segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

O que define a vida?

Estudo revela que nem todos os hospitais exigem a presença de um neurologista ou neurocirugião para fazer uma declaração de morte


Apesar das diretrizes terem se aprimorado desde 2010, a situação nos hospitais ainda é precária. A linha é sutil entre a morte e a vida, principalmente, em casos de morte cerebral.

Em 2009, Colleen Burns foi para a sala de operação no Hospital St. Joseph em Syracuse, em Nova Iorque. Ela estava em coma profundo durante dias depois de uma overdose.

Os scans da sua atividade cerebral eram escassos e oxigênio parecia não fluir. A morte cerebral foi declarada e sua família teve que decidir sobre a doação de órgãos. Na sala de operação, a mulher de 41 anos abriu os olhos. Ela sequer estava inconsciente, e os médicos estavam preparados para remover seus órgãos.

O caso fez com que em 2010, a Academia Americana de Neurologia publicasse novas diretrizes para determinar a morte cerebral. Contudo, cinco anos depois, o neurologista David Greer que participou da publicação, fez um estudo que revelou que nem todos os hospitais seguem as regras.
Dos cerca de 500 hospitais que ele e seus colegas pesquisaram durante três anos, a maioria não exigia a presença de um neurologista ou neurocirugião para fazer a declaração.

Em mais da metade destes hospitais, sequer era o médico que atendia o paciente. A maioria dos lugares também não exigia testes como hipotermia, que pode encobrir a atividade cerebral, o que pode parecer uma morte cerebral.

Apesar das diretrizes terem se aprimorado desde 2010, a situação nos hospitais ainda é precária. “Não há desculpas para que hospitais não façam isso em 100% dos casos”, disse.

De volta ao caso Burns, logo depois que ela abriu os olhos, os médicos reassumiram o tratamento. Ela se recuperou da overdose, mas a depressão a venceu, 16 meses depois do ocorrido ela se suicidou.

Casos como o dela são extremamente raros, mas são emblemáticos nas discussões sobre morte cerebral. Se a morte é um processo, em que momento a pessoa não vive mais?


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A falta que o pensamento faz

Crise acadêmica nos unifica

É velho vício acadêmico a gravitação em torno de máximas teóricas de muita sonoridade, impressão e convencimento, mas de pouco alcance prático, histórico e objetivo. É muito estranho! São tempos e energias enormemente extensas e dispensadas para questões de pouca relação com a pletora de demandas, sobretudo, sociais e que nos arrebata em todos os instantes.
Nada contra “viagens teóricas” o que considero, em sua medida, até importante, mas, venhamos e convenhamos que o estabelecimento de limites é uma necessidade, sobretudo, na crise acadêmica em que nos encontramos e, definitivamente, nossa crise não é só econômico-financeira. Aliás, este tipo de crise em ambiente acadêmico, é o menor de nossos problemas.
Esta grita em torno de dinheiro e mais dinheiro vem, sobretudo, de sindicatos e associações acadêmicas, estas novas corporações do não-trabalho, operantes na inércia antipática de discursos previsíveis e desmobilizantes; incapazes de qualquer autocrítica; da atualização de pautas, estratégias e formas de inserção social e militante. Na verdade, o movimento sindical, sobretudo, docente, virou um “não-sei-quê” ensimesmado e estatal.
De outro modo, um bando de pelegos fechados no mundinho encantado da academia, avalizados por partidos do “campo popular e democrático” (?), protegidos por contratos de trabalho draconianos e, fundamentalmente, antissociais; por garantias de imunidade sindical e, por fim, por toda sorte de “mamatas e boquinhas” que a função aprouver. Caducamos!
Caducamos e nem percebemos e no estrito ambiente universitário, mais pela razão de ser afundada no exercício da função adormecida em burocracias de todos os tipos e que, de atividades intermediarias foram convertidas em finalidade, sentido e essência acadêmica e menos, bem menos, pelas ritualísticas e simbolismos que marcam o empavonado ambiente acadêmico.
Expressão de nossa senilidade são as formas de apreensão do mundo real e que estamos viciados. Useiros e vezeiros de um estruturalismo tosco e de um marxismo notadamente vulgar “tudo virou tudo” e expulsamos as especificidades do pensamento sistematizado e coerente.
É assustador! Os “noves fora” do que digo está, por exemplo, na percepção da atual crise econômica por parte, da boa gente da academia. A “bala de prata” da oposição ao atabalhoado governo de Dilma Roussef, esta maldita crise econômica, é tratada, mesmo aqui, na província onde vivo, nestas lonjuras goianas, com as mesmas categorias analíticas, com as mesmíssimas adjetivações e qualificantes utilizados por analistas do sul/sudeste do país.
Veja… É a mesma narrativa, a mesma sensibilidade e são as mesmas categorias. Sem ter o que pôr ou tirar. A diversidade e mesmo a beleza do pensamento sociológico ou econômico foram, finalmente, capadas e defenestradas das análises da conjuntura.
É como se tivesse havido um amplo serviço de terraplenagem social, política e econômica por todo o país, onde as diferenças regionais, todas elas houvessem sido extirpadas e nos convertido em um grandioso país continental de homogeneidades, equivalências e similitudes.
De fato, nem preciso dizer que isso não aconteceu e seguimos amplamente diversos em territórios, conflitos, níveis de desigualdade e pobrezas, enfim, o amplo, velho e complexo Brasil de sempre.
Mas… Por alguma razão, a crise nos unificou! Pelo menos os discursos estão bem aprumadinhos. Dia desses ouvi os reclames de um vendedor de caldo de cana sobre a alta do dólar e a necessidade de maior paridade cambial entre a moeda dos gringos e nosso real capenga. Me assustei!
O que quero dizer é que seria, de fato, importante, saber como essa crise impacta nesta cidade rural onde vivo; quais os específicos da crise, aqui, nesta província? Como o capital planetário com suas crises de reprodução e mobilidade chega às pequenas localidades? Como todo esse movimento crítico enquadra o cotidiano de feirantes advindos das sendas profundas do Cerrado? Estou falando de uma boa gente que não se utiliza de bancos, que ainda pratica escambos e que tem na boa política de vizinhança um dispositivo essencial para a garantia de seus processos de vida.
Não…. Não é a alta do dólar, não é a baixa nos lotes de ações de nossas principais empresas e muito menos são as novas alíquotas de exportação impostas pelo protetorado econômico dos Estados Unidos ou da União Europeia. É que esses atores, cenários e relações não são parte do cotidiano econômico de ampla maioria de produtores destes brasis de grotões, pindoramas e pinimbas.
Então, é justo indagar: o que é a nossa crise? O que é a crise para os que nunca foram parte do “andar de cima” como bem nos recorda o professor Milton Santos? O que é o cataclismo econômico para uma multidão de brasileiros do trabalho que estão historicamente fora dos circuitos e dinâmicas centrais do atual capitalismo monopolista, financista e trans-fronteiriço?
A crise acadêmica com seu monte de discursos e análises maçantes e enfadonhas dialoga perfeita e covardemente com o miasma midiático que insiste em nos fazer crer que a “crise nos une”; que atinge a todos e da mesma forma; que, de fato, é enfim, tema de “interesse nacional”; que ou nos “unimos” ou seremos devorados por esta malvada crise e que ameaça fundo a “sempre linda e intacta harmonia” da vida nacional brasileira.
Ou rompemos com essas lastimosas formas do pensar ou seremos enfileirados nos dramas patéticos forjados e concebidos pelos “de cima” em seus sempre previsíveis intentos: poder e mais poder.
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domingo, 3 de janeiro de 2016

