sábado, 16 de dezembro de 2017
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quarta-feira, 22 de novembro de 2017
Show da língua portuguesa
'Um homem rico estava muito mal,
agonizando. Pediu papel e caneta. Escreveu assim:
'Deixo meus bens a minha irmã não
a meu sobrinho jamais será paga a conta do padeiro nada dou aos pobres.'
Morreu antes de fazer a pontuação.
A quem deixava a fortuna? Eram quatro concorrentes.
1A irmã fez a seguinte pontuação:
Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
2) O sobrinho chegou em seguida.
Pontuou assim o escrito:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
3) O padeiro pediu cópia do
original. Puxou a brasa pra sardinha dele:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
4) Aí, chegaram os descamisados
da cidade. Um deles, sabido, fez esta interpretação:
Deixo meus bens à minha irmã?
Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro? Nada! Dou aos
pobres.
Moral da história:
'A vida pode ser interpretada e vivida de diversas maneiras. Somos nós que fazemos sua pontuação.
E isso faz toda a diferença.
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quinta-feira, 27 de julho de 2017
O dia em que vida e morte se encontraram
O martírio tornou-se
insuportável
O cenário foi surreal. Dantesco. Aqueles eventos eram comuns. O
mundo antigo estava habituado a eles. Contudo, a violência e o descaso com a
vida naquele dia obtiveram contornos únicos – e desdobramentos eternos. Picasso
e Fellini não conseguiriam retratá-los.
Depois de um julgamento apressado nas caladas da noite, três homens passaram por uma sessão de tortura. Flagelados com 39 chicotadas, os três sofrem bofetes, pontapés e escarros. A noite foi longa. As horas se arrastaram. Sempre que há requintes de crueldade os relógios caminham lentos.
Soldados profissionais amarraram as vítimas às traves em que seriam crucificados. No pescoço de cada um pendia uma placa descrevendo o crime que cometeram. Eles se movem pelas ruas apertadas de Jerusalém – que ficaram conhecidas como Via Dolorosa.
Um dos sentenciados não resistiu e tombou. O martírio tornou-se insuportável. Ele vinha sofrendo um estresse inominável desde que prenunciou o que lhe aconteceria; anos depois seus amigos contaram que ele chegou a suar sangue em um horto.
A procissão seguiu até um monturo de lixo. O cheiro fétido se misturava com a fumaça, daí o lugar começar a ser descrito como o Monte da Caveira. O calor do dia tornava o ar nauseante. A sentença, irrevogável, tinha o selo de Roma e os soldados já conheciam os protocolos. A morte também precisa obedecer certos ritos.
Os três se deitaram sobre o mastro e estenderam os braços na trave que carregaram. Aqueles foram os últimos segundos de descanso. Marretas fixaram o punho de cada um com enormes pregos. A dor foi lancinante. Eles deviam agonizar lentamente para que a mensagem ficasse clara aos habitantes daquele pedaço remoto do mundo: “Roma não admite insurreição de qualquer espécie”.
A cada martelada alguns cavalos relincharam. A princípio ninguém ousou falar coisa alguma. A antessala da morte sempre constrange. Com cordas, os carrascos levantaram as três cruzes. As estacas caíram nos buracos com um solavanco.
Pedras davam a sustentação necessária para que ali permanecessem
por alguns dias. Os três penderam para a frente. Os rasgos provocados pelas 39
chicotadas não permitiam que eles se encostassem na madeira.
Alguns ouviram Jesus de Nazaré dizer alguma coisa. Ele era o condenado do meio. Seus lábios mal se mexeram. Os mais próximos afirmam que ele pediu a Deus que perdoasse todos os envolvidos. “Eles não sabem o que fazem”.
Alguns representantes do clero, no afã de mostrar autoridade, gritaram: “Salvou os outros, que salve a si mesmo”. Mais além, um dos religiosos visivelmente transtornado de ódio, também falou: “Se é o Cristo, que mostre seu poder. Ninguém deseja um Cristo que não tenha capacidade de vencer um mero pelotão de soldados romanos”.
Um dos criminosos se desesperou. Ele esperava um último milagre. “Tome alguma atitude, por você e por nós”. O outro bandido, por algum motivo, viu que aquele Nazareno era diferente. Mesmo coberto de hematomas e desfigurado pela brutalidade, ele transparecia uma dignidade ímpar no olhar, uma grandeza única nas palavras, uma gentileza divina nas reações – devia ser rei de algum lugar.
“Lembra-te de mim quando
entrares no teu reino”. Correu um boato de que esse rapaz se chamava Dimas.
Jesus deu-lhe a mais alvissareira de todas as notícias: “Ainda hoje estarás
comigo no Paraíso”.
A morte se avizinhou. Jesus agonizou. Mas lembrou do Salmo que aprendera ainda menino: “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?” Aquelas palavras expressavam o clamor de Israel por séculos – e ele as tomou para si. Antes que o desespero se antecipasse ao último suspiro, o filho de Maria buscou forças para encher o Calvário com a sua voz: “Está consumado. Em tuas mãos entrego o meu espírito”.
O Calvário, seco e violento, continua a representar a humanidade inteira. Ali está um recorte de toda a história. Deus e a condição humana se encontraram em Jesus. Pelos milênios esta cena trouxe, paradoxalmente, esperança para escravos, vilipendiados e destruídos.
A morte do Filho de Deus
tornou-se inspiração e recurso para desesperados. E ele é a salvação de
incontáveis – minha, inclusive.
Soli Deo Gloria
Soli Deo Gloria
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UMA DAS MELHORES PIADAS DE TODOS OS TEMPOS !
