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A sociedade brasileira convive com muitos problemas insolúveis e a sujeira das cidades deste país é mais um secular. A maioria ainda joga de tudo nas ruas, uns pela falta de consciência, outros por não importar consigo nem com os demais. A questão, como sempre, seria descobrir como implementar ações eficazes de conscientização de todos.
Existem medidas que caberiam a todas as esferas de governo. Outras, específicas a alguns. A limpeza, conservação e fiscalização no despejo de dejetos nos rios, bacias e praias caberiam aos governos federal e estaduais. O governo federal deveria desenvolver política nacional de reciclagem obrigatória de embalagens de produtos químicos e radiativos. Criar regulamentação para obrigar os comerciantes à utilização de embalagens biodegradáveis, especialmente de sacolas de mercado e do comércio em geral.
Os governos estaduais deveriam desenvolver campanhas de conscientização sobre o Meio Ambiente nas escolas. Essa abordagem deveria ser bem ampla. Desde a fabricação, a distribuição e reaproveitamento corretos de embalagens. Todo estabelecimento público deveria ser local adequado de reciclagem.
As prefeituras deveriam retirar somente materiais inorgânicos, em dias definidos previamente; noutros, o orgânico. Orientar às pessoas que, ao lavarem a louça, lavem e deixem secar os recipientes vazios, que todos denominam de lixo. Já o material orgânico deveria ser destinado à produção de adubo, que poderia ser vendido, e até doado, a moradores para utilização em jardins, hortas e culturas em geral. Preparar fiscais para punir com rigor e de forma imediata moradores que misturassem o material.
Empresas, igrejas, sindicatos, ongs, poderiam desenvolver campanhas educativas internas destinadas aos membros e funcionários. Bancos, lojas, bares e quaisquer casas comerciais poderiam limpar as ruas junto ao meio-fio e calçadas dos seus estabelecimentos. Os próprios funcionários poderiam retirar imediatamente papel de bala, borracha de chiclete, ponta de cigarro e todo objeto pequeno toda vez que um transeunte deseducado jogasse. Poderiam realizar palestras para funcionários e, também, deveriam colocar frases como NUNCA JOGUE LIXO NAS RUAS nas sacolinhas, nos saquinhos e nos tíquetes fiscais. Poucas fazem alguma coisa efetiva e permanente e todas culpam a prefeitura da cidade. Orientar os consumidores a só comprarem em estabelecimentos limpos completamente. As escolas precisam ampliar o conceito de educar. Após um ano, toda criança já deveria ter assimilado que sujar as ruas e cuspir no chão são gestos de pessoas mal educadas. A imprensa deveria valorar mais a educação. São necessárias campanhas permanentes no rádio, na televisão, em outdoors, em terminais de ônibus, no metrô.
Numa cidade de milhões de habitantes, qualquer objeto jogado na rua perfaz toneladas de sujeira, capaz de entupir bueiros, gerar enchentes e matar pessoas. A cada chuva mais intensa a cena de móveis arrastados se repete na televisão. As mesmas pessoas somente culpam as autoridades, mas não são capazes de entender que contribuem para a destruição de suas próprias casas.
Jogar lixo nas vias públicas está arraigado na nossa cultura. Todos jogam, independentemente do nível social e educacional. O objetivo desse argumento não seria atacar gratuitamente as pessoas, mas de conseguir solucionar. Para tanto, seria necessário que cada cidadão sentisse agente responsável pela preservação das cidades.
Recicle todo material. Lave-os e deixe-os secar. Numa semana, verifique quanto material se joga fora desnecessariamente. Basta reservar uma gaveta do armário para plásticos finos e numa caixa de sapato guardar os papéis pequenos. Depois, os entregue num posto de coleta seletiva. Repita-se: o lixo que você joga na rua pode contribuir para que a enxurrada carregue e até mate pessoas! Limpar as ruas dia-a-dia não tem resolvido! Atribuir sujeira à pobreza é um equívoco cometido pela grande maioria. Poder-se-ia viver num país pobre, porém limpo!