A vez do sol

Possibilidade de compensação torna sistema de produção de energia através da luz solar viável economicamente

A produção de energia elétrica utilizando uma fonte renovável e limpa, que é a luz solar, ganhará contornos de grande utilização, massificação e redução de custos a partir de agora. A previsão é do arquiteto Garibaldi Rizzo, que prevê grande incremento nesse sistema nas construções com a possibilidade de compensação entre o que é gerado, o excedente de energia e o que é compensado com as concessionárias de energia elétrica.
“A partir de agora, com regras claras e bem definidas, é possível fornecer para a rede de energia elétrica pública o que é gerado com painéis fotovoltaicos e compensar com o que é gasto”, explica Garibaldi. Ele mesmo já aplica na prática a vasta utilização de energia solar para produção de energia nas construções que projeta atualmente.
O Brasil concentrou sua matriz energética em grandes hidrelétricas em um modelo hoje considerado ultrapassado, que gera grandes impactos ambientais, muito caro de implantação e que depende da sazonalidade das chuvas e outras variáveis. A tendência mundial hoje é de utilização de fontes alternativas, como a eólica (com aceleradores movidos pelo vento), o fluxo das ondas do mar e a solar, considerada limpa, eficiente, porém cara em sua instalação. Países desenvolvidos investem pesado em produção de painéis fotovoltaicos para difundir a utilização desse tipo de geração de energia.
A Alemanha, país que tem 1/3 da incidência de luz solar que o Brasil dispõe instala a cada dois em parque gerador em placas solares anos o equivalente a uma usina hidrelétrica como a de Itaipu. Ou seja, os telhados de construções germânicos, com menos da metade da luz solar que o Brasil tem, gera de modo limpo e eficiente algumas Itaipus. O material básico para fabricar painéis solares é silício, matéria prima que não existe na Alemanha, mas que tem no Brasil um dos maiores produtores mundiais.
A microgeração de energia elétrica recebeu impulso importante em 2012 com a regulamentação feita pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que estabeleceu desde então uma modelagem para compensação energética que representa um incentivo a mais para quem planeja possuir uma fonte geradora de energia renovável em sua propriedade, seja comercial ou residencial.
Uma residência com painéis gera durante o dia, em que seu consumo está pequeno, certa quantidade de quilowatts-hora. O que excede ao seu consumo é fornecido para a rede pública de energia e compensada depois na conta com o que os moradores gastarão à noite, quando não há geração. Outra medida importante também é a instalação de baterias recarregáveis durante o dia que servirão para iluminar as casas à noite. Com a utilização de lâmpadas de LED, muito mais eficientes e econômicas, o gasto fica substancialmente reduzido, o que justifica o investimento.
Em no máximo dois anos, preveem os especialistas, o investimento tem retorno satisfatório. “Agora é compensador economicamente instalar painéis. Não é somente consciência ambiental mais, já se justifica financeiramente, o que fará aumentar a utilização dessa forma de geração”, comenta Garibaldi.
Os telhados ficam sendo mini usinas geradoras de energia elétrica que ajudam a compor a renda da família ou do comércio reduzindo o gasto com a conta de energia. Um luxo e uma fonte financeira.