- Pai, eu preciso fazer um trabalho para a escola! Posso te fazer uma
pergunta?
- Claro, meu filho, qual é a pergunta?
- O que é política, pai?
- Bem, política envolve: Povo; Governo; Poder econômico; Classe
trabalhadora; Futuro do país.
- Não entendi, dá para explicar?
- Bem, vou usar a nossa casa como exemplo: Sou eu quem traz dinheiro
para casa, então eu sou o poder econômico. Sua mãe administra e gasta o
dinheiro, então ela é o governo. Como nós cuidamos das suas necessidades, você
é o povo. Seu irmãozinho é o futuro do país. A Zefinha, babá dele, é a classe
trabalhadora. Entendeu, filho?
- Mais ou menos, pai vou pensar.
Naquela noite, acordado pelo choro do irmãozinho o menino foi ver o que
havia de errado. Descobriu que o irmãozinho tinha sujado a fralda e estava todo
emporcalhado. Foi ao quarto dos pais e viu que sua mãe estava num sono muito
profundo. Foi ao quarto da babá e viu através da fechadura o pai transando com
ela... Como os dois nem percebiam as batidas que o menino dava na porta, ele
voltou para o quarto e dormiu. Na manhã seguinte, na hora do café, ele falou
para o pai:
- Pai, agora acho que entendi o que é política...
- Ótimo filho! Então me explica com suas palavras.
- Bom pai, acho que é assim: Enquanto o poder econômico fode a classe
trabalhadora, o governo dorme profundamente. O povo é totalmente ignorado e o
futuro do país fica na merda!!!
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domingo, 25 de junho de 2017
Acredite nas pessoas
Pessoas firmes... Verdadeiras,
transparentes, amigas, ingênuas...
Sempre procuro acreditar nas pessoas. É
meu estilo de vida. Às vezes me decepciono? Sim. Mas não deixo de acreditar,
por isto inicio este artigo 332, em 24 de junho, com o texto de Luis
Fernando Veríssimo, intitulado, “Acredite”.
“Acredite
nas pessoas… Naquelas que possuem algo mais… Aquelas que, às vezes, a
gente confunde com anjos e outras divindades… Digo daquelas pessoas
que existem em nossas vidas e enchem nosso espaço com pequenas alegrias
e grandes atitudes… Falo daquelas que te olham nos olhos quando precisam
ser verdadeiras, tecendo elogios, que pedem desculpas com a simplicidade
de uma criança…
Pessoas
firmes… Verdadeiras, transparentes, amigas, ingênuas… Que com um sorriso,
um beijo, um abraço, uma palavra te faz feliz… Aquelas que erram… Acertam…
Não tem vergonha de dizer não sei… aquelas que sonham… aquelas amigas…
aquelas que passam pela vida deixando sua marca, saudades, aquelas
que fazem a diferença… Aquelas que vivem intensamente um grande
amor… desconhecido”
Luis
Fernando Veríssimo é um escritor, humorista, cartunista, tradutor,
roteirista de televisão, autor de teatro, romancista com mais de 60
títulos publicados, é um dos mais populares escritores brasileiros
contemporâneos. Filho do também escritor, Érico Veríssimo. Nasceu
em 26 de setembro de 1936, em Porto Alegre.
Ficou
conhecido pelas crônicas de humor publicadas em diversos jornais.
A linguagem simples e inteligente é marcada em sua obra, que costuma
utilizar a ironia para tratar de temas delicados.
Percebe-se
na linguagem do escritor o uso de um tom coloquial e elegante. Luís
Fernando coloca em suas crônicas personagens que representam a realidade
brasileira, usando essas criações como forma de ironizar questões
sociais e políticas. Dessa maneira, faz uma crítica velada e carregada
de humor. São grandes sucessos do escritor: “Comédias da Vida Privada”,
“Ed Mort e outras histórias” e “As Mentiras que os Homens Contam”.
Em
1981, o livro “O Analista de Bagé”, lançado na Feira do Livro de Porto
Alegre, esgotou sua primeira edição em dois dias, tornando-se fenômeno
de vendas em todo o país. O personagem, é um psicanalista de formação
freudiana ortodoxa, mas com o sotaque, o linguajar e os costumes típicos
da fronteira do Rio Grande do Sul com o Uruguai e a Argentina. Veríssimo
consolidou-se como um fenômeno de popularidade raro entre escritores
brasileiros, mantendo colunas semanais em vários jornais e lançando
pelo menos um livro por ano, sempre nas listas dos mais vendidos, além
de escrever para programas de humor. Consagrou-se como um dos maiores
escritores brasileiros contemporâneos, tendo vendido ao todo
mais de 5 milhões de exemplares de seus livros.
Já
antecipando férias escolares, temporadas no rio Araguaia e em praias,
faço uma homenagem a Luis Fernando Veríssimo e procuro tornar a
sua leitura muito leve, descontraída, para que estes tempos de violência,
corrupção e outras muitas preocupações. Que aqui esteja presente a
alegria e a graça de dois de seus escritos. No primeiro, um casamento
que dura e o segundo, “Boletim Escolar”.
“Minha
mulher e eu temos o segredo para fazer um casamento durar:
Duas
vezes por semana, vamos a um ótimo restaurante, com uma comida gostosa,
uma boa bebida e um bom companheirismo. Ela vai às terças-feiras e eu,
às quintas. Nós também dormimos em camas separadas: a dela é em
Fortaleza e a minha, em São Paulo.
Eu
levo minha mulher a todos os lugares, mas ela sempre acha o caminho de
volta. Perguntei a ela onde gostaria de ir no nosso aniversário de casamento,
“em algum lugar que eu não tenha ido há muito tempo!” ela disse. Então,
sugeri a cozinha.
