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Bem, de verdade mesmo, quando o intuito é saber o que uma pessoa está sentindo, o modo mais seguro e simples seria o óbvio: perguntando para ela! Entretanto, considerando que nem todos conseguem ser tão diretos e sinceros – seja para perguntar ou para responder – especialmente quando o assunto é sentimento ou desejo, esta pode não ser a forma mais eficiente. Sim, é difícil ser óbvio, na maioria das vezes. E talvez seja por isso que os relacionamentos nos desafiem tanto!
Portanto, se você não pretende perguntar, ou ainda, se já perguntou, mas a resposta obtida não te convenceu, sugiro que lance mão de duas ferramentas próprias também bastante eficientes: a observação e a intuição.
A observação servirá para você diferenciar as atitudes de quem está a fim e de quem não está, seja de você ou de qualquer outra pessoa. E a intuição servirá para você se dar conta do que acontece ao seu redor e que nem sempre é tão evidente. A intuição é uma espécie de linguagem do coração: nos dá respostas que as palavras, muitas vezes, não conseguem.
Entretanto, penso que mais fácil do que identificar as ações de alguém que não está a fim de você, seja constatar as ações de quem está a fim. Lembre-se de que gostar de alguém não tem a ver somente com palavras, mas principalmente com atitudes. Afinal, não basta sentir, é preciso agir de modo coerente com tais sentimentos. Então, fique de olho nessas dicas de como se comporta alguém que está a fim de você:
- Quem está a fim, demonstra interesse, quer saber da sua vida, do seu dia, dos seus planos e desejos.
- Quem está a fim, quer te ver, quer marcar um café, um cinema, uma balada ou um simples esbarrão onde seus caminhos se cruzam...
- Quem está a fim, liga, manda mensagem, torpedo, carta, sinal de fumaça, qualquer coisa... mas não desaparece!
- Quem está a fim, cumpre o que promete. E quando não pode cumprir, se justifica, se explica, pede desculpas.
- Quem está a fim, não vive inventando desculpas duvidosas ou esfarrapadas para os recorrentes sumiços ou furos.
- Quem está a fim, sente saudades, reclama sua ausência, esforça-se para viabilizar um encontro, nem que tenha de fazer parecer mera coincidência.
- Quem está a fim, dá um jeito de descobrir do que você gosta, porque o que mais quer é te agradar, surpreender, conquistar, seduzir...
- Quem está a fim, não vai embora só porque vocês discutiram, não desiste de você depois do primeiro obstáculo. Quem está a fim, persiste, insiste, tenta até o fim...
E por essas e outras, você já pode ter uma noção da diferença entre quem quer e quem não quer estar com você. Eu sei que quando a gente está a fim, quer dar mais uma chance, tentar conquistar, tentar mudar o panorama desfavorável. Ok! Não há nada de errado nisso! No entanto, fique atento para não extrapolar seu próprio limite.
Se o outro insiste em dizer ou demonstrar que não quer, que não é a melhor hora, o ideal mesmo, para não se machucar e detonar a sua autoestima, é amargar alguns dias de rejeição e, em seguida, partir pra outra. Bola pra frente. Não vale a pena ficar investindo toda sua energia numa pessoa que já deixou claro que não tem espaço para você na vida dela.
E tome bastante cuidado principalmente com aqueles que adoram levar o outro em banho-maria. Num dia, são românticos, carinhosos, queridos, apaixonados. No outro, desaparecem ou são grosseiros, frios e te tratam como se você fosse um intruso, insistente e chato. Fuja desse tipo de gente, porque são sinônimos de sofrimento intenso. São enlouquecedores!
Muito pior do que um claro não, é um constante sim-não-sim-não-sim.... Isso, ninguém merece! É jogo sujo, golpe baixo, covardia...Por Rosana Braga.
Gostou? então comente, participe!!!

