Na essência, os seres humanos são muito parecidos e na sua interioridade todos são maravilhosos. Não importa a cor, a cultura, a idade, o sexo ou a renda, todos fazem o seu melhor para serem felizes e bem-sucedidos.
A diferença é que também temos diferenças de conhecimentos, percepções, expectativas, ciclo de vida e experiências, e por estas e outras razões, a felicidade e o sucesso significam diferentes coisas para diferentes pessoas. Na ânsia por atingir nossos objetivos, com frequência complicamos por de mais a existência, vivendo muitas vezes em gaiolas mentais, presos ao passado ou ao futuro. Poucos vivem o aqui e o agora!
Especialistas ousam afirmar que 75% das pessoas são propensas à depressão e potenciais clientes do prozac (antidepressivo), por viverem grande parte de seu tempo presas aos acontecimentos passados. Já 20% das pessoas tendem a ser ansiosas, por serem reféns do futuro que ainda não chegou.
Somente 5% das pessoas vivem um minuto de cada vez e o presente é o único momento que é possível viver. Não há como fazer o passado retornar, ele valeu pela experiência que nos deixou e o futuro é probabilístico, só Deus sabe. Nesta viagem, chamada vida, em muitos momentos chegamos às raias do ridículo. Corremos numa roda parada feito hamsters, fazendo um esforço descomunal, sem, contudo sair do lugar.
A felicidade nos alcança mais facilmente quando paramos de correr atrás dela. Por gerações fomos educados, ou melhor, deseducados, com conceitos anti-vida, por exemplo: “é preciso fazer a guerra para alcançar a paz”. A mídia martelou o tempo todo nas nossas cabeças, que para ser, precisamos ter. Pela repetição a que fomos expostos, nós acreditamos. Por isso, mais e mais nos encontramos correndo em busca de uma felicidade condicional, que depende de coisas.
Quanto mais buscamos a felicidade, mais distante dela nos encontramos. A sociedade clama por líderes. Por toda parte vemos a falta de liderança e não é de se admirar esta carência. A alma humana está doente. Estamos rodeados de pessoas descentradas e desfocadas, e neste contexto é quase impossível exercer influência positiva sobre elas, motivá-las e formar equipes. Mais do que conhecimentos e recursos financeiros, as empresas precisam de pessoas competitivas para alcançar os seus objetivos.
Pessoas competitivas são pessoas felizes, que sabem fazer e dão o seu melhor. Grande parte das encrencas no mundo deve-se à inversão de valores. Principalmente as gerações nascidas após 1990 foram induzidas a conjugar os verbos da alta performance na ordem inversa – ter, ser e, de preferência, não precisar fazer. Seguir atalhos na vida é muito perigoso.
O caminho da sabedoria é ser, para depois fazer e como resultado ter. Com frequência, somos nós que criamos nossos problemas. Se você quer viver uma vida abundante, primeiro mude e amplie sua visão. Decida agora desfrutar mais da vida. Não espere para ser feliz. A vida é para ser vivida e não para ser pensada. É tão simples assim, nós é que complicamos as coisas. Você é tão feliz quanto acredita ser.
Por: Soeli de Oliveira.
Comente, deixe sua opinião...
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
O prefeito que eu quero
Eu quero um prefeito que ame a cidade. Tenha por ela o zelo e a firmeza que temos com os filhos. Zelo com a saúde. Que saiba o valor da dor e da privação. Que não fique indiferente por alguém que está doente e deitado em cima de um papelão num hospital. Saiba que há pessoas que passam vários dias tomando soro sentadas em uma cadeira plástica porque uma aranha resolveu dar uma picada no sujeito.
Eu quero um prefeito que sinta amor pela sua primeira professora. Que ele tenha a consciência de que foi lá na escolinha do bairro que ele se fez homem. E que tenha a certeza de que sem uma excelência na educação nunca seremos cidadãos de verdade.
Eu quero um prefeito que não esqueça de que muitas crianças vão para a escola matar a fome. Eu quero um prefeito que saiba aonde é o lugar do esgoto cloacal. Saiba que ele não deve passar na frente das casas das pessoas para as crianças brincar com os dejetos. Eu quero um prefeito que ao planejar asfaltar uma rua faça o mesmo para durar para sempre. E que não faça crateras à primeira chuva.
Eu quero um prefeito que se indigne com o fato de que há pessoas que dormem nas ruas. Sinta-se responsável e lhes ofereça uma cama digna. Eu quero um prefeito que não aceite papéis e sacos plásticos voando pelas ruas como andorinhas. E se for preciso, puxe a orelha do filho que cometer tamanha falha com a cidade.
Eu quero um prefeito que goste do cheiro de gente e sinta o vazio da fome juntamente com os seus filhos. E, sobretudo, eu quero um prefeito que seja capaz de se indignar com a injustiça e com a miséria humana.
Por: Terezinha Pasqualotto.
Comente, participe...
Postado por
William Junior
às
20:24
1 comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
terça-feira, 2 de outubro de 2012
Brasileiro mais satisfeito com a vida tem maior medo do desemprego
Na tentativa de medir a preocupação do brasileiro em manter o emprego e a satisfação dele com a vida, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) fez pesquisa e constatou que as famílias com a maior e a menor renda são as que têm mais medo de perder o emprego.
