sábado, 6 de fevereiro de 2016

Acreditar no impossível!


E é tempo dos pequenos derrubarem gigantes

Eu e você sabemos que o impossível acontece em todos os instantes e cantos do mundo; está acontecendo agora e nos lugares mais inusitados. Quem nunca viu aquele super-time levar uma surra de um “timeco” de quinta categoria? Quem nunca viu um valentão ser sovado por um garoto quieto e de pouca conversa? E aquele cara boboca e “sem futuro” se tornar alguém bem-sucedido?
É que o impossível, acontece.
Não me diga que “não tem jeito”; que “não pode ser” ou; “nada vai mudar isso”. As coisas tem jeito, podem ser e, de fato, estão sendo e tudo, absolutamente tudo muda o tempo todo. Lembra a maravilhosa canção de Lulu Santos quando diz: “Tudo muda o tempo todo… No mundo…”
Então… É bem isso! É que…
…O impossível não existe!
Não diga que pessoas anônimas não podem mudar o mundo; que um pequeno gesto feito lá nos confins do planeta não podem alterar o ordenamento global; que uma rebeldia não pode transformar a geopolítica de toda uma região. As coisas acontecem todo o tempo porque tudo está ligado com tudo. Ou entendemos isso ou não entenderemos o mundo.
Aliás, você já ouviu falar em Mohamed Bouazizi? Não? Então… …Mohamed Bouazizi era um jovem tunisiano que decidiu atear fogo no próprio corpo como forma de protesto às corrupções da polícia e que ao final do dia, sempre lhe tomava dinheiro.
Depois disso? Depois disso veio a Primavera Árabe e alterou toda a conformação política destes países orientais e, é certo, do mundo. Mas, como assim? Um garoto ateia fogo no corpo e além do próprio corpo, incendeia toda aquela parte do mundo? Exatamente isso!
Bouazizi mesmo sem saber deu forma e vida para um espírito no seu tempo e que arde ainda hoje. Ativou um sentimento, um desejo de mundo e… O Oriente segue ardendo!
É que o impossível não existe.
Como acham que surgem as principais revoluções e transformações no mundo? Com pompa, palco e muita mídia? Claro que não… Normalmente, mudanças profundas nascem de grupos miúdos e pequenos que na compreensão do movimento do real, identificam contradições, possibilidades e atuam pelo surgimento do novo.
Foi assim na Revolução Russa de 1917; na grande Revolução chinesa de 1948 e; na pequena e rebelde Cuba de 1959.
Não duvidem… O impossível, não existe.
E é tempo dos pequenos derrubarem gigantes; é tempo de Davi derrotar os muitos Golias da política, da economia e da vida social para daí refazerem a esperança e assumirem os rumos da própria história.
Estejam certos… O impossível não existe.
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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Por mudanças em prol de um País melhor