A preocupante contaminação de milhares de pessoas pela bactéria Escherichia coli e a ocorrência de dezenas de mortes, no Hemisfério Norte, suscita urgente reflexão sobre a campanha que se faz no Brasil contra a utilização de sacolas de plástico. Como se sabe, elas têm sido o bode expiatório do meio ambiente, dentre todos os resíduos sólidos, antes mesmo de se aplicar a nova legislação federal sobre o tema. Leis restritivas são aprovadas em estados e municípios, à revelia da Constituição, e se celebram acordos para extingui-las. Contudo, de modo comprovado, elas são as embalagens mais higiênicas para o transporte de alimentos.
Em junho de 2010, conclusivo estudo da Universidade do Arizona (EUA) referendou os alertas que já vínhamos fazendo quanto ao perigo de contaminações cruzadas pela E. Coli em sacolas retornáveis de supermercados. Não se pode afirmar ser essa a causa da atual epidemia, que já afetou 13 países europeus, os Estados Unidos e o Canadá. Contudo, considerando a constatação científica anterior, não se deve correr qualquer risco. Afinal, estamos falando de saúde pública e vidas humanas.
Referindo-se àquele estudo, Charles Gerba, professor de Ciências Ambientais na Universidade do Arizona e coautor do trabalho, foi taxativo: "Os resultados sugerem uma ameaça séria à saúde pública, especialmente por bactérias coliforms, como a E. coli, detectadas nas sacolas analisadas". Assim, é fundamental rever a campanha e as legislações inconstitucionais que se têm voltado contra as sacolas de plástico no Brasil. Reutilizáveis, dentre outras aplicações, no acondicionamento do lixo domestico, seu uso correto deve ser objeto de educação ambiental e campanhas de orientação, como se prevê para todos os itens abrangidos pela nova Lei dos Resíduos Sólidos.
Não é correto e justo que, embora o estudo norte-americano fosse bastante conhecido em nosso país desde o ano passado, associações de supermercados, aliadas a alguns governantes e parlamentares, tentem impor à sociedade as sacolas retornáveis, suscetíveis à contaminação e a serem pagas pelos consumidores. A gravidade do problema está evidente na epidemia ocorrida no Hemisfério Norte. É inadmissível colocar em risco a saúde pública. Portanto, é prudente rediscutir o assunto no Brasil, antes que ocorra mal maior.
Não se pode ser irresponsável ante um perigo amplamente conhecido. Desde meus tempos de aluno de Química Industrial essa questão gerava preocupações. À época, já me chamava a atenção a agressividade da E. coli. Quando estagiário de uma empresa de laticínios, analisava com todo o cuidado a contagem das colônias desse microorganismo, presentes nos produtos. Será que os supermercados desconhecem um tema corriqueiro até mesmo para estudantes? O pior é que a população é que pagará (literalmente) para ver...
Por Alfredo Schmitt. Empresário e presidente da Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas.Se desejar, comente, deixe suas sugestões aqui e entre para o rol de comentaristas do blog.

Imagine uma cidade sem cinema, biblioteca ou livraria. Não é difícil, esta é mais ou menos a regra. Bem, se tal cidade existe, também não terá um teatro e, muito menos, um museu.
Talvez nem mesmo um jornal, semanal que seja. Muitas não têm nada disso e, apesar de todo o prestígio da música popular, também não contam com uma casa de shows – loja de discos, nem pensar.
Donde essas cidades são habitadas por pessoas que nunca assistiram a um filme ou peça de teatro. Espetáculo de dança, esqueça. Nunca ouviram um concerto, nunca viram um quadro ou escultura importante e, bem provável, nunca leram um livro que não fosse o da lição.
Da mesma forma, nunca recitaram ou ouviram um poema, não sabem o que é ópera e os cantores que conhecem é por ouvir falar.
Há muitas cidades assim no Brasil. E não pense que sejam burgos perdidos no sertão ou no meio da selva amazônica.
Algumas são bem conhecidas pelo nome e ficam em Estados prósperos e orgulhosos, mais perto de nós do que imaginamos. São dados do IBGE, colhidos no último recenseamento, não muito difíceis de consultar.