A pesquisa Termômetros da Sociedade Brasileira, divulgada nesta terça-feira (2), informa ainda que os mais ricos são os menos satisfeitos com a vida. O Índice do Medo do Desemprego (IMD) registrou alta de 0,8% em setembro na comparação com junho, chegando a 75,3 pontos.
Na comparação com setembro de 2011, quando foi registrado o menor valor da série iniciada em 2003 (71,6 pontos), a alta chegou a 2%. Na avaliação do gerente executivo da Unidade de Pesquisa e Competitividade da CNI, Renato da Fonseca, este índice é considerado baixo e o aumento registrado no terceiro trimestre pode ser avaliado como resultado da retração da atividade industrial e das notícias sobre a redução do ritmo de expansão do emprego.
As regiões Centro-Oeste e Norte foram as que apresentaram maior crescimento do IMD, 15,1% na comparação com junho.
A faixa etária que apresenta maior preocupação com o desemprego é a compreendida entre 40 e 49 anos (77,9 pontos), seguida da entre 25 e 29 anos (77,7 pontos).
Escolaridade No quesito escolaridade, o grupo mais preocupado é a das pessoas de nível superior (77 pontos) e o de ensino médio (76,7 pontos).
No que se refere à renda familiar, as faixas que têm mais preocupação com o emprego são as situadas nos dois extremos: de até um salário mínimo (80,8 pontos) e as famílias com renda superior a dez mínimos (79 pontos). O Índice de Satisfação com a Vida (ISV) registrou 106 pontos em setembro – o terceiro maior da série histórica iniciada em 2003, abaixo apenas dos registrados em dezembro de 2008 (106,3 pontos) e em setembro de 2011 (106,5 pontos). Com isso, se comparado a junho, o crescimento é 1,7%.
Mas, na comparação com setembro de 2011, há uma queda de 0,5%. Apontamento Uma curiosidade apontada pela CNI é que faixa etária mais preocupada com a possibilidade de perder o emprego (entre 40 e 49 anos) é a mesma que está mais satisfeita com a vida. Neste grupo, a pontuação relativa à satisfação foi 108,5 pontos.
No que se refere à renda familiar, os mais ricos, com renda superior a dez salários mínimos, estão em segundo lugar no quesito satisfação com a vida, com 108,3 pontos, atrás apenas dos com renda entre cinco e dez mínimos (109,7 pontos).
Para Renato Fonseca, o baixo IMD, associado à elevada satisfação com a vida, é uma indicação de que as pessoas estão dispostas a manter o nível de consumo, "e que o medo do desemprego é maior entre quem está mais satisfeito com a vida porque há uma tendência de as pessoas temerem a perda do que conquistaram".
Base Os dois índices têm como base o ano de 2003, considerando como 100 pontos o percentual médio registrado à época. A pesquisa Termômetro da Sociedade Brasileira do terceiro trimestre foi feita com 2002 pessoas maiores de 16 anos entre os dias 17 e 21 de setembro.
Fonte: Agência Brasil.
Comente este artigo, participe...
A pesquisa Termômetros da Sociedade Brasileira, divulgada nesta terça-feira (2), informa ainda que os mais ricos são os menos satisfeitos com a vida. O Índice do Medo do Desemprego (IMD) registrou alta de 0,8% em setembro na comparação com junho, chegando a 75,3 pontos.
Na comparação com setembro de 2011, quando foi registrado o menor valor da série iniciada em 2003 (71,6 pontos), a alta chegou a 2%. Na avaliação do gerente executivo da Unidade de Pesquisa e Competitividade da CNI, Renato da Fonseca, este índice é considerado baixo e o aumento registrado no terceiro trimestre pode ser avaliado como resultado da retração da atividade industrial e das notícias sobre a redução do ritmo de expansão do emprego.
As regiões Centro-Oeste e Norte foram as que apresentaram maior crescimento do IMD, 15,1% na comparação com junho.
A faixa etária que apresenta maior preocupação com o desemprego é a compreendida entre 40 e 49 anos (77,9 pontos), seguida da entre 25 e 29 anos (77,7 pontos).
Escolaridade No quesito escolaridade, o grupo mais preocupado é a das pessoas de nível superior (77 pontos) e o de ensino médio (76,7 pontos).
No que se refere à renda familiar, as faixas que têm mais preocupação com o emprego são as situadas nos dois extremos: de até um salário mínimo (80,8 pontos) e as famílias com renda superior a dez mínimos (79 pontos). O Índice de Satisfação com a Vida (ISV) registrou 106 pontos em setembro – o terceiro maior da série histórica iniciada em 2003, abaixo apenas dos registrados em dezembro de 2008 (106,3 pontos) e em setembro de 2011 (106,5 pontos). Com isso, se comparado a junho, o crescimento é 1,7%.
Mas, na comparação com setembro de 2011, há uma queda de 0,5%. Apontamento Uma curiosidade apontada pela CNI é que faixa etária mais preocupada com a possibilidade de perder o emprego (entre 40 e 49 anos) é a mesma que está mais satisfeita com a vida. Neste grupo, a pontuação relativa à satisfação foi 108,5 pontos.