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Origem ao bem

Os Luminares da humanidade
Há quem afirme que Jesus tenha haurido conhecimentos na seita dos essênios pelo simples fato de a  haver  conhecido e pela semelhança, em alguns aspectos, dos princípios essênios com os ensinamentos do Cristo. A ideia cristã foi pressentida muitos séculos antes de Jesus e dos essênios, tendo por principais precursores Sócrates e Platão.
Jesus, governador espiritual do Planeta – que presidiu a sua formação- acompanhava e acompanha o processo evolutivo do orbe, já trazia em si mesmo o alfa e o ômega de todo o  processo filosófico, organizador e condutor de todas as civilizações planetárias.
Seus enviados, em várias épocas da história da Terra, trouxeram suas luzes para o conforto e orientação da humanidade perdida e rebelde. Deixaram suas contribuições. Estas permeiam  os compêndios filosóficos doutrinários de todos os tempos e de todos os povos, através dos séculos. Os registros, orais na maioria dos casos, foram passando de geração a geração, até que em determinado ponto da história da humanidade  houve  compilações desses  ensinamentos que hoje conhecemos sob a veste dos mais variados ensaios filosóficos.
Reportemos-nos apenas a um desses luminares da humanidade: Sócrates.
Como o Cristo, Sócrates nada escreveu ou nenhum escrito deixou. E também, como ele, combateu os preceitos religiosos, colocou a virtude acima da hipocrisia, e teve a morte dos criminosos. Alguém dirá que não  pode haver paridade entre a doutrina de um pagão e a do Cristo, mas Allan Kardec afirma no quarto tomo da introdução de O Evangelho Segundo o Espiritismo: Sócrates e Platão – que a doutrina de Sócrates não era pagã, pois objetivava combater o paganismo.
Veja alguns desses tópicos, que você poderá buscar na íntegra, na introdução de O Evangelho Segundo o Espiritismo.  A obra kardequiana, que abarca os preceitos morais de todas as filosofias religiosas, sem ferir a nenhuma delas, baseando-se em Sócrates e Platão, os precursores do Cristianismo, nos diz:
O homem é uma alma encarnada. Antes de sua encarnação existia, unida aos tipos primordiais, às ideias do verdadeiro , do bem e do belo; separa-se deles encarnando, e, recordando o seu passado, é mais ou menos atormentada pelo desejo de voltar a ele.
Enquanto tivermos o nosso corpo e a alma se achar mergulhada nessa corrupção, nunca possuiremos o objeto de nossos desejos: a verdade.
Libertos da loucura do corpo, conversaremos com homens igualmente libertos e conheceremos, por nós mesmos, a essência das coisas.
A alma impura, nesse estado, se encontra oprimida e se vê , de novo, arrastada para o mundo visível, pelo horror do que é invisível e imaterial.
Se a alma é imaterial, tem de passar, após essa vida, a um mundo igualmente invisível e imaterial, do mesmo modo que o corpo, decompondo-se, volta à matéria.
Importa distinguir bem a alma pura, verdadeiramente imaterial, que se alimente, como Deus, de ciência e pensamentos, da alma mais ou menos maculada de impurezas materiais, que a impedem de elevar-se para o divino e a retém nos lugares da sua estada na terra.
Se a morte fosse a dissolução completa do homem, muito ganhariam com a morte os maus, pois se veriam livres do corpo , da alma e dos vícios. Aquele que guarnecer a alma, não de ornatos estranhos, mas com os que lhe são próprios, só esse poderá aguardar, tranquilamente, a hora da sua partida para o outro mundo.
O corpo conserva bem impressos os vestígios dos cuidados de que foi objeto e dos acidentes que sofreu. Dá-se o mesmo com a alma.   Quando despida do corpo, ela guarda os traços do seu caráter, de suas afeições e as marcas que lhe deixaram todos os atos de sua vida. Assim, a maior desgraça que pode acontecer ao homem é ir para o outro mundo com a alma carregada de crimes.
É pelos frutos que se conhece a árvore. Toda ação deve ser qualificada pelo que produz; qualificá-la de má, quando deles provenha mal; de boa, quando dê origem ao bem.
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É chegado o tempo de repensar!