Por: Pedro Cardoso da Costa.Comente, participe com sua opinião!!!

O Brasil independente do reino de Portugal, país do futuro como se diz por aí, ainda não se descobriu como nação. É um país rico, de costas marítimas extensas, de infindáveis prodígios naturais, rico em potenciais de florestas, de alimentação que brota da terra em que “se plantando, tudo dá”. Somos isso aí, passando da quinta para a quarta potência mundial em economia. Somos esse país, “esse é um país que vai prá frente”. Alguém afirmou e, a seguir, perguntou: o Brasil tem um futuro, o Brasil teve um futuro, O Brasil terá um futuro?
Um país, por determinação semântica, é a extensão territorial e suas riquezas. Por definição é uma extensão territorial com limites geográficos. Não foi feito por nós e nem poderia ter sido porque é obra do, digamos assim, Criador. Apenas, por gozação ou por deleite, nascemos aqui. Por definição também, somos brasilianos e não brasileiros. Mas a coisa pegou e, brasileiro em vez de brasiliano... tudo bem. Um país pode ser frio, sem alma. Pode ser caliente, expansivo. Pode ser tudo aquilo que o seu povo quiser. Um país pode ter uma alma, uma alma que nos orgulhe e que a ela, a alma, somos levados incontidamente a bradar orgulhos de sermos pertencentes a ele. Quando cantamos e exibimos orgulho pelo chão pátrio é possível afirmar que fazemos parte de uma nação.
Um país não é uma nação. É possível ter país sem nação. É possível ser nação sem ser país. Nação é uma questão metafísica, espiritual. Pela pobreza em mostrar valores pessoais e sociais que nos orgulhem é que não desfilamos nossos amores.
Ainda não somos uma nação, ou melhor, muito de nós não sente o Brasil como uma nação. Sentem-no apenas e, tão somente, como um país. E o pior, um país de pessoas do jeitinho, de gostar de levar vantagem, da locupletação, do odioso homem público que mama nas tetas do erário público, da polícia despreparada e desorganizada frente ao crime organizado. Nem a seleção brasileira de futebol é capaz de mover sentimentos e o último cara que fazia a gente ter vontade de correr com a bandeira verde-amarela pelas ruas, morreu há 17 anos, naquele acidente de fórmula 1.
No último sete de setembro, nossa data máxima, não coube protestos para aumento de salários ou contra militares, ou contra comunistas ou contra o governo. A gente é tudo isso, criticador e criticado e misturado, errado e certo, direita e esquerda, azul e vermelho. A gente construiu isso tudo, ou permitiu que assim fosse feito. Isso que aí está, o que somos, foi por livre arbítrio parido por nós. O Criador somente deu a casa para a gente nascer e morar. A construção da pátria amada é pelos seus filhos.
O Brasil é um país jovem, uma terra na sua primeira infância, uma sociedade em progressão a ser deixada aos filhos e netos. Está sendo lapidado a cada dia por nós, pelo nossos votos e nossas escolhas. A gente planta nação, um sentimento forte, um estampado orgulho, dentro de nossas casas, com nossos exemplos, com nossas dignidades. Um país não é bom ou ruim, um país não é admirado ou odiado, um país não é confiável por si só. As pessoas que compõem o país é que dão tal credibilidade.
Nós é que podemos construir para os que virão nos suceder a fonte do orgulho e êxtase. Nós construiremos as nossas cidades...
Não é utopia sonhar ser nação. A gente quer se orgulhar, de preferência orgulhar da gente mesmo. Mas, para ser nação é bom acordar do sonho e realizar, a cada dia ações positivas e responsáveis que justifiquem nossa fugaz passagem pela aventura chamada vida na terra que Pindorama, a mãe, destinou que nascêssemos.
por Jorge Anunciação.O que você achou? Acreditas no Brasil? Opine, participe!!!