No que se refere à renda familiar, os mais ricos, com renda superior a dez salários mínimos, estão em segundo lugar no quesito satisfação com a vida, com 108,3 pontos, atrás apenas dos com renda entre cinco e dez mínimos (109,7 pontos).
Para Renato Fonseca, o baixo IMD, associado à elevada satisfação com a vida, é uma indicação de que as pessoas estão dispostas a manter o nível de consumo, "e que o medo do desemprego é maior entre quem está mais satisfeito com a vida porque há uma tendência de as pessoas temerem a perda do que conquistaram".
Base Os dois índices têm como base o ano de 2003, considerando como 100 pontos o percentual médio registrado à época. A pesquisa Termômetro da Sociedade Brasileira do terceiro trimestre foi feita com 2002 pessoas maiores de 16 anos entre os dias 17 e 21 de setembro.
Fonte: Agência Brasil.
Comente este artigo, participe...
Postado por
William Junior
às
19:53
1 comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Cerco contra a automedicação
Por mais que sejam conhecidos os efeitos nocivos da automedicação, a prática ainda é bastante comum entre os brasileiros. Nem se precisaria de pesquisa sobre isso. Basta perguntar para algum amigo ou vizinho, para ter a triste confirmação: o ato de tomar remédio por conta própria é um hábito para muitos.
De olho no problema - e no tamanho dele Brasil afora -, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) abriu a discussão, em audiência pública realizada na última quinta-feira, sobre a necessidade de apresentação de receita médica para compra de medicamentos de tarja vermelha. A proposta da Anvisa, segundo informações da Agência Brasil, é implementar medidas de fiscalização e educação para alertar sobre os riscos da automedicação e estimular o consumo racional de medicamentos no país.
Os medicamentos de tarja vermelha correspondem a 65% do mercado do setor. Para a maior parte desses produtos, a legislação sanitária exige apenas a apresentação da receita médica no ato da compra. As farmácias, ao contrário do que ocorre atualmente com os antibióticos, não possuem a obrigação de ficar com as receitas.
A chefe do Núcleo de Gestão do Sistema Nacional de Notificação e Investigação em Vigilância Sanitária, Maria Eugênia Cury, diz que existem estudos consistentes. Tais pesquisas indicam que 44% dos remédios comprados para a automedicação estão entre os de tarja vermelha. O diretor-presidente da Anvisa, Dirceu Barbano, atribui essa falta de controle - danosa para a sociedade - a uma falha em sistema que tem um início de ciclo bem atendido.
“A regularização tem sido muito eficiente na produção, distribuição e pesquisa na área de medicamentos. Tudo isso tem regras rigorosíssimas, mas quando chega na etapa de fechamento, quando o medicamento vai para o paciente, o sistema foge de todos os padrões. O mesmo cuidado tomado na produção tem que ser tomado na chegada do medicamento ao paciente”, disse o diretor. Porém, Barbano disse não acreditar que a retenção de receita seja o melhor caminho.
E ironizou: “Seria necessário criar um prédio ao lado das farmácias para guardar as receitas retidas”. Em sua opinião, o mais indicado, por enquanto, seria atuar na conscientização da população. “A prescrição médica é fundamental para garantir um diagnóstico correto e o uso seguro e eficaz do medicamento”, disse Barbano. A sugestão que teve mais força entre os representantes da indústria farmacêutica foi a formação de um grupo de trabalho para a proposição de ideias que tragam avanços que vá além de mostrar ou não a receita como, por exemplo, sistemas eletrônicos desenvolvidos para um maior controle.
A ideia de debater o assunto é sempre boa, indispensável dentro da democracia. Contudo, o grupo de trabalho precisa agir rápido. Sem morosidade. Ainda que o país esteja em meio às agitações eleitorais. O edital de convocação para compor o tal grupo deverá ser publicado pela Anvisa até a metade do mês de outubro.
Aguardemos.
Fonte: Agência Brasil.
Comente este artigo...
De olho no problema - e no tamanho dele Brasil afora -, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) abriu a discussão, em audiência pública realizada na última quinta-feira, sobre a necessidade de apresentação de receita médica para compra de medicamentos de tarja vermelha. A proposta da Anvisa, segundo informações da Agência Brasil, é implementar medidas de fiscalização e educação para alertar sobre os riscos da automedicação e estimular o consumo racional de medicamentos no país.
Os medicamentos de tarja vermelha correspondem a 65% do mercado do setor. Para a maior parte desses produtos, a legislação sanitária exige apenas a apresentação da receita médica no ato da compra. As farmácias, ao contrário do que ocorre atualmente com os antibióticos, não possuem a obrigação de ficar com as receitas.
A chefe do Núcleo de Gestão do Sistema Nacional de Notificação e Investigação em Vigilância Sanitária, Maria Eugênia Cury, diz que existem estudos consistentes. Tais pesquisas indicam que 44% dos remédios comprados para a automedicação estão entre os de tarja vermelha. O diretor-presidente da Anvisa, Dirceu Barbano, atribui essa falta de controle - danosa para a sociedade - a uma falha em sistema que tem um início de ciclo bem atendido.
