar, pois os motivos são diversos e em muitos casos são escabrosos e muito vergonhosos.
Infelizmente, todos nós temos conhecimento de jovens, adolescentes, crianças que são amargurados por causa de uma ferida profunda do passado e assim não conseguem exercitar o perdão.
Muitos homens e mulheres que vivem em um ambiente onde não exercitam o perdão se tornaram indiferentes com seu cônjuge, distantes, agressivos, amargurados, tristes e sem até o desejo de voltarem para suas casas, pois não conseguem olhar nos olhos dele ou dela com carinho e respeito.
Existe ainda uma realidade pouco falada, mas muito triste no Brasil onde temos idosos que foram abandonados por seus filhos nos asilos e filhos que foram abandonos pelos pais em abrigos e orfanatos e por causa disto eles não conseguem perdoar e viver em paz ou alcançar uma vida plena. Parece que falta algo.
Nas datas comemorativas estas pessoas ficam depressivas e tristes. Ou seja, o coração por estar fechado para o exercício do perdão para com aqueles que lhes ofenderam e machucaram profundamente por abandonarem. Mas realmente não é fácil perdoar quem deveria cuidar, mas um dia abandonou.
Mas também podemos dizer que são inúmeras situações que o exercício do perdão não é tão fácil e dentre estes destacamos onde lideres religiosos que agiram com má fé ou como verdadeiros charlatães  tirando recursos financeiros e aproveitando das condição vulnerável  de extrema pobreza ou de um momento difícil que a pessoa estava passando.
Isto sem falar nos casos em que crianças foram molestadas por quem deveria cuidar, por causa disto deixou marcas e sequelas profundas e desta forma parece quase impossível o exercício do perdão. E assim a vida se torna um tormento quase insuportável.
Mulheres que enfrentaram estupros, violência ou assedio sexual praticadas por quem deveria respeitar, cuidar e amar.  Infelizmente isto é algo que ocorre com frequência em muitas casas, nos trabalhos, empresas e até nas igrejas por lideres religiosos que ludibriam as pessoas que ali chegam para buscar Deus.
Ao enfrentar estes tipos situações em circunstancias como estas o exercício do perdão não é tão simples porque a vergonha e as feridas são profundas e para os que sofreram com isto parece quase impossível perdoar e recomeçar a vida com dignidade.
Situações como estas praticadas por determinadas pessoas tão intimas tem levado muitos a estarem trancafiados em presídios, asilos, creches e orfanatos. São pessoas aprisionadas internamente pelos sentimentos de amargura, ódio ou auto-estima baixa que entrou no coração deles e por mais que tentem não conseguem exercitar perdão por isso se entregaram as piores praticas desta vida, mas a principal é o isolamento.
Como consequências da falta do perdão temos jovens que lamentavelmente entraram para o crime organizado, drogas. Mesmo meninas que são bonitas e inteligentes, mas se entregaram a prostituição, orgias; porque não conseguem perdoar a mãe ou o pai e assim são corroídas por dentro. São pessoas que esquecem ou não sabem que para superarem isto somente será possível se exercitarem o perdão e darem uma chance para elas mesmas.
Sabemos que estas pessoas que no passado enfrentaram situações extremamente ruins, tristes e humilhantes, porém, não conseguem abandonar este passado que as escraviza, maltratam constantemente a si mesmas e as impedem de serem realmente felizes.
Em muitos casos são jovens que descobriram segredos do pai, da mãe ou até mulheres e homens que não conseguem superar o que aconteceu há muito tempo e por isso carregam um sentimento que vem atrapalhando profundamente o seu existir e que tira as condições de se relacionarem bem consigo mesmas e com os outros, mas principalmente com quem as ofendeu e machucou.
Vale destacar que em situações como estas, não interessa se a pessoa seja um ateu, protestante, espírita, evangélico ou católico a falta do exercício do perdão tem alcançado qualquer um e esta ferindo profundamente muitos: o medico, o advogado, o juiz, os professores, os políticos os empresários, lideres religiosos e por ai vai.
Esta é uma realidade de inúmeras pessoas, pois o não exercício do perdão esta presente em todas as classes sociais, porque temos uma sociedade com pessoas muito vingativas e sem disposição para perdoar, por isso percebemos que todos se voltam para o hedonismo, realizações e conquista de poder como maneiras de fazer a vida ter um pouco de sentido, mesmo porque o vazio destas pessoas é quase infinito porque elas não conseguem perdoar quem lhes feriu. Homens que procuram o poder para apenas evitarem ser desrespeitados Ou gente que se isola por medo de se relacionar com pessoas e não serem feridas novamente.
Mas considerando que o exercício e a pratica do perdão é imprescindível para ser uma pessoa feliz e também não estragar os ambiente que estamos o que podemos fazer para conseguir exercitá-lo realmente?