Dizem que só conhecemos verdadeiramente o homem quando exposto num brutal confronto com o próprio medo. Encantoado, o corajoso torna-se manso, o vil: estéril; o risonho: chorão. Mas nem sempre as discrepâncias são realmente inversas. O temor pela própria vida pode fazer com que a pessoa adquira tremenda força, lutando pela sobrevivência, onde o corajoso se transforma em herói supremo.
Não há quem nunca temeu ou tremeu na escuridão de suas brechas, fazendo ruir suas máscaras, encontrando-se com o bicho lá de dentro, sem as lapidações da educação social, sem a inteligência comedida de suas calmarias. Vendo o homem na iminência de perder suas primazias, é capaz de lutar incansavelmente contra seus próprios princípios, salvo os de maior confiança em fé.
O medo tem asseverado batalhas ao longo dos séculos, percorrido governos, instigado revoltas, dominado Estados, modificado filosofias, percorrido religiões e recuado muitas sociedades. O temor parece uma conjugação de medo e respeito, talvez uma obediência diante da impossibilidade de confronto ou admiração diante da alguma grandeza.
Carlos Drummond, no poema “Congresso internacional do medo” diz: “provisoriamente não cantaremos o amor, que se refugiou mais abaixo dos subterrâneos. Cantaremos o medo, que esteriliza os abraços... existe apenas o medo”.
Se há má sorte, vem o medo da morte – sua velha imagem –, com capuz e foice de bom corte. A certeza máxima da vida é a sua morte carnal. A cada ente querido já perdido, esvai-se um fio da vida, ficando um lapso de saudade em que a esperança e fé poderiam preencher.
O tempo já nasce morto, a cada segundo que passa. Trajetórias e perigos. Acidentes fatais, balas perdidas, guerras, assaltos, brigas em bares, baladas em overdose, tumores, ataques cardíacos, tudo conspirando em desfavor vital das existências momentâneas.
Geralmente se esquece de que há perdas irreparáveis para continuar a própria vida, sem lembrar por um tempo de suas mortes e de suas solidões. Até que vem alguma notícia, uma tragédia ou alguma sensação. Tudo se volta, pelo medo de suas engrenagens. O medo faz caminhar, esquecendo-se dos perigos e afrontando os desatinos. Um paradoxo, por sinal.
Se a morte afronta, a solidão silencia. O espelho revela as marcas que o tempo vão cravando em formas corrosivas. Se houver o cansaço e o descrédito aparece, quando se descamba para algum vício, visando refúgio, o esquecimento ou fuga, tal como a bebida alcoólica ou ainda para camuflar a ansiedade, como o cigarro, tudo é pura ilusão, tão somente expressão do medo de enfrentar ou mudar as situações.
Sentir-se sozinho em meio ao tumulto é reflexo da sociedade moderna. O antídoto seria um bom mergulho de qualidade ao conhecimento próprio, um sobressalto de ânimo encontrado somente nos de maior crença, autoconfiança e fé. Se o medo apaga a razão, sendo facilmente sentido, a fé também progride pela emoção, e somente o raciocínio em sã consciência pode programar o intercâmbio entre os dois lados deste mesmo mundo.
por Leonardo TeixeiraVocê tem medo do quê? Comente, participe!!!

Você não é preso se chamar alguém de preto. Você é preso se fizer disso um insulto. Eu posso chamar meu amigo de preto quando eu bem entender. Isso é um problema entre eu e meu amigo. Nenhum terceiro tem o direito de engendrar um racismo na minha relação de amizade. O racismo tem isso: ele existe somente para quem o vê.
Na época da faculdade, uma professora quis interromper uma discussão construtiva que havia começado na sala. Ela alegou que o assunto (racismo) era “delicado” e era “como pisar em ovos”. Mas como assim é “delicado”, é “pisar em ovos”? Dizer isso é considerar uma possível fragilidade de alguma das partes envolvidas na discussão. E isto sim é racismo. Falei isso diretamente pra professora e a primeira coisa que ela disse foi: “Olha, você não pode me acusar de racismo, o meu marido é negro”. Respondi algo do tipo: “Dane-se que o seu marido é negro. Se eu levar isso em consideração, estarei sendo racista igual a senhora”.
