segunda-feira, 22 de julho de 2013

Ambiente saudável e a saúde do nosso teto


Olá pessoal, hoje vou explicar um pouquinho mais a respeito da saúde dos ambientes. Como vimos, a Geobiologia é a ciência que estuda a saúde e a vitalidade dos espaços e a sua relação com a salubridade dos seres vivos que ali habitam. Ela considera que toda a edificação é um ser vivo, saudável ou enfermo, conforme as condições de anatomia e fisiologia especifica que possui. Ou seja, se nosso habitat está saudável ele é capaz de gerar saúde, vitalidade e de nos nutrir energeticamente.

Não imaginamos, mas tudo interage e afeta o morador. É muito importante detectar os fatores nocivos e equilibrar o espaço para que o corpo se recarregue, descanse e vitalize. Em um espaço doente, no mínimo perderemos nossa vitalidade, podendo os efeitos mais graves trazer insónias, tumores, ou outras complicações, dependendo da sensibilidade de cada indivíduo.

É preciso prestar atenção no teto que nos abriga. É como se nossas células entrassem em ressonância as alterações iônicas, o que cria um estímulo desgastante e, com o tempo, debilita o sistema imunológico contribuindo para as enfermidades do corpo humano. Habitar saudavelmente tem a mesma importância que alimentar-se de maneira correta.

Para um espaço ser saudável devemos considerar desde aspectos técnicos, como os princípios da boa arquitetura, a distribuição da planta em respeito aos aspectos do clima e do terreno, a harmonia e ergonomia dos espaços e a escolha dos materiais à fatores menos convencionais como a poluição eletromagnética e a existência de falhas geológicas ou veios d’água subterrâneos.

Países europeus usufruem da Geobiologia como ciência devido à comprovação cientifica das suas teorias em laboratório e a notória eficácia na vida das pessoas. Para eles mais importante do que ver e comprovar são os benefícios usufruídos na pratica. E assim ela faz parte de currículos em universidades e cursos de pós-graduação para arquitetos.

É especialmente importante a harmonização dos locais onde permanecemos muitas horas como em casa e nos locais de trabalho. Intervenções de Geobiologia em empresas, por exemplo, com estratégias como o reposicionamento de alguns ambientes respeitando as características do local, a garantia de boa ventilação e um projeto luminotécnico saudável, notoriamente reduzem a sensação de cansaço e a diminuem o estresse dos trabalhadores em até 80%, além do aumento no faturamento da empresa.

Como consequência natural do equilíbrio ambiental, ocorre uma correção das emissões negativas de subsolo, há um equilíbrio geral na saúde, melhoria nos relacionamentos, melhor fluxo financeiro nas casas, prosperidade nos negócios, abundância, sono mais tranquilo, aumento da vitalidade, maior disposição física, clareza mental, paz interior, e outros benefícios.


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domingo, 21 de julho de 2013

Geobiologia: A ciência do ambiente saudável


Eu acredito que, na atualidade, devemos considerar todas as pessoas, coisas e atividades de maneira holística, ou seja, considerando a sua totalidade. Já dizia o Pequeno Príncipe: “O essencial é invisível aos olhos e só se pode ver com o coração”. Como se pode sentir amor, sentir alegria, a energia da natureza ou daquela musica que te emociona sem acreditar no poder dessas “coisas” invisíveis? Por isso acredite, o mundo é muito mais energia do que matéria.

E no meu trabalho não poderia ser diferente. O amor pela arquitetura e principalmente pelas pessoas me fez buscar a Geobiologia, ou Biologia da Construção. Esta é uma ciência ampla e muito interessante, pois envolve os campos do conhecimento concreto e abstrato. Pensar a casa como um ser vivo é algo extraordinário.

A Organização Mundial de Saúde classifica como Síndrome do Edifício Enfermo a patologia na qual um edifício é fator de risco para a saúde de seus usuários.

 Uma edificação saudável é aquela que promove a saúde e a alegria e, ainda vamos além, inserindo vitalidade e produtividade para que todas as suas funções sejam executadas da melhor maneira possível.

