segunda-feira, 3 de agosto de 2015

É no fundo da alma que mora o coração

Quando falamos no amor, logo pensamos, um sentimento nobre, capaz de levar-nos às nuvens em momentos de muita emoção. E, até mesmo, comoção. Mas, qual a sua diferença? Qual o seu conteúdo? Para ser amor, o que nele existe? Pensamos, quando ele está presente não vemos guerras, vemos paz. Não vemos inimizades, vemos compreensão. Pois então, isso significa que o que ele faz muda comportamentos? Melhora eles? Acredito que sim, se os sentimentos estão presentes, eles dominam nosso mundo, e se forem positivos de afeto, dominaram nossas vidas de maneira positiva.

E por que tanta incompreensão no mundo? Por que dentro do coração das pessoas, a ritmos parados, como assim parados? Que julgam, que param com suas vidas e com a dos outros, que se contaminam mais do que tentam conhecer. Às vezes, o outro não errou, mas nos deixamos contaminar por comentários alheios que, por vezes, nem foram reais. E o que fizemos? Acreditamos, insistimos em acreditar em tudo e em todos. Mas, o que devemos aprender? Que o amor nos faz duvidar , mas nos leva a, primeiramente, conhecer. Conheça, você, o outro, e não apenas o que falaram dele.

Vejamos, quantas coisas dariam certo, quantas relações dariam certo se olhássemos mais para o interior das pessoas, sem,  infelizmente, ironizar, ofender ou, até mesmo, ignorar. As pessoas desejam ser vistas, mas o que mais fazem é olhar, mas falta olhar além, com os olhos da alma. Aquela que não vemos, mas sabemos que existe, em uma inspiração, pelo toque, pela chamada, pela atenção.

No final de tudo, pelos detalhes da vida, que se soubéssemos enxergar, veríamos as almas por inteiro. Mas o que fazemos? Olhamos a superfície, e acabamos vendo pela metade. Porque é no fundo da alma que mora o coração. Porque é no fundo da alma que moram os sentimentos e o que nos faz ver e ir além, para ajudar o mundo. Através de um conteúdo que retiramos do amor, ou melhor, do nosso jeito de amar. E até mesmo, inspirar.



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