Racista a gente identifica pelo seu pudor excessivo; pela sua necessidade de se explicar; pelo seu silêncio. Eles estão aí, casados com pessoas de raças diferentes, se defendendo com argumentos aparentemente coerentes, fortalecendo o grito de um racismo mudo e crônico.
O racismo é assim: se você cogitar mentalmente a possibilidade de estar sendo racista, você já foi racista. O racismo é uma arma que dispara em nossa cara se ousarmos simplesmente olhar pra ela. É uma maldição instantânea. Ao contrário dos males comuns, você não precisa acreditar no racismo para ser racista. Basta uma incerteza qualquer escondida no fundo de sua cabeça, uma duvidazinha ridícula e inconsciente, para o racismo roubar sua alma na velocidade da luz. (E isso serve pra homofobia, xenofobia, etc.) Na realidade, considerar a existência do racismo já nos torna racistas.
O racismo é uma palavra estranha porque (ao contrário da maioria) ela não tem um “lado positivo”. Mas porque não? Teoricamente, racismo é uma palavra que sugere a diferenciação das raças. Portanto, racismo pode sugerir uma diferenciação hierárquica de raças (o que é crime), mas também pode sugerir uma diferenciação não-hierárquica de raças (o que além de legal, seria interessante). Gostaria que algum mestre em Letras me explicasse, etimologicamente, por que a palavra “racismo” não pode sugerir uma diferenciação respeitosa das características raciais? Recuso-me a acreditar que todo racismo é crime. Onde está escrito que o sufixo “ismo” do racismo implica em algo necessariamente negativo para as raças?
Se nenhum professor de Letras conseguir me provar o contrário, acho que deveríamos rever o significado dessa palavrinha medonha. Talvez estejamos sendo preconceituosos com o racismo. Acredito que a conotação negativa da palavra apodreceu a palavra inteira depois da Segunda Guerra. E nós deixamos por isso mesmo. Se racismo é uma palavra tão venenosa, talvez a única saída seja iniciar uma campanha para positivá-la. Com um slogan do tipo: "Sou racista de verdade. Eu respeito todas as raças". Acho que essa é única forma de atacar o racismo sem ser envenenado por ele. Se a palavra foi amaldiçoada pelo nazismo, abençoemos-a.
por Filipe Ret .Se desejar deixar sua opinião, fique a vontade...
A imagem de uma foto pode retratar um instante, sem maior consequência ou consegue transmitir uma carga de verdade como um soco no estômago. Como pretenso cronista sempre leio colunas e crônicas e me pergunto quando conseguirei retratar, em poucas linhas, uma realidade impactante. Dias atrás vi uma foto na primeira página do jornal “O Globo” que me deixou sem ar. Uma reportagem fotográfica que se tivéssemos um “Pulitzer” com certeza o ganharia.
Num primeiro plano, localizados nos extremos opostos da foto, Lula e Dilma, com expressões de poucos amigos, como pessoas que estivessem a contragosto num lugar, atrás deles, num degrau acima e bem no meio, José Dirceu com um sorriso diabólico como alguém que estivesse no comando total de uma situação.
A foto me deixou sem ar. Fez-me pensar em duas marionetes desgostosas com o que o mestre as obrigava a fazer, enquanto ele divertia-se enlouquecidamente com o espetáculo. Não sei se é verdade, mas a foto mostra quem realmente está no comando. Não é Dilma, e não é Lula influenciando Dilma. Quem está por detrás das mudanças ministeriais no governo?
Quando alguém quer ir do lugar X para Y, deve seguir o caminho que existe, por trem, avião, carro ou barco. Além de ter o veículo escolhido em boas condições, quem o dirige é de fundamental importância. Não conheço José Dirceu, sei que existe uma história cheia de mistério, espionagem e até de cirurgia plástica, o que demonstra que é um sobrevivente nato.