A sociedade deve se unir e lutar por mudanças e transformações

Reiteradamente temos acompanhado desdobramentos de fatos relacionados às crises econômica, institucional e política que se passam no Brasil.
É um cenário adverso, com problemas estruturais, forte deterioração das contas públicas, baixos índices de confiança do empresariado e do consumidor, desemprego, escândalos de corrupção, etc.
O clima de insatisfação, indignação, tristeza e preocupação aumentam a cada instante e ficamos na expectativa de soluções, que parecem estar cada vez mais distantes.
Procuro ser otimista e persistente, com o pé no chão, e fico refletindo sobre a necessidade de mudanças e reformas tão necessárias para que o Brasil retome o crescimento e se consolide como uma nação respeitada, próspera, competitiva, que atraia investimentos e propicie qualidade de vida à população.
A situação política atual tem prejudicado a condução dos rumos do Brasil, pois estamos sem Norte, sem metas, onde os conflitos e ações para manutenção do poder predominam, em detrimento dos interesses coletivos.
É um momento de grandes dificuldades, sendo necessário que a sociedade tenha consciência de seu papel, se posicione e contribua na busca de soluções.
Muitos não estão conscientizados dos problemas que ainda podem ser desencadeados, como uma crise social, devido ao aumento do desemprego e aos impactos na renda das famílias e no poder de compra da população.
Tenho me deparado com vários pedidos de oportunidade de emprego, até mesmo de pessoas bem qualificadas e que estão há mais de um ano desempregadas.
A onda de violência tem aumentado assustadoramente e no campo da saúde há um grande surto de doenças, como as causadas pelo zika vírus.
São nesses momentos de dificuldades que a sociedade deve se unir e lutar por mudanças e transformações. Vários países conseguiram se reorganizar e se desenvolver ao passar por guerras, catástrofes e crises, tendo como diferencial a rapidez nas ações, a aglutinação de esforços, o patriotismo e a disposição de mudar.
O Brasil é um país de grandes oportunidades e que tem condições de superar o atual momento, mas são necessárias reformas estruturais e severas.
O povo brasileiro é alegre e extrovertido, mas precisa resgatar a autoestima, se conscientizar, se posicionar e reivindicar por soluções.
A sociedade organizada deve exercer o papel de protagonista nesse processo de transformação.
As reformas devem começar com a busca pela eficiência na gestão pública e por meio uma política fiscal austera, com a redução de gastos e sem penalizar a sociedade com aumento de tributos.
A máquina pública está deficitária, sendo imprescindível o compromisso da classe política em exercer o seu papel de forma racional na aplicação dos recursos.
A reforma da previdência é uma necessidade, pois o modelo atual não é sustentável.
É preciso que os gestores públicos tenham coragem para mudar, mesmo que traga alguns desgastes, mas é preciso enxugar e diminuir a máquina pública, gerando mais produtividade e ganhos para a sociedade.
Em minhas reflexões sempre defendi o sistema presidencialista, mas acho que o atual momento tem exigido uma transformação profunda no meio político, sendo uma oportunidade experimentarmos o Parlamentarismo, o que contribuiria para maior agilidade na aprovação de leis, nas mudanças, na comunicação entre os poderes, na transparência e fiscalização.
Acredito que o Brasil já tenha maturidade para implementar mudanças nesse sentido.
O atual sistema político está fragmentado, não tem contribuído com a representatividade e atendimento aos anseios da sociedade. Hoje temos 35 partidos no Brasil e há margem para a criação de novos, cada qual com suas ideologias e empenho pelo poder. Políticos trocam de partidos a todo instante e quando não satisfeito buscam criar um novo.
O gestor público deve ser qualificado para o exercício do seu papel, atuando como um síndico que administra um condomínio.  No Brasil os papéis estão invertidos e a sociedade é que se esforça e se submete para servir e atender os interesses daqueles que governam.
Tenho como referência de excelência, o modelo de gestão pública adotado nos países Nórdicos (Dinamarca, Finlândia, Islândia, Noruega e Suécia), em que há eficiência na gestão, que os papéis dos gestores são claramente definidos, com limites, responsabilidades e uma legislação severa e que funciona, além de serem exemplos em retorno de contrapartidas à sociedade, gerando desenvolvimento e qualidade de vida.
O Estado não pode se eximir de suas responsabilidades e deveres. Deve haver uma via de mão dupla, em que responda pelo não cumprimento de seus compromissos. A segurança jurídica e a transparência devem predominar nas relações e negociações.
Crises sempre existiram, mas as atuais têm sido mais intensas e o senso de urgência nos sinaliza que é preciso nos mover, posicionar e lutar por soluções, pois se não houver reação, o cenário pode se tornar ainda mais crítico.
Quero continuar otimista, mesmo que o cenário pareça desfavorável, de que podemos contribuir com a consolidação de um país melhor, mas mudanças são urgentes e necessárias. Por que não experimentar o Parlamentarismo para a efetivação de uma mudança objetiva e real?
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DNA do Universo