A Geobiologia é a medicina do habitat que se preocupa em estudar as diferentes relações entre o meio e a saúde dos seres vivos e, dentre vários tópicos, estuda as redes magnéticas, as falhas geológicas e os cursos d’água no subsolo influenciando no posicionamento de mobílias, o efeito das cores, umidade, iluminação, som e também os efeitos das contaminações eletromagnéticas (como torres de TV, de rádio e celulares, eletrodomésticos, lâmpadas e tomadas) na saúde física e psíquica do ser humano dentro do ambiente construído.

Na antiguidade seguia-se uma série de regras antes de construir. Respeitava-se a natureza, os animais e investigavam o terreno para determinar se o local não era insalubre, evitando problemas futuros, como estresse, bloqueios, insônia, depressão, dores e inúmeras doenças. No entanto, esses estudos e cuidados foram esquecidos, principalmente no Ocidente.

Atualmente esta ciência é muito difundida em países europeus e é a respeito dela que estarei falando mais  para lhes trazer conhecimento e dicas para tornar o seu ambiente mais saudável.


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Estava indo tão bem...


Um jovem ventríloquo fazia um espetáculo numa cidade do interior.


Exibia o seu repertório habitual sobre a burrice das loiras, quando uma loira sentada na quarta mesa se levantou e disse:

- Já ouvi o suficiente das suas piadas denegrindo as loiras, seu idiota! O que o faz pensar que pode estereotipar as mulheres dessa maneira?

O que têm a ver os atributos físicos de uma pessoa com o seu valor como ser humano?

São homens como você que impedem que mulheres como eu sejam respeitadas no trabalho e na comunidade, o que nos impede de alcançar o pleno potencial como pessoa!

Por sua causa e por causa de pessoas da sua laia perpetua-se a discriminação contra as loiras e contra as mulheres em geral... tudo em nome do humor!!!


Confuso, o ventríloquo começou a pedir desculpas, e a loira diz:


- Não se meta... Estou falando com esse rapazinho que está sentado no seu colo!!!

 

sábado, 20 de julho de 2013

CNBB apoia veto parcial a projeto de lei sobre violência sexual


A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) esclareceu ontem (19), à Agência Brasil, que participou de uma reunião com a Casa Civil na qual foi pedido o veto parcial ao Projeto de Lei 03/2013, aprovado no início deste mês no Congresso Nacional. Na reunião, que incluiu outras entidades civis e religiosas, o grupo entregou à ministra Gleisi Hoffmann uma carta em que pede o veto parcial aos incisos 4 e 7 do Artigo 3º do projeto de lei.

O projeto trata do protocolo de assist
ência às vítimas de violência sexual que deverá ser obedecido nos hospitais da rede pública. Os dois incisos estabelecem que devem ser feitos a profilaxia da gravidez e o fornecimento de informações às vítimas dos direitos legais e de todos os serviços sanitários disponíveis.

Ontem a CNBB disse
à Agência Brasil que estava tratando do projeto diretamente com o Palácio do Planalto, mas não confirmou que estava incluída no grupo que tinha pedido o veto parcial ao texto. Hoje, a assessoria da entidade esclareceu que o secretário-geral da CNBB, dom Leonardo Steiner, participou da encontro e assinou a carta que pede a retirada dos dois incisos da nova lei. Na opinião do grupo que assina o documento, o principal problema do texto é tratar a gravidez decorrente da violência sexual como doença ao usar o termo profilaxia.

Como se sabe, o início do desenvolvimento da vida de todo e cada indivíduo humano está indissociavelmente ligado a uma determinada gravidez. Equiparar, terminologicamente que seja, a gravidez a uma doença resulta absurdo desrespeito de princípios constitucionais como o da dignidade da pessoa humana, diz trecho da carta assinada pela CNBB juntamente com outras entidades em que o veto parcial é pedido. Em nada muda isso o fato de a expressão ser utilizada em projeto de lei referente à violência sexual. A gravidez continua não sendo uma patologia, nem o indivíduo humano gerado uma doença ou algo nocivo a ser eliminado, acrescenta o texto.

Assinam o documento, al
ém da CNBB, que representa a Igreja Católica no Brasil, a Federação Espírita Brasileira, o Fórum Evangélico Nacional de Ação Social e Política, e entidades civis não ligadas à religiões como o Movimento Nacional da Cidadania pela Vida Brasil Sem Aborto, a Associação Nacional da Cidadania pela Vida e a Confederação Nacional das Entidades de Família. O ex-procurador geral da República, Cláudio Fontelles, e o desembargador do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, Roberval Casemiro Belinati também assinam a carta.