1º- Devemos olhar e entender que as pessoas falham, erram e pecam como nós, ou seja, tente se colocar no lugar das outras pessoas.
2º- Mesmo que a pessoa que tenha cometido um erro  grave e difícil de perdoar a vingança, a indiferença ou a reclusão não serão o suficiente para te fazer feliz e trazer o contentamento novamente.
3º- O exercício do perdão sempre renovara o seu interior e te colocara em um nível de vida mais calmo, sereno, tranqüilo, em paz e com capacidade de desenvolver suas potencialidades.
4º- Lembre-se sempre: apesar de alguns erros e falhas serem mais difíceis de perdoar, a amargura, o ódio e a falta de perdão destruirá você mesmo(a) e assim será um martírio constante no seu interior.
5º- Ao perdoar a pessoa não quer dizer que sejamos fracos, não temos dignidade, mas que somos humildes e com certeza evidente ficará para nós que: “Diante da honra vai a humildade.”
6º- Vale destacar sempre que perdoar é a maneira mais eficiente de restaurar a alegria na sua vida, na sua família, nos relacionamentos entre cônjuges, pais, filhos e amigos. Isto se você deseja ser realmente feliz e não acostumou com o ódio e a amargura.
7º- Não é porque exercitamos o perdão que é necessário aceitar que a pessoa continue errando com a gente ou colocando a nossa integridade, física, psicológica ou moral em risco. Mas nada justifica não realizar o exercício do perdão, porque ele nos cura.
8º- Devemos perdoar sempre, mas em muitos casos não somos obrigados a continuar convivendo com aqueles ou aquelas que não têm dignidade, não querem mudar de vida e assim não são dignos de nossa confiança.
9º- Devemos perdoar sempre porque com esta atitude ficaremos livres e tranqüilos para construir uma nova historia de sucesso e em paz. Pois um passado não resolvido tem o poder de paralisar e destruir qualquer pessoa.
10º- Se realmente entendermos a importância do perdão deveremos buscar no Criador a força necessária para exercitá-lo, pois perdoar é algo que é divino e vem de Deus.
11º- Se realmente estiver muito difícil perdoar devemos procurar um tratamento com um especialista porque nem sempre conseguiremos superar certos traumas sozinhos.
12º- O exercício do perdão deverá ser também para com os erros pequenos porque ninguém tropeça em uma montanha e não é saudável ir acumulando coisas ruins dentro de nós.
13º- Lembre-se: não devemos esperar que as pessoas venham nos pedir perdão para nós exercitá-lo, porque nem sempre elas estarão dispostas ou nem sabem que erraram com a gente. Sendo assim, tenhamos humildade e dignidade para exercitar o perdão, mesmo porque não são todas as pessoas que são nobres e de espírito elevado para reconhecerem que falharam.
Logicamente que para muitos este é um assunto banal a ser tratado, mas na realidade  temos inúmeros pais que não conseguem se perdoarem em função de não terem dado a formação adequada aos seus filhos e infelizmente podem estar em uma cadeira de rodas, drogados, prostituindo ou longe de casa e lamentavelmente alguns até perderam a própria vida.
Muitos por terem fracassado no casamento, não obtiveram sucesso financeiro ou nos estudos se consideram derrotados e incompetentes por isso não conseguem se perdoarem e assim estão carregando dentro de si um sentimento de tristeza profunda.
Muitos sentem que são gordos, feios, baixos  tem temperamentos fortes ou frágeis demais o qualquer outro “problema” não se aceitam e nem se perdoam, por isso vivem uma subvida e conseqüentemente estragando a vida de outros que são obrigados a estarem próximos a eles ou elas. Neste caso precisa mesmo é de aceitação.
Mas com muita certeza para todos estes dramas existenciais e situações extremas vivenciadas por um numero elevadíssimo de pessoas; podemos afirmar categoricamente que o exercício do perdão sempre será a melhor maneira de fazer a vida ser reconstruída. Isto se a pessoa desejar  ter novamente uma vida feliz  como nos tempos de criança.
É muito importante realçarmos que perdoar não é deixar para lá, ser indiferente, mas abandonar completamente o sentimento de ódio e amargura causados por outrem.
Vale ainda evidenciar que mesmo que este assunto pareça banal precisamos reavaliar como anda nossa existência a partir dos relacionamentos interpessoais, familiares, com os amigos, no emprego, na igreja… Porque pode ser este o motivo que faz nenhuma conquista  nos proporcionar a alegria plena.
Está realmente em nossas mãos decidir o que vamos replicar e vivenciar, ou seja, o exercício do perdão ou carregar a amargura no coração destruindo a nós mesmos e impedindo que as realizações sejam plenas em nossas vidas.
Você quer ser feliz por um instante? Vingue-se. Você quer ser feliz para sempre? Perdoe. Tertuliano
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segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Seleção natural: uma contribuição das redes sociais