Nós
sempre andamos de mãos dadas… Se eu soltar, ela vai às compras! Ela tem
um liquidificador, uma torradeira e uma máquina de fazer pão, tudo
elétrico. Então, ela disse: nós temos muitos aparelhos, mas não temos
lugar pra sentar”. Daí, comprei pra ela uma cadeira elétrica.
Lembrem-se:
o casamento é a causa número 1 para o divórcio. Estatisticamente,
100 % dos divórcios começam com o casamento. Eu me casei com a “senhora
certa”. Só não sabia que o primeiro nome dela era “sempre”. Já faz 18
meses que não falo com minha esposa. É que não gosto de interrompê-la.
Mas, tenho que admitir: a nossa última briga foi culpa minha.
Ela
perguntou: “O que tem na TV?” E eu disse: “Poeira”.
O
segundo.
“Uma
garota tinha que entregar o boletim escolar dela para os seus pais
e, as notas ali, não eram as notas do sonho de nenhuma mãe, muito menos
de nenhum pai. Ela usou a criatividade para contar essa maravilhosa
notícia.
Oi
papai! Oi mamãe!
É
com o coração partido, mas muito feliz da vida que eu digo para vocês
que eu sai fora com o Dudu, ele é o homem da minha vida. Ele é tudo de
bom.
Estou
absolutamente fascinada com as suas tatuagens, com aquele cabelo
moicano, com aqueles ferros e piercings que ele coloca naquele corpinho
maravilhoso. Entretanto, tenho que lhes contar que não é só isso. O
Douglas, aquele menino que vocês não gostam dele de jeito nenhum, está
com a gente. Portanto não se preocupem comigo. Já tenho 15 anos e sei
muito bem me virar sozinha tá.
Com
amor e carinho da sua querida filhinha. Ah! Pai, mãe, isso é só uma brincadeirinha
viu! Estou na casa da Mariana, só queria mostrar para vocês que há coisas
bem piores na vida que estas notas que estão aí no boletim. Não se estressem
Ok!. No ano que vem eu me recupero. Beijinhos!
Resposta
dos pais: Querida filhinha, quando a sua mãe leu a sua carinhosa cartinha,
ela passou muito mal e foi parar no pronto socorro. Imediatamente você
foi retirada do nosso testamento e sua parte da herança será do seu
irmão. Todas as coisas do seu quarto foram doadas para o pessoal do
orfanato, cancelamos o seu celular e o seu cartão de crédito. Todos
os seus Cd’s do NX0, do Justin Bieber, do Restart, do Cine, do Jonas Brothers,
do Fiuk e do Luan Santana, nós doamos para a Karina do segundo andar,
aquela mesma garota que você acha insuportável. Lembra, ela é aquela
garota super legal que no ano passado roubou o Rafinha, aquele seu namorado
gatinho que até hoje você não esquece. Pode ir arrumando um bom emprego
porque dinheiro daqui de casa nem em sonho viu. Enfim, espero que você
seja muito feliz na sua nova vida.
Nota!
Filha querida, claro que tudo isso não passa de uma brincadeirinha
da nossa parte. A sua mãe está aqui comigo assistindo Eu a Patroa e as
Crianças e tudo está bem.
Só
queríamos lhe mostrar que há coisa bem piores do que passar as próximas
cinco semanas sem sair de casa, sem celular, sem Internet, sem vídeo
game, sem televisão e, principalmente, sem ir à casa da Camila. Tudo
isso por causa dessas notas ridículas e, dessa brincadeira idiota
que você fez com a gente”.
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sexta-feira, 5 de maio de 2017
Como a sociedade tem induzido o aumento de suicídio entre adolescentes
Uma análise psiquiátrica
Em nosso último artigo, abordamos a
série de TV “13 razões porque”, muito aclamada pela mídia, que têm induzido ao
suicídio jovens com problemas psiquiátricos.
Discutíamos , então, que há um grande risco de confundir-se a
tristeza de causas psicológicas, familiares, sociais, com aquela tristeza
causada pela doença biológica “depressão”.
Glamourizar uma doença é algo muito perigoso, é o que vamos
abordar abaixo, dando continuidade ao nosso artigo de terça.
A glamourização romântica da Dor e da Doença podem muito bem serem vistas nas paginas da Revista Juvenil/Feminina Capricho , citada acima: fazem lá uma ode ao masoquismo. O masoquismo, assim como nos “50 Tons de Cinza”, alçado à condição de “arte altamente rentável”.
A glamourização romântica da Dor e da Doença podem muito bem serem vistas nas paginas da Revista Juvenil/Feminina Capricho , citada acima: fazem lá uma ode ao masoquismo. O masoquismo, assim como nos “50 Tons de Cinza”, alçado à condição de “arte altamente rentável”.
Automutilar-se e matar-se já não é um problema “romântico/glamourizado/artístico”; já envolve uma doença, pois aqui uma pessoa se auto-prejudica, inclusive naquilo que uma mulher tem de mais caro, ou seja, a aparência e a própria vida. Onde há uma desadaptação biológica auto-prejudicial, há doença. E aqui, nitidamente, o há. O problema é o uso financeiro, artístico, político, ideológico, que a Sociedade Ocidental faz de tudo isso.
Tudo aqui , nesta doença, é motivo para as “treze razões” :
“denunciar o machismo dos pais”, a “opressão do sistema econômico”, a “frieza
dos professores”, o oportunismo sexual dos machos, a truculência do abuso
“pedófilo” de “crianças” de 14 anos de idade, etc.