Al
ém deles, o presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, Pastor Marco Feliciano, também encaminhou ofício à presidência da República em que pede o veto parcial ao projeto de lei. Segundo informou à Agência Brasil ontem (18), Feliciano encaminhou o ofício após conversar com outras entidades religiosas e não religiosas e promover audiências públicas.

Eles tamb
ém pedem o veto ao trecho que obriga os hospitais a darem informações sobre os direitos legais dos pacientes vítimas de violência sexual por entenderem que isso deve ser feito em delegacias e órgãos especializados. O grupo teme que as mulheres sejam induzidas ao aborto ao receber esse tipo de orientação nos hospitais. Grupos feministas alegam que o aborto em caso de violência sexual já é autorizado por uma norma técnica e um decreto presidencial e que o projeto de lei não extrapola o que já consta nesses dois documentos. Eles querem a sanção integral ao texto do projeto.

Por Ag. Brasil

 

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Um povo traído: “Seria muita tolice pensar que o povo iria se vender por alguns trocados de Bolsa Família e quejandos”


As comemorações dos 25 anos da Constituição de 1988 têm sido marcadas por intensa participação popular. Como há muito tempo não se via, as ruas brasileiras foram tomadas por um sem número de manifestações que, em suas múltiplas expressões, podem ser sintetizadas em um sentimento único: indignação democrática.

 

 O interessante é que o povo reclama dos políticos e esquece nossa parcela de culpa. Em outras palavras, o acesso ao poder nas democracias pressupõe o exercício do voto pelo cidadão, ou seja, ninguém vira presidente, governador, prefeito, deputado, senador ou vereador por hereditariedade.

 

 É claro que uns pensam que nasceram reis e houve, ainda, aquele que pensou que podia ir ao céu e tocar nas estrelas. Doce ilusão. Afinal, a estrela era cadente e, num instante, o céu ficou turvo com a lama de um malsinado processo de compra de consciências políticas venais.

 

Na verdade, o famigerado mensalão, em pese envolver o PT e a base de sustentação do então presidente Lula, representa um fenômeno político muito mais amplo e complexo. Sem cortinas, o julgamento da Ação Penal 470 pelo egrégio Supremo Tribunal Federal revelou, com crueza, a falência ética e moral do sistema partidário brasileiro.

 

Infelizmente, os partidos estão plantados em uma terra podre, irrigada pelo esgoto do dinheiro sujo, corrupção e caixa 2. O problema disso tudo é que sem partidos não há representação democrática autêntica e, assim, sem o esteio partidário, os políticos viram ilhas de interesses pessoais, cegos pelo poder e surdos aos anseios do povo.

 

Nesse vácuo de representatividade, espraiaram-se protestos difusos e desencontrados que, na ânsia de externar um sonoro “basta!”, descambaram, em certos casos, para o caminho da violência e da baderna. A exacerbação dos ânimos é um claro sinal da angústia que sufoca a sociedade brasileira.

 

 Um povo que a cada R$100 trabalhados, entrega quase R$40 a um governo incompetente que sequer proporciona saúde, educação e segurança pública. Enfim, pagamos uma fortuna tributária e nem mesmo recebemos o básico dos básicos.

 

“Seria muita tolice pensar que o povo iria se vender por alguns trocados de Bolsa Família e quejandos”

 

Logo, seria muita tolice pensar que o povo iria se vender por alguns trocados de Bolsa Família e quejandos; mais do que tolice, seria virar as costas a um passado de ferrenha e combativa luta sindical que, se não teve estudo formal, foi rica na sensibilidade política, adquirida nas vivências do livro da vida. Eis, aqui, um dos aspectos históricos mais importantes do primeiro quarto de século da Constituição Cidadã de 1988: o povo acreditou e foi traído. Talvez, nesse ponto, o ex-presidente Lula tenha razão: nunca antes na história deste país houve tamanha traição democrática.

O mensalão foi uma punhalada nas costas de um povo que acreditou no líder popular e carismático que, se quisesse, poderia ter levado o Brasil a outro patamar moral e institucional. Ora, se tivesse havido um mínimo de sinceridade, é provável que a indignação das ruas não estaria tão inflamada.
 