“A regularização tem sido muito eficiente na produção, distribuição e pesquisa na área de medicamentos. Tudo isso tem regras rigorosíssimas, mas quando chega na etapa de fechamento, quando o medicamento vai para o paciente, o sistema foge de todos os padrões. O mesmo cuidado tomado na produção tem que ser tomado na chegada do medicamento ao paciente”, disse o diretor. Porém, Barbano disse não acreditar que a retenção de receita seja o melhor caminho.
E ironizou: “Seria necessário criar um prédio ao lado das farmácias para guardar as receitas retidas”. Em sua opinião, o mais indicado, por enquanto, seria atuar na conscientização da população. “A prescrição médica é fundamental para garantir um diagnóstico correto e o uso seguro e eficaz do medicamento”, disse Barbano. A sugestão que teve mais força entre os representantes da indústria farmacêutica foi a formação de um grupo de trabalho para a proposição de ideias que tragam avanços que vá além de mostrar ou não a receita como, por exemplo, sistemas eletrônicos desenvolvidos para um maior controle.
A ideia de debater o assunto é sempre boa, indispensável dentro da democracia. Contudo, o grupo de trabalho precisa agir rápido. Sem morosidade. Ainda que o país esteja em meio às agitações eleitorais. O edital de convocação para compor o tal grupo deverá ser publicado pela Anvisa até a metade do mês de outubro.
Aguardemos.
Fonte: Agência Brasil.
Comente este artigo...
Postado por
William Junior
às
16:59
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Reféns do futuro?
Nossa vida se dirige para o futuro, disso todos sabemos e melhor se conseguirmos manter essa direção, mas é importante lembrar que ainda não chegamos lá. E quando confundimos, perdemos o presente, o real. Podemos dizer, sem receios, que a famigerada ansiedade, é o grande algoz do homem moderno, e do próprio viver. Ela faz concessões o tempo todo, mas sua moeda de troca não tem valor algum. Apenas uma promessa de dividendos, que não dá garantia alguma, e na maioria das vezes não entrega.
A ansiedade é uma dama extremamente sedutora, suas estratégias são pautadas em nossos desejos, vontades, nossos medos, angústias. Quanto mais conhecemos alguém, mais seremos capazes de seduzir. Sendo este sentimento um produto nosso, por certo nos conhece bem e usa esse conhecimento para nos envolver em sua miríade de promessas. Na medida em que a sedução só mostra o que não é, vende o que não tem. Aquele que cede aos seus encantos está fadado à decepção, e porque não dizer à destruição. Isso feito com crueldade, requinte, sutileza e lentamente.
A ânsia chega sorrateira, estuda o ambiente, estuda a personalidade. Chega a pedir licença, esbanja polidez, mas não se iludam. Logo estará ordenando, pressionando, tirando o seu sono, alterando seu humor, embaralhando seus pensamentos, roubando-lhe o real e brevemente você se tornará refém do futuro. Não se deixe seduzir. Não sacrifique o presente em prol de incertezas. Esteja aonde a vida realmente acontece.
O amanhã é uma bolha de sabão, só é possível colher o dia e tocar o que está a sua frente. Porque quando você cria o hábito de flertar com o porvir, se descola do agora e começa a viver uma fantasia. Sofre porque o ideal da mente, não condiz com o real da vida.
O futuro te faz bem ou mal?
É seu carrasco ou seu salvador, seu mestre, seu senhor, lhe dá ou tira a vida? Se queres viajar no tempo, tenha consciência de que é apenas uma viagem fantástica. Use-a para se divertir, não para se martirizar, sofrer ou se machucar.
O futuro vive de promessas, e é o melhor que ele pode fazer, e se você acha que pode viver de juras, então precisa rever seus conceitos.
O presente nem sempre é um mar de rosas, disso sabemos todos, mas é verdadeiro, é o que é. Não há vida no abismo, e quando você tenta dar o segundo passo sem ter dado o primeiro, ele te engole.
Liberte-se do futuro e aprenda a lidar com o real de forma saudável. Pense nisso!
Por: Odair J. Comin.
Comente, participe....
A ansiedade é uma dama extremamente sedutora, suas estratégias são pautadas em nossos desejos, vontades, nossos medos, angústias. Quanto mais conhecemos alguém, mais seremos capazes de seduzir. Sendo este sentimento um produto nosso, por certo nos conhece bem e usa esse conhecimento para nos envolver em sua miríade de promessas. Na medida em que a sedução só mostra o que não é, vende o que não tem. Aquele que cede aos seus encantos está fadado à decepção, e porque não dizer à destruição. Isso feito com crueldade, requinte, sutileza e lentamente.
A ânsia chega sorrateira, estuda o ambiente, estuda a personalidade. Chega a pedir licença, esbanja polidez, mas não se iludam. Logo estará ordenando, pressionando, tirando o seu sono, alterando seu humor, embaralhando seus pensamentos, roubando-lhe o real e brevemente você se tornará refém do futuro. Não se deixe seduzir. Não sacrifique o presente em prol de incertezas. Esteja aonde a vida realmente acontece.