Uma reflexão sobre as ações praticadas em 2015

Mais um ano finaliza, muitos fatos aconteceram, uns bons, outros ruins. A nação brasileira neste ano de 2015 muito apanhou dos nossos representantes, que foram eleitos para nos defender e fazer o melhor para a mesma. É triste lembrar-se de tanto dinheiro que foi desviado da Petrobras, e do outro lado inúmeras famílias vivendo a mais paupérrima situação debaixo de viadutos, em ruas, passando fome, sem teto.
É chegado o momento de repensar, de dizer não a quem muito prometeu e não cumpriu, bem como um pleito vem chegando e eles vão bater em sua porta, querendo o seu apoio e o de sua família. É hora de você, caro leitor, refletir que a maioria desses políticos larápios, que lapidam o erário público, teve um excelente Natal com banquetes, comidas e bebidas que um salário mínimo não dá para pagar, salário o qual eles mesmos insistem em dizer que é digno, que o cidadão e sua família podem se alimentar. Devo ainda elencar que a desigualdade é exacerbante ao ponto do cidadão ficar mesmo indignado.
Existem tantos projetos de políticos querendo entrar para boa vida, ou seja, se tornar um, às custas do povo. É repugnante a forma enganadora que muitos tentam adentrar na vida da sociedade, são mesquinhos, covardes, só pensam em si próprio. O cidadão só serve para votar e pagar imposto, a que ponto chegou a democracia? Fico refletindo ao ver certos pré-candidatos dizendo que será diferente, ora se teve quatro anos para mostrar serviço, por que não mostrou?
Enquanto o pobre come arroz com feijão, eles comem contrafilé, viajam para a praia de férias, isso quando não vão para fora do País.  Advinha quem é o responsável pela diversão? O cidadão inconsciente, porém é enganado por esses que só querem os regalos da vida de um político. É difícil entender a mente do ser humano, que normalmente deixa-se levar por tantas inverdades, e nem procura se certificar da índole do cidadão político, que muito bate à sua porta em toda época de pleito eleitoral.
Neste País do faz de conta, onde existe uma arcaica constituição cheia de brechas, o mal político faz e acontece e fica por isso mesmo. E o cidadão que trabalha honestamente vive à beira do suplício, nas piores condições de vida. 
Que falta de atitude por parte dos nossos governantes. Logo eles estarão em nossas portas querendo aquele apoio. Seria tão bom se o voto fosse facultativo. Tenho plena convicção que boa parte da sociedade iria arrumar uma diversão no tão renomado dia que eles chamam de exercer a democracia. 
Entretanto, a reflexão é o escudo para nos proteger da astúcia quem vem se aproximando em 2016, chamada tempos de campanha eleitoral, contudo, campanha eleitoral é feita todo dia, os que dizem ser representantes usam do poder para politicar quatro anos e o que não estão ficam ansiosos para entrar e fazer o mesmo. É muita hipocrisia para uma nação suportar.

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sábado, 2 de janeiro de 2016

O risco maligno da vaidade

O vaidoso não enxerga alem do próprio ego

É fácil demais cegar as pessoas. Quando falamos cegar, não nos referimos a tirar a visão delas materialmente falando, mas manipulá-las com intuitos de domínio; cegá-las espiritual e animicamente.
É tarefa simples; consiste em obter, com habilidade, a atenção vaidosa delas, massageando-lhes o ego de tal modo, elogiar com tal engenho e arte, que, não mais que uns poucos segundinhos depois, com a vaidade aguçada ou massageada daquele jeito, pulsando nelas, em alta, beirando as esferas, beirando o paroxismo, as pessoas passam a fazer o que gente quer.
Porque ficam elas totalmente predispostas à enganação, à falsidade, seja dito a bem da verdade, a aceitar mentiras de quem elogia. No pequeno e difícil diálogo Íon, Sócrates diz só ter conseguido a “atenção vaidosa de Íon”, a fim de desenvolver sem oposição o seu argumento, depois de ter manifestado a sua “admiração e inveja” por ele. Isto pode ilustrar bem o que estamos a dizer.
Pra ser justo, o envaidecido também não escuta; nem fala. É um insensível. Quem fala e escuta, por ele, é o manipulador, o apologista, que domina, que triunfa, com segundas e terceiras intenções. Quem não é manipulável pela vaidade? O autor deste texto se confessa plenamente manipulável, desde que não logre perceber a manipulação.
Porque o vaidoso ou manipulado não enxerga um palmo adiante do nariz. Eis que, ao abandonar o mundo concreto, se deixa librar voluntária e cabalmente nas asas ilusórias de um sonho dourado. E acha que aquilo é o seu magnífico leitmotiv. Seu tudo. Motivo condutor da vida. Nem resta dúvidas que inconscientemente a gente em geral adora se enganar. Quase que um orgasmo mental, meninos. Tanto que corre o risco de tropeçar e cair, ao caminhar no escuro de si.
Porque o vaidoso é o ser inconsciente da vida; enquanto o humilde é o ator consciente dela. O humilde caminha ao claro e em paz consigo, sem tropeçar. Quando Jesus almeja despertar a luz da humildade que há amortecida em nós, em verdade, verdadeira, quer mesmo é que sejamos atores conscientes da história.
Conscientes das injustiças; das manipulações dos manipuladores. Manipulações dos psicopatas ou sociopatas. Para Jesus, verdadeiro Deus-Encarnado, em Quem o Criador se fez manifestar pra nós, pior cego é aquele que se nega a enxergar. A vaidade inspira cuidados. Urge tomar precauções com ela, serpente que se embosca nas sombras da alma, pronta para o bote fatal.
Hitler sabia manipular ou cegar as massas e por isso empostava a voz, teatral e comicamente, do alto de sua tribuna e dizia ao povo alemão, em linguagem simples e audível, o que ele exatamente queria ouvir, naquele instante, preleções em torno de supremacia racial ariana.
Porque o ego alemão andava, naquela quadra dramática, carente de orgulhos nacionais, por isso mais predisposto a aceitar falsidades. Em geral, falsidades são mais agradáveis de se ouvir do que as verdades; ao passo que estas são desagradáveis ao ouvido. Ocorre que o cérebro humano está programado para aceitar mentiras. Eis que a mentira é uma dama bela e sensual; ao passo que a verdade, uma velha  feia e desajeitada. A qual delas é mais fácil e delicioso dar crédito? À dama bela ou à velha feia?
Mesmo porque, um pouco antes daquele instante, o ego alemão andava lá no fundo do poço. A inflação em alta, corroendo o poder aquisitivo. Um carrinho de supermercado, abarrotado de marcos alemães, sequer comprava um litro de leite.
A realidade ou verdade social não era nada lisonjeira. Era uma gente carente de orgulhos nacionais. Carente de exaltações étnicas. Daí, vinham a calhar aquelas magnas e oportunas preleções mentirosas do chanceler Adolf Hitler em torno de superioridade racial daquela gente, pra levantar o moral da tropa; pan-germanismo; eugenia etc etc. O povo só faltava arrebentar de amor-próprio, inchado.
Marchava resoluta e cegamente para o front, a um aceno ou piscar de olhos do líder. Morria sorrindo, em nome do condottieri. Inchado de egolatria, que constitui o culto exaltado ao eu. “’Eu sou”, dizia o cidadão comum alemão pra si, presumindo-se, “a raça superior; a condutora ariana, como bem assevera o nosso führer, dos destinos humanos”.
E o povo germânico, já de si cheio, já de si presumido pelas sublimes conquistas de sua gloriosa cultura, orgulhoso dos três Bs, isto é, da mais alta expressão da música erudita, Bach, Beethoven e Brahms, manipulado agora, não só permitia como fingia ignorar as atrocidades contra os judeus como também praticava atrocidades. Tudo fruto maligno da vaidade cega!
Ponto final e cuidado com a vaidade!
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Desfeito o mistério! Culpados encontrados!