Tudo que pode até ser psicologicamente ou socialmente
justificável é aplicado numa fôrma que não tem nada a ver com relações
psicológicas ou contexto social, pois trata-se de doença.
Quando se pega uma doença e se a glamouriza, (caso “Baleia Azul”, caso “13 Razões PorQue”) o resultado é o que se está aí a ver : o que para uns é arte, para outros é caixão. A massa consumidora, como sempre ignara e superficial, não tem nem idéia da manipulação financeiramente oportunística de que está sendo vítima.
Pelo contrário, “sente-se bem” ao ver que “toda essa hipocrisia
está sendo denunciada”. Ótimo mesmo que toda hipocrisia seja denunciada, mas
que se o faça com os instrumentos certos e não utilizando-se de doentes para
fazê-lo.
É extremamente perigoso dar-se uma “solução psicológica”, uma “solução sociológica”, para um problema cuja raiz é essencialmente biológica. Os riscos inclusive estão aí para se ver : ao se “glamourizar” a doença, e não medicalizá-la, os doentes estimulam-se mais e mais a matarem-se. Ao invés de julgar-se prosaicamente, banalmente, “reducionisticamente”, num caso desses, de que o que se precisa é de um médico, de um psiquiatra ( arghhh… ) , de um diagnóstico, é muito mais “glamouroso “ dizer-se que o problema é o “mal-estar-da-civilização-burguesa-branca-adulta-machista-apodrecida”, ou o de que “meu suicídio é um libelo para a libertação de milhares que sofrem como eu”.
“Vejam o que fizeram
comigo”, “vejam como sua frieza, libido, violência, ganância, materialismo,
interesses, me destruíram” : na sociedade coitadista/feminista de hoje , me
digam, isso não é uma declaração muito mais “doce”, mais moralmente corretora,
mais politicamente engajada, mais suscitadora de
indignação/compaixão/ativismo/amor do que uma declaração
machista/psiquiátrica/fria/amoral/científica/fálica/empresarial/farmacêutica de
que “simplesmente sua serotonina baixou” ?
Quando se dá munição da “romântica consciência psicológica” para destruir ainda mais a “reducionista consciência biológica” está se dando munição de um potencial suicida ( que deveria ser diagnosticado e tratado ) para suicidar-se de “modo heróico” e “justificado” : “olhem o que que fizeram comigo”, “sintam a culpa de minha destruição”. É um mecanismo muito perigoso porque na depressão , muitas vezes, há a emergência de um mecanismo masoquista de auto-destruição :
“já que nada disso
presta, nada vale a pena, não há saída, ninguém muda, ninguém me ajuda, então
vou destruir todo mundo, inclusive a mim mesmo”. Dá-se mais munição psicológica
para uma consciência biológica patológica que está exatamente à caça de
“motivos psicológicos-sociais” para se justificar, para se explicar, para se
compreender.
O leigo que enxerga isso de fora acha tudo muito “bonito”, muito “romântico”, desde que não seja com seu filho, é claro. É muito “bonito” ver a denúncia e o sacrifício que um adolescente auto-imolador faz por toda a humanidade : “ele deu sua vida para denunciar um abuso”, “fez isso para nos salvar”, “o sacrifício dele não foi em vão”, “foi um tapa na nossa cara, temos de mudar”, “o que estamos fazendo com nossos jovens ?”, “ela morreu mas foi por uma boa causa”, “coisa boa para os pais, tomara que agora se emendem”, “ coisa boa para o namorado mulherengo dela, agora carregará eternamente o peso de te-la traído”.
O leigo que enxerga isso de fora acha tudo muito “bonito”, muito “romântico”, desde que não seja com seu filho, é claro. É muito “bonito” ver a denúncia e o sacrifício que um adolescente auto-imolador faz por toda a humanidade : “ele deu sua vida para denunciar um abuso”, “fez isso para nos salvar”, “o sacrifício dele não foi em vão”, “foi um tapa na nossa cara, temos de mudar”, “o que estamos fazendo com nossos jovens ?”, “ela morreu mas foi por uma boa causa”, “coisa boa para os pais, tomara que agora se emendem”, “ coisa boa para o namorado mulherengo dela, agora carregará eternamente o peso de te-la traído”.
Como se vê, tudo se joga no fácil jogo da “compreensibilidade
psicológica total”, sem a mínima desconfiança de que possa haver “um estranho
no ninho”, algo aí que nem toda psicologia, nem toda sociologia do mundo possam
vir a explicar. Todas essas mensagens glamourosas de “heroísmo”, “sofrimento”,
“altruísmo”, “denúncia corajosa”, “perspicácia psicológica”, entram na mente do
futuro suicida turbinando-a ao acme. Justifica-se mais e mais. Tudo muito bem
apoiado por uma
sociedade que precisa, a todo momento , sempre, projetar,
coitadisticamente, ( de “coitadismo” ) , as próprias culpas nas costas dos outros.
Isenção completa de auto-culpa, isenção completa de possíveis auto-falhas.
Muito mais “humanístico”, melhor, projetar sobre treze externos as mazelas
psico-sociais de toda uma Sociedade do que culpar friamente/reducionisticamente
a um só – ele mesmo – por ter uma “doença com baixa de dopamina”.