O amanhã é uma bolha de sabão, só é possível colher o dia e tocar o que está a sua frente. Porque quando você cria o hábito de flertar com o porvir, se descola do agora e começa a viver uma fantasia. Sofre porque o ideal da mente, não condiz com o real da vida.
O futuro te faz bem ou mal?
É seu carrasco ou seu salvador, seu mestre, seu senhor, lhe dá ou tira a vida? Se queres viajar no tempo, tenha consciência de que é apenas uma viagem fantástica. Use-a para se divertir, não para se martirizar, sofrer ou se machucar.
O futuro vive de promessas, e é o melhor que ele pode fazer, e se você acha que pode viver de juras, então precisa rever seus conceitos.
O presente nem sempre é um mar de rosas, disso sabemos todos, mas é verdadeiro, é o que é. Não há vida no abismo, e quando você tenta dar o segundo passo sem ter dado o primeiro, ele te engole.
Liberte-se do futuro e aprenda a lidar com o real de forma saudável. Pense nisso!
Por: Odair J. Comin.
Comente, participe....
Postado por
William Junior
às
19:49
1 comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
A vida é mesmo uma caixinha de surpresas
Que a vida é pura surpresa isto não é surpresa para ninguém, mas às vezes eu me pego pensando em como este mundão de Deus dá voltas e reviravoltas. E quando a gente pensa que sabe todas as respostas, vem a vida e muda todas as perguntas e, assim, eu me perco no jogo da vida.
Amigos, desafetos, amor, raiva e ódio podem se transmutar em questão de segundos e até mesmo o próprio tempo pode passar rápido. Ou rápido passando, levar as boas e as más lembranças de uma vida.
Aliás, alguém já disse que no final só ficam as lembranças.
Tantos encontros que muito prometiam jazem perene no cemitério das ilusões enquanto pequenos encontros do destino podem se converter em poderosas ligações.
Mas destino existe ou a gente é que faz? Amigos podem se tornar desafetos e inimigos irmãos. Uma palavra dita numa ocasião errada pode mudar o rumo de qualquer situação, tanto para o bem como para o mal.
E às vezes um instante de reconciliação é mais forte que uma década de amizade. E por falar em amizade, eu comparo uma boa amizade a uma boa xícara de café: ambos devem ser quentes e doces e servidos com cuidado para que nem uma mácula ocorra ainda que digam que as verdadeiras amizades ou amizades verdadeiras sejam repletas de máculas.
Sei lá que surpresas a vida trará a mim ou a você, mas o importante é ter em mente o seu e o nosso direito supremo de sermos felizes de uma forma ou de outra.
Por: Marco Pereira Rozário.
Comente este artigo....
Amigos, desafetos, amor, raiva e ódio podem se transmutar em questão de segundos e até mesmo o próprio tempo pode passar rápido. Ou rápido passando, levar as boas e as más lembranças de uma vida.
Aliás, alguém já disse que no final só ficam as lembranças.
Tantos encontros que muito prometiam jazem perene no cemitério das ilusões enquanto pequenos encontros do destino podem se converter em poderosas ligações.
Mas destino existe ou a gente é que faz? Amigos podem se tornar desafetos e inimigos irmãos. Uma palavra dita numa ocasião errada pode mudar o rumo de qualquer situação, tanto para o bem como para o mal.
E às vezes um instante de reconciliação é mais forte que uma década de amizade. E por falar em amizade, eu comparo uma boa amizade a uma boa xícara de café: ambos devem ser quentes e doces e servidos com cuidado para que nem uma mácula ocorra ainda que digam que as verdadeiras amizades ou amizades verdadeiras sejam repletas de máculas.
Sei lá que surpresas a vida trará a mim ou a você, mas o importante é ter em mente o seu e o nosso direito supremo de sermos felizes de uma forma ou de outra.
Por: Marco Pereira Rozário.
Comente este artigo....
Postado por
William Junior
às
19:30
2
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Cem mil palavras
Eddie Murphy foi um astro dos anos 1980. Seu filme, Bervely Hills cop (Um tira da pesada), arrecadou milhões de dólares e catapultou sua carreira ao estrelato, tornando-o um dos atores mais bem pagos da época, com apenas 23 anos de idade.
Estrelou mais alguns sucessos ocasionais e hoje, em minha opinião, é um comediante mediano. Seu mais recente filme, Thousand Words (As mil palavras), será lançado no Brasil em dezembro deste ano. Nele, Murphy faz um agente literário que nunca lê as obras que publica. É do tipo falastrão que acha mais importante falar do que ouvir.
Sua vida transforma-se quando uma misteriosa árvore aparece em seu jardim e ele percebe que para cada palavra que fala, uma folha cai da árvore e quando não restar mais nenhuma, ambos morrerão. Seu personagem passa, então, a economizar palavras até descobrir uma maneira de cessar o “encanto”.