O que não falta nessas cidades é televisão – porque 95% dos lares brasileiros têm pelo menos um aparelho. Mas não é bom para ninguém, nem para a televisão, que ela seja o único contato das pessoas com o mundo. Claro que, não demora muito, todas terão internet e, quando isso acontecer, dar-se-á o fenômeno de cidades que passaram da cultura zero para o universo digital, onde supostamente cabe tudo, sem o estágio intermediário, milenar, da cultura analógica.
Essas cidades podem ser zero em cultura, mas têm prefeitura e Câmara Municipal. E, em época de eleição, candidatos a deputado, senador, governador, talvez até presidente, devem aparecer por lá, com grande cara de pau. Interessante país, este que estamos formando.
Por Ruy Castro.Queres comentar? Use o blog ou o dihitt.

O título deste artigo é o mesmo de um artigo escrito por Mario Henrique Simonsen em 1991, em que o autor referia-se aos fracassos dos planos heterodoxos utilizados, ao longo da segunda metade dos anos oitenta e primeira metade dos anos noventa, ao combater a hiperinflação brasileira. O professor Simonsen é um dos raros casos de alguém que possuía um prestigio acadêmico a trabalhar no serviço público via meio político. Acredito que ele ilustra os três pontos que gostaria de abordar neste artigo: o funcionamento do meio acadêmico, o porquê de pessoas deste meio não participarem do serviço público e de suas decisões e, por último, as consequências disto.
A academia tem um funcionamento bastante simples e, razoavelmente, eficiente. Qualquer pessoa que possui alguma ideia pode publicá-la em um evento e/ou uma revista científica. Estudar e publicar em uma determinada área torna-o especialista no assunto. Para ser publicada, a ideia terá que passar pelo processo de avaliação que envolve um debate com outras pessoas, também especialistas e estudiosas da área do conhecimento em questão, que, por sua vez, levam em consideração vários aspectos, dentre os quais, a plausibilidade é requisito essencial.
No meio político, a plausibilidade das ideias não é requisito. As decisões passam por acomodações de interesses e, por exemplo, dois mais dois pode ser cinco se dessa forma ficar bom para a maioria. Portanto, pessoas do meio acadêmico têm receio de que suas ideias acabem distorcidas pela política e de que, no final, ainda acabem sendo responsabilizadas por algo que não fizeram. O que, normalmente, ocorre é que, se der certo, a ideia foi do político; se der errado, a ideia foi sua.
Por não saber lidar com o meio político, raramente, os cargos executivos são ocupados por pessoas do meio acadêmico e de sua área de especialização. Contudo, seria recomendável que, ao tomar decisões de cunho essencialmente técnico, pelo menos, haja algum debate e/ou alguém considerado especialista na área seja consultado. Caso contrário, as consequências podem ser desagradáveis.
Os planos heterodoxos de combate à inflação são ilustrativos. O que eles tinham em comum, além do fato de serem mirabolantes e carecerem de fundamentos lógicos? Todos foram originados a partir de ideias fora do meio acadêmico, que não passaram por qualquer debate com especialistas e não cumpriam nem mesmo aquele requisito básico de plausibilidade. Assim, o povo passou a ser cobaia de experimentos absurdos, com nenhuma chance de sucesso.
Consequências desagradáveis também podem ser vistas na mobilidade urbana em algumas cidades. Começam com medidas que previam a inversão de algumas vias, passam pela criação do sistema de integração do transporte público, sem que haja ônibus suficientes para que este fosse implementado, e culminam com a inclusão de uma faixa de segurança nas rodovias de maior movimento dos municípios. Essas últimas medidas podem ser comparadas ao sequestro dos recursos da conta corrente e da poupança feita no Plano Collor, pois, ambas não resolvem o problema e são absurdas. O caso das faixas de segurança é mais grave porque, diferentemente do Plano Collor, que tentava resolver um problema (hiperinflação) criado em um governo anterior (Sarney), as faixas são uma tentativa de minimizar um problema criado pelos próprios governos municipais, que criam estações de transbordo de passageiros nas quais os mesmos devem atravessar uma rodovia. Ou seja, um absurdo resultou em outro.