Avanços tecnológicos significativos na área da informação permitem-nos uma comunicação importante e em tempo real com qualquer parte do mundo, conectam-nos a um toque no teclado de um computador ou de um celular com amigos e desconhecidos, com pessoas boas ou ruins, com sites bem intencionados ou com pragas cibernéticas.
Não conhecemos o cérebro, as intenções, a ética ou os comprometimentos políticos/religiosos/partidários das mentes por trás de um computador até interpretarmos suas postagens. A partir daí, se tivermos paciência e tempo, poderemos entender estes maus usos desta tecnologia e despachar o intrometido apertando a tecla DEL, salvação de quem não atura mexericos - “... mexerica é um pouco aquilo que é misturado, uma vez que a própria fruta pareceria uma mescla do limão com laranja”... “como certas pessoas que, parecendo doces na nossa presença, são mais ácidas às nossas costas...”, segundo Cortella.
Embora entenda a necessidade de um controle mais rígido sobre o modo de utilizar esta tecnologia, não uma censura, mas uma indicação de respeito ao outro que está do outro lado, na recepção, e que se calcula que possam ser sete bilhões de pessoas, que não têm necessidade de ler, ver e ouvir milhões de imbecilidades, boatos, fanatismos descontrolados, entendo que, paradoxalmente, esta liberdade total, mas muito mal aproveitada, poderá provocar uma seleção natural no comportamento humano do século 21: “provocará uma seleção entre os imbecis e os não imbecis”.
O risco é os imbecis saírem vencedores, esta seria a notícia ruim, mas há a notícia boa, os imbecis se destruírem por autofagia e recomeçariam pela comunicação por mensagens de fumaça, com boa vontade redescobririam a galena ou o telégrafo. Isto seria o que denominamos de apocalipse.
Mas... como sou otimista, espero que uma nova geração de usuários surja e, alternando comunicação interpessoal presencial com virtual e valorizando uma melhor qualidade nas postagens, permita-nos uma rede mundial de comunicação e informação propositiva, ética e despida de maledicências, fofocas e mexericos.
Uma rede onde não sejam banalizadas as más ações, os desastres de relacionamentos interpessoais, mas que se dê ampla divulgação daquilo que promova o que de melhor existe na natureza humana e isto, apenas isto, seja selecionado por esta fantástica pressão de seleção...