Também não adianta escrever, é palavra escrita, folha caída. Seria o fim do Facebook, Twitter e de outras redes sociais. Já tem algum tempo que esse tipo de filme não me atrai, mas reconheço que o argumento é interessante. Reza a sabedoria popular que nascemos com duas orelhas e uma boca, portanto, deveríamos falar menos e ouvir mais.
Imagine se cada um de nós tivesse uma árvore como essa do filme, não com mil folhas, mas, digamos, com cem mil. Teríamos, portanto, cem mil palavras para proferir até o nosso último dia de vida. Cem mil. Não são muitas. Só este texto tem mais de 500. Como você as usaria? Guardaria algumas para injuriar o seu time de futebol quando ele perder para o rival, que nem é tão bom assim?
Reservaria uma ou duas, dentre essas cem mil palavras, para espinafrar o motorista que anda devagar a sua frente, justo no dia em que vai passar o último capítulo da novela que você adora? Ou quem sabe sacaria dois ou três palavrõezinhos para praguejar contra seu vizinho só porque ele resolveu comemorar o aniversário e exagerou um pouco no volume da música?
Criticar é bem mais fácil do que elogiar, a gente sabe. Do mesmo modo que expressar a raiva, a malquerença e a cólera em palavras é tão mais simples do que manifestar o amor, a admiração e o afeto a um parente querido, a um amigo, um colega.
Por: Maurício Pons
Estrelou mais alguns sucessos ocasionais e hoje, em minha opinião, é um comediante mediano. Seu mais recente filme, Thousand Words (As mil palavras), será lançado no Brasil em dezembro deste ano. Nele, Murphy faz um agente literário que nunca lê as obras que publica. É do tipo falastrão que acha mais importante falar do que ouvir.
Sua vida transforma-se quando uma misteriosa árvore aparece em seu jardim e ele percebe que para cada palavra que fala, uma folha cai da árvore e quando não restar mais nenhuma, ambos morrerão. Seu personagem passa, então, a economizar palavras até descobrir uma maneira de cessar o “encanto”.
Também não adianta escrever, é palavra escrita, folha caída. Seria o fim do Facebook, Twitter e de outras redes sociais. Já tem algum tempo que esse tipo de filme não me atrai, mas reconheço que o argumento é interessante. Reza a sabedoria popular que nascemos com duas orelhas e uma boca, portanto, deveríamos falar menos e ouvir mais.
Imagine se cada um de nós tivesse uma árvore como essa do filme, não com mil folhas, mas, digamos, com cem mil. Teríamos, portanto, cem mil palavras para proferir até o nosso último dia de vida. Cem mil. Não são muitas. Só este texto tem mais de 500. Como você as usaria? Guardaria algumas para injuriar o seu time de futebol quando ele perder para o rival, que nem é tão bom assim?
Reservaria uma ou duas, dentre essas cem mil palavras, para espinafrar o motorista que anda devagar a sua frente, justo no dia em que vai passar o último capítulo da novela que você adora? Ou quem sabe sacaria dois ou três palavrõezinhos para praguejar contra seu vizinho só porque ele resolveu comemorar o aniversário e exagerou um pouco no volume da música?
Criticar é bem mais fácil do que elogiar, a gente sabe. Do mesmo modo que expressar a raiva, a malquerença e a cólera em palavras é tão mais simples do que manifestar o amor, a admiração e o afeto a um parente querido, a um amigo, um colega.
Por: Maurício Pons
Postado por
William Junior
às
10:34
2
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
sábado, 22 de setembro de 2012
Deficiência afetiva
Ela estava dentro de um ônibus qualquer. Indo para algum ponto da cidade. Ela gostava de sentar no fundo para poder ver melhor o que acontecia. Na rua, a chuva que caia havia criado uma espécie de véu, fino e bucólico, que pintava a cidade de forma quase que abstrata. E o trânsito não era dos mais agradáveis.
Dentro, ela via o mundo passar enquanto escutava em seus fones uma música que lhe fazia rememorar tempos distantes. E, num certo momento, reparou em uma senhora que recém havia adentrado no ônibus. Seu semblante era calmo. Os cabelos crespos, levemente molhados, tinham um aspecto quase que angelical. Seu rosto possuía marcas do tempo que entregavam sua idade um pouco avançada, mas era uma mulher bonita.
Todavia existia algo de peculiar naquela mulher... E isso chamou mais a atenção da moça de fones de ouvido. Faltava espaço no carro. O horário era propício para que a lotação máxima fosse alcançada em questão de minutos.
E por entre corpos inertes, a senhora tentava desbravar caminho rumo ao fundo do coletivo. Entre solavancos e encontrões, ela arduamente conseguiu ficar perto da porta de saída. E em pé.
Poucos minutos passam. E enquanto isso, o restante das pessoas parecia não ver e nem ouvir a senhora de idade que viajava pendurada na vertical. Todos ao seu redor ignoravam sua presença de forma tranquila, como se aquilo fosse a coisa mais natural a ser feita.
E a moça dos fones de ouvido resolveu intervir naquela cena toda. De supetão, a mulher levantou-se de seu acento e desbravou caminho até chegar na senhora. Chegando lá, disse para a dona que ela poderia ficar com o seu lugar, pois ela tinha preferencia por causa da idade e tudo o mais.