Infelizmente, não vislumbro uma solução próxima para os problemas de mobilidade urbana dos municípios, pois, provavelmente, ninguém que possua conhecimento inconteste nessa área estará disposto a participar neste momento, em que várias medidas que foram adotadas não podem ser revertidas sem que se pague um alto custo político. Assim, os cidadãos ainda terão que conviver, mais um período, sujeitos a novos experimentos.
Por Cristiano Oliveira Se desejar, comente aqui ou no dihitt.

Se não tomar certas precauções, o internauta poderá enfrentar vários problemas, inclusive de ordem jurídica
Apesar de não se tratar de um veículo de comunicação novo, a internet ainda é vista por muita gente como um campo minado. Com o advento das redes sociais, o receio em lidar com essas ferramentas tecnológicas cresceu mais ainda.
Existem razões para tal medo, já que os usuários da web podem enfrentar vários problemas, inclusive de ordem jurídica, caso não tomem certas precauções. Segundo o advogado Rony Vainzof – especialista em direito eletrônico e professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV) –, numa situação em que o internauta exponha sua vida pessoal de forma demasiada, por exemplo, os criminosos podem se utilizar disso para praticar alguns delitos.
“Existem vários casos envolvendo sequestros em que os bandidos traçaram o perfil da vítima por meio das redes sociais. Além disso, o internauta que pratica atos ofensivos à honra de outras pessoas pode ser condenado por crime de calúnia, difamação ou injúria. Caso se trate de um menor de idade, os pais dele responderão civilmente pelo filho”, explica Vainzof.
Ele orienta o usuário a evitar o estabelecimento de relações na web com pessoas que não conheça no mundo real. São muitos os casos envolvendo a captação de menores para prática de tráfico de pessoas e também de pornografia infantil. Além disso, alguns criminosos obtêm informações confidenciais da vítima para depois praticar extorsão.
Prestação de serviço
O advogado lembra ainda que toda rede social é uma prestadora de serviços, e não existe nada filantrópico nisso. Ao cadastrar um perfil, o internauta disponibiliza informações pessoais em troca desse serviço.
“O internauta assina um termo de adesão com esse prestador de serviços, muitas vezes, abrindo mão de certa privacidade com aquelas informações que disponibiliza. Ele assina um contrato eletrônico, que tem a mesma validade de um acordo no papel” explica o professor.
Mandamentos
Vainzof elaborou dez mandamentos fundamentais que devem ser respeitados pelos usuários das redes sociais, a fim de evitar o surgimento de problemas indesejados:
1 – Assim como na vida real, seja ético, honesto, íntegro, justo, sincero, bondoso e humano;
2 – Leia atentadamente os termos de uso (contratos) das redes sociais antes de assiná-los digitalmente;
3 – Utilize as opções mais restritivas de privacidade que as redes sociais disponibilizam;
4 – Não converse com estranhos nas ruas virtuais, não adicione amigos ou mantenha relacionamentos nas redes sociais sem ter certeza de que quem está do outro lado do computador é seu amigo na vida real;
5 – Cuide de sua senha como você cuida da chave de sua casa. Ela é a sua autenticação na internet;
6 – Não revele dados pessoais em redes sociais. Criminosos pesquisam o perfil das suas vítimas na internet;
7 – Não tire fotos comprometedoras de você mesmo ou de terceiros, muito menos as exponha na web;
8 – Não utilize identidade de terceiros, não seja racista, não ofenda, não ameace e não humilhe ninguém. Tudo isso é crime;
9 – Jamais incentive ou auxilie o suicídio;
10 – Pense muito antes de se manifestar em qualquer rede social, pois o seu pensamento se eternizará na internet, que muitas vezes não permite o direito ao arrependimento.
Fonte: Internet.O que achas disso? Comente, participe!