Não podemos mais sofrer, não podemos mais errar, sermos fracos,
doentes, vis, o importante é projetar tudo nas costas dos outros : “vejam o que
vocês treze fizeram para acabar comigo”. “Treze razões porque” , em suma, é
muito mais chique do “Uma razão para”. O subjetivismo diáfano é muito mais
romântico do que o objetivismo médico. Afinal, a “Ciência é o maior dos
Instrumentos Fálicos”…
Solução ? – podem me perguntar. Instituir-se censura fálica-psiquiátrica-machista-ditatorial-etc-etc sobre o suicídio, sobre a automutilação ? Não , muito pelo contrário : que se escancare tudo !! Que se automutilem, que se esquartejem, que se matem…
Solução ? – podem me perguntar. Instituir-se censura fálica-psiquiátrica-machista-ditatorial-etc-etc sobre o suicídio, sobre a automutilação ? Não , muito pelo contrário : que se escancare tudo !! Que se automutilem, que se esquartejem, que se matem…
Como seu “livre-arbítrio” e sua “liberdade humanística” assim os
permitirem. Mas que se escancare inclusive o que a “tal sociedade politicamente
correta”, oportunisticamente, hipocritamente, tendenciosamente, evita de falar
: que existe doença que a psicologia ou a sociologia não explicam; que nem tudo
é “causa psicológica, causa social, “discutir a relação”; que o mundo pode ser
prosaicamente cinzento, pode ser tristemente fruto de matéria adoecida e não só
de romantismos cor-de-rosa.
Não que eu seja um empedernido materialista; pelo contrário, sou um espiritualista cristão. Só defendo a
honestidade : a verdade colocada no lugar certo.
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quinta-feira, 4 de maio de 2017
O Acaso e a Inteligência Suprema
Pelo que se nota, a ciência
(no sentido amplo), não tem certeza de nada.
Na realidade, o acaso não existe. Imagine, agora, o acaso com
relação ao Universo, obra belíssima e sem jaça, resultado do Plano Divino da
Inteligência Suprema?
A questão nº 8, de “O Livro dos Espíritos” e respectiva resposta são explícitas e de lógica irretocável:
8 – Que se deve pensar da opinião dos que atribuem a formação primária a uma combinação fortuita da matéria, ou, por outra, ao acaso?
“Outro absurdo! Que homem de bom-senso pode considerar o acaso um ser inteligente? E, demais, que é o acaso? Nada.”
Comentário de Allan Kardec:
“A harmonia existente no mecanismo do Universo patenteia combinações e desígnios determinados e, por isso mesmo, revela um poder inteligente. Atribuir a formação primária ao acaso é insensatez, pois que o acaso é cego e não pode produzir os efeitos que a inteligência produz. Um caso inteligente já não seria acaso.”
2 – A opinião de inúmeros filósofos e cientistas coaduna-se com a questão em apreço, da obra básica do Espiritismo. Um deles, o insigne Michio Kaku, em sua festejada obra “O Futuro da Mente” (Editora ROCCO Ltda./Rio-RJ – 21001 – tradução de Angela Lobo – cap. 15, p. 346/348) , in Questões Filosóficas, expõe:
“Enfim, alguns críticos afirmam que a ciência foi longe demais na revelação dos segredos da mente, uma revelação que desumaniza e degrada. Por que apreciar a descoberta de algo novo, aprender uma nova habilidade, divertir-se numa viagem de férias, se tudo pode ser reduzido a alguns neurotransmissores ativando alguns circuitos neurais?
Em outras palavras, assim como a astronomia nos reduziu a grãos insignificantes de poeira cósmica num universo indiferente, a neurociência nos reduziu a sinais elétricos circulando em circuitos neurais. Mas, isso é mesmo verdade?
Começamos nossa discussão destacando os dois maiores mistérios de toda a ciência: a mente e o universo…”
3 – Descrevendo sobre as força nuclear e, ao mesmo tempo, a gravidade, em todo o Universo, explana o autor:
“… Se a força nuclear fosse só um pouquinho maior, o Sol teria explodido bilhões de anos atrás, antes que o DNA pudesse brotar. Se a força nuclear fosse só um pouquinho menor, o Sol jamais poderia ter entrado em ignição, e também não estaríamos aqui.
Da mesma forma, se a gravidade fosse mais forte, o universo teria se contraído até o Grande Colapso bilhões de anos atrás, e teríamos morrido torrados. Se fosse um pouquinho mai fraca, o universo teria se expandido tão depressa, atingindo o Grande Congelamento, e todos teríamos morrido de frio…”
4 – E, dando a entender que o universo obedece e um projeto tão inteligente e preciso, nos mínimos detalhes em todos os seres e coisas, que não poderia ter surgido por acaso, mas, ao contrário, por vontade e impulso de uma inteligência sem precedentes, completa:
“… Esse ajuste se estende a todos os átomos do corpo. A física diz que somos feitos de poeira de estrelas, que os átomos que vemos em tudo à nossa volta foram forjados no calor de uma estrela. Somos literalmente filhos das estrelas…”
“… Há tantos parâmetros, que precisamos de ajustes que alguns afirmam que não pode ser coincidência. A forma fraca do princípio antrópico sugere que a existência da vida obriga os parâmetros físicos do universo a serem definidos com a maior precisão. A forma forte do princípio antrópico vai mais além, afirmando que Deus, ou algum projetista, precisou criar um universo “bem certinho” para tornar a vida possível.
5 – Não hã hoje qualquer dúvida de que as ciências naturais se alteram indefinidamente, à medida de novos surtos de descobertas. Por esta razão, apegam-se ao raciocínio indutivo, empírico, através das experimentações, o que levou-as à concepção da Teoria da Incerteza.
Repita-se, porém, que, tendo em vista que tudo no universo está conectado e interdependente, as ciências naturais podem também atuar com o raciocínio dedutivo, puro, mais exato, ou atuar com os dois sistemas de raciocínio – dedutivo e indutivo –, ao mesmo tempo.