Seu discurso foi reto e correto, mas não surtiu muito efeito na massa maioritária. Eis que então a senhora responde positivamente para a mulher, apenas com um aceno de cabeça, e segue para o banco que agora estava vago.
Chegando lá, a senhora se acomoda lentamente, coloca sua bolsa no colo e fala com a mulher de um jeito um pouco diferente. Ela agradeceu a gentileza com um sorriso, tocou na mão da moça para retribuir a delicadeza e a chamou mais perto para falar algo.
Sua voz era quase inaudível. Muito suave e lenta. A moça se encolheu toda e aproximou o ouvido da senhora para poder entender com mais clareza o que aquela mulher de idade tinha a dizer.
E entre os ruídos do ambiente e da rua, a menina escutou tal frase: “Tenho um problema desde de sempre, sabe? Sou surda desde de que nasci e aprendi a viver com isso. Tanto é que sei ler os lábios das pessoas. Não preciso de caridade e nem de ajuda, mas gentileza e respeito sempre é bom. Te agradeço do fundo do coração.
E leve isso para a sua vida, minha querida: o deficiente é aquele que finge não prestar atenção nas pessoas; que finge não ver, não escutar e não falar com seus semelhantes.
Meu problema é apenas um problema. Já essa deficiência aí, infelizmente, não tem cura”.
por Daniel Bittencourt.
Comente essse texto...
Dentro, ela via o mundo passar enquanto escutava em seus fones uma música que lhe fazia rememorar tempos distantes. E, num certo momento, reparou em uma senhora que recém havia adentrado no ônibus. Seu semblante era calmo. Os cabelos crespos, levemente molhados, tinham um aspecto quase que angelical. Seu rosto possuía marcas do tempo que entregavam sua idade um pouco avançada, mas era uma mulher bonita.
Todavia existia algo de peculiar naquela mulher... E isso chamou mais a atenção da moça de fones de ouvido. Faltava espaço no carro. O horário era propício para que a lotação máxima fosse alcançada em questão de minutos.
E por entre corpos inertes, a senhora tentava desbravar caminho rumo ao fundo do coletivo. Entre solavancos e encontrões, ela arduamente conseguiu ficar perto da porta de saída. E em pé.
Poucos minutos passam. E enquanto isso, o restante das pessoas parecia não ver e nem ouvir a senhora de idade que viajava pendurada na vertical. Todos ao seu redor ignoravam sua presença de forma tranquila, como se aquilo fosse a coisa mais natural a ser feita.
E a moça dos fones de ouvido resolveu intervir naquela cena toda. De supetão, a mulher levantou-se de seu acento e desbravou caminho até chegar na senhora. Chegando lá, disse para a dona que ela poderia ficar com o seu lugar, pois ela tinha preferencia por causa da idade e tudo o mais.
Seu discurso foi reto e correto, mas não surtiu muito efeito na massa maioritária. Eis que então a senhora responde positivamente para a mulher, apenas com um aceno de cabeça, e segue para o banco que agora estava vago.
Chegando lá, a senhora se acomoda lentamente, coloca sua bolsa no colo e fala com a mulher de um jeito um pouco diferente. Ela agradeceu a gentileza com um sorriso, tocou na mão da moça para retribuir a delicadeza e a chamou mais perto para falar algo.
Sua voz era quase inaudível. Muito suave e lenta. A moça se encolheu toda e aproximou o ouvido da senhora para poder entender com mais clareza o que aquela mulher de idade tinha a dizer.
E entre os ruídos do ambiente e da rua, a menina escutou tal frase: “Tenho um problema desde de sempre, sabe? Sou surda desde de que nasci e aprendi a viver com isso. Tanto é que sei ler os lábios das pessoas. Não preciso de caridade e nem de ajuda, mas gentileza e respeito sempre é bom. Te agradeço do fundo do coração.
E leve isso para a sua vida, minha querida: o deficiente é aquele que finge não prestar atenção nas pessoas; que finge não ver, não escutar e não falar com seus semelhantes.
Meu problema é apenas um problema. Já essa deficiência aí, infelizmente, não tem cura”.
por Daniel Bittencourt.
Comente essse texto...
Postado por
William Junior
às
15:01
1 comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
O mão de vaca
Adão estava perambulando triste pelo jardim do Éden, muito sozinho, quando Deus perguntou:
- O que há de errado com você?
Adão disse que não tinha com quem conversar e era muito solitário.
Deus disse-lhe que então iria lhe fazer uma companhia e que seria uma mulher.
Disse mais: - Ela será muito bonita, recolherá alimento para você, irá cozinhar para você e, quando você sujar suas vestimentas, ela lavará para você.
Concordará sempre com cada decisão que você tomar e não o enganará.
Será sempre a primeira a admitir que estava errada quando vocês tiverem um desentendimento.
Elogiará você e o apoiará sempre.
Carregará suas crianças e nunca pedirá que você se levante no meio da noite para cuidar deles.
Nunca terá uma enxaqueca e sempre terá vontade e disposição para lhe dar amor e carinho sempre que você necessitar.
Adão, então, perguntou a Deus: - Quanto me custará essa mulher?