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Autocrítica é bom, mas nem tanto


Parar para avaliar nossas atitudes de tempos em tempos é sempre bom, seja no aspecto pessoal ou profissional, sempre encontraremos algo que precisa ser melhorado, e isso é fundamental para o crescimento de qualquer ser humano.

O problema começa quando a autocrítica é excessiva e começa a atrapalhar e muito esse desenvolvimento. É imprescindível que olhemos para nós mesmos e para a nossa trajetória isentos de julgamentos, cobranças e culpas. Só assim, teremos uma visão mais próxima da realidade, daquilo que somos e não daquilo que gostaríamos de ser. E, quando chegarmos a esse ponto, teremos a oportunidade de identificar quais foram nossas reais conquistas, aquelas pelas quais merecemos nos valorizar, parabenizar; bem como, quais são os nossos pontos fracos, que merecem atenção e cuidado.
A maior parte das pessoas carrega para si, consciente ou inconscientemente, o paradigma da perfeição. Em outras palavras, atribuiu um significado único e individual ao conceito de “perfeição” e essas passam a vida tentando alcançá-la. Acontece que nós somos imperfeitos, temos nosso bem e nosso mal. Se não soubermos reconhecer e valorizar nossas vitórias, em detrimento às eventuais falhas e derrotas que aconteçam pelo caminho, estaremos fadados a viver na frustração.
O mesmo ocorre na área profissional, justamente, pelo excesso de autocrítica e por buscarem a perfeição incessantemente. Uma coisa é estabelecer metas reais e trabalhar para alcançá-las, sabendo que exigirão esforço, dedicação e, eventualmente, a capacidade de superar obstáculos. 
Outra coisa é estipular objetivos inatingíveis – como nunca errar, nunca falhar, nunca perder – e trabalhar em prol dessas metas, ignorando que esses obstáculos podem, sim, aparecer pelo meio do caminho. A principal diferença entre a primeira e a segunda situação, é que, na primeira, a pessoa tem melhor compreensão de si mesma e de sua trajetória; sendo assim, terá mais chance de reconhecer suas falhas e aplaudir suas conquistas. 
Na segunda situação, a pessoa tende a sofrer e ficar frustrada, sempre que falha em algum aspecto, ainda, que o resultado tenha sido uma vitória. Afinal, para ela, a meta é a perfeição e não o resultado, em si.
Já na vida amorosa, o ato de se apaixonar é parametrizado em nossas vidas de diversas formas: em filmes, músicas, nas relações que vemos ao nosso redor e outros momentos. Por isso, muita gente espera se apaixonar dentro desses parâmetros e ignora que cada um tem a capacidade se sentir essa emoção de forma individual e incomparável. Quando permanecemos referenciados ao que nos é externo, tendemos a acreditar que aquilo é melhor que o que temos.
A crença de que o do outro é melhor que o nosso, que a relação do outro casal é melhor ou a profissão do outro também é, tem tudo a ver com a falta de autoconhecimento. Quando não nos olhamos, não nos reconhecemos com profundidade, tendemos a nos referenciar com base no outro, no que nos é externo. E, referenciados pelo que nos é externo, acreditamos que o outro tem e faz é melhor.
Conheço uma porção de gente que coleciona vitórias em todos os âmbitos da vida, mas, na hora de falar sobre si, prioriza as desilusões, os erros e as falhas. Quando ficamos mais focados e apegados aos nossos erros do que aos nossos acertos, é o momento de perceber que a autocrítica está realmente excessiva. Como disse, ninguém é perfeito. É preciso ajustar o foco, mudar de perspectiva e perceber que fizemos o melhor que pudemos.
Conseguimos lutar contra o excesso de autocrítica, a partir do autoconhecimento e do amor-próprio. Precisamos compreender que a única pessoa responsável por conquistar e valorizar as próprias conquistas, bem como por assumir e superar as falhar SOMOS NÓS MESMOS. Por isso, é preciso voltar os olhos para si e percorrer o caminho da compreensão, da autovalorização e do perdão para conosco e em relação aos que nos cercam.
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domingo, 1 de novembro de 2015

Os riscos de um péssimo hábito


Lavar as mãos após ir ao banheiro é um hábito fundamental para a higiene pessoal. Porém, há quem não aprendeu ou discorda da sua importância. Pesquisa do Ibope Inteligência, em parceria com a Worldwide Independent Network of Market Research (WIN), realizada em 64 países, com 62.398 entrevistados, mostra que uma em cada três pessoas no mundo (36%) não tem o hábito automático de lavar as mãos com sabonete após ir ao banheiro. O resultado acabou se tornando um alerta mundial.
No Brasil, onde o Ibope Inteligência ouviu 1.022 internautas, 73% apontam que lavam as mãos automaticamente após ir ao banheiro. Um hábito totalmente integrado ao seu dia a dia.
A lista de doenças que podem ser evitadas pelo simples hábito diário é enorme e ajuda a compreender a importância de manter a higiene como algo rotineiro: hepatite A, gastroenterite, rotavírus, sarna, infecção por salmonela, gripe, bronquiolite, catapora, conjuntivite, entre outros males.
A pesquisa mostra que há diferenças significativas de comportamento de acordo com a região. Para 76% dos chineses e 60% dos sul-coreanos, lavar as mãos após ir ao banheiro não é um hábito automático, enquanto que na Arábia Saudita 97% têm esse costume, informa o Ibope Inteligência.
Na Europa, os gregos são os mais higiênicos (85% lavam as mãos) e os holandeses, os menos (47% não possuem esse hábito automático). Já nas Américas, os colombianos são os que mais lavam as mãos: 93%. No sentido oposto estão os mexicanos: 32% não fazem isso de maneira automática.
O presidente da WIN, Jean-Marc Leger, estima que 35% da população mundial não tenha acesso a banheiros com condições seguras de higiene e isso talvez seja o motivo pelo qual um grande número de pessoas não lava as mãos com água e sabonete após ir ao banheiro.