O Rio Grande do Sul demorou décadas. Vários governos tentaram, em vão. O governo anterior procurou o seu partido. O governo federal o mandou investigar dentro do Estado.

Governos anteriores debateram a questão, mas fracassaram na identificação dos facínoras que enterraram o Estado. Até que um dia um governador, ungido pela sua genialidade, acabou com a crise do Estado. Bastava atacar os inimigos dentro de suas próprias fileiras. Cuidado Califórnia! Daqui para frente terás o maior e mais poderoso ente federado do planeta.

Eu sabia que o governador e o vice saberiam como melhorar o Estado. 25% para os servidores e o aumento do ICMS é lance de gênio.
Tem razão o Governador: a saúde, a segurança e a educação é problema do povo. Temos que diminuir os salários e o efetivo dos servidores. Tem demais mesmo. Como alguém não descobriu antes essas soluções? Os governadores Brito e Collares fizeram PDV, mas foram muito tímidos.

Agora o nosso gênio vai acabar com o que resta dos servidores. É mesmo uma solução política e econômica jamais vista na face da Terra. GÊNIO, GÊNIO. Imaginem a repercussão positiva que o fim da licença-prêmio vai ter. A arrecadação do Estado vai estourar. Vai ter dinheiro para tudo, menos para a saúde, segurança e educação, é claro.

 Essas responsabilidades não são do Estado. A Lei de Responsabilidade Fiscal federal estabelece limite de 60% da Receita Corrente Líquida, para os Estados e Municípios.

O nosso genial governador agora diz que é 25%, conforme publicado na imprensa. É o projeto mais inteligente já apresentado para o Legislativo. Estado não precisa de servidores, não é senhor Governador? 

Daqui para frente tudo melhora: aumento de preços em geral. Certamente a nossa inflação vai superar a nacional.

Claro, porque o Rio Grande do Sul sempre foi superior em tudo. O Rio Grande elegeu um governador alinhado com o partido que comanda o País. Ele não conseguiu resolver os problemas do Estado. Agora temos um governador que tem as soluções para todas as nossas mazelas.

Finalmente teremos a redenção do Estado do Rio Grande do Sul. E também não teremos mais a preocupação de pagar a dívida com a União. O nosso crescimento vai ser tão vertiginoso, que alguns milhões não vão fazer falta. Desculpas ao senhor Vice-Governador.

Lembrei do senhor! Não poderia fazer a injustiça de esquecer. É claro que todos esses planos têm a participação do senhor.

Com 25% poderemos pagar todo o funcionalismo e sobra dinheiro. É só diminuir o orçamento de todos os poderes. Por que razão alguém ainda não tinha pensado nisso. Os empresários, colegas do senhor Vice, estão vibrando com essas mudanças.

Os servidores sempre foram os culpados de tudo isso. Lembro de outro gênio, outro governador fantástico, que privatizou estatais do Rio Grande do Sul. O Estado assumiu o passivo dessas estatais e os empresários ficaram com os ativos.

 Quem poderia ter uma ideia tão genial? Nesse momento histórico, apenas queria fazer um cálculo matemático. 



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sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