No entanto pelo pouco que se sabe é alguém que gosta de trabalhar nos bastidores do poder. Recebe a ministros, futuros ministros, pessoas com cargos importantes ou com futuras funções em empresas de destaque, despacham com ele normalmente.
De repente vem a minha mente vários nomes. Cardeal Richelieu, Bismarck, Marques de Pombal e o general Goldbery do Couto e Silva. Somente a história nos conta quem foram os verdadeiros detentores do poder. Uma foto na capa de um jornal mostrou quem é quem na atualidade, adiantando-se aos livros de história.
Ou nossa presidente se libera do mestre de marionetes, ou passará a história como tantos outros governantes que deixaram que a Eminência Parda de turno ditasse o que devia ser feito.
Uma foto, uma reportagem. Grande foto, grande reportagem.
Por:Ricardo IrigoyenGostou dessa? Comente, participe com sua opinião...

Não existe nada mais complexo, mais profundo do que a personalidade humana. Se quiser conhecer um homem basta que lhe examine sua personalidade. Se for neutro, cuide-se dele porque além de prejudicar a humanidade ainda aproveite-se de circunstância para satisfazer seu interesse próprio, se, o dono desta personalidade, for extremista traz enormes malefícios para si, para sua família e para sociedade, num lance porá fora tudo o que conquistou após longos e longos anos.
Se for homem possuidor duma personalidade egoísta, então o mundo interior será todo seu, ele não quererá saber se irá beneficiar ou prejudicar seu semelhante e só lhe interessa seus dois mundos; introspectivo e o exterior.
Pessoa egoísta sempre acha que seu pensamento é o certo.
Caso alguém lhe indica cautela acha que é o mais prudente dos homens.
Ao meu ver o pior tipo de personalidade é a contraditória. Se hoje ela é a favor duma orientação, amanhã já não o é; o que seguiu neste caminho praticamente já se perdeu.
Hoje ela vai contra uma orientação, porém amanhã alia-se aos que lutaram contra si. Logo se vêm abandonados e liquidados.
Não há, ao meu ver, melhor tipo de personalidade humana a que propugna pelo equilíbrio. Feliz é o homem que a possui, pois este dirigirá o mundo para felicidade. Das forças e das paixões antagônicas, a personalidade equilibrada tira o que há de verdadeiro duma extremidade e analisa a outra e aponta-nos qual é o bom caminho que devemos seguir.
Somente possui a personalidade equilibrada, portanto, aquele que sofreu, filosofou, sorriu e que teve uma alma iluminada por Deus.
Esta é a personalidade que o mundo deseja.
Faça uma reflexão profunda e identifique-se.
Por: Abrão Razuk.Se desejar comentar, fique a vontade...

Garantir uma aposentadoria tranquila por meio de investimentos e um plano de previdência complementar ou priorizar o dinheiro para pagar a faculdade e o estudo dos filhos no futuro? Esta é uma dúvida que provavelmente já passou pela cabeça de muitos pais e que pode ser sanada com um bom planejamento financeiro.
De acordo com o educador financeiro e fundador do Centro de Estudos e Formação de Patrimônio Calil & Calil, Mauro Calil, o ideal é priorizar aquilo que falta menos tempo para acontecer. “Normalmente, a faculdade dos filhos chega mais rápido do que a aposentadoria. Mas vai depender de quando a pessoa começar a pensar nos investimentos”, afirma o educador.
O sócio fundador da Mais Ativos Educação Financeira, Álvaro Modernell, ressalta que priorizar aposentadoria ou estudos dos filhos depende dos valores de cada família e o importante mesmo é ter o hábito de poupar pensando no futuro.
“Depois de alguns anos poupando e investindo, você estabelece se este valor vai ser usado na educação dos filhos ou na sua aposentadoria. Mas o importante é que seja feita uma poupança”, afirma Modernell.
Segundo ele, o número de pessoas que pensa na aposentadoria no Brasil ainda é muito pequeno, menor até do que aqueles que poupam pensando na educação dos filhos.