No entanto, a demagogia venceu a honradez, na tacanha visão de que o “eu” estaria acima da dignidade do povo. Não está. Mais do que sinceridade, o povo quer ser ouvido, quer ser olhado nos olhos, quer verdade na cara.
 
Tudo isso faltou no Brasil que foi entregue à Dilma Rousseff. E, agora, que a inflação voltou, o câmbio subiu e o PIB caiu? Onde está o mundo encantado do ex-presidente Lula? Terá o país mergulhado em um desgoverno em apenas dois anos de sua festejada sucessora?
 
Terá a atual presidente cometido tantas barbeiragens e outras sandices em tão pouco tempo?
 
 Ou será que a herança recebida era simplesmente maldita?


Enfim, as perguntas são muitas; as respostas, poucas e inconvincentes.


 Aliás, quem acredita neste governo?

 


 

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quinta-feira, 18 de julho de 2013

E o Instagram “facebookizou” pra valer


Nos primeiros dias de vida, o Instagram era apenas quatro funcionários, incluindo seus dois cofundadores, e que trabalhavam amontoados nos primeiros escritórios do Twitter no bairro de South Park de San Francisco. E o Instagram, mais uma start-up da Califórnia e que não tem receita, fez brilhar os olhos de Mark Zuckerberg, que desembolsou um bilhão de dólares no ano passado e está debruçado em saber como capitalizar em cima dessa fascinante rede social de fotos.

Assim como o Google há alguns anos, comprou o YouTube e o transformou no segundo maior site de buscas do mundo. Por trás da aquisição do Instagram percebe-se uma visível intenção do Facebook em se tornar ainda mais forte nos dispositivos móveis e deixar promissores aplicativos longe das garras do Google.

O Instagram é uma criação concebida puramente para o universo mobile. Quem usa o Instagram entende o magnetismo que essa rede social gera. O conceito é simples e genial ao mesmo tempo, pois faz com que pessoas se comuniquem por meio de imagens. A psicologia cognitiva talvez nos ajude a entender o fascínio por essa rede social, pois ela prega que seres humanos gostam mais de imagens do que de textos.

Por esse motivo que praticamente todas as marcas do mundo sempre adotam um símbolo ou uma mascote para acentuar sua aproximação aos consumidores. O conceito é simples: o Instagram é fundamentalmente uma rede social concebida em torno da fotografia e disponibilizado apenas para uso em celulares (apenas para iPhone da Apple, e agora já disponível também para o “patinho nada feio” Android, o sistema operacional da Google), onde as pessoas adicionam belíssimos efeitos às suas fotos produzidas com a câmera do celular e compartilham com os amigos. O Instagram já tem dezenas de concorrentes, mas nenhum outro aplicativo teve uma ascensão tão rápida.

No entanto, o que alguns fãs do Instagram mais temiam aconteceu. Semanas atrás, ao inserir a possibilidade de se postar vídeos de 15 segundos, o Instagram começa a perder a sua originalidade e suas peculiaridades. Assim como falavam que o Facebook “orkutizou” depois que classes mais emergentes descobriram o site azul de rede social, evidenciamos que o Instagram inicia lentamente um processo de “Facebookização”.

Novas características são incorporadas a cada mês. Essa última mudança então foi muito significativa. Você está lá descendo com o dedo polegar a sua timeline do Instagram e olhando suas fotos, comentando, curtindo e, de repente, um vídeo começa a ser executado. Eu achei esquisito e até me assustei algumas vezes. Parecia que as fotos ganharam vida. Muito em breve podemos esperar games no Instagram? Ou a possibilidade de se cutucar o outro? Só o tempo nos dirá. Mas nada disso me surpreenderia. O que se espera é um processo de moneitização do aplicativo.

 Afinal, hoje ele não gera receita. E assim como fez no Facebook no ano passado, começando a cobrar para que posts ganhem alcance maior (hoje mais de 1 milhão de clientes injetam dinheiro no site de Mark Zuckerberg), é muito previsível que esse movimento neoliberal aconteça também no nosso saudoso Instagram.

Aproveite enquanto ele (ainda) é grátis!

Por: Marcos Hiller. coordenador do MBA Marketing, Consumo e Mídia On-line da Trevisan Escola de Negócios.

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