Contos reflexivos do andarilho

Sentado debaixo da sombra de antiga gameleira, em uma praça em frente a uma universidade, o andarilho busca rever um antigo amigo.
Um professor que lhe ensinou muito, a tarde termina, a noite se inicia quando o velho professor se aproxima de um lanche à margem da praça como fez durante toda sua vida por tantas vezes.
Quando o professor pede o lanche, ouve uma voz conhecida. Ao olhar a sua volta vê o antigo aluno e amigo. Os dois se abraçam fraternamente, e um reverso do pluriverso, e o tempo voltando no próprio tempo.
O professor nem pega o lanche, e sai andando e conversando com o aluno transcendente.
E ali, enquanto caminham, vão colocando o papo em dia, o tempo teria que parar para que a saudade fosse dissipada.
A conversa segue calorosa, até que o andarilho pergunta sobre os estudos que ele fez no passado sobre o DNA do cosmo.
O velho professor sorri, e diz ao andarilho:
– Pesquisei sobre o que já sabia.
O andarilho sorri e pergunta:
– Então por que o fez?
O professor então lhe diz:
– O DNA do cosmo é único, a partícula quântica viaja a velocidade da luz.
Todo universo se comunica, o DNA não pertence a um, pertence a toda forma de vida.
Todas as formas de vida não são capazes de surgir onde anteriormente não tenham sido previamente contaminadas por vida preexistente.
Olha, meu caro aluno, toda vida vem de vida, somos a partícula quântica do Criador, daquele que e impossível provar sua existência.
Pois ele está em nós, ele é espírito. Todo universo foi colonizado pelo DNA do seu Criador.
A divindade suprema está em nossa mente.
Acompanhando cada um em seu ciclo evolutivo de completude cósmica.
Não é pelo fato dele estar embutido em nós que estaremos todos no mesmo nível intelectual, físico, mental.
Cada um busca sua forma de vida de acordo com o grau de evolução.
O andarilho sente-se como se estivesse em uma sala de aula, esquece-se do mundo a sua volta, e ouve apenas uma voz.
E assim o professor continua sua explanação para uma matéria viva, sobre uma antimatéria invisível.
(Abiogênese) não é para ser entendida, muito menos discutida, pois tudo é matéria, mesmo a antimatéria quando discutida não precisa ser entendida, serve apenas como ponto de reflexão para o que não conseguimos explicar.
Assim como a (panspermia) cósmica, não é preciso tentar provar algo que é lógico, apenas para quem tem conhecimento suficiente sobre os multiplanos.
São esquemas mentais de se tentar entender a formação do cosmo de uma forma multidisciplinar.
Não podemos nos prender a uma história única, para não corrermos o risco de ser injustos com as mentes que transcendem o universo em busca de sabedoria, e não de conhecimento.
O andarilho se delicia com explanação de uma mente que não sobrepõe ou impõe que apenas expõe as múltiplas formas do pensar.
Assim o mestre segue expondo sua via de acesso ao conhecimento de forma única, onde o aluno é que forma sua opinião, não pega nada pronto.
A (biogênese) somente nos mostra que para que algo exista é necessário um ponto de partida, mesmo que não se comprove, é mais uma ideia que nos faz mover no caminho do saber em construção.
Somos sementes de uma existência preexistente, nunca estivemos sozinhos, a matéria só é inanimada enquanto não chega a um grau evolutivo que a justifique.
O genoma que recebemos veio do próprio Criador, não é preciso que se busque de onde viemos, pois nosso genoma não veio de nós mesmos, dos humanos de uma dimensão única.
Viemos de seres superiores, que buscam povoar e desenvolver vidas independentes em todo o cosmo.
Somos fusão da própria matéria, a um nível cósmico indecifrável, por isso, por mais que se estude, não se consegue provar, o que surge são cada vez mais dúvidas ao invés de uma resposta definitiva.
Ainda discutimos o criacionismo e o evolucionismo, e nunca chegamos a uma concepção única.
Se ao invés disso juntássemos os dois veríamos que somos um planeta em constante evolução, e que somos frutos da própria criação divina.
A complexidade da vida é descrita por várias religiões e crenças, mas tolos daqueles que acham que têm razão, pois todos falam do mesmo Deus, ou seja, alguém que é superior e transcende a própria mente humana.
Tudo é força criadora, não importam os nomes que se deem, todos são um, na unicidade cósmica, são o caminho da salvação.
Ou melhor, da continuidade da vida após a morte, então por que discutir sobre algo que é consenso?
Por que não aceitar o outro conforme sua crença, por que guerras se elas são a desculpa da paz?
Se estivermos no mesmo plano por que existe um ser superior ao outro ser se somos uno, pois todos são iguais biologicamente, se somos feitos da mesma matéria, ou não somos todos constituídos de carne, ossos e sangue?
O andarilho não sabe o que pensar ou o que dizer, pois a cada pergunta vem junto a resposta. Pois é muito bom ouvir sobre algo que no fundo já sabemos, mas o sabor das palavras com o tempero do conhecimento cósmico torna o prato bem mais saboroso.
Mas o professor continua falando, não dá tempo do andarilho refletir.
Todos os seres são compostos basicamente dos mesmos elementos, o que muda é a composição das diferentes formas de vida, animadas ou inanimadas.
A pergunta não deveria ser, quem somos, e sim qual o propósito da nossa existência?
Fazer perguntas é fácil, o difícil é responder, pois isso demanda tempo e esforço coletivo, que nos unem nos diversos campos do saber.
Os seres querem apenas respostas para os seus problemas particulares, e aqueles que se dedicam à busca de conhecimento são objetos de dúvida, taxados como loucos, e quem se arrisca a entrar no mundo do saber é colocado à margem do corpo social.
Pois não têm pessoas com conhecimento suficiente para expor e discutir suas ideias, e acabam isolados.
O andarilho apenas reflete as últimas palavras do professor.
Com quem conversar certos assuntos se foge do senso comum, às vezes é melhor ficar calado, pois assim é mais fácil se misturar, e viver de forma comum, dedicando seu tempo ao multiconhecimento.
E assim formar um mundo próprio, e ficar na mesma dimensão, deixando sua dimensão apenas para você, pois se não fossem os grandes pensadores, como seria o mundo em que vivemos?
Assim os dois se despedem e os caminhos se dividem, e o andarilho sai melhor do que chegou, com apenas uma simples conversa.
A mente do andarilho se alimenta do conhecimento contínuo, e a cada nova conversa ele viaja pelo mesmo caminho, mas com um novo olhar.
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A essência do truísmo como moral