“As duas coisas são importantes, mas é preciso ter consciência de que, no futuro, você precisará ter uma renda complementar para conseguir viver com o mínimo de conforto”, afirma o educador financeiro.
Tempo é aliado
O tempo é o melhor aliado, quando o assunto é investimento. Assim, os educadores enfatizam que é importante pensar na aposentadoria e também na educação dos filhos o quanto antes, para poder aproveitar os investimentos mais adequados e garantir um rendimento tranquilo depois de parar de trabalhar.
“Não dá para estabelecer aposentadoria com menos de 10 anos de prazo. Com menos tempo do que isso, você corre um risco enorme e sua aposentadoria provavelmente não será adequada”, afirma Calil.
Planejamento financeiro
Mauro Calil lembra que o ideal seria se as famílias conseguissem fazer investimentos pensando tanto na aposentadoria quanto na educação dos filhos.
“É possível fazer isso. A questão é que, às vezes, as pessoas vão precisar abdicar de pequenos prazeres para conseguir acumular uma quantia”, diz o educador.
“Não é preciso deixar de consumir, mas sim consumir com mais destreza”, afirma.
Além disso, é importante se planejar e procurar evitar financiamentos, para não gastar dinheiro com pagamento de juros. “Se o brasileiro parasse de comprar eletrodomésticos e outros produtos no carnê e comprasse à vista, já sobraria uma quantia mensal”, diz.
Tipos de investimentos
De acordo com Calil, como nos dois casos a intenção é poupar pensando em um prazo longo, superior a 10 anos, o investidor pode pensar em alocar uma parte da aplicação em renda variável.
“Você pode fazer pequenos aportes todos os meses. Como é uma aplicação de prazo longo, isso diminui bastante o risco e você conseguirá aproveitar a valorização das ações”, afirma. “Aqui no Brasil, o investidor encontra ações de grandes empresas, que possuem um bom potencial de valorização e que pagam bons dividendos”, completa.Por: Diego Lazzaris Borges.E você. O que pensa sobre o assunto??? Comente, participe!
Entre a brutalidade para com o animal e a crueldade para com o homem, há uma só diferença: A Vítima ("Lamartine")FAMOSOS COMO DANIEL, IVETE SANGALO, E OS DEMAIS SERTANEJOS DIZEM QUE A PROIBIÇÃO ACARRETARIA DESEMPREGOS?!?VEJAM SE ESTES HOMENS AI DO VIDEO MERECEM SER CHAMADOS DE TRABALHADORES???Isso nos mostra o quanto o ser humano ainda tem para evoluir ...
Felizmente terão que pagar pelo que fazem ... pois o que se planta aqui se colhe aqui mesmo ...
Há sempre a consequencia por traz das ações que tomamos ..
Pena que nao se lembrarão do que fizeram aqui nesta vida enquanto estiverem lamentando na próxima ...
E sentirão o que eles mesmos produziram ...
E ainda há um bando de vagabundos que dizem que isso é cultura...
Vamos divulgar e ajudar a acabar de vez com essa palhaçada... em Sorocaba,
tem muitos políticos e empresários interessados em acabar com a lei que proíbe
rodeios na cidade.... um bando de mercenários... vejam o vídeo acima e entendam como
é a realidade nesses eventos... é revoltante como tem gente que gosta...E você, qual sua opinião sobre o que viu???Enviado por um colaborador deste blog.

Poucas verdades são tão reais quanto a verdade do desejo. Isso porque o ser humano é movido por desejos, como uma forma de suprir a sua incompletude. A questão é que se deseja o que não se tem, pois o que se tem se aproveita. Psicanálise pura, ou quase.
Isso nos remete a questão dos sonhos, mas não daqueles que dominam o indivíduo enquanto se dorme e que é movido por impulsos desconhecidos condutores de grandes desvarios. Discorro sobre os sonhos acalentados em projetos e objetivos de vida, em outras palavras, sobre aquilo a que aspira um indivíduo.