A Sociedade evoluiu, o Homem poluiu, destruiu muitos bens naturais, e tornou mais vulnerável a nossa existência. Assim como também fez grandes descobertas, e a partir delas salvou muitas vidas.
Como conseqüência destes avanços surgiram os desequilíbrios ambientais, aos quais o Homem de hoje dedica grandes estudos para encontrar soluções, buscando diminuir seus efeitos degradantes para que assim possa garantir melhor qualidade de vida à nossa raça.
O Homem de hoje está cada vez mais preocupado com a qualidade do Ar, a escassez de recursos naturais, tomando maior cuidado com os recursos renováveis, retirando a quantidade necessária para o uso e repondo de maneira proporcional, como também em produzir bens retornáveis (Recicláveis), pois sabe que desta forma estará poupando o Ecossistema e por conseqüência sua própria saúde.
Prova de toda essa preocupação da humanidade com o Planeta, são as diversas campanhas a favor das chamadas energias limpas, Hidroelétricas, Termoelétricas, Eólicas, dentre outras. Assim como está se tentando fazer com os combustíveis, onde se pretende substituir os fósseis, como o Petróleo, pelo Hibrido.
Outra grande ação consciente é a preservação da vida animal, onde ambientalistas dedicam-se na defesa da vida animal, principalmente de animais silvestres, muitos deles beirando a extinção, contudo, neste sentido a luta é bem mais difícil, pois muitos Homens ainda se utilizam da caça como lazer ou abatem em maior quantidade do que podem consumir, causando assim déficit de subsistência de algumas espécies, que acabam por ter sua capacidade reprodutiva natural cerceada, já que os principais alvos dos caçadores são os animais adultos, por conseqüência os que têm potencial reprodutor.
Desta forma a única maneira de preservar algumas espécies é em cativeiro e com reprodução controlada e/ou efetuada em laboratório.
Se pensarmos nesta segunda questão, a dos animais, veremos que apesar do Homem estar mais preocupado com seu futuro, ainda é deveras egoísta, pois se concentra em preservar sua espécie, mas não em cuidar das demais, parecendo esquecer-se que cada uma delas têm sua função, e a falta de qualquer uma delas causará um desequilíbrio na cadeia alimentar, que pode acarretar numa inversão de posições e culminar com os predadores convertidos em presas.
By: Rivaldo YagiComente o texto aqui ou no dihitt

"Você talvez não tenha se preocupado em conhecer o funcionamento de um formigueiro, porém poderia aprender muito sobre organização e produtividade
se resolvesse investir um tempo para saber mais sobre o assunto.
Assim, caso o tema lhe interesse vale a pena continuar a leitura do artigo.
Vamos a análise: como funciona um formigueiro? Em um formigueiro todas as formigas têm uma função clara e metas estabelecidas. Não é necessário que
ninguém fique cobrando resultados e produtividade, porque as formigas estão permanentemente motivadas em relação ao que fazem. Não existem greves,operações tartaruga ou formiga de má vontade.
A base disso é clara, a construção de um ambiente saudável em que se respeita a vocação de cada indivíduo. Gerar, produzir, manter, estocar,proteger e construir. Tudo em prol da rainha (o cliente).
Será que nossas instituições funcionam assim? Estaremos todos felizes com o que fazemos? Os objetivos estão bem claros e são razoáveis? Cada um tem a
chance de desenvolver seus talentos? O foco está voltado para o cliente(povo)? As lideranças permitem e estimulam a participação e valorizam os resultados?
Existe um espaço para tentativas de inovação ou se reprime o erro?
Em um formigueiro tudo isto funciona muito bem. Inclusive a possibilidade de tentar novas estratégias de alimentação e estocagem de acordo com a região do formigueiro, o alimento disponível e o clima.
Comparativamente com as nossas organizações equivale a dizer que o formigueiro se adapta às condições do mercado, para sobreviver e crescer continuamente.
Temos que transformar nossas organizações em formigueiros eficazes. E o início de tudo está na vontade dos líderes em construir um novo modelo empresarial, onde os talentos são a matéria-prima, capacidade são meios
produtivos e fidelidade dos clientes(povo) é o resultado final.