Uma nação ingênua que comete erros em busca da sabedoria propiciadora de felicidade

Para melhorar o mundo é imprescindível sagrar o truísmo da ética. O convívio social contemporâneo tem proporcionado situações diversas, interessantes e, seguramente, merecedoras de uma reflexão para extrair o que há de mais importante para um caminhar voltado para a promoção do ser humano em toda a sua extensão.
Certamente a humanidade tem avançado para um estágio cada vez melhor em busca da felicidade e, como resultado dessa evolução, vão brotando descobertas e inventos maravilhosos em todos os campos.
Mas, nem tudo são flores, apesar do perfume e do encanto que as novidades vão se apresentando pelos vergéis que povoam o planeta.
Cada um de nós apreendesse por menor tempo que fosse um pensar no bem estar coletivo colheríamos, seguramente, um agora muitíssimo melhor do instante que passou num relance sem qualquer objetivo prático ou avanço que nada avançou.
Ensinava Cristo que “a boca fala aquilo que o coração está cheio” como lição para modificarmos o rumo, pois, sem condenar, alertava para a necessidade de prosseguir a caminhada, mas, com um novo comportar, porque doutrinava “vá e não peque mais”.
Cair não é pecar! Errar não é pecar! Pecar é “errar” com tal intento e não buscar se corrigir, ou seja, é prosseguir ou se manter no erro por opção. Sana mente ou mente sã, mas sem razão (justificativa ou justificação).
Nós brasileiros somos um povo nascente no planeta terra. Uma nação ingênua que comete erros em busca da sabedoria propiciadora de felicidade. Caímos! Levantamos! E ainda muitas quedas e erguidas haveremos de protagonizar até alcançarmos o estágio de muitas nações que conquistaram excelentes vitórias coletivas durante a sua evolução nesse seu mais antigo caminhar.
Precisamos separar o erro do pecado. O pecado é, no campo religioso, o erro merecedor do perdão porque procura se corrigir. O erro é, no campo ético e político, o pecado merecedor de punição porque é o erro que optou manter-se em pecado, por tal raciocínio gerador de conflito social.
Quantos seres terrenos já não sonharam conviver uma realidade social pacífica e pacificada como a da Suécia ou Suíça? Não só delas, aqui citadas como exemplo, mas, também, de outras com igual proficiência, e para citar mais um povo e país exemplar, o Japão. Mas, com toda a certeza é preciso que prossigamos corrigindo os erros e defeitos.
 Novos ou antigos pecados cometidos e, porque somos seres falíveis em rota de evolução, as colisões virão, mas, corrigir sempre, até a exaustão se for preciso, para que a evolução não seja estanque.
O ser humano sonha. O sonhar coletivo é transformador. O grande, ou um dos grandes, e um dos mais graves de todos os pecados, pelo menos aqui assim por nós considerados, é o falso embalar e cruelmente enganar o sonho que o semelhante está a sonhar.
A escassez como conceito produziu a exploração das necessidades terrenas como um dos mais eficazes princípios criados e aperfeiçoados pelo homem em toda a sua história. O bem ou o mal que resulta de tal princípio não está em sua realidade ou ficção, mas, sim, como se processa a sua utilização ou aplicação.
A humanidade vai prosseguir o seu avanço lavrando a necessária e legítima evolução, mais lenta ou mais aceleradamente, dependendo da lição e colheita, sobretudo se começar no agora e não no depois a exigir como princípio no particular e no público a essência do truísmo como moral.
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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Fernanda Paes diz que mulherada chega mais junto do que homem