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Como você é ouvido?


Quanto menor for a capacidade do gestor de colocar-se no sapato dos outros indivíduos, menor será sua compreensão das razões que os levam a ter um determinado comportamento.


Quando o gerente não vê as pessoas como elas são, mas como ele é, o mundo ao seu redor, torna-se incompreensível. Afinal, se estivesse no lugar de seu funcionário, agiria de outra forma diante dos mesmos problemas.
Ver o mundo exclusivamente sob uma ótica particular não ajuda a compreendê-lo. Pelo contrário, torna incompreensível o comportamento das demais pessoas. Não entender as pessoas é a razão de muito estresse, frustração e perda de energia.

Quanto menor for a capacidade do gestor de colocar-se no sapato dos outros indivíduos, menor será sua compreensão das razões que os levam a ter um determinado comportamento. Por esse motivo, quanto mais o gerente refletir e escutar do mesmo modo que seu time faz, maior sua capacidade de gerir e fazer seus funcionários alcançar os resultados desejados.

O que seus liderados escutam? Por vezes, um executivo fala alto e utiliza palavrões, a fim de motivá-los a fazer o que é preciso. Entretanto, o que escutam são ameaças que provocam medo e paralisia.

Gerar adrenalina é bom, quando você precisa fazer alguém correr ou lutar, mas não tem utilidade na maioria das empresas. Afinal, seus funcionários, provavelmente, passam a maior parte do tempo sentados e lidando com problemas por meio do diálogo. Logo, a serenidade é a emoção mais apropriada.

A visão de mundo de um indivíduo está em suas palavras, não nos seus olhos. Portanto, a mesma mensagem pode soar de maneira diferente para um gestor, um analista, um operário ou um estagiário O gerente deve interessar-se por essas sutilezas e usar a linguagem apropriada para cada indivíduo e cada momento.

Afinal, para ser compreendidos, temos de perceber como aqueles que nos cercam interpretam nossas palavras. Ou seja, como nos escutam. E, então, escolher as mensagens apropriadas para que eles compreendam, evoluam e contribuam para os resultados desejados.
 
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As cores da prevenção


O Outubro Rosa e o Novembro Azul são duas campanhas com o mesmo objetivo: a prevenção do câncer. Uma, visa conscientizar as mulheres pela prevenção ao câncer de mama. A outra, alerta os homens para os cuidados e atenção com o câncer de próstata.


Durante todo o mês de outubro se viu e ouviu sobre o Outubro Rosa, um movimento mundial de mobilização pela detecção precoce do câncer de mama. No mundo inteiro são realizadas ações de conscientização sobre a doença. A Campanha Outubro Rosa, desde sua criação, rompeu fronteiras e reúne iniciativas em todos os países para conscientizar o público em geral, e principalmente as mulheres, sobre os fatores de risco e medidas de detecção precoce do câncer de mama.  Iniciativas estas, nos lembram que a prevenção deve ser rotina o ano todo. O movimento Novembro Azul (Movember), é uma campanha de conscientização realizada por diversas entidades, dirigida a sociedade e aos homens sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de próstata e outras doenças masculinas. Em vários países, o movimento é mais do que uma simples campanha de conscientização. Há reuniões entre os homens com o cultivo de bigodes (ao estilo Mario Bros), símbolo da campanha, onde são debatidos, além do câncer de próstata, outras doenças. O movimento surgiu na Austrália, em 2003, aproveitando as comemorações do Dia Mundial de Combate ao Câncer de Próstata, realizado a 17 de novembro.