Nesta semana, pense, a natureza tem muito a ensinar. Vamos olhar as nossas volta e aprender com tudo e com todos, inclusive as pequeninas formigas."
UMA ORGANIZAÇÃO É FEITA DE PESSOAS, CADA UMA FAZENDO A SUA PARTE .
Se cada uma fizer a sua parte formaremos uma grande equipe.
Hoje, somente uma grande equipe ganha, pois, os objetivos são conhecidos por todos e todos sabem onde chegar.
(Autor desconhecido)
Recebi por e-mail e partilho com você.

Ser criativo nunca foi tão importante como nos dias atuais. Nas atividades simples do dia-a-dia, no trabalho ou relacionamentos afetivos, surpreender é a palavra de ordem.
Mas como desenvolver o “eu” criativo de todos nós.
Quem usa mais o pensamento criativo, tem mais habilidade intelectual e consegue ter idéias com mais freqüência. Os mais racionais, ou seja, aqueles que privilegiam o raciocínio lógico, muitas vezes se tornam excelentes analistas e executores de projetos, mas deixam de ser inventivos, característica tão privilegiada nos dias de hoje. Você se recorda há 20 , 25 anos atrás, quantos tipos de tênis nós tínhamos para escolher? Bamba e conga e olhe lá!!! E hoje, se juntarmos 1000 pessoas em uma sala, veremos mais de 900 modelos de diversas marcas, específicos para cada tipo de atividade: caminhada, corrida, entre outros. Isso é inovação, é criatividade...
Isso é a capacidade criativa que o mundo globalizado exige de nós! Se , por um lado temos uma demanda maior, essa demanda surgiu porque temos necessidades diferentes e exigimos isso no lado consumidor!
Muita gente pensa que criatividade é um dom ,uma espécie de privilégio próprio de alguns poucos predestinados. Hoje, sabe-se que criatividade é apenas uma maneira de pensar. Um jeito especial de aliar imaginação ao raciocínio. E essa maneira de pensar pode ser treinada por qualquer pessoa, ou seja, podemos, a qualquer momento , nos tornarmos seres criativos e nos tornarmos melhores e ainda oferecer serviços diversificados!
Que bom! Isso nos dá um certo alívio, se criatividade não é coisa de nenhum predestinado, posso aprender, posso desenvolver... e aprender só depende de mim!
Que bom! Isso nos dá um certo alívio, se criatividade não é coisa de nenhum predestinado, posso aprender, posso desenvolver... e aprender só depende de mim!
Só depende da minha boa atitude!
Então, mãos à obra!!!
Por Déborah Capell Simone.Comente aqui ou no dihitt

Na esteira de seu novo disco, à venda num site para o qual as pessoas podem escrever o que quiserem, Chico Buarque fez uma grave constatação. 'Eu achava que era amado, porque as pessoas iam ao show, me aplaudiam, e, na rua, me cumprimentavam', ele disse. 'Descobri, na internet, que sou odiado. As pessoas falam o que lhes vem à cabeça. Agora entendi as regras do jogo.'
Sim, são as novas regras. Chico Buarque, possivelmente, nunca foi a unanimidade que se pensava _ao lado das multidões que lhe são gratas pela beleza que espalha em letra e música há quase 50 anos, sempre devem ter existido os inconformados com seu sucesso, com seu talento, com suas rimas, talvez até com seus olhos claros.
A diferença é que os que não gostavam dele não se dariam ao trabalho de ir a seus shows para hostilizá-lo e, se passassem por ele na rua, não se disporiam a desfeiteá-lo. A vida real tem seus códigos de convívio _nela, para melhor andamento dos trabalhos, somos mais tolerantes e evitamos dizer o que pensamos uns dos outros. Mas a internet está fora desses códigos.