Atriz que prepara peças de Tchekhov realiza sessão de fotos para a GQ

A atriz Fernanda Paes Lemes diz que está triste. E o motivo é simples: recebe mais ‘abordagens’ de mulheres do que homens.
A atriz é dedicada e está envolvida com a obra de Anton Tchekhov. Fernanda vai atuar em três peças diferentes.
Para a revista GQ, onde fez belíssimo ensaio, ela comentou seu momento de solteira: “A mulherada tem chegado mais em mim do que os homens. Elas têm mais autoestima. Já eles são mais medrosos, me consideram uma mulher intocável”.
A atriz tem 32 anos. Mas há seis meses assumiu sua solteirice. E aceita ‘currículos’ para análise.
Fernanda até deu a pista para a GQ quando está interessada em um homem: “Se estou olhando muito e encostando na pessoa é porque estou a fim. Deixo bem claro, nunca fui de mimimi”.




Fica a dica.
Crédito foto: Revista GQ/Pedro Dimitrow
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O ser humano não precisa nem de Estado mínimo e nem máximo


Em busca de melhoria na convivência humana

Observamos, sobre a ótica de distintos estudos das ciências humanas, certamente em incalculáveis quadrantes do planeta, considerando ser muita pretensão estabelecer a totalidade, principalmente se sopesado os numerosos mistérios dentro do próprio orbe que permanecem sem resposta, que a evolução dos seres dominantes demonstra, até agora, decorrido incontáveis milênios, que o tempo percorrido tem proporcionado caminhos díspares entre evolução científica e evolução social.
A organização da sociedade posseira da razão apresenta, no amplo leque de desenvolvimento até o presente examinado, ou em exame, em praticamente todas ou quase todas as regiões consideradas habitadas do planeta, inclusive no seio de um mesmo povo, independente ou não do grau de conformação estatal, uma heterogeneidade de desenvolvimento como fenômeno irrefutável, ou próximo de tal.
A grande indagação, depois de observados as diferentes organizações, os avanços ou mutações nas conformações sociais desde ou até mesmo antes dos homens das cavernas e avançadas passo a passo com capítulos registrados em diferentes formas de composição e aglomeração humana, as teorias esquerda-direita, Estado de bem-estar social ou o mais atual e já (até mesmo) arrazoado e alcançado Estado extra-mercado, qual é o melhor Estado?
Não há uma corrente teórica determinante que consiga assegurar ou sequer acenar com timidez um cenário de estabilidade para as convulsões que se verificam por todos os continentes da terra. O planeta, mesmo não resolvido ou pacificado um conviver social gerador de felicidade igual para os seus habitantes arrisca uma exploração externa, fora de órbita.
A nascente política da exploração extra-planeta não é tão criança e, para o homem atual, assim como era para o homem do século ou de séculos acontecidos à busca do conhecimento como um eterno desafio, não há um freio ou limite justamente porque não se conhece a fronteira daquilo que se busca descobrir ou alcançar em razão da sabedoria ser uma fonte abundante e infinita.
Considerando algumas razões de ser do Estado, entre as quais respeitante ao princípio natural: de cada um, segundo a sua capacidade, a cada um segundo o seu trabalho e necessidades; resta comprovado que a disputa, nesse caso, não se transforma em arma de acumulação, ou seja, o contrário do que ocorre no capitalismo mais severo que resulta na exploração do homem pelo homem, ou seja, a unificação do bem é um mal em si. Poucos com muito e muitos com pouco.
Debruçando o olhar para o modelo de um Estado atualmente muito comentado no Brasil, dado o caos político que nos atinge e aflige, inclusive abordado por uma candidatura no último pleito presidencial, alguns pontos são questionáveis e cruciais principalmente se o Estado mínimo pretendido reportar sobre impostos voltados exclusivamente para a segurança e serviços judiciais e deixar de fora, entre outros, saúde, educação e seguridade social.
Mas, afinal, o que sobra como comento deste enfoque? Aqui deixamos apenas a ponta de um novelo considerável para um buscar melhor da convivência humana em avanços constantes, onde já se permite dividir uma consideração, em especial como resultante dos eventos migratórios que estão ocorrendo na Europa e até mesmo nas Américas.