Pelo que se nota, a ciência (no sentido amplo), não tem certeza de nada, como confessam os próprios cientistas-filósofos, cumprindo o sagrado dever de continuar pesquisando e analisando e também cogitando ou filosofando, por que não?
O que vem à tona, espontaneamente, é que, no fundo, os filósofos e cientistas, muitos deles ainda apegados à forma, suspeitam da realidade de uma inteligência superior às demais, que, com precisão matemática, administra e governa todo o Universo.
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segunda-feira, 1 de maio de 2017
A síndrome dos 20 e tantos
"Você começa a se dar conta
de que seu círculo de amigos é menor do que há alguns anos. Dá-se conta de que
é cada vez mais difícil vê-los e organizar horários por diferentes questões:
trabalho, estudo, namorado(a) etc.
E cada vez desfruta mais dessa
Cervejinha que serve como desculpa para conversar um pouco.
As multidões já não são ‘tão divertidas’, às vezes até lhe incomodam.
Mas começa a se dar conta de que
enquanto alguns eram verdadeiros amigos, outros não eram tão especiais depois
de tudo.
Você começa a perceber que algumas pessoas são egoístas e que, talvez, esses amigos que você acreditava serem próximos não são exatamente as melhores pessoas.
Ri com mais vontade, mas chora
com menos lágrimas e mais dor. Partem seu coração e você se pergunta como essa
pessoa que amou tanto e te achou o maior infantil, pôde lhe fazer tanto mal.
Parece que todos que você conhece
já estão namorando há anos e alguns começam a se casar, e isso assusta!
Sair três vezes por final de
semana lhe deixa esgotado e significa muito dinheiro para seu pequeno salário.
Olha para o seu trabalho e, talvez, não esteja nem perto do que pensava que
estaria fazendo. Ou, talvez, esteja procurando algum trabalho e pensa que tem
que começar de baixo e isso lhe dá um pouco de medo.
Dia a dia, você trata de começar
a se entender, sobre o que quer e o que não quer. Suas opiniões se tornam mais
fortes. Vê o que os outros estão fazendo e se encontra julgando um pouco mais
do que o normal, porque, de repente, você tem certos laços em sua vida e
adiciona coisas a sua lista do que é aceitável e do que não é. Às vezes, você
se sente genial e invencível, outras… Apenas com medo e confuso.
De repente, você trata de se
obstinar ao passado, mas se dá conta de que o passado se distancia mais e que
não há outra opção a não ser continuar avançando. Você se preocupa com o
futuro, empréstimos, dinheiro… E com construir uma vida para você. E enquanto
ganhar a carreira seria grandioso, você não queria estar competindo nela.
O que, talvez, você não se dê
conta, é que todos que estamos lendo esse texto nos identificamos com ele.
Todos nós que temos ‘vinte e tantos’ e gostaríamos de voltar aos 15-16 algumas
vezes.
Parece ser um lugar instável, um
caminho de passagem, uma bagunça na cabeça…
Mas TODOS dizem que é a melhor
época de nossas vidas e não temos que deixar de aproveitá-la por causa dos
nossos medos… Dizem que esses tempos são o cimento do nosso futuro. Parece que
foi ontem que tínhamos 16…
Então, amanha teremos 30?!?!
Assim tão rápido?!?"
Autor desconhecido.
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sábado, 15 de abril de 2017
12 tipos de pessoas das quais você deveria se afastar se quiser ter alta performance
Seu
círculo mais próximo é o que mais influencia você – para o positivo mas também
para o negativo
Quando escreveu ‘O Príncipe’,
Maquiavel não disse “Diga-me com quem andas e te direi quem és” por acaso.
Na nossa
caminhada rumo à alta performance, estamos sempre buscando duas coisas:
-
Reconhecer e eliminar o máximo possível fatores de baixa performance
-
Reconhecer e ampliar o máximo possível fatores de alta performance
Uma das
maiores causas da baixa produtividade (e um dos assuntos mais polêmicos também)
é seu círculo mais íntimo de pessoas.
Seu
círculo mais próximo é o que mais influencia você – para o positivo mas também
para o negativo.
Jim Rohn,
considerado por muitos um dos maiores filósofos empresariais que já tivemos,
dizia que você é a média das 5 pessoas com as quais mais convive. Esse círculo
pode fazer surgir e reforçar o seu ‘melhor você’.
Ou pode
facilmente reforçar o seu ‘pior você’.
Esta
semana resolvi criar rapidamente uma lista de pessoas com as quais você deveria
evitar conviver.
São todas
características negativas. Eu raramente trabalho assim (prefiro dar foco ao que
é positivo), mas é sempre um trabalho importante reconhecer as forças que nos
levam para trás e chamá-las pelo nome.
Veja o
que acha, se lhe faz lembrar de alguém e se tem alguma característica na lista
que você incluiria:
12 tipos de
pessoas das quais você deveria se afastar se quiser ter alta performance
1)
Pessoas que GRITAM e constrangem você na frente de todo mundo;
2)
Pessoas que falam e fazem uma coisa de maneira pública e depois fazem e falam o
oposto de maneira privada;
3)
Pessoas que são ótimas em reconhecer e falar sobre os erros dos outros mas
nunca reconhecem os seus próprios erros;
4)
Pessoas que reclamam de maneira constante que estão sendo sempre injustiçadas
e/ou perseguidas, seja qual for a situação;
5)
Pessoas que só focam no problema e não na solução;
6)
Pessoas que estão presas de maneira melancólica a um passado que, por
definição, já foi;
7)
Pessoas que não tratam bem nem são educadas com as crianças e as pessoas mais
idosas;
8)
Pessoas que destratam ou não respeitam funcionários ou pessoas em situação mais
simples;
9)
Pessoas que se incomodam com a alegria dos outros;
10)
Pessoas que estão sempre procurando mais um motivo ou justificativa para
desistir ou não fazer;
11)
Pessoas que dizem que elas foram as responsáveis quando um projeto é um sucesso
mas sempre terceirizam a culpa quando o projeto não dá certo;
12)
Pessoas que não querem que você cresça.