Nesta, ao sermos convidados a 'interagir' e a 'postar' nossos comentários, podemos despejar tudo que pensamos contra ou a favor de quem quer que seja. Quase sempre, contra. Uma sequência de comentários _que, em poucas horas, são milhares_ a respeito de qualquer coisa nas páginas on-line é uma saraivada de ódios, despeitos, rancores, recalques e ressentimentos. E, não raro, num português de quinta. Pode-se ofender, ameaçar e agredir sem receio, como numa covarde carta anônima coletiva.
Alguns dirão que isso tem um lado bom _com a internet, acabou a hipocrisia e, agora, as pessoas podem se revelar como realmente são. Que ótimo. Resta perguntar quando elas passarão à prática _do ódio on-line contra X ou Y para sua manifestação concreta na rua. Por Ruy Castro.Comente essa atitude, será isso mesmo? Participe!

Pouco importa a metáfora! Seja representada, na crença popular, pela alma ou o espírito de algo que já havia sido sepultado ou pela criatura mitológica de aspecto reptiliano horroroso, a inflação nunca saiu de perto de nós.
Alguns especialistas e políticos, normalmente de apoio ao governo, tangenciam o debate, mas a inflação, definida como “aumento persistente dos preços em geral, que acaba resultando em uma perda contínua do poder aquisitivo da moeda”, segue presente em todos os lugares e momentos da vida cotidiana.
Seja nas gôndolas dos supermercados ou prateleiras das vendinhas e armazéns, ou na feira livre que abastece todas as semanas nossas geladeiras e despensas.
Ou ainda, na conta mensal das concessionárias dos serviços públicos (energia elétrica, água e saneamento, etc.) ou no valor dos aluguéis, passagens de ônibus, metrô ou trem, taxas de pedágio, e tudo o mais que se possa imaginar. E o contracheque, ó!
Inclusive perdura a proibição de indexação dos salários a índice de preços, mas os demais produtos e serviços de consumo e utilização diários seguem com sua ligação umbilical a determinados índices, mesmo que referencialmente.
Ainda não temos uma hiperinflação e como leiga, a maioria da população não sabe definir se a inflação é de demanda ou de custos, ou se há em curso uma espiral inflacionária leve.
O fato é que o brasileiro, ao comprar pão, leite, carne, massa, água mineral, material de limpeza ou utilizar os serviços da faxineira, da manicure, da lavanderia, nota e sente na parte mais sensível do seu corpo – o bolso! Ah! Ah! – que a cada dia necessita de mais dinheiro para viver.
Se isto não é inflação, deve ser o seu fantasma ou o dragão, com certeza!!! Basta uma rápida olhada na dezena de indicadores de preços existentes.
Como a cesta de produtos ou serviços consumidos se altera de indivíduo para indivíduo, foram criados diversos. Entre eles o IGP (Índice Geral de Preços), o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), o INCC (Índice Nacional do Custo da Construção), e cada um com variantes que tonteiam o pobre mortal.
Mas o que salta aos olhos é que, em maio, a sua variação, computada nos últimos doze meses, ficou na faixa entre 6,30% (INPC) e 10,84% (IGP-DI). Ou seja, temos a constatação oficial de que a inflação perdura e persiste. E isto que em muitos setores a elevação de preços foi muito superior.
Por isso não estranhamos a resposta dada por cerca de um terço dos entrevistados em pesquisa contratada pela Federação das Indústrias de SP (Fiesp). A inflação é “o que mais faz perder o sono” dos cidadãos que responderam à pesquisa, superando inclusive o medo da violência urbana e o desemprego.
Indiscutivelmente, apesar de o governo dizer que está jogando forte pela estabilização, é sempre bom reafirmar e ser mais incisivo em medidas de contenção dos preços.
Passamos por este drama da inflação galopante há menos de duas décadas, e foram momentos difíceis da vida brasileira. Fantasma ou dragão, a inflação tem que ser controlada, num combate sem tréguas. Pois sua recidiva é assustadora e intranquilizante. Faz perder o sono.
Por Vilson Antonio Romero. E-mail: vilsonromero@yahoo.com.br Comente aqui ou no dihitt.