 Neste particular, por relevo e para analise, a registrada por diferentes povos do velho continente no acolhimento de refugiados castigados pelas guerras e conflitos em suas pátrias, não somente como e por serem vítimas, mas, por considerá-los um só povo da espécie “gente”, destarte, o ser humano não precisa nem de Estado mínimo e nem máximo.
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As fronteiras vibracionais do Universo


Os fatos garante a continuidade do conhecimento

A Ciência humana, a despeito dos respeitáveis esforços de tantos abnegados idealistas, encontra-se no início de sua brilhante trajetória, apesar do extraordinário progresso a que nos tem conduzido. Vejamos o justificado deslumbramento de suas mais importantes figuras ante a restrita parcela do Cosmos que se vê.
Mas e diante da imensidade que não se enxerga, que não se descobriu ainda?… Não aludimos apenas ao Universo físico, com suas galáxias, que é algo realmente de assombrar: só a Via Láctea, da qual fazemos parte, abarca bilhões de estrelas… É incrível a sua abrangência!… E os mais poderosos telescópios e radiotelescópios alcançam a mínima parte deste Universo físico.
Os seres humanos, e mesmo os invisíveis de razoável grandeza espiritual, pois essas são muitas no “Outro Lado” da Vida, acabam também fascinados, e com muita razão…
Entretanto, e a amplitude que até agora não perlustramos? Aqui está a filigrana: quando arguimos pelo que falta desbravar, não estamos unicamente a nos referir à composição material dos corpos celestes que vagam pelo espaço; essa enormidade que os maiores cientistas não puderam até o presente momento pesquisar nem sequer ver de todo.
Falamos também do Universo Invisível, ultradimensional, onde as Almas residem, que, no estágio evolutivo da civilização contemporânea, não pôde, até agora, ser devidamente percebido pelos olhos somáticos nem acreditado pela Ciência terrestre, em boa parte.
E o mais surpreendente: nem por alguns religiosos que pregam a Vida Eterna. Todavia, quando diversos pioneiros começam a analisar e estudar as possíveis dimensões em que habitam os Espíritos, há quem procure depreciar sua labuta. Na verdade, temem avançar na direção descortinada pelos precursores.
 De certa forma, é como na fábula de Esopo (aprox. 620-564 a.C.): Vulpes et uva (A raposa e as uvas). Na famosa história, uma raposa, não podendo alcançar as almejadas uvas, que se encontravam num galho alto, acusa-as de estarem verdes, embora estivessem maduras.
O filósofo e sociólogo Herbert Spencer (1820-1903) acertou quando definiu que “há um princípio que é utilizado como uma barreira contra qualquer informação, como prova contra qualquer tipo de argumento. Esse princípio nunca pode falhar, de modo a manter a Humanidade numa ignorância contínua e perpétua. Esse princípio chama-se: condenar antes de investigar”.
A Ciência tradicional deverá preparar-se para absorver os muitos dados novos coligidos pela Ciência de ponta. Entretanto, terá de incluir nas novidades o reconhecimento do Mundo Espiritual, não como resultado de químicas cerebrais que excitariam a mente humana na região do ilusório, pois esta conclusão é muito cômoda, sobretudo ante realidade pluridimensional, onde existe o prolongamento da vida consciente e ativa do ser, nas esferas ainda invisíveis ao sentido visório.
Há mais de 30 anos, popularmente discorri sobre essa questão das dimensões materiais do Universo, tendo em vista ensinamentos do Evangelho e do Apocalipse de Jesus: em geral cogita-se de grandeza, dimensão, distâncias físicas…
 Contudo, os limites do Universo podem igualmente ser vibracionais… O ser humano falece, o corpo fica… O Espírito (ou como o queiram chamar), que não pode ser reduzido ao restrito território da mente, migra para outro Universo ou outros universos, que não se veem… A Ciência, em seus elevados termos, a posteriori comprova o que a Religião, de maneira intuitiva, bem antes percebera.
A primeira conceitua; a segunda ilumina, quando realmente Religião e nunca reserva de tabus e preconceitos. No entanto, a Intuição, conforme afirmamos, é sempre mais rápida. É a inteligência de Deus em nós.
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Os desafetos do saber