O bicentenário Frankenstein

Um clássico da literatura de horror

Frankenstein é um romance de terror gótico, escrito por volta de 1816 e 1917 pela escritora britânica Mary Shelley, que tinha apenas dezenove anos na época. Mary, seu futuro marido Percy, os escritores John Polidori e Lord Byron e um outro hóspede confinaram-se numa cabana às margens do Lago Léman durante o verão de 1916. A erupção do vulcão no Monte Tambora na Indonésia lançou um milhão e meio de toneladas de poeira na atmosfera, o que forçou o grupo a permanecer dentro da cabana. Durante o período em que estiveram confinados, Polidori lia para o grupo diversos livros de terror, alguns alemães traduzidos para o inglês. Byron então sugere que cada um dos presentes escrevesse um conto de terror que seria lido para todos posteriormente, como forma de entretenimento, o que era bastante limitado sob aquelas condições.
Passados vários dias, Mary Shelley ainda nao havia terminado seu conto. Baseados em fragmentos de mesma época de Byron, anos mais tarde Polidori escreveria sua obra Vampiro, a primeira a trazer vampiros com as características que conhecemos hoje. Esta obra, décadas depois inspiraria Bram Stoker em seu Drácula. Ocasionalmente, Mary teve a visão de um jovem estudante de medicina dando vida a uma criatura. Esta visão foi a base para a elaboração do romance Frankenstein de Mary Shelley, tempos depois, encorajada por seu marido. Ao contrário do que se propagou, Frankenstein é na verdade, o nome do personagem da obra de Shelley que da vida à critarua, por ele chamada de “monstro”, “demônio”, “desgraçado” e mesmo “criatura”.
A obra resultou em um filme na década de 1930, e em 1994  filme Mary Shelley’s Frankenstein, dirigido e estrelado por Kenneth Branagh ressucita este clássico da literatura do horror. A criatura é interpretado por Robert de Niro, e Banagh interpreta o Doutor Frankentein. Outras obras do cinema também deram vida à criatura do romance de Shelley.

A história do romance de Shelley é uma narrativa moldura – quando uma história conta outra – onde as cartas do capital Robert Walton, endereçadas à sua irmã, narram os feitos do Doutor Victor Frankenstein, resgatado no ártico pela tripulação de Walton, quando fora avistado sendo perseguido por uma criatura em um trenó. O Dr. Frankenstein é encontrado já bastante debilitado e vem a falecer algum tempo depois, mas enquanto tentava se restabelecer fisicamente narrou ao capitão Walton quem era e o que queria a enorme criatura.
Frankenstein cresceu em Genebra, filho de um aristocrata suíço. Na adolescência, Frankenstein apresenta-se um autodidata, interessado em livros de grandes mestres de alquimia, como Cornélio Agripa e Albertus Mangnus. Aos dezessete anos é enviado para Universidade de para estudar medicina, na mesma época sua mãe morre. Chegando na Universidade, seus futuros mestres condenam a leitura de alquimistas e indicam que Victor estude os livros das modernas ciências naturais. Aluno exemplar, Victor Frankenstein se dedica aos estudos das ciências naturais e acaba por descobrir o segredo da origem da vida. Segredo este que se recusa a revelar ao capitão Walton em suas narrativas.
Victor então passa a dedicar-se a criar um ser humano gigantesco a partir de restos mortais, para isso isola-se do convivio social, colocando a própria saúde em jogo. Dois anos se passaram, e mesmo obtendo sucesso na concepção de sua criatura, Victor a repudia e a abandona. Meses depois recebe uma carta de seu pai relatando o assassinato de seu irmão caçula Willian. Regressando para casa, Victor recebe a notícia de que uma das criadas era acusada pela morte de Willian, mas ele sabe que o verdadeiro responsável era sua monstruosa criação. Sem conseguir provar a inocência da criada, ela é condenada à pena de morte. Sentindo profundo remorso por saber que duas vidas se esvaíram em consequência de seu experimento, Victor parte em busca de localizar o monstro.

Algum tempo depois os dois se encontram e a criatura, que havia se desenvolvido socialmente de maneira incrivel narra ao Dr. Frankenstein sua peregrinação por onde era sempre escorraçado pelas pessoas. Alojou-se nos fundos de um galpão de madeira próximo a uma casa onde morava uma humilde familia, dois filhos e um pai cego. A criatura de Frankenstein conta como aprendeu a linguagem escrita enquanto se escondia no galpão e de seu primeiro contato com o pai daquela família. Porém os filhos, ao ver o pai conversando com aquela criatura horrenda, também o escorraçam. Sentindo profunda amargura, a criatura sai de encontro com a familia Frankenstein, matando Willian. Ele então exige do Dr. Victor que ele crie uma criatura semelhante do sexo feminino, para que o casal possa vivier nas selvas sul-americanas, abandonando de vez o contato com a vida humana.
O Dr. Victor aceita a proposta, mas durante uma reflexão, temeu que as criaturas se voltassem contra a humanidade. Com medo que mais alguém sofresse por consequência de seus atos, o médico destrói a criatura inacabada diante dos olhos de sua primeira criação, que jura se vingar. O monstro assassina Clerval, o melhor amigo do doutor, Elizabeth, sua esposa é morta na noite de núpcias e em seguida seu pai, bastante adoentado também vem a falecer. Sozinho no mundo, o Doutor Frankenstein passa a perseguir sua criatura numa longa caçada, que os leva em direção ao norte. Neste momento, Victor, já bastante fragilizado é resgatado pelo capitão Walton, mas sua embarcação fica presa no gelo, e o médico acaba falecendo.
O capitão Walton encontra a criatura no aposentos do falecido Dr. Frankenstein e ela diz ao capitão que sua jornada de vingança e morte se encerra com o falecimento de seu criador. A criatura se afasta, prometendo ir mais para o norte, onde cometeria suicído.
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Ser ou não ser uma democracia!?