No Brasi, o Novembro Azul foi criado pelo Instituto Lado a Lado pela Vida, com o objetivo de quebrar o preconceito masculino de ir ao médico e, quando necessário, fazer o exame de toque. Desde o início a campanha nacional de combate ao câncer de próstata vem superando todas as expectativas. Em 2014, o Instituto realizou foram 2.200 ações em todo o Brasil, com a iluminação de pontos turísticos, como Cristo Redentor, Congresso Nacional, Teatro Amazonas, Monumento às Bandeiras, adesão de celebridades como Zico, Emerson Fittipaldi, Rubens Barrichello, ativações em estádios de futebol, corridas de rua e autódromos, além de palestras informativas, intervenções em eventos populares e pedágios nas estradas. Até na Times Square a campanha chegou. Toda essa iniciativa fez com que, hoje, a campanha já faça parte do calendário nacional de campanhas de prevenção no Brasil. Os cânceres de mama e de próstata são os mais presentes na população feminina e masculina no País, respectivamente. Com chances de cura de até 95% quando diagnosticados e tratados no início, eles continuam a matar. Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca) no ano passado, foram detectados 68.800 casos de câncer de próstata e 57.120, de câncer de mama no Brasil.

Mamografia: fundamental na luta contra o câncer de mama
Na luta contra a doença, a mamografia é indispensável. O mastologista do Hospital Santa Cruz, em Curitiba, Cícero Urban, explica que este exame permite detectar precocemente a doença, aumentando as chances de cura e a efetividade do tratamento. “A contribuição da mamografia vai além da cura da doença. Ela permitiu com que os tratamentos ficassem menos agressivos. Hoje um câncer de mama detectado em programas de rastreamento pode ser tratado com cirurgias mais conservadoras e com os benefícios da reconstrução mamária imediata”, cita. O especialista reforça que o autoexame das mamas, não substitui a mamografia.

De acordo com a Dra. Daniele C.V. Floss e o Dr. Paulo Marcelo Floss, médicos radiologistas do Centro de Imagem da Mama (CIM), do Hospital São Vicente de Paulo (HSVP), de Passo Fundo, o exame de mamografia deve ser realizado a partir dos 40 anos, nas mulheres sem histórico familiar de câncer de mama. Em pacientes com histórico familiar positivo de parentes de primeiro grau com câncer de mama, antes da menopausa, deve-se iniciar a realização do exame aos 35 anos ou cerca de 10 anos antes da idade com que a familiar apresentou a doença. Em exames considerados negativos (normais) ou com achados benignos deve ser realizada a mamografia periodicamente uma vez ao ano. Caso haja necessidade de ser realizado algum tipo de controle, deverá ser feita a cada seis meses, porém essa necessidade deverá ser constada no laudo do exame, pelo médico radiologista.

Alerta Azul
A próstata é uma glândula que só o homem possui e que se localiza na parte baixa do abdômen. A próstata é um órgão muito pequeno, tem a forma de maçã e se situa logo abaixo da bexiga e à frente do reto. O órgão envolve a porção inicial da uretra, tubo pelo qual a urina armazenada na bexiga é eliminada. A próstata produz parte do sêmen, líquido espesso que contém os espermatozóides, liberado durante o ato sexual. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), no Brasil, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens (atrás apenas do câncer de pele não-melanoma). Em valores absolutos, é o sexto tipo mais comum no mundo e o mais prevalente em homens, representando cerca de 10% do total de cânceres. Sua taxa de incidência é cerca de seis vezes maior nos países desenvolvidos em comparação aos países em desenvolvimento.

Mais do que qualquer outro tipo, é considerado um câncer da terceira idade, já que cerca de três quartos dos casos no mundo ocorrem a partir dos 65 anos. O aumento observado nas taxas de incidência no Brasil pode ser parcialmente justificado pela evolução dos métodos diagnósticos (exames), pela melhoria na qualidade dos sistemas de informação do país e pelo aumento na expectativa de vida. Alguns desses tumores podem crescer de forma rápida, espalhando-se para outros órgãos e podendo levar à morte. A grande maioria, porém, cresce de forma tão lenta (leva cerca de 15 anos para atingir 1 cm³), que não chega a dar sinais durante a vida e nem a ameaçar a saúde do homem. Conforme dados do Inca, a estimativa de novos casos, é de 68.800, até 2014. O número de mortes, chegou a 13.772, até 2013.