Nos íngremes degraus da sabedoria estão as frestas da ignorância apinhadas de desafiadoras informações mal concebidas, nelas se escondem todas as formas da teimosia, da intolerância, da arrogância, da avareza, da prepotência, da petulância e de outros adjetivos elevados a mais alta construção da incompatibilidade do saber. Entre um degrau e outro na busca do conhecimento, tropeçamos nessas fissuras que insistem em nos prender em algum degrau mal construído e, às vezes, a preguiça nos obriga a parar por ali. Porém, os fortes avançam incansavelmente.
Vencer a distância entre todos os degraus é uma façanha impossível para o homem comum, nessa busca alucinante do mais alto saber é de fundamental importância ter a consciência das dificuldades de se ter o êxito pretendido, pois é a certeza de não encontrar respostas para tudo é o que nos move em direção a alguma verdade.
Contudo, muitos homens ficam entre as frestas dos degraus e de lá observam os movimentos dos mais perseverantes e se vestem de seus mantos e assumem suas personalidades, mas, continuam submersos na escuridão da ignorância ecoando o som ouvido por tantos sábios que transitam por cima dos degraus.
Assim, os petulantes e pobres de saber vão aos palanques e desabafam suas palavras no mais alto dos sons e convertem os incautos em seres submissos as suas vontades. Nesse emaranhado barulho, a política surge como uma ignóbil tranca das portas da sabedoria e aprisiona os desprovidos de intelecto.
Depois de presos a este sistema os fracos homens são jogados às fortes massas capitalistas que formam uma esmagadora onda que arrasta todo o conhecimento para detrás dos muros da filosofia que atende aos ideais de todo o poder. E os prisioneiros se cobrem de adornos e aparelhos eletrônicos como soldados da causa político-capitalista.
Do outro lado, encontram-se os livros intocados por uma sociedade que se rendeu ao pensamento universal convencionado pelos barulhentos movimentos publicitários. Entre esses mundos a única saída são as páginas desses livros, que levam o homem em direção à luz.
O certo é dizer que enquanto houver o domínio da Política sobre nós, e não o do Estado De Direito, o saber será o nosso único trunfo para vencer o imperialismo político e, nesse sentido serão de fato livres os que possuírem o conhecimento e, somente esses, poderão realmente dizer que vivem num Estado Democrático De Direito. Ainda acrescento que o conhecimento vale mais que qualquer salário. Pois, dinheiro algum compra a liberdade, senão o saber.
Entretanto, pode ser que eu esteja errado, e no Brasil o Estado Democrático De Direito é a máscara da política de interesses e estamos sobre o domínio de suas vontades.