Uma democracia sem jogo de interesses

Agora não podemos mais nem falar que estamos parecendo o Paraguai porque já o ultrapassamos em matéria de absurdos políticos. Como pode um ladravaz, pego com a boca na botija com suas contas no exterior entre outras cositas, ser alçado à condição de acusador da presidenta Dilma – que goste-se dela ou não –, não tem contra si Nenhuma suspeita ou acusação de desonestidade?
Pesa contra ela ter ganhado a eleição com 51,64% dos votos totais, o que os adversários se negam a aceitar e desde então sabotam a governabilidade e empurram o país ladeira abaixo para voltarem ao poder como salvadores da pátria. Esta oposição canalha e golpista aliada à grande mídia partidarizada criou e alimentou a situação a que chegamos, que é ter um Calhorda chantagista ameaçando a democracia brasileira. Inacreditável!
Embora o STF tenha dado duas liminares sustando as iniciativas de impeachment pelas regras baixadas por Cunha, o ainda presidente da Câmara apertou um foda-se para o STF e assumiu os riscos que, para ele, já são nada agora sabendo que cedo ou tarde será liquidado. Sabe que só o golpe pode lhe dar uma sobrevida ao embaralhar tudo, o que também interessa a vários políticos com o rabo preso em todos os partidos. A confusão Interessa muito também ao PMDB, Michel Temer e Renan Calheiros & Cia… recentemente citados por Delcídio em gravação. Jogar no ventilador tonou-se conveniente para tirar essa turma toda do foco.
Cunha, antes louvado pelos Tucanos & Demos que o abandonaram quando caiu em desgraça, espera agora ser recompensado e acolhido novamente pela revoada tucana que embalada pelos avarandados sem noção, sonham em atirar o Brasil no abismo junto com a democracia. Nesta vendeta política e sanha golpista estão jogando o bebê junto com a agua suja da bacia, mas não estão nem aí, afinal os senhores de engenho e seus capitães do mato sempre fizeram isso e acham que está na hora de “repor as coisas” aos seus devidos lugares, porque esta coisa de acabar com a pobreza/fome já levou muito desconforto aos aquários sociais.
Dilma é inábil politicamente e aderiu ao credo neoliberal – programa de tucanos diga-se –, e por isso perdeu meu (nosso) apoio entusiástico mas não é por isso que vamos aceitar o desrespeito às regras do jogo e embarcar na aventura golpista de paralisar o país e inventar pretexto para depor quem foi legitimamente eleito. Para sermos uma democracia de prestígio mundial, precisamos abandonar o casuísmo e interromper a sequencia cíclica de golpes civil, militar, híbridos, intercalados com pequenos espasmos democráticos, como tem sido a triste história política do nosso país e consolidarmos a democracia de fato. É isto que está realmente em jogo agora.
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A felicidade independe de fatores externos