Deus respondeu: - Um braço e uma perna.
Adão, pensou por um momento e então, falou:
- O que posso conseguir por uma costela?
Naturalmente, o resto da história você conhece!!!
Viu no que dá ser mão-de-vaca???
- O que há de errado com você?
Adão disse que não tinha com quem conversar e era muito solitário.
Deus disse-lhe que então iria lhe fazer uma companhia e que seria uma mulher.
Disse mais: - Ela será muito bonita, recolherá alimento para você, irá cozinhar para você e, quando você sujar suas vestimentas, ela lavará para você.
Concordará sempre com cada decisão que você tomar e não o enganará.
Será sempre a primeira a admitir que estava errada quando vocês tiverem um desentendimento.
Elogiará você e o apoiará sempre.
Carregará suas crianças e nunca pedirá que você se levante no meio da noite para cuidar deles.
Nunca terá uma enxaqueca e sempre terá vontade e disposição para lhe dar amor e carinho sempre que você necessitar.
Adão, então, perguntou a Deus: - Quanto me custará essa mulher?
Deus respondeu: - Um braço e uma perna.
Adão, pensou por um momento e então, falou:
- O que posso conseguir por uma costela?
Naturalmente, o resto da história você conhece!!!
Viu no que dá ser mão-de-vaca???
Postado por
William Junior
às
08:51
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
A felicidade, onde encontrá-la?


A felicidade não é um sentimento permanente. Seriam rasgos de alegria e contentamento; de satisfação, de bem-estar, além disso, de tranquilidade e serenidade na emoção das nossas tristezas. Em contrapartida, outros valores impedem que o homem alcance plenamente o gosto pela vida quando os outros obstáculos têm sido a causa de aborrecimentos e contrariedades; de tristeza causada por doença, pela falta de carinho do seu semelhante, mediante o abandono de uma existência sofrida e infeliz; ela é ocasionada através da solidão, embora esteja cercado de pessoas que caminham distantes e indiferentes aos mais atingidos por experimentar o amargor da infelicidade.
Seguidamente muitos falam que a sorte é favorável para os que afirmam que a pessoa está feliz por conviver e encontrar pessoas honestas. Aliás, nestes dias de tumulto, é muito difícil quando se presencia uma infinidade de indivíduos agindo na corrupção e no roubo revelado, como se isso fosse o verdadeiro caminho para encontrar a felicidade. Poderá até uma pessoa estar feliz com o seu negócio ou mesmo comprar um bilhete premiado para dizer: eu sou feliz!
Na verdade, o dinheiro tem sido a causa da perdição de muitos ricos que se deixam vislumbrar pelo brilho fácil dos bens adquiridos e das riquezas passageiras; diga-se, a bem da verdade, existem ricos caridosos e solidários aos movimentos de filantropia, dando do que tem para os mais necessitados.
Não obstante, o Brasil encontra-se contaminado por tantos males causados a terceiros, sem haver a mínima esperança de se presenciar a bondade no coração daqueles que poderiam eliminar o sofrimento de milhões de seres humanos. Na verdade, esta plenitude de felicidade é o que todo homem procura obscuramente através de seus esforços e do trabalho honesto.
Certamente, ela é o polo oculto que magnetiza o dinamismo humano. Toda ação humana, mesmo os gestos mais simples, é transpassada por este magnetismo. Se esse magnetismo cessasse, o homem perderia o verdadeiro sentido de viver e seria prostrado pelo tédio.
Na verdade, o tédio é um sentimento misto de desgosto, fastio, desânimo e aversão por tudo e por todos, paralisando a atividade e privando o homem do desejo de viver. O tédio é o perigo que espreita o homem na ociosidade e no abismo terrível em que se afundam os devassos, os que tendo tudo, nada lhes agrada por decepções colhidas nas orgias orgiásticas deste mundo carregado de pecados.
A felicidade é uma condição atrelada à liberdade, pois a felicidade não prospera num ambiente repleto de limitações emocionais, de momentos passageiros que podem obstruir o verdadeiro sentido da vida para impedir o prazer e o sentimento da felicidade no coração do maior número de pessoas aflitas que caminham pelo mundo em busca da paz espiritual.
Por: Léo L. Vieira.
Comente, participe.....
Postado por
William Junior
às
19:54
1 comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Postagens mais recentes
Postagens mais antigas
Página inicial
Linkbão
Oi Torpedo
Oi Torpedo Web
Click Jogos Online
Claro Torpedo
Claro Torpedo Gratis
Rastreamento Correios
Mundo Oi
oitorpedo.com.br
mundo oi torpedos
mundo oi.com.br
oi.com.br
torpedo-online
Resultado Dupla Sena
Resultado Loteria Federal
Resultado Loteca
Resultado Lotofacil
Resultado Lotogol
Resultado Lotomania
Resultado Mega-sena
Resultado Quina
Resultado Timemania
baixa-facil
Resultado Loterias
E-Scripter
Assinar:
Postagens (Atom)













Visitas
Desde: 15/07/2009
Meta (1.000) seguidores
Você visitou o blog:
Vezes