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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Que a verdade seja dita


Doa a quem doer
“O homem é um animal político.”
(Aristóteles)
Toma-se a assertiva dita por Aristóteles como um ponto de partida, não apenas para enfatizar que todas as relações sociais são dotadas de um viés político, mas para mostrar também que tal relação é intrínseca ao ser humano.
 O cenário político brasileiro atualmente é degradante e famigerado, e isso está sendo escancarado a olhos vistos.
 Como acadêmico de direito, e amante das ciências humanas e sociais aplicadas, é percebido que alguns indivíduos com um mínimo conhecimento da lei, e dotados de bela eloquência em seus argumentos, ou dotados de um alto poder aquisitivo, na maioria das vezes representando majoritariamente a classe política brasileira, tem dito em imprensa escrita, falada e digital, algumas verborragias que tem assustado quem ainda não tem intimidade com tais ciências aplicadas, no caso a maioria da população brasileira.
Aqueles poucos, que poderiam ser considerados como integrantes da “elite intelectual” da nação, em sua grande maioria, se abstém do processo político. Não apenas por medo ou indisposição, mas pela mais pura covardia.
Os olhos críticos, e ao mesmo tempo inertes da sociedade, e a impopularidade; que tal classe política fomenta a cada dia, com inúmeros casos de corrupção, serviu e serve de força motriz para a postergação de um sistema “às avessas” e sem perspectiva nenhuma de melhora.
Na qual, predominam desde os primórdios: valores hedonísticos em conjunto com os interesses da minoria elitista brasileira que colidem com os interesses da população brasileira, gerando assim um ninho de serpente, conforme se faz conhecido de todos nós.
Até quando será negligenciado, e postergado o caos das instituições políticas de nosso País? Até quando a carreira política estará associada a ascensão financeira? Onde foram parar as ideologias? Parafraseando o poeta Cazuza, “Ideologia, eu quero uma pra viver”.
 Se faz mister tomarmos a nossa posição como agentes fomentadores de mudança. Combatendo assim a corrupção alheia, como poderemos furar uma fila?  Como podemos estacionar em um local proibido? É preciso além de uma mudança estrutural, uma mudança de conduta e de cultura.
 Eliminando assim famoso “jeitinho brasileiro”. Poderia divagar por horas relatando os inúmeros casos que fazem parte da vivência da população brasileira, e casos que ocorrem dentro da Academia, local este que em tese deveria servir de exemplo, e ser um fomentador de caráter, e de posturas sérias e condizentes, com aquilo que é prelecionado na legislação vigente em nossos dias.
Seria necessário para eliminar a corrupção, propor uma educação emancipatória? Ou quem sabe delegar a terceiros uma obrigação que é estipulada constitucionalmente, já que como é do conhecimento de todos, a polêmica em relação as Organizações Sociais – OS, na Rede Estadual de Educação em Goiás tem fomentado todo o tipo de discussões,mal-estar e  rixas, trazendo insegurança a toda a sociedade, haja vista que tal implementação está tendo mais um caráter para enxotar a máquina estatal e impor “goela” a abaixo um sistema de ensino, que possivelmente não irá beneficiar o filho do trabalhador, mas a interesses escusos, mas isto poderá ser explanado em um outro momento.
Voltando ao tema desta explanação, durante toda a história brasileira, fomos marcados por formas degeneradas de governo (oligarquia, demagogia, etc.), o que na maioria das vezes só beneficiou alguns iluminados, e fomentou a sua sanha por poder, em detrimento do restante da população brasileira.
Para reduzir tais mazelas poderia se fazer um reducionismo e culparmos apenas os portugueses, por tais situações infames? Ou culpar a forma de colonização baseado na colônia de exploração? Seriam verdadeiramente estas, as explicações para a “falha moral” de nosso povo e das instituições políticas no Brasil? Creio que o buraco seja mais embaixo.
Por fim, estas linhas serão encerradas com um desabafo contra tudo isto que está ocorrendo em Terras Brasileiras, e que também foi um alerta feito por Joseph de Maistre, já no século XIX, e que a Que a verdade seja dita, doa a quem doer… Pois “cada povo tem o governo que merece”.
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