Somente o amor prevalecerá em todo o universo

É importante praticar o desapego para se alcançar a verdadeira felicidade.
Para ser feliz é necessário se desvincular de qualquer fonte ou fator externo que seja considerado fonte de felicidade.
O mundo está estruturado nas bases do interesse, na filosofia de que é a obtenção de posses que traz a felicidade. As crianças já crescem sendo ensinadas que vão ser “premiadas” por bom comportamento com brinquedos e itens que as façam “mais felizes”. Os relacionamentos são estruturados na filosofia de receber carinho e amor para ser feliz e quando isso não acontece abala as estruturas psicológicas dos casais, que, imaturamente, já buscam por separação ao invés de corrigir a fonte do problema que está causando stress no casamento. As empresas e governos, a mídia, o mundo inteiro trabalha a noção de felicidade atrelada a fatores externos, como praia, churrasco, piscina, carros suntuosos, conforto, luxo e bens materiais.
Dessa forma as pessoas são condicionadas a gravar em seus subconscientes a noção de que só podem ser felizes se conquistarem determinadas variáveis externas que proporcionem a felicidade que tanto buscam.
Essa noção é bem variável em diferentes culturas. Para os indígenas a felicidade estava no contato harmônico com a natureza. Para os grandes impérios indígenas do passado (Maias, Astecas, Hopi, Incas, Olmecas e outros) a felicidade era condicionada ao fato de ter o “privilégio” de ser sacrificado vivo aos deuses deles. As moças virgens do império Asteca participavam de concursos para ter a honra de serem sacrificadas vivas ao deus Quetzalcóatl.
Nos povos vikings havia uma cerimônia a cada nove anos de sacrifícios humanos na cidade de Upsalah, na atual Suécia, para o deus Odin e eles consideravam um grande privilégio e felicidade morrer em sacrifício vivo para “proteger” seus irmãos da fúria de Odin, caso os sacrifícios não fossem concretizados.
Algumas tribos africanas consideravam um grande ato de felicidade o canibalismo de prisioneiros de tribos inimigas, obedecendo às ordens de seus deuses.
Os povos tibetanos se enclausuram em mosteiros para treinar kung-fú, meditar e alcançar a iluminação, que para eles é a verdadeira felicidade, denominada por eles com o nome de “nirvana”.
No Império Mongol o maior ato de felicidade era poder estuprar as mulheres dos povos vencidos e provar assim a “superioridade” dos mongóis sobre os outros povos conquistados.
Na cultura ocidental moderna a felicidade é propagada pela mídia como a obtenção de bens materiais e o endeusamento do consumo como fonte de felicidade.
Cada cultura criou seus mecanismos de obtenção de felicidade no subconsciente coletivo geral de suas populações.
Estamos diante de um paradoxo geral que permeia todas as civilizações da história da humanidade.
O que poucos pararam para pensar é que a felicidade é algo bem simples, é uma decisão que não depende de nenhum fator externo, porque a felicidade está em produzir amor no coração, amar a tudo e a todos indiscriminadamente e desinteressadamente. O ato de decidir amar traz à tona um turbilhão de energias positivas capazes de permear o ambiente literalmente com uma aura agradável, um clima de paz inabalável capaz de infectar todos ao redor com essa mesma energia positiva, independente das condições externas vividas por cada um, gerando um ambiente de prazer sublime que não está vinculado a itens, bens, objetos ou pessoas e sim à simples decisão de amar.
Nossa era vive o colapso do império das trevas, que está desabando sobre o seu próprio peso e trazendo à luz o quão superficial tem sido nos últimos seis mil anos em tentar proporcionar uma felicidade momentânea aos seus cidadãos.
As crises, guerras e conflitos presenciados na história provam que o ser humano falhou em se governar a si mesmos.
Estamos caminhando para a inevitável destruição dessa era de mentiras empreendidas pelo império das trevas sobre o mundo e já estão sendo separadas as almas de luz que farão parte da nova sociedade perfeita e justa que sobreviverá ao caos que se abaterá sobre a humanidade em poucos anos adiante.
A decisão de amar é a única decisão válida, a única opção para quem pretende continuar vivendo aos tempos difíceis que vão sobrevir em todo o planeta.
Mesmo que sejam invisíveis, as energias são reais: a mecânica quântica já provou isso em laboratório, através de milhares de experimentos. Um dos experimentos mais famosos sobre isso constata que quando uma pessoa pensa positivamente a respeito de alguém que nunca viu, mas que está vendo por fotos, a pessoa da foto, em outra sala isolada, recebe essas energias e isso tudo é monitorado por sensores diversos que provam melhoras significativas no metabolismo e na fisiologia biológica de quem está recebendo essas energias positivas de amor.
Outro experimento amplamente estudado em laboratório diz respeito ao fato de os cientistas colocarem água em copos e mentalizar sentimentos diversos etiquetados em cada copo, como “amor”, “ódio”, “inveja”, “depressão”, “ciúmes”, “paz”, “alegria” e “felicidade” e deixar a água dos copos congelar para ser vista por microscópio. Nos copos onde foi mentalizada e etiquetada alguma energia positiva as moléculas de água congelada estavam organizadas, ordenadas e bem vistosas, mostrando harmonia. Nos copos onde foi mentalizada e etiquetada alguma energia negativa as moléculas de água congelada apresentavam configurações desorganizadas e monstruosas de puro caos. Isso tudo são fatos científicos provados e comprovados pelas leis universais da mecânica quântica.
As escrituras sagradas ensinam mecânica quântica há 3.528 anos e dizem categoricamente os mesmos postulados científicos da mecânica quântica, porém, numa linguagem comum, para leigos não cientistas.
Em todas as suas páginas os escritos sagrados mostram em resumo os resultados catastróficos alcançados por um povo que acumula energias negativas, fazendo com que esse mal retorne sobre si mesmos e também mostrando todos os benefícios que são adquiridos por esse povo quando decidem sentir, viver e praticar o amor.
Não há dúvidas científicas de que quem nutre qualquer tipo de sentimento negativo atrai energias negativas para si mesmo, da mesma forma que quem nutre sentimentos positivos atrai energias positivas para si mesmo.
Uma das provas de que o bem retorna e que o mal também retorna está em 1 Samuel 25:39 está escrito: “E Davi chegou a ouvir que Nabal havia morrido e por isso ele disse: ‘Bendito seja Jeová, que pleiteou a causa do meu vitupério [para me livrar] da mão de Nabal e que refreou seu servo da maldade, e Jeová fez a maldade de Nabal voltar sobre a sua própria cabeça!’”
Em outro trecho isso fica mais evidente, nas palavras de Obadias, no versículo 15, onde diz: “Pois está próximo o dia de Jeová contra todas as nações. Assim como fizeste, será feito a ti. Tua espécie de tratamento retornará sobre a tua própria cabeça.”
Certamente as escrituras ensinam tudo o que a ciência está provando agora, mediante as leis da mecânica quântica.
É necessário tomar a decisão de amar, apesar das dores, a despeito de qualquer prejuízo ou infelicidade externa que possa surgir, porque apenas o amor prevalecerá em todo o universo. A faxina nesse planeta está próxima e quem não decidir amar não terá o direito de estar no próximo reino que dominará cada centímetro desse planeta logo em breve.
Em Daniel 2:44 está escrito: “E nos dias daqueles reis o Deus do céu estabelecerá um reino que jamais será arruinado. E o próprio reino não passará a qualquer outro povo.Esmiuçará e porá termo a todos estes reinos, e ele mesmo ficará estabelecido por tempos indefinidos.”
Nesse novo reino, onde Jeová Deus é o supremo e Jesus é o rei apenas o amor prevalecerá e apenas pessoas que amam estarão lá como súditos.
Apocalipse 21:3-4 diz: “Com isso ouvi uma voz alta do trono dizer: ‘Eis que a tenda de Deus está com a humanidade, e ele residirá com eles e eles serão os seus povos. E o próprio Deus estará com eles. E enxugará dos seus olhos toda lágrima, e não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem clamor, nem dor. As coisas anteriores já passaram.”
Amar não é mais uma opção, é um dever. Amar é uma decisão. O amor é a única lei que permeia todo o universo. Amar é uma obrigação. No Reino de Jeová Deus, com Jesus como rei desse reino, apenas quem ama de verdade viverá…

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