Para você
que é líder, um trabalho interessante para fazer com uma equipe de alta
performance, por exemplo, seria debater esses assuntos e criar uma lista de 12
características das pessoas que somam na sua vida e que lhe ajudam a ter alta
performance. A maneira mais fácil é simplesmente substituir essa lista negativa
pelas características contrárias, positivas. Mas no debate podem surgir coisas
novas, muito interessantes.
E aí, tem
alguma outra característica dessa lista que você incluiria? Abraços de alta
performance e uma boa semana!
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sábado, 25 de março de 2017
A leitura como um aprendizado para a vida
Para formar leitores críticos e conscientes de sua
cidadania
Um dos mais importantes temas em educação e em
formação humana é, certamente, a leitura e a formação de leitores.
Adquirindo um sentido muito mais amplo do que
apenas decifrar a palavra escrita, o ato de ler deve ser entendido sob muitos
matizes: como atribuição de sentido ao texto escrito, como prática social, como
compreensão do contexto (“a leitura do mundo precedendo a leitura da palavra”,
lembrando Paulo Freire, para quem a “compreensão do texto implica a percepção
das relações entre texto e contexto”), etc. Ler, assim, é explorar o texto em
busca de respostas textuais e contextuais, é ser questionado pelo mundo e por
si mesmo, o que gera uma ação crítica do sujeito no mundo.
Nesse sentido, o ato de leitura é um ato de
abertura para o mundo. Ao entrarmos no território dos textos com tudo o que
somos e lemos, emergimos da leitura com mais clareza do nosso universo interior
e exterior, reinaugurando nosso repertório. Olhar é ler, e ler, antes de tudo,
é uma operação de percepção, em que estão envolvidos muitos processos:
neurofisiológico, cognitivo, afetivo, argumentativo, simbólico, não
necessariamente nessa ordem, daí a complexidade e abrangência do conceito de
leitura.
Discutir, estudar ou revisar o conceito que
temos ou tínhamos de leitura, neste momento do século 21, é mais do que
oportuno. Em primeiro lugar, porque exige pensar a respeito da formação de
leitores e escritores no espaço escolar, tendo como mote nada mais do que uma
das funções essenciais da escola, que é desenvolver a competência comunicativa
dos alunos, tornando-os, assim, capazes de compreender a realidade em que estão
inseridos e participar ativamente da construção do mundo histórico e cultural.
Em segundo lugar, e não menos importante, a
função da escola em educar sensibilidades, em formar pela arte. Não há como
pensar em um projeto de nação sem pensar em leitura e formação de leitores.
Se a função do educador e da escola der conta de
tornar o aluno capaz de ler e pronunciar o mundo, citando novamente Paulo
Freire, responderemos ao desafio maior de não só formar leitores críticos e
conscientes de sua cidadania, mas também pessoas que exercitem a expressão da
criatividade e do espírito como preparo para uma vida adulta de valorização do
humano.
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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017
Continente desaparecido há 200 milhões de anos é encontrado debaixo do Oceano Índico
Sob as águas das Ilhas Maurício, no Oceano Índico, se escondem
fragmentos de um continente que desapareceu há 200 milhões de anos. É o que
afirma uma equipe de pesquisadores da Universidade de Witwatersrand, na África
do Sul.
De acordo
com a pesquisa, publicada na revista Nature Communication, os fragmentos se
desprenderam do supercontinente Gondwana, quando este se desintegrou para
formar a África, Índia, Austrália, América do Sul e Antártida.
A
descoberta foi feita a partir de um mineral chamado zircão, de 3 bilhões de
anos, encontrado na superfície da ilha Maurício, a maior do país, localizado no
sul do Oceano Índico, a leste de Madagascar. A revelação surpreendeu os
geólogos, já que Maurício é uma ilha vulcânica jovem, que não tem mais de 9
milhões de anos.
Fragmentação complexa
Acredita-se
que os fragmentos encontrados no oceano, batizados coletivamente de Mauritia,
são pedaços da crosta terrestre que mais tarde foi coberta de lava de erupções
vulcânicas da ilha.
"O
fato de termos encontrado zircões desta idade mostra que nas Ilhas Maurício
existem materiais da crosta terrestre muito mais antigos que só poderiam ser
originários de um continente", diz Lewis Anshwal, principal autor da
pesquisa.
A ruptura
do Gondwana não foi um processo simples no qual o supercontinente se dividiu em
dois, mas uma fragmentação complexa que deixou pedaços de crosta terrestre de
tamanhos diferentes "à deriva na bacia do Oceano Índico em evolução".
Não houve contaminação
Não é a
primeira vez, no entanto, que zircões desta idade são encontrados nas Ilhas
Maurício.
Um estudo
de 2013 encontrou vestígios do mineral na ilha, mas recebeu inúmeras críticas,
indicando que o material poderia ter aparecido ali por outros motivos - pelo
vento ou contaminação, por exemplo.
Mas,
depois de uma análise cuidadosa para evitar a contaminação cruzada com outros
minerais, Ashwal concluiu que os zircões "não poderiam ter sido
introduzidos nas rochas pelo vento ou pelas ondas do mar, nem poderiam ter sido
transportados por aves, rodas de carros ou sapatos".
Para o
pesquisador, as rochas só poderiam ter se originado a partir de uma erupção
vulcânica.