Neste momento não se busca escrever sobre sonhos individuais, focado na obtenção de dinheiro e no poder que a riqueza proporciona, egoisticamente. Aliás, isso compete ao planejamento de vida de cada um, conforme os juízos e valores pessoais. Melhor seria se o bem comum falasse mais alto no interior de todos. Bem, juízos de moral não são cabidos nesta ocasião, mas fica a dica.
O tempo atual, instigante pelo reforço da liberdade de cada ser humano na satisfação dos seus desejos, parece ter solapado as grandes utopias. Os grandes discursos salvacionistas da humanidade parecem sucumbidos, alimentados por uma idéia de que possível ser feliz sozinho, mesmo que rodeado de sofrimento e dor.
Não que existam poucas pessoas com espírito solidário, refratário à indiferença. O engajamento nas grandes questões da sociedade, que interessam coletivamente a todos, parece diminuído. Talvez a descrença de que algo possa efetivamente mudar ou o estarrecimento com os escândalos na vida pública, que deveria ser um lugar de plena austeridade, tenha esfriado os ânimos.
Nessa quadra da história importa resgatar os projetos coletivos, as grandes utopias e os ideais de um mundo melhor. É preciso resgatar o espírito público e o engajamento nas causas sociais. É preciso combater a onda individualista e egoística que busca se impor como um imperativo para a felicidade. Tais questões podem parecer simples e singelas. Realmente são. Mas fazem toda a diferença! Por Giovani Corralo.Comente este texto, participe!!!
“Além do Horizonte deve ter algum lugar bonito pra viver em paz. Onde eu possa encontrar a natureza, alegria e felicidade com certeza.”
O trecho da música "Além do Horizonte", composta por Roberto e Erasmo Carlos em 1975, fala-nos de um lugar tranquilo e bonito para se viver.
No decorrer da música, os autores comentam de um lugar onde o amanhecer é lindo, falam sobre alegria, felicidade e festejar mais um dia que nasce.
Mas onde está esse horizonte? Será que ele está tão distante como imaginamos? Estaria esse lugar tão além ao ponto de não podermos alcançá-lo?
Muitas vezes achamos que para sermos felizes precisamos ter todos os bens materiais com os quais sonhamos, um cargo com um ótimo salário, ou que essa tal felicidade é algo impossível de se alcançar, ou que a “grama mais verde” é sempre a do vizinho.
Com esse pensamento, ficamos colocando barreiras que nos impedem de crescer e/ou de viver plenamente nosso presente.
É claro que precisamos sonhar e, de preferência, transformar estes desejos em objetivos específicos, estabelecendo estratégias e prazos para realizá-los
Contudo, é importante olharmos a nossa volta, aproveitando cada momento que a vida nos presenteia, valorizando nossas conquistas e encontrando motivos para sermos felizes também no “hoje” e não somente no “amanhã”.
O hoje é realidade, o amanhã é um talvez. Encontre motivos para sorrir hoje, isso lhe fará uma pessoa mais forte e autoconfiante para seguir em busca dos seus objetivos de amanhã.
Aquele que não é capaz de comemorar suas conquistas, sejam elas grandes ou pequenas, perde a oportunidade de se alimentar desse combustível tão precioso que é a sensação de estar seguindo em frente, e no caminho certo.
Talvez esse horizonte esteja em nós mesmos, ou na nossa incapacidade de olhar para si próprio e aumentar nosso campo de visão, a fim de tornar o “além do horizonte” algo mais real e menos distante.
Comemore as pequenas conquistas, vibre com cada passo dado em direção aos seus objetivos e agradeça a Deus pelo dia que ele lhe dá de presente.
Também na letra da música "Além do Horizonte" aparece a seguinte frase:
“Lá nesse lugar o amanhecer é lindo, com flores festejando mais um dia que vem vindo.” Que tal mudarmos a palavra “lá” pela palavra “aqui”?
Acredite em um amanhã melhor, mas não deixe de viver hoje. Afine-se para o sucesso!
Por Fabiano Brum.
Gostou? então comente, participe!