Prevenção a doença
Já está comprovado que uma dieta rica em frutas, verduras, legumes, grãos e cereais integrais, e com menos gordura, principalmente as de origem animal, ajuda a diminuir o risco de câncer, como também de outras doenças crônicas não-transmissíveis. Nesse sentido, outros hábitos saudáveis também são recomendados, como fazer, no mínimo, 30 minutos diários de atividade física, manter o peso adequado à altura, diminuir o consumo de álcool e não fumar. A idade é um fator de risco importante para o câncer de próstata, uma vez que tanto a incidência como a mortalidade aumentam significativamente após os 50 anos. Pai ou irmão com câncer de próstata antes dos 60 anos pode aumentar o risco de se ter a doença de três a dez vezes comparado à população em geral, podendo refletir tanto fatores genéticos (hereditários), quanto hábitos alimentares ou estilo de vida de risco de algumas famílias. 

Sintomas
Em sua fase inicial, o câncer da próstata tem evolução silenciosa. Muitos pacientes não apresentam nenhum sintoma ou, quando apresentam, são semelhantes aos do crescimento benigno da próstata (dificuldade de urinar, necessidade de urinar mais vezes durante o dia ou a noite). Na fase avançada, pode provocar dor óssea, sintomas urinários ou, quando mais grave, infecção generalizada ou insuficiência renal.

Tratamento
Para doença localizada, cirurgia, radioterapia e até mesmo observação vigilante (em algumas situações especiais) podem ser oferecidos. Para doença localmente avançada, radioterapia ou cirurgia em combinação com tratamento hormonal têm sido utilizados. Para doença metastática (quando o tumor original já se espalhou para outras partes do corpo), o tratamento de eleição é a terapia hormonal. A escolha do tratamento mais adequado deve ser individualizada e definida após discutir os riscos e benefícios do tratamento com o seu médico.
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A persistência da violência contra a mulher


                Quando pensamos em uma sociedade evoluída, é quase inevitável que certas palavras venham à nossa mente. Entre esse conjunto de palavras atraídas tão ingenuamente para nosso pensamento, estão aquelas que sempre utilizamos para representar o mundo ideal: igualdade, justiça, paz, amor.
 A sociedade brasileira, já há muitos anos, vem conquistando o título de sociedade evoluída, mas em que sentido? Como podemos notar pela simples observação do cotidiano, diversas formas de violência continuam a ser praticadas. E, infelizmente, a violência contra a mulher permanece forte e inabalável nessa lista sombria.
 Esse é um tema que recebe apenas a atenção parcial de nossa sociedade. Apesar de terem sido promovidos debates e campanhas e toda sorte de programas de ajuda e apoio às mulheres agredidas, a situação não mudou. E o que é mais alarmante: o número de assassinatos e abusos físicos e psicológicos contra a mulher aumentou, nas últimas décadas.
 Os programas de ajuda existem, de fato, mas muitas mulheres se sentem intimidadas, seja pelo agressor ou pelo medo da consequência de seu ato, e deixam de cumprir seu único dever perante a situação: pedir ajuda.
Além disso, talvez por não conhecerem outras realidades, muitas mulheres são levadas a pensar que a violência que sofrem é algo normal, algo que precisam aguentar. Porém, esse é um dos maiores erros que poderiam cometer. Não estamos mais na Idade Média, onde o sexo feminino era considerado um mero objeto que estava sujeito a todas as vontades e impulsos do homem.
 Portanto, não podemos aceitar que a violência contra a mulher se perpetue. Todos têm o direito de serem felizes, de viverem uma vida justa e baseada em princípios de igualdade e paz. Devemos denunciar, sem culpa, se soubermos ou sofrermos algum ato de violência, devemos estar dispostos a lutar pela conscientização daqueles que nos rodeiam e não medir esforços para abrir os olhos da sociedade sobre a importância da mulher.
 Dessa forma, poderemos, finalmente, riscar um item da lista terrível da violência e marchar verdadeiramente ao caminho de nossa evolução.
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