A
descoberta lança nova luz sobre os mecanismos a que estão submetidas as placas
tectônicas.
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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017
Alguns motivos que levam as pessoas a gastarem mais do que ganham e se endividarem
O que
leva as pessoas ao endividamento e à inadimplência? Basicamente, pode-se dizer
que é gastar mais do que se ganha. Contudo, de trás dessa ação existem diversos
fatores que levam ao comportamento de descontrole financeiro. O resultado são
milhões de brasileiros com sérios problemas financeiros.
Muitos
vão rapidamente relacionar o momento de crise e instabilidade econômica que
vivemos como o principal problema. Com certeza, isso tem reflexo nos números,
mas repare que, mesmo antes desse período de dificuldades, a quantidade de
inadimplentes já era alta. Enfim, existem outros fatores que geram essa
situação e, para melhor entendimento, decidi detalhar os sete principais
pecados que levam as pessoas a gastarem mais do que ganham:
Falta de educação financeira: sem possuir educação financeira, as pessoas não conhecem sobre a
importância do dinheiro e as formas corretas de utilizá-lo, então, ficam a um
passo das dívidas. Isso acontece com a maior parte da população, pois nem os
pais e nem as escolas ensinam isso para as crianças e adolescentes e depois que
crescem, ficam expostos a sociedade de consumo, na qual esse tipo de informação
não é interessante. O caminho para sair desta situação é buscar cursos e livros
sobre o tema. Também é fundamental a preocupação com as crianças, ensinando de
forma lúdica e solicitando a inserção deste nas escolas.
Falta de planejamento: as pessoas não sabem para onde vai o dinheiro que recebem e não
possuem controle. Isso é reflexo direto do pecado anterior, as pessoas ganham e
gastam sem controle nenhum ou com um controle superficial, não se dando conta
que o descontrole financeiro não acontece nos grandes gastos, mas sim nos
pequenos. Para evitar que isso ocorra, o correto é o preenchimento de uma
caderneta diária de todos os gastos, que chamamos de apontamento, e realizar
uma planilha mensal por três meses, conhecendo, assim, os seus verdadeiros
números.
Marketing e publicidade: a suscetibilidade às ferramentas de marketing e publicidade faz
com que as pessoas comprem o que elas não precisam. Isso acontece diariamente
por meio de ações expostas na televisão, nas ruas, no trabalho. As mensagens
são muitas e as pessoas passam a acreditar que parte do que é oferecido é
realmente necessário. O caminho para evitar esse problema é não comprar por
impulso; o ideal é se questionar se realmente precisa desse produto, qual a
função que terá em sua vida, etc. Também é interessante deixar a compra para outro
dia, quando terá refletido sobre se quer realmente o produto.
Crédito fácil: buscar ferramentas de crédito fácil, como empréstimos,
crediários, financiamentos, limite do cheque especial ou pagar o mínimo de
cartão de crédito já é uma forma de endividamento. O mercado oferece milhares
de produtos de fácil acesso, contudo, os juros cobrados são abusivos e fazem
com que a inadimplência se torne alta. Assim, a solução é evitar esses meios.
No caso de cartão de crédito, o ideal é ter só um e, em caso de descontrole,
até mesmo eliminar. Também é interessante não ter limite de cheque especial e
evitar os empréstimos e crediários.
Parcelamentos: ao parcelar as compras, as pessoas não percebem que já estão se
endividando. Para piorar, muitas vezes, o consumidor esquece de colocar esses
valores no orçamento, o que pode comprometer seriamente as finanças. Um
parcelamento, na verdade, é uma forma de crédito, pois você está usando um
dinheiro que não possui para comprar um produto. Caso seja fundamental
parcelar, deverá constar no orçamento mensal da pessoa, que sempre que receber
seus rendimentos, separará parte do valor para pagar essa dívida. Também é
interessante ter uma poupança paralela, para que, em caso de imprevistos, tenha
como arcar com esses valores.
Falta de sonhos: não ter objetivo para o dinheiro causa inadimplência. Se a
pessoa não tem determinado o objetivo para o dinheiro, gastará de forma
irresponsável, levando ao endividamento. Isso ocorre muito pela falta de
capacidade das pessoas de sonharem, vivendo apenas o presente. Para sair deste
problema, é recomendável fazer um exercício simples, refletir sobre quais são
realmente os seus sonhos, o que se quer para o futuro. Tendo isso estabelecido,
deve cotar os valores e determinar parte de seu dinheiro, quando recebê-lo para
esse fim. Com isso em mente, será muito mais difícil cair nas armadilhas do
consumismo e crédito fácil.
Necessidade de status social: acreditar que consumir é importante para ser aceito socialmente
faz com que as pessoas comprem sem ter condições. Isso porque acreditam que
possuir alguma coisa é o que fará a diferença para os outros, e não o que ela
realmente é. Isso é um valor errado de que ter produtos é sinônimo de
felicidade. O consumo dessa maneira irá apenas suprir a dificuldade de relacionamento
interpessoal. A solução para esta questão é ter objetivos claros e perceber que
é muito mais importante ter conteúdo do que ter produto.
Ao citar
esses sete erros que levam à inadimplência, não quer dizer que não existam
outros, mas acredito que esses sejam vitais para que uma pessoa ou família se
atentem. Quem investe em seus conhecimentos, tem maior chance de se dar bem na
vida e, quem tem a educação financeira como um dos requisitos básicos para se
viver bem, certamente, poderá desfrutar muito melhor desta vida. Enfim, vamos
todos investir em nossa saúde financeira para dar sustentabilidade às nossas
principais saúdes: física, mental e